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Figura I – Almeida Junior. O violeiro, 1899.

Figura II – Tarsila do Amaral. E.F.C.B, 1924.
Tarsila, como outros modernistas — e perto dela Oswald de Andrade —, foi movida por Blaise Cendrars, na direção da descoberta de arquétipos culturais e artísticos do país. Em depoimento de fins dos anos 30, ela refere-se à viagem que fez a várias cidades mineiras na
semana de 1924, ao lado de Cendrars, Oswald e Mário de Andrade. “Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado... Mas depois vingueime da opressão, passando-as para minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo sem medo de cânones convencionais.”
Walter Zanine. História geral da arte no Brasil, p. 557.
Considerando o texto acima e as figuras I e II, que ilustram obras, respectivamente, de Almeida Junior e Tarsila do Amaral, julgue o item.
Na obra da figura II, verifica-se a influência de movimentos de vanguarda europeus.
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Figura I – Almeida Junior. O violeiro, 1899.

Figura II – Tarsila do Amaral. E.F.C.B, 1924.
Tarsila, como outros modernistas — e perto dela Oswald de Andrade —, foi movida por Blaise Cendrars, na direção da descoberta de arquétipos culturais e artísticos do país. Em depoimento de fins dos anos 30, ela refere-se à viagem que fez a várias cidades mineiras na
semana de 1924, ao lado de Cendrars, Oswald e Mário de Andrade. “Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado... Mas depois vingueime da opressão, passando-as para minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo sem medo de cânones convencionais.”
Walter Zanine. História geral da arte no Brasil, p. 557.
Considerando o texto acima e as figuras I e II, que ilustram obras, respectivamente, de Almeida Junior e Tarsila do Amaral, julgue o item.
Na obra da figura I, na representação da realidade, foram enfatizados os detalhes.
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Figura I – Almeida Junior. O violeiro, 1899.

Figura II – Tarsila do Amaral. E.F.C.B, 1924.
Tarsila, como outros modernistas — e perto dela Oswald de Andrade —, foi movida por Blaise Cendrars, na direção da descoberta de arquétipos culturais e artísticos do país. Em depoimento de fins dos anos 30, ela refere-se à viagem que fez a várias cidades mineiras na
semana de 1924, ao lado de Cendrars, Oswald e Mário de Andrade. “Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado... Mas depois vingueime da opressão, passando-as para minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo sem medo de cânones convencionais.”
Walter Zanine. História geral da arte no Brasil, p. 557.
Considerando o texto acima e as figuras I e II, que ilustram obras, respectivamente, de Almeida Junior e Tarsila do Amaral, julgue o item.
Entre os modernistas que participaram da Semana de 22, despontam, ao lado de Mário de Andrade e Oswald de Andrade, Graciliano Ramos e Jorge Amado.
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Figura I – Almeida Junior. O violeiro, 1899.

Figura II – Tarsila do Amaral. E.F.C.B, 1924.
Tarsila, como outros modernistas — e perto dela Oswald de Andrade —, foi movida por Blaise Cendrars, na direção da descoberta de arquétipos culturais e artísticos do país. Em depoimento de fins dos anos 30, ela refere-se à viagem que fez a várias cidades mineiras na
semana de 1924, ao lado de Cendrars, Oswald e Mário de Andrade. “Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado... Mas depois vingueime da opressão, passando-as para minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo sem medo de cânones convencionais.”
Walter Zanine. História geral da arte no Brasil, p. 557.
Considerando o texto acima e as figuras I e II, que ilustram obras, respectivamente, de Almeida Junior e Tarsila do Amaral, julgue o item.
Os primeiros sintomas da nova mentalidade que, no centenário da independência política brasileira, se transformará na própria expressão artística nacional começaram a ser detectados durante os eventos realizados na Semana de Arte Moderna.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB

Figura I – Almeida Junior. O violeiro, 1899.

Figura II – Tarsila do Amaral. E.F.C.B, 1924.
Tarsila, como outros modernistas — e perto dela Oswald de Andrade —, foi movida por Blaise Cendrars, na direção da descoberta de arquétipos culturais e artísticos do país. Em depoimento de fins dos anos 30, ela refere-se à viagem que fez a várias cidades mineiras na
semana de 1924, ao lado de Cendrars, Oswald e Mário de Andrade. “Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado... Mas depois vingueime da opressão, passando-as para minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo sem medo de cânones convencionais.”
Walter Zanine. História geral da arte no Brasil, p. 557.
Considerando o texto acima e as figuras I e II, que ilustram obras, respectivamente, de Almeida Junior e Tarsila do Amaral, julgue o item.
Na realidade literária brasileira, a denominação Modernismo designa tanto o período literário que se inicia em 1922 quanto um conjunto
de experiências estéticas, estilísticas e expressivas apresentadas na Semana de Arte Moderna.
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Figura I – Almeida Junior. O violeiro, 1899.

Figura II – Tarsila do Amaral. E.F.C.B, 1924.
Tarsila, como outros modernistas — e perto dela Oswald de Andrade —, foi movida por Blaise Cendrars, na direção da descoberta de arquétipos culturais e artísticos do país. Em depoimento de fins dos anos 30, ela refere-se à viagem que fez a várias cidades mineiras na
semana de 1924, ao lado de Cendrars, Oswald e Mário de Andrade. “Encontrei em Minas as cores que adorava em criança. Ensinaram-me depois que eram feias e caipiras. Segui o ramerrão do gosto apurado... Mas depois vingueime da opressão, passando-as para minhas telas: azul puríssimo, rosa violáceo, amarelo vivo, verde cantante, tudo em gradações mais ou menos fortes, conforme a mistura de branco. Pintura limpa, sobretudo sem medo de cânones convencionais.”
Walter Zanine. História geral da arte no Brasil, p. 557.
Considerando o texto acima e as figuras I e II, que ilustram obras, respectivamente, de Almeida Junior e Tarsila do Amaral, julgue o item.
Depreende-se do texto que Tarsila, após sua viagem a Minas em 1924, foi ensinada a usar, em seus quadros, cores tradicionais, mas, posteriormente, rompeu com os cânones e passou a utilizar cores ditas “caipiras”.
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Inovações técnicas e organizacionais da agricultura concorrem para criar um novo uso do tempo e um novo uso da terra. O aproveitamento de momentos vagos do calendário agrícola ou o encurtamento dos ciclos vegetais, a velocidade de circulação de produtos e de informações, a disponibilidade de crédito e a preeminência dada à exportação constituem, certamente, dados que vão permitir reinventar a natureza, modificando-se solos, criando-se sementes e até buscando-se, embora pontualmente, impor leis ao clima.
M. Santos e M. L. Silveira. O Brasil: território e sociedade no
início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2008, p. 120.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item que se segue.
É exemplo de inovação técnica e organizacional na agricultura brasileira a formação de complexos agroindustriais em que se estabelecem cadeias produtivas, do cultivo até a transformação industrial, como observado no caso da produção de soja no Brasil.
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Inovações técnicas e organizacionais da agricultura concorrem para criar um novo uso do tempo e um novo uso da terra. O aproveitamento de momentos vagos do calendário agrícola ou o encurtamento dos ciclos vegetais, a velocidade de circulação de produtos e de informações, a disponibilidade de crédito e a preeminência dada à exportação constituem, certamente, dados que vão permitir reinventar a natureza, modificando-se solos, criando-se sementes e até buscando-se, embora pontualmente, impor leis ao clima.
M. Santos e M. L. Silveira. O Brasil: território e sociedade no
início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2008, p. 120.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item que se segue.
Uma das transformações socioeconômicas decorrentes dos processos relacionados ao cenário descrito no texto é a transferência de força de trabalho humano do campo para a cidade, verificando-se que, muitas vezes, o setor de serviços, nos países industrializados, é o maior empregador, na atualidade, dessa mão-de-obra.
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Inovações técnicas e organizacionais da agricultura concorrem para criar um novo uso do tempo e um novo uso da terra. O aproveitamento de momentos vagos do calendário agrícola ou o encurtamento dos ciclos vegetais, a velocidade de circulação de produtos e de informações, a disponibilidade de crédito e a preeminência dada à exportação constituem, certamente, dados que vão permitir reinventar a natureza, modificando-se solos, criando-se sementes e até buscando-se, embora pontualmente, impor leis ao clima.
M. Santos e M. L. Silveira. O Brasil: território e sociedade no
início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2008, p. 120.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item que se segue.
As atividades humanas voltadas para a maior produtividade agrícola, tema abordado no texto, vêm acarretando, reconhecidamente, a deterioração dos solos, incluindo-se o processo de desertificação.
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Inovações técnicas e organizacionais da agricultura concorrem para criar um novo uso do tempo e um novo uso da terra. O aproveitamento de momentos vagos do calendário agrícola ou o encurtamento dos ciclos vegetais, a velocidade de circulação de produtos e de informações, a disponibilidade de crédito e a preeminência dada à exportação constituem, certamente, dados que vão permitir reinventar a natureza, modificando-se solos, criando-se sementes e até buscando-se, embora pontualmente, impor leis ao clima.
M. Santos e M. L. Silveira. O Brasil: território e sociedade no
início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2008, p. 120.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item que se segue.
O novo uso agrícola do solo, aludido no texto, tem conduzido à redução da competitividade internacional no setor, levando à eliminação de medidas protecionistas, como subsídios a agricultores ou concessão de créditos especiais, já que a agricultura passou a ser uma atividade produtiva e rentável em todo o mundo.
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