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Durante muito tempo pensou-se em Marte como um provável lugar para abrigar vida. A descoberta de metano em sua atmosfera tornou-se a primeira evidência de que isso seria possível. Essa descoberta sugere que, nesse planeta, esteja ocorrendo uma intensa atividade subterrânea biológica ou geoquímica. Sem essas atividades, o nível de metano em Marte, provavelmente, seria zero, uma vez que esse gás é rapidamente eliminado, por exemplo, pelas reações apresentadas a seguir.
I 2CH4
C2H6 + H2
II H2O + CH4 → H2CO + 2H2
III H2O2 + 2CH4 → 2H2CO + 3H2
Os processos astronômicos e geológicos conhecidos, como as poeiras de meteoritos e os impactos de cometas e vulcões, que são fontes convencionais de metano, não conseguiriam repor o gás consumido pelas reações apresentadas. Uma fonte possível desse gás é a hidrogeoquímica, como as emanações hidrotérmicas. Nas condições que determinam essas emanações, os silicatos ultramáficos (rochas ricas em ferro e magnésio) podem reagir para produzir hidrogênio, em um processo conhecido como serpentinização, cujas reações são as apresentadas em IV, V e VI, sendo que a reação VI se processa com o consumo de produtos gerados em IV e V.
IV 6Fe2SiO4 + 7H2O → H2(aq) + 3Fe3Si2O5(OH)4 + Fe3O4
V 2Mg2SiO4 + 3H2O → Mg3Si2O5(OH)4 + Mg(OH)2
VI 2Fe3Si2O5(OH)4 + 6Mg(OH)2 →
2H 2(aq) + 2Mg3Si2O5(OH)4 + 2Fe3O4 + 4H2O
As reações do hidrogênio produzido na reação VI com grãos de carbono, dióxido de carbono ou minerais carbonatados produzem metano, de acordo com as seguintes reações.
VII CO2(aq) + \( \left [2 + \dfrac{m}{2n} \right ] \) H2(aq) → \( \left ( \dfrac{1}{n} \right ) \) CnHm + 2H2O
VIII CO2(aq) + 4H2(aq) → CH4 + 2H2O
IX C + 2H2(aq) → CH4
Essas reações, quando realizadas em laboratório, à pressão de 400 Pa, temperatura de 390 oC e com óxidos de cromo e ferro como catalisadores, produzem grande quantidade de metano.
Uma outra fonte de metano a ser considerada é a microbiana. Na Terra, microrganismos conhecidos como metanógenos produzem metano em reações que envolvem o consumo de hidrogênio, dióxido de carbono ou monóxido de carbono. As reações a seguir ilustram esse processo.
X 4CO + 2H2O → CH4 + 3CO2
XI 4H2 + CO2 → CH4 + 2H2O
O metano produzido pode ser liberado para a atmosfera, talvez por perda gradual do gás através de rachaduras e fissuras ou por emissões esporádicas de vulcões.
Scientific American Brasil, n.o 6, jun./2007 (com adaptações).
Com base nas informações do texto, julgue os itens de 19 a 33.
A comprovação da existência de fonte microbiana de metano em Marte seria suficiente para provar os princípios da teoria da abiogênese.
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Durante muito tempo pensou-se em Marte como um provável lugar para abrigar vida. A descoberta de metano em sua atmosfera tornou-se a primeira evidência de que isso seria possível. Essa descoberta sugere que, nesse planeta, esteja ocorrendo uma intensa atividade subterrânea biológica ou geoquímica. Sem essas atividades, o nível de metano em Marte, provavelmente, seria zero, uma vez que esse gás é rapidamente eliminado, por exemplo, pelas reações apresentadas a seguir.
I 2CH4
C2H6 + H2
II H2O + CH4 → H2CO + 2H2
III H2O2 + 2CH4 → 2H2CO + 3H2
Os processos astronômicos e geológicos conhecidos, como as poeiras de meteoritos e os impactos de cometas e vulcões, que são fontes convencionais de metano, não conseguiriam repor o gás consumido pelas reações apresentadas. Uma fonte possível desse gás é a hidrogeoquímica, como as emanações hidrotérmicas. Nas condições que determinam essas emanações, os silicatos ultramáficos (rochas ricas em ferro e magnésio) podem reagir para produzir hidrogênio, em um processo conhecido como serpentinização, cujas reações são as apresentadas em IV, V e VI, sendo que a reação VI se processa com o consumo de produtos gerados em IV e V.
IV 6Fe2SiO4 + 7H2O → H2(aq) + 3Fe3Si2O5(OH)4 + Fe3O4
V 2Mg2SiO4 + 3H2O → Mg3Si2O5(OH)4 + Mg(OH)2
VI 2Fe3Si2O5(OH)4 + 6Mg(OH)2 →
2H 2(aq) + 2Mg3Si2O5(OH)4 + 2Fe3O4 + 4H2O
As reações do hidrogênio produzido na reação VI com grãos de carbono, dióxido de carbono ou minerais carbonatados produzem metano, de acordo com as seguintes reações.
VII CO2(aq) + \( \left [2 + \dfrac{m}{2n} \right ] \) H2(aq) → \( \left ( \dfrac{1}{n} \right ) \) CnHm + 2H2O
VIII CO2(aq) + 4H2(aq) → CH4 + 2H2O
IX C + 2H2(aq) → CH4
Essas reações, quando realizadas em laboratório, à pressão de 400 Pa, temperatura de 390 oC e com óxidos de cromo e ferro como catalisadores, produzem grande quantidade de metano.
Uma outra fonte de metano a ser considerada é a microbiana. Na Terra, microrganismos conhecidos como metanógenos produzem metano em reações que envolvem o consumo de hidrogênio, dióxido de carbono ou monóxido de carbono. As reações a seguir ilustram esse processo.
X 4CO + 2H2O → CH4 + 3CO2
XI 4H2 + CO2 → CH4 + 2H2O
O metano produzido pode ser liberado para a atmosfera, talvez por perda gradual do gás através de rachaduras e fissuras ou por emissões esporádicas de vulcões.
Scientific American Brasil, n.o 6, jun./2007 (com adaptações).
Com base nas informações do texto, julgue os itens de 19 a 33.
O H2O2 é classificado como um peróxido, pois o módulo do número de oxidação do oxigênio nesse composto é maior que 2.
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Durante muito tempo pensou-se em Marte como um provável lugar para abrigar vida. A descoberta de metano em sua atmosfera tornou-se a primeira evidência de que isso seria possível. Essa descoberta sugere que, nesse planeta, esteja ocorrendo uma intensa atividade subterrânea biológica ou geoquímica. Sem essas atividades, o nível de metano em Marte, provavelmente, seria zero, uma vez que esse gás é rapidamente eliminado, por exemplo, pelas reações apresentadas a seguir.
I 2CH4
C2H6 + H2
II H2O + CH4 → H2CO + 2H2
III H2O2 + 2CH4 → 2H2CO + 3H2
Os processos astronômicos e geológicos conhecidos, como as poeiras de meteoritos e os impactos de cometas e vulcões, que são fontes convencionais de metano, não conseguiriam repor o gás consumido pelas reações apresentadas. Uma fonte possível desse gás é a hidrogeoquímica, como as emanações hidrotérmicas. Nas condições que determinam essas emanações, os silicatos ultramáficos (rochas ricas em ferro e magnésio) podem reagir para produzir hidrogênio, em um processo conhecido como serpentinização, cujas reações são as apresentadas em IV, V e VI, sendo que a reação VI se processa com o consumo de produtos gerados em IV e V.
IV 6Fe2SiO4 + 7H2O → H2(aq) + 3Fe3Si2O5(OH)4 + Fe3O4
V 2Mg2SiO4 + 3H2O → Mg3Si2O5(OH)4 + Mg(OH)2
VI 2Fe3Si2O5(OH)4 + 6Mg(OH)2 →
2H 2(aq) + 2Mg3Si2O5(OH)4 + 2Fe3O4 + 4H2O
As reações do hidrogênio produzido na reação VI com grãos de carbono, dióxido de carbono ou minerais carbonatados produzem metano, de acordo com as seguintes reações.
VII CO2(aq) + \( \left [2 + \dfrac{m}{2n} \right ] \) H2(aq) → \( \left ( \dfrac{1}{n} \right ) \) CnHm + 2H2O
VIII CO2(aq) + 4H2(aq) → CH4 + 2H2O
IX C + 2H2(aq) → CH4
Essas reações, quando realizadas em laboratório, à pressão de 400 Pa, temperatura de 390 oC e com óxidos de cromo e ferro como catalisadores, produzem grande quantidade de metano.
Uma outra fonte de metano a ser considerada é a microbiana. Na Terra, microrganismos conhecidos como metanógenos produzem metano em reações que envolvem o consumo de hidrogênio, dióxido de carbono ou monóxido de carbono. As reações a seguir ilustram esse processo.
X 4CO + 2H2O → CH4 + 3CO2
XI 4H2 + CO2 → CH4 + 2H2O
O metano produzido pode ser liberado para a atmosfera, talvez por perda gradual do gás através de rachaduras e fissuras ou por emissões esporádicas de vulcões.
Scientific American Brasil, n.o 6, jun./2007 (com adaptações).
Com base nas informações do texto, julgue os itens de 19 a 33.
A geometria da molécula H2CO é trigonal plana.
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Durante muito tempo pensou-se em Marte como um provável lugar para abrigar vida. A descoberta de metano em sua atmosfera tornou-se a primeira evidência de que isso seria possível. Essa descoberta sugere que, nesse planeta, esteja ocorrendo uma intensa atividade subterrânea biológica ou geoquímica. Sem essas atividades, o nível de metano em Marte, provavelmente, seria zero, uma vez que esse gás é rapidamente eliminado, por exemplo, pelas reações apresentadas a seguir.
I 2CH4
C2H6 + H2
II H2O + CH4 → H2CO + 2H2
III H2O2 + 2CH4 → 2H2CO + 3H2
Os processos astronômicos e geológicos conhecidos, como as poeiras de meteoritos e os impactos de cometas e vulcões, que são fontes convencionais de metano, não conseguiriam repor o gás consumido pelas reações apresentadas. Uma fonte possível desse gás é a hidrogeoquímica, como as emanações hidrotérmicas. Nas condições que determinam essas emanações, os silicatos ultramáficos (rochas ricas em ferro e magnésio) podem reagir para produzir hidrogênio, em um processo conhecido como serpentinização, cujas reações são as apresentadas em IV, V e VI, sendo que a reação VI se processa com o consumo de produtos gerados em IV e V.
IV 6Fe2SiO4 + 7H2O → H2(aq) + 3Fe3Si2O5(OH)4 + Fe3O4
V 2Mg2SiO4 + 3H2O → Mg3Si2O5(OH)4 + Mg(OH)2
VI 2Fe3Si2O5(OH)4 + 6Mg(OH)2 →
2H 2(aq) + 2Mg3Si2O5(OH)4 + 2Fe3O4 + 4H2O
As reações do hidrogênio produzido na reação VI com grãos de carbono, dióxido de carbono ou minerais carbonatados produzem metano, de acordo com as seguintes reações.
VII CO2(aq) + \( \left [2 + \dfrac{m}{2n} \right ] \) H2(aq) → \( \left ( \dfrac{1}{n} \right ) \) CnHm + 2H2O
VIII CO2(aq) + 4H2(aq) → CH4 + 2H2O
IX C + 2H2(aq) → CH4
Essas reações, quando realizadas em laboratório, à pressão de 400 Pa, temperatura de 390 oC e com óxidos de cromo e ferro como catalisadores, produzem grande quantidade de metano.
Uma outra fonte de metano a ser considerada é a microbiana. Na Terra, microrganismos conhecidos como metanógenos produzem metano em reações que envolvem o consumo de hidrogênio, dióxido de carbono ou monóxido de carbono. As reações a seguir ilustram esse processo.
X 4CO + 2H2O → CH4 + 3CO2
XI 4H2 + CO2 → CH4 + 2H2O
O metano produzido pode ser liberado para a atmosfera, talvez por perda gradual do gás através de rachaduras e fissuras ou por emissões esporádicas de vulcões.
Scientific American Brasil, n.o 6, jun./2007 (com adaptações).
Com base nas informações do texto, julgue os itens de 19 a 33.
O composto H2CO produzido na reação II tem grupo funcional ácido que, em meio aquoso, diminui o pH da água e produz o íon HCO-.
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No final do século XIX e início do século XX, foram propostos diversos modelos para o átomo, entre eles, os modelos de Thomson e de Rutherford. Posteriormente, o modelo de Rutherford foi aperfeiçoado por Niels Bohr, o qual assumiu que os elétrons se comportavam, em seu movimento ao redor do núcleo, como ondas com comprimento de onda \( \lambda_n = \dfrac{h}{mv_n} \) , em que m e vn são, respectivamente, a massa e a velocidade do elétron que se encontra na órbita indicada pelo número natural n, e h é uma constante física. Essas ondas, no modelo de Bohr, obedecem à relação \( n\lambda_n = 2\pi r_n , \) em que rn é o raio da órbita de índice n.
A partir das informações apresentadas no texto, julgue os itens a seguir, sabendo que a constante elétrica \( k = \dfrac{1}{4\pi \varepsilon_0} \) , em que \( \varepsilon_0 \) é a constante dielétrica do vácuo, e representando por e a carga do próton.
A freqüência da luz capaz de promover a fotofosforilação acíclica corresponde à da cor verde.
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No final do século XIX e início do século XX, foram propostos diversos modelos para o átomo, entre eles, os modelos de Thomson e de Rutherford. Posteriormente, o modelo de Rutherford foi aperfeiçoado por Niels Bohr, o qual assumiu que os elétrons se comportavam, em seu movimento ao redor do núcleo, como ondas com comprimento de onda \( \lambda_n = \dfrac{h}{mv_n} \) , em que m e vn são, respectivamente, a massa e a velocidade do elétron que se encontra na órbita indicada pelo número natural n, e h é uma constante física. Essas ondas, no modelo de Bohr, obedecem à relação \( n\lambda_n = 2\pi r_n , \) em que rn é o raio da órbita de índice n.
A partir das informações apresentadas no texto, julgue os itens a seguir, sabendo que a constante elétrica k = \( \dfrac{1}{4\pi \varepsilon_0} \) , em que \( \varepsilon_0 \) é a constante dielétrica do vácuo, e representando por e a carga do próton.
A energia total do elétron no átomo de hidrogênio no modelo de Bohr é dada por \( \dfrac{-me^4}{4n^2 \varepsilon^2_0 h^2} \).
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No final do século XIX e início do século XX, foram propostos diversos modelos para o átomo, entre eles, os modelos de Thomson e de Rutherford. Posteriormente, o modelo de Rutherford foi aperfeiçoado por Niels Bohr, o qual assumiu que os elétrons se comportavam, em seu movimento ao redor do núcleo, como ondas com comprimento de onda \( \lambda_n = \dfrac{h}{mv_n} \) , em que m e vn são, respectivamente, a massa e a velocidade do elétron que se encontra na órbita indicada pelo número natural n, e h é uma constante física. Essas ondas, no modelo de Bohr, obedecem à relação \( n\lambda_n = 2\pi r_n , \) em que rn é o raio da órbita de índice n.
A partir das informações apresentadas no texto, julgue os itens a seguir, sabendo que a constante elétrica \( k = \dfrac{1}{4\pi \varepsilon_0} \) , em que \( \varepsilon_0 \) é a constante dielétrica do vácuo, e representando por e a carga do próton.
No átomo de hidrogênio no modelo de Bohr, a energia cinética do elétron é dada por \( \dfrac{r_n Ke^2}{2}. \)
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No final do século XIX e início do século XX, foram propostos diversos modelos para o átomo, entre eles, os modelos de Thomson e de Rutherford. Posteriormente, o modelo de Rutherford foi aperfeiçoado por Niels Bohr, o qual assumiu que os elétrons se comportavam, em seu movimento ao redor do núcleo, como ondas com comprimento de onda \( \lambda_n = \dfrac{h}{mv_n} \) , em que m e vn são, respectivamente, a massa e a velocidade do elétron que se encontra na órbita indicada pelo número natural n, e h é uma constante física. Essas ondas, no modelo de Bohr, obedecem à relação \( n\lambda_n = 2\pi r_n , \) em que rn é o raio da órbita de índice n.
A partir das informações apresentadas no texto, julgue os itens a seguir, sabendo que a constante elétrica \( k = \dfrac{1}{4\pi \varepsilon_0} \) , em que\( \varepsilon_0 \) é a constante dielétrica do vácuo, e representando por e a carga do próton.
No modelo de Bohr para determinado átomo, quanto maior for o raio da órbita de índice n, menor será a velocidade do elétron que se encontra nessa órbita.
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No final do século XIX e início do século XX, foram propostos diversos modelos para o átomo, entre eles, os modelos de Thomson e de Rutherford. Posteriormente, o modelo de Rutherford foi aperfeiçoado por Niels Bohr, o qual assumiu que os elétrons se comportavam, em seu movimento ao redor do núcleo, como ondas com comprimento de onda \( \lambda_n = \dfrac{h}{mv_n} \) , em que m e vn são, respectivamente, a massa e a velocidade do elétron que se encontra na órbita indicada pelo número natural n, e h é uma constante física. Essas ondas, no modelo de Bohr, obedecem à relação \( n\lambda_n = 2\pi r_n , \) em que rn é o raio da órbita de índice n.
A partir das informações apresentadas no texto, julgue os itens a seguir, sabendo que a constante elétrica \( k = \dfrac{1}{4\pi \varepsilon_0} \) , em que \( \varepsilon_0 \) é a constante dielétrica do vácuo, e representando por e a carga do próton.
Sabendo-se que no átomo de hidrogênio no modelo de Bohr a força elétrica entre núcleo e elétron é centrípeta, é correto afirmar que, nesse modelo, rn = n2r1, em quer r1 = \( \dfrac{\varepsilon_0 h^2}{2\pi me^2} \) .
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No final do século XIX e início do século XX, foram propostos diversos modelos para o átomo, entre eles, os modelos de Thomson e de Rutherford. Posteriormente, o modelo de Rutherford foi aperfeiçoado por Niels Bohr, o qual assumiu que os elétrons se comportavam, em seu movimento ao redor do núcleo, como ondas com comprimento de onda \( \lambda_n = \dfrac{h}{mv_n} \) , em que m e vn são, respectivamente, a massa e a velocidade do elétron que se encontra na órbita indicada pelo número natural n, e h é uma constante física. Essas ondas, no modelo de Bohr, obedecem à relação \( n\lambda_n = 2\pi r_n , \) em que rn é o raio da órbita de índice n.
A partir das informações apresentadas no texto, julgue os itens a seguir, sabendo que a constante elétrica \( k = \dfrac{1}{4\pi \varepsilon_0} \) , em que \( \varepsilon_0 \) é a constante dielétrica do vácuo, e representando por e a carga do próton.
No modelo de Bohr, a relação \( n \lambda_n = 2\pi r_n \), referida no texto, está associada ao fato de que os nós e os ventres de uma onda estacionária não mudam de posição ao longo do tempo.
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