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César e Cezar. Biologia. Ed. Saraiva (com adaptações).
Os musgos são representantes das briófitas, as quais não apresentam sistema circulatório desenvolvido. Considerando a figura precedente, que ilustra o ciclo reprodutor de um musgo, julgue o item a seguir.
As briófitas são pequenas plantas folhosas ou talosas que frequentemente crescem em locais úmidos nas florestas temperadas e tropicais ou ao longo das margens de pântanos e cursos d’água.
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César e Cezar. Biologia. Ed. Saraiva (com adaptações).
Os musgos são representantes das briófitas, as quais não apresentam sistema circulatório desenvolvido. Considerando a figura precedente, que ilustra o ciclo reprodutor de um musgo, julgue o item a seguir.
Os números I e II na figura identificam, respectivamente, o gametófito e o esporófito do musgo.
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Sônia Lopes e Sergio Rosso. Biologia. 3.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016.
Na figura anterior, são apresentadas características de duas síndromes relacionadas a alterações genéticas. A síndrome I, representada por XO, ocorre em mulheres. A síndrome II, representada por XXY, ocorre em homens. No primeiro caso, os indivíduos afetados incluem mulheres estéreis, de baixa estatura e pescoço alado; no segundo caso, os homens, em geral, apresentam uma constituição magra, são estéreis e têm QI abaixo da expectativa normal.
Com base nas informações precedentes, assinale a opção que apresenta os nomes da síndrome I e da síndrome II, respectivamente.
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Na década de 60 do século XX, para combater os mosquitos que transmitiam a malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aplicou, por via aérea, nuvens de DDT em extensas áreas da Ilha de Bornéu, localizada no Oceano Pacífico. Inicialmente, os transmissores foram combatidos e houve grande redução no número de casos de malária. Algum tempo depois, entretanto, constataram-se dois grandes problemas relacionados com a aplicação do DDT na ilha: houve um surto de ratos, e as casas dos nativos, que eram construídas com palha de coqueiro, começaram a cair.
O inseticida, além de matar os mosquitos, também afetava outros insetos, como abelhas, besouros e baratas. Os que não chegavam a morrer eram contaminados pelo DDT e ficavam com menor possibilidade de fugir de seus predadores: os lagartos. Ao ingerir suas presas, os lagartos ficavam contaminados, pois o DDT acumula-se nos tecidos, sendo conduzido ao longo das cadeias alimentares. Os lagartos, então, ficavam mais lentos, tornando-se presas fáceis dos gatos, seus predadores, os quais, por sua vez, ao ingerir os lagartos contaminados, acabavam morrendo. Com a morte dos gatos, a população de ratos começou a aumentar, tornando-se uma praga na ilha, o que fez a OMS introduzir gatos de outros locais para o controle dos ratos.
Ao mesmo tempo, com a redução do número de lagartos, começou a haver a proliferação de outro inseto que era por ele comido: uma espécie de barata que se alimenta principalmente de palha de coqueiro. As casas dos nativos, construídas com essa palha, começaram a cair, pois as baratas proliferaram excessivamente sem o seu predador. Para resolver esse problema, a OMS precisou levar para a Ilha de Bornéu um tipo de lagarto que controlasse a população desses insetos.
Sônia Lopes e Sergio Rosso. Biologia. v. 1, 3.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016, p. 112 (com adaptações).
No que se refere ao texto precedente e a diversos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
As fêmeas transgênicas do Aedes aegypti são caracterizadas pelo desenvolvimento hemimetabólico, podendo, por isso, ser utilizadas como medida profilática para o combate do mosquito vetor do vírus da febre amarela, da dengue, da zika e da chikungunya.
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Na década de 60 do século XX, para combater os mosquitos que transmitiam a malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aplicou, por via aérea, nuvens de DDT em extensas áreas da Ilha de Bornéu, localizada no Oceano Pacífico. Inicialmente, os transmissores foram combatidos e houve grande redução no número de casos de malária. Algum tempo depois, entretanto, constataram-se dois grandes problemas relacionados com a aplicação do DDT na ilha: houve um surto de ratos, e as casas dos nativos, que eram construídas com palha de coqueiro, começaram a cair.
O inseticida, além de matar os mosquitos, também afetava outros insetos, como abelhas, besouros e baratas. Os que não chegavam a morrer eram contaminados pelo DDT e ficavam com menor possibilidade de fugir de seus predadores: os lagartos. Ao ingerir suas presas, os lagartos ficavam contaminados, pois o DDT acumula-se nos tecidos, sendo conduzido ao longo das cadeias alimentares. Os lagartos, então, ficavam mais lentos, tornando-se presas fáceis dos gatos, seus predadores, os quais, por sua vez, ao ingerir os lagartos contaminados, acabavam morrendo. Com a morte dos gatos, a população de ratos começou a aumentar, tornando-se uma praga na ilha, o que fez a OMS introduzir gatos de outros locais para o controle dos ratos.
Ao mesmo tempo, com a redução do número de lagartos, começou a haver a proliferação de outro inseto que era por ele comido: uma espécie de barata que se alimenta principalmente de palha de coqueiro. As casas dos nativos, construídas com essa palha, começaram a cair, pois as baratas proliferaram excessivamente sem o seu predador. Para resolver esse problema, a OMS precisou levar para a Ilha de Bornéu um tipo de lagarto que controlasse a população desses insetos.
Sônia Lopes e Sergio Rosso. Biologia. v. 1, 3.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016, p. 112 (com adaptações).
No que se refere ao texto precedente e a diversos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
O Plasmodium é um parasita que se instala nas células do fígado humano e provoca ruptura das hemácias, o que configura uma relação desarmônica intraespecífica.
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Na década de 60 do século XX, para combater os mosquitos que transmitiam a malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aplicou, por via aérea, nuvens de DDT em extensas áreas da Ilha de Bornéu, localizada no Oceano Pacífico. Inicialmente, os transmissores foram combatidos e houve grande redução no número de casos de malária. Algum tempo depois, entretanto, constataram-se dois grandes problemas relacionados com a aplicação do DDT na ilha: houve um surto de ratos, e as casas dos nativos, que eram construídas com palha de coqueiro, começaram a cair.
O inseticida, além de matar os mosquitos, também afetava outros insetos, como abelhas, besouros e baratas. Os que não chegavam a morrer eram contaminados pelo DDT e ficavam com menor possibilidade de fugir de seus predadores: os lagartos. Ao ingerir suas presas, os lagartos ficavam contaminados, pois o DDT acumula-se nos tecidos, sendo conduzido ao longo das cadeias alimentares. Os lagartos, então, ficavam mais lentos, tornando-se presas fáceis dos gatos, seus predadores, os quais, por sua vez, ao ingerir os lagartos contaminados, acabavam morrendo. Com a morte dos gatos, a população de ratos começou a aumentar, tornando-se uma praga na ilha, o que fez a OMS introduzir gatos de outros locais para o controle dos ratos.
Ao mesmo tempo, com a redução do número de lagartos, começou a haver a proliferação de outro inseto que era por ele comido: uma espécie de barata que se alimenta principalmente de palha de coqueiro. As casas dos nativos, construídas com essa palha, começaram a cair, pois as baratas proliferaram excessivamente sem o seu predador. Para resolver esse problema, a OMS precisou levar para a Ilha de Bornéu um tipo de lagarto que controlasse a população desses insetos.
Sônia Lopes e Sergio Rosso. Biologia. v. 1, 3.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016, p. 112 (com adaptações).
No que se refere ao texto precedente e a diversos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
A partir das informações do texto, infere-se que, na Ilha de Bornéu, existem duas cadeias alimentares, conforme representado a seguir.
I insetos !$ \rightarrow !$ lagartos !$ \rightarrow !$ gatos
II palha !$ \rightarrow !$ mosquitos !$ \rightarrow !$ lagartos !$ \rightarrow !$ gatos
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Na década de 60 do século XX, para combater os mosquitos que transmitiam a malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aplicou, por via aérea, nuvens de DDT em extensas áreas da Ilha de Bornéu, localizada no Oceano Pacífico. Inicialmente, os transmissores foram combatidos e houve grande redução no número de casos de malária. Algum tempo depois, entretanto, constataram-se dois grandes problemas relacionados com a aplicação do DDT na ilha: houve um surto de ratos, e as casas dos nativos, que eram construídas com palha de coqueiro, começaram a cair.
O inseticida, além de matar os mosquitos, também afetava outros insetos, como abelhas, besouros e baratas. Os que não chegavam a morrer eram contaminados pelo DDT e ficavam com menor possibilidade de fugir de seus predadores: os lagartos. Ao ingerir suas presas, os lagartos ficavam contaminados, pois o DDT acumula-se nos tecidos, sendo conduzido ao longo das cadeias alimentares. Os lagartos, então, ficavam mais lentos, tornando-se presas fáceis dos gatos, seus predadores, os quais, por sua vez, ao ingerir os lagartos contaminados, acabavam morrendo. Com a morte dos gatos, a população de ratos começou a aumentar, tornando-se uma praga na ilha, o que fez a OMS introduzir gatos de outros locais para o controle dos ratos.
Ao mesmo tempo, com a redução do número de lagartos, começou a haver a proliferação de outro inseto que era por ele comido: uma espécie de barata que se alimenta principalmente de palha de coqueiro. As casas dos nativos, construídas com essa palha, começaram a cair, pois as baratas proliferaram excessivamente sem o seu predador. Para resolver esse problema, a OMS precisou levar para a Ilha de Bornéu um tipo de lagarto que controlasse a população desses insetos.
Sônia Lopes e Sergio Rosso. Biologia. v. 1, 3.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016, p. 112 (com adaptações).
No que se refere ao texto precedente e a diversos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
A relação ecológica que existe entre o mosquito vetor e o agente causador da malária é denominada relação harmônica interespecífica.
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Na década de 60 do século XX, para combater os mosquitos que transmitiam a malária, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aplicou, por via aérea, nuvens de DDT em extensas áreas da Ilha de Bornéu, localizada no Oceano Pacífico. Inicialmente, os transmissores foram combatidos e houve grande redução no número de casos de malária. Algum tempo depois, entretanto, constataram-se dois grandes problemas relacionados com a aplicação do DDT na ilha: houve um surto de ratos, e as casas dos nativos, que eram construídas com palha de coqueiro, começaram a cair.
O inseticida, além de matar os mosquitos, também afetava outros insetos, como abelhas, besouros e baratas. Os que não chegavam a morrer eram contaminados pelo DDT e ficavam com menor possibilidade de fugir de seus predadores: os lagartos. Ao ingerir suas presas, os lagartos ficavam contaminados, pois o DDT acumula-se nos tecidos, sendo conduzido ao longo das cadeias alimentares. Os lagartos, então, ficavam mais lentos, tornando-se presas fáceis dos gatos, seus predadores, os quais, por sua vez, ao ingerir os lagartos contaminados, acabavam morrendo. Com a morte dos gatos, a população de ratos começou a aumentar, tornando-se uma praga na ilha, o que fez a OMS introduzir gatos de outros locais para o controle dos ratos.
Ao mesmo tempo, com a redução do número de lagartos, começou a haver a proliferação de outro inseto que era por ele comido: uma espécie de barata que se alimenta principalmente de palha de coqueiro. As casas dos nativos, construídas com essa palha, começaram a cair, pois as baratas proliferaram excessivamente sem o seu predador. Para resolver esse problema, a OMS precisou levar para a Ilha de Bornéu um tipo de lagarto que controlasse a população desses insetos.
Sônia Lopes e Sergio Rosso. Biologia. v. 1, 3.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016, p. 112 (com adaptações).
No que se refere ao texto precedente e a diversos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
A ação humana realizada na Ilha de Bornéu com o objetivo de controlar o crescimento populacional das baratas que se alimentavam da palha dos coqueiros é uma forma de impedir a recorrência de desequilíbrios ambientais pela inserção de espécies não endêmicas em um novo hábitat.
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O contato com a lagarta Lonomia oblíqua, de cor mais escura, com muitos espinhos e manchas brancas próximas à cabeça, pode levar à morte. Essa é a espécie de lagarta mais venenosa do Brasil e foi encontrada em Brasília – DF, em quadras dos Lagos Sul e Norte, em Brazlândia e no Park Way. Em caso de contato, deve-se administrar soro imediatamente.
Internet: <www.radioagencianacional.ebc.com.br> (com adaptações).
Tendo como referência o texto apresentado, julgue o item a seguir.
O número de indivíduos da referida lagarta pode aumentar em decorrência do desequilíbrio do hábitat natural desse animal, provavelmente em decorrência de ações antrópicas, como a frequente derrubada de espécies de árvores nativas.
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O contato com a lagarta Lonomia oblíqua, de cor mais escura, com muitos espinhos e manchas brancas próximas à cabeça, pode levar à morte. Essa é a espécie de lagarta mais venenosa do Brasil e foi encontrada em Brasília – DF, em quadras dos Lagos Sul e Norte, em Brazlândia e no Park Way. Em caso de contato, deve-se administrar soro imediatamente.
Internet: <www.radioagencianacional.ebc.com.br> (com adaptações).
Tendo como referência o texto apresentado, julgue o item a seguir.
A grafia do nome da espécie da lagarta encontrada no DF está em conformidade com os critérios atuais de classificação dos seres vivos, assim como também estariam as grafias Lonomia Oblíqua e Lonomia oblíqua.
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