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1243089 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2991144-1

Theodor de Bry. Americae tertia pars. 1592.

Publicada em 1592, a gravura precedente, de autoria do francês Theodor de Bry, inspirada nos relatos de Hans Staden e Jean de Léry, foi publicada no livro Americae Tertia Pars, que trazia informações sobre a antropofagia tupinambá praticada por grupos indígenas que habitavam o litoral conhecido da América portuguesa. Tendo como referência inicial essa gravura, julgue o item a seguir.

A representação de um estado de selvageria dos indígenas reafirmava a necessidade da imposição da cristianização dos povos autóctones das Américas.

 

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1243088 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2991143-1

Theodor de Bry. Americae tertia pars. 1592.

Publicada em 1592, a gravura precedente, de autoria do francês Theodor de Bry, inspirada nos relatos de Hans Staden e Jean de Léry, foi publicada no livro Americae Tertia Pars, que trazia informações sobre a antropofagia tupinambá praticada por grupos indígenas que habitavam o litoral conhecido da América portuguesa. Tendo como referência inicial essa gravura, julgue o item a seguir.

A gravura mostra com fidelidade como era o ritual antropofágico promovido pelos tupinambás.

 

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1243087 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2991142-1

Theodor de Bry. Americae tertia pars. 1592.

Publicada em 1592, a gravura precedente, de autoria do francês Theodor de Bry, inspirada nos relatos de Hans Staden e Jean de Léry, foi publicada no livro Americae Tertia Pars, que trazia informações sobre a antropofagia tupinambá praticada por grupos indígenas que habitavam o litoral conhecido da América portuguesa. Tendo como referência inicial essa gravura, julgue o item a seguir.

O índio que desferia o golpe com o tacape, ou ibirapema, não consumia a carne do cativo e iniciava um período de resguardo, abstendo-se de comer uma série de alimentos e de exercer atividades.

 

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1243086 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2991141-1

Theodor de Bry. Americae tertia pars. 1592.

Publicada em 1592, a gravura precedente, de autoria do francês Theodor de Bry, inspirada nos relatos de Hans Staden e Jean de Léry, foi publicada no livro Americae Tertia Pars, que trazia informações sobre a antropofagia tupinambá praticada por grupos indígenas que habitavam o litoral conhecido da América portuguesa. Tendo como referência inicial essa gravura, julgue o item a seguir.

Crianças e mulheres indígenas tupinambás não eram admitidas no ritual antropofágico.

 

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1243085 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Em minutos espalhara-se a notícia: uma baleia na praia do Leme e outra na praia do Leblon haviam surgido na arrebentação de onde tinham tentado sair sem no entanto poder voltar. (…)

Não fui ver a baleia que estava a bem dizer à porta de minha casa a morrer. Morte, eu te odeio.

Enquanto isso as notícias misturadas com lendas corriam pela cidade do Leme. Uns diziam que a baleia do Leblon ainda não morrera mas que sua carne retalhada em vida era vendida por quilos pois carne de baleia era ótimo de se comer, e era barato, era isso que corria pela cidade do Leme. E eu pensei: maldito seja aquele que a comerá por curiosidade, só perdoarei quem tem fome, aquela fome antiga dos pobres.

Outros, no limiar do horror, contavam que também a baleia do Leme, embora ainda viva e arfante, tinha seus quilos cortados para serem vendidos. Como acreditar que não se espera nem a morte para um ser comer outro ser? Não quero acreditar que alguém desrespeite tanto a vida e a morte, nossa criação humana, e que coma vorazmente, só por ser uma iguaria, aquilo que ainda agoniza, só porque é mais barato, só porque a fome humana é grande, só porque na verdade somos tão ferozes como um animal feroz, só porque queremos comer daquela montanha de inocência que é uma baleia, assim como comemos a inocência cantante de um pássaro. Eu ia dizer agora com horror: a viver desse modo, prefiro a morte.

Clarice Lispector. Morte de uma baleia.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

A partir do fragmento de texto precedente, de Clarice Lispector, julgue o item seguinte, considerando as características do Modernismo brasileiro.

No texto, a pessoa que narra os acontecimentos se recusa a ver as baleias que agonizam nas praias, porque teme agir como aqueles que as atacam.

 

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1243084 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Em minutos espalhara-se a notícia: uma baleia na praia do Leme e outra na praia do Leblon haviam surgido na arrebentação de onde tinham tentado sair sem no entanto poder voltar. (…)

Não fui ver a baleia que estava a bem dizer à porta de minha casa a morrer. Morte, eu te odeio.

Enquanto isso as notícias misturadas com lendas corriam pela cidade do Leme. Uns diziam que a baleia do Leblon ainda não morrera mas que sua carne retalhada em vida era vendida por quilos pois carne de baleia era ótimo de se comer, e era barato, era isso que corria pela cidade do Leme. E eu pensei: maldito seja aquele que a comerá por curiosidade, só perdoarei quem tem fome, aquela fome antiga dos pobres.

Outros, no limiar do horror, contavam que também a baleia do Leme, embora ainda viva e arfante, tinha seus quilos cortados para serem vendidos. Como acreditar que não se espera nem a morte para um ser comer outro ser? Não quero acreditar que alguém desrespeite tanto a vida e a morte, nossa criação humana, e que coma vorazmente, só por ser uma iguaria, aquilo que ainda agoniza, só porque é mais barato, só porque a fome humana é grande, só porque na verdade somos tão ferozes como um animal feroz, só porque queremos comer daquela montanha de inocência que é uma baleia, assim como comemos a inocência cantante de um pássaro. Eu ia dizer agora com horror: a viver desse modo, prefiro a morte.

Clarice Lispector. Morte de uma baleia.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

A partir do fragmento de texto precedente, de Clarice Lispector, julgue o item seguinte, considerando as características do Modernismo brasileiro.

Por tratar de um fato do cotidiano de forma pessoal e com linguagem poética, o texto apresentado pode ser caracterizado como uma crônica.

 

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1243083 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Em minutos espalhara-se a notícia: uma baleia na praia do Leme e outra na praia do Leblon haviam surgido na arrebentação de onde tinham tentado sair sem no entanto poder voltar. (…)

Não fui ver a baleia que estava a bem dizer à porta de minha casa a morrer. Morte, eu te odeio.

Enquanto isso as notícias misturadas com lendas corriam pela cidade do Leme. Uns diziam que a baleia do Leblon ainda não morrera mas que sua carne retalhada em vida era vendida por quilos pois carne de baleia era ótimo de se comer, e era barato, era isso que corria pela cidade do Leme. E eu pensei: maldito seja aquele que a comerá por curiosidade, só perdoarei quem tem fome, aquela fome antiga dos pobres.

Outros, no limiar do horror, contavam que também a baleia do Leme, embora ainda viva e arfante, tinha seus quilos cortados para serem vendidos. Como acreditar que não se espera nem a morte para um ser comer outro ser? Não quero acreditar que alguém desrespeite tanto a vida e a morte, nossa criação humana, e que coma vorazmente, só por ser uma iguaria, aquilo que ainda agoniza, só porque é mais barato, só porque a fome humana é grande, só porque na verdade somos tão ferozes como um animal feroz, só porque queremos comer daquela montanha de inocência que é uma baleia, assim como comemos a inocência cantante de um pássaro. Eu ia dizer agora com horror: a viver desse modo, prefiro a morte.

Clarice Lispector. Morte de uma baleia.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

A partir do fragmento de texto precedente, de Clarice Lispector, julgue o item seguinte, considerando as características do Modernismo brasileiro.

Segundo a narrativa apresentada, come-se a carne das baleias porque elas são animais ferozes.

 

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1243082 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Em minutos espalhara-se a notícia: uma baleia na praia do Leme e outra na praia do Leblon haviam surgido na arrebentação de onde tinham tentado sair sem no entanto poder voltar. (…)

Não fui ver a baleia que estava a bem dizer à porta de minha casa a morrer. Morte, eu te odeio.

Enquanto isso as notícias misturadas com lendas corriam pela cidade do Leme. Uns diziam que a baleia do Leblon ainda não morrera mas que sua carne retalhada em vida era vendida por quilos pois carne de baleia era ótimo de se comer, e era barato, era isso que corria pela cidade do Leme. E eu pensei: maldito seja aquele que a comerá por curiosidade, só perdoarei quem tem fome, aquela fome antiga dos pobres.

Outros, no limiar do horror, contavam que também a baleia do Leme, embora ainda viva e arfante, tinha seus quilos cortados para serem vendidos. Como acreditar que não se espera nem a morte para um ser comer outro ser? Não quero acreditar que alguém desrespeite tanto a vida e a morte, nossa criação humana, e que coma vorazmente, só por ser uma iguaria, aquilo que ainda agoniza, só porque é mais barato, só porque a fome humana é grande, só porque na verdade somos tão ferozes como um animal feroz, só porque queremos comer daquela montanha de inocência que é uma baleia, assim como comemos a inocência cantante de um pássaro. Eu ia dizer agora com horror: a viver desse modo, prefiro a morte.

Clarice Lispector. Morte de uma baleia.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

A partir do fragmento de texto precedente, de Clarice Lispector, julgue o item seguinte, considerando as características do Modernismo brasileiro.

A consciência ecológica da personagem evidencia-se com sua responsabilidade quanto aos seres vivos, confirmada na caracterização dos pássaros como inocentes.

 

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1243081 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Em minutos espalhara-se a notícia: uma baleia na praia do Leme e outra na praia do Leblon haviam surgido na arrebentação de onde tinham tentado sair sem no entanto poder voltar. (…)

Não fui ver a baleia que estava a bem dizer à porta de minha casa a morrer. Morte, eu te odeio.

Enquanto isso as notícias misturadas com lendas corriam pela cidade do Leme. Uns diziam que a baleia do Leblon ainda não morrera mas que sua carne retalhada em vida era vendida por quilos pois carne de baleia era ótimo de se comer, e era barato, era isso que corria pela cidade do Leme. E eu pensei: maldito seja aquele que a comerá por curiosidade, só perdoarei quem tem fome, aquela fome antiga dos pobres.

Outros, no limiar do horror, contavam que também a baleia do Leme, embora ainda viva e arfante, tinha seus quilos cortados para serem vendidos. Como acreditar que não se espera nem a morte para um ser comer outro ser? Não quero acreditar que alguém desrespeite tanto a vida e a morte, nossa criação humana, e que coma vorazmente, só por ser uma iguaria, aquilo que ainda agoniza, só porque é mais barato, só porque a fome humana é grande, só porque na verdade somos tão ferozes como um animal feroz, só porque queremos comer daquela montanha de inocência que é uma baleia, assim como comemos a inocência cantante de um pássaro. Eu ia dizer agora com horror: a viver desse modo, prefiro a morte.

Clarice Lispector. Morte de uma baleia.
In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

A partir do fragmento de texto precedente, de Clarice Lispector, julgue o item seguinte, considerando as características do Modernismo brasileiro.

A narrativa apresentada reforça a ligação de Clarice Lispector com o Modernismo brasileiro, aproximando-a especialmente do Regionalismo de 1930, que tratou de temas como a desigualdade e a fome.

 

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1243080 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Não sabeis o que o monstro procura?
Não sabeis a que vem, o que quer?
Vem matar vossos bravos guerreiros,
Vem roubar-vos a filha, a mulher!

Vem trazer-vos crueza, impiedade —
Dons cruéis do cruel Anhangá;
Vem quebrar-vos a maça valente,
Profanar Manitôs, Maracás.

Vem trazer-vos algemas pesadas,
Com que a tribo Tupi vai gemer;
Hão de os velhos servirem de escravos
Mesmo o Piaga inda escravo há de ser?

Fugireis procurando um asilo,
Triste asilo por ínvio sertão;
Anhangá de prazer há de rir-se,
Vendo os vossos quão poucos serão.

Vossos Deuses, ó Piaga, conjura,
Susta as iras do fero Anhangá.
Manitôs já fugiram da Taba,
Ó desgraça! ó ruína!! ó Tupá!

Gonçalves Dias. O canto do Piaga.
Internet: <http://www.dominiopublico.gov.br>.

Considerando esse fragmento do poema O Canto do Piaga, de Gonçalves Dias, e as características do Romantismo brasileiro, julgue o item a seguir.

O poeta anuncia, como em uma profecia, violência semelhante àquela a que os indígenas foram submetidos no Brasil durante o período colonial e nas primeiras décadas do Império.

 

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