Magna Concursos

Foram encontradas 355 questões.

3459996 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

Por outro lado, ele sabe: os costumes mudaram. As cidades já não precisam de relógios para os seus habitantes e o sentido como que sacral das horas (hálito do tempo) perdeu-se para os homens. As informações relacionadas com o sentido rítmico do tempo também caíram em desuso e agora o rádio assume a função dos campanários, informando a esmo a passagem das horas, em cutiladas — e não em obediência a um rito.

Osman Lins. Avalovara. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986, p. 324

Considerando o texto acima e a temática por ele suscitada, julgue o item que se segue.

Embora existente, no Brasil, desde o início da primeira década do século XX, o rádio passou a ser utilizado com finalidade política a partir do regime militar instaurado, no país, em 1964, especialmente durante o governo Médici, na divulgação de slogans ufanistas — “Ninguém segura este país”, “Brasil, ame-o ou deixe-o” — e devido à criação do programa A Voz do Brasil, de veiculação obrigatória nas emissoras.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459995 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

Por outro lado, ele sabe: os costumes mudaram. As cidades já não precisam de relógios para os seus habitantes e o sentido como que sacral das horas (hálito do tempo) perdeu-se para os homens. As informações relacionadas com o sentido rítmico do tempo também caíram em desuso e agora o rádio assume a função dos campanários, informando a esmo a passagem das horas, em cutiladas — e não em obediência a um rito.

Osman Lins. Avalovara. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986, p. 324

Considerando o texto acima e a temática por ele suscitada, julgue o item que se segue.

As modernas tecnologias da comunicação e da informação, de que seriam exemplos notáveis o rádio, a televisão e a Internet, caracterizam, de forma marcante, a sociedade contemporânea e, por sua natureza, asseguram que o ideal de democracia, surgido na Atenas do Século de Péricles, se amplie e se universalize.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459994 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

Por outro lado, ele sabe: os costumes mudaram. As cidades já não precisam de relógios para os seus habitantes e o sentido como que sacral das horas (hálito do tempo) perdeu-se para os homens. As informações relacionadas com o sentido rítmico do tempo também caíram em desuso e agora o rádio assume a função dos campanários, informando a esmo a passagem das horas, em cutiladas — e não em obediência a um rito.

Osman Lins. Avalovara. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1986, p. 324

Considerando o texto acima e a temática por ele suscitada, julgue o item que se segue.

O mundo contemporâneo, nascido das revoluções liberais burguesas e da Revolução Industrial, cria um tempo novo, no qual o ritmo da vida transcorre com celeridade, diferentemente da lentidão que, pelo menos aparentemente, assinalava a passagem do tempo na Europa feudal ruralizada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459993 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

À máquina o século XIX conferiu todo o poder transformador e produtor da abundância. Máquinas, multidões, cidades: o persistente trinômio do progresso, do fascínio e do medo. O estranhamento do ser humano em meio ao mundo em que vive, a sensação de ter sua vida organizada em obediência a um imperativo exterior e transcendente a ele mesmo, embora por ele produzido.

A representação do tempo regido pela natureza perde-se e, junto com ela, a medida do tempo relacionada às tarefas cíclicas e rotineiras do trabalho. Perda que implica a imposição de uma nova concepção de tempo: abstrato, linear, uniformemente dividido a partir de uma convenção entre os homens, medida de valor relacionada à atividade do comerciante e às longas distâncias. Tempo a ser produtivamente aplicado, que se define como tempo do patrão — tempo do trabalho, cuja representação aparece como uma imposição de uma instância captada pelo intelecto, porém presa a uma lógica própria, exterior ao homem, que o subjuga. Delineia-se uma primeira
exterioridade substantivada no relógio, concomitantemente artefato e mercadoria.

Maria Stella Martins Bresciani. Metrópoles: as faces do monstro urbano (as
cidades no século XIX
). In: Revista Brasileira de História. São Paulo:
ANPUH, v. 5, n.º 8/9, 1985, p. 37-38 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item.

A partir da Era Vargas, o Brasil avança na modernização de sua base econômica, urbaniza-se rapidamente e, sob o ponto de vista político, após a queda do Estado Novo, começa a protagonizar uma democracia que, interrompida pelo golpe de 1964, é retomada cerca de duas décadas depois.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459992 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

À máquina o século XIX conferiu todo o poder transformador e produtor da abundância. Máquinas, multidões, cidades: o persistente trinômio do progresso, do fascínio e do medo. O estranhamento do ser humano em meio ao mundo em que vive, a sensação de ter sua vida organizada em obediência a um imperativo exterior e transcendente a ele mesmo, embora por ele produzido.

A representação do tempo regido pela natureza perde-se e, junto com ela, a medida do tempo relacionada às tarefas cíclicas e rotineiras do trabalho. Perda que implica a imposição de uma nova concepção de tempo: abstrato, linear, uniformemente dividido a partir de uma convenção entre os homens, medida de valor relacionada à atividade do comerciante e às longas distâncias. Tempo a ser produtivamente aplicado, que se define como tempo do patrão — tempo do trabalho, cuja representação aparece como uma imposição de uma instância captada pelo intelecto, porém presa a uma lógica própria, exterior ao homem, que o subjuga. Delineia-se uma primeira
exterioridade substantivada no relógio, concomitantemente artefato e mercadoria.

Maria Stella Martins Bresciani. Metrópoles: as faces do monstro urbano (as
cidades no século XIX
). In: Revista Brasileira de História. São Paulo:
ANPUH, v. 5, n.º 8/9, 1985, p. 37-38 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item.

Graças às rendas geradas pela exportação do café, o Brasil do século XIX acompanhou a experiência vivida pelas áreas centrais do capitalismo e, em razão disso, também conheceu, naquele contexto histórico, o “persistente trinômio do progresso, do fascínio e do medo”, referido no texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459991 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

À máquina o século XIX conferiu todo o poder transformador e produtor da abundância. Máquinas, multidões, cidades: o persistente trinômio do progresso, do fascínio e do medo. O estranhamento do ser humano em meio ao mundo em que vive, a sensação de ter sua vida organizada em obediência a um imperativo exterior e transcendente a ele mesmo, embora por ele produzido.

A representação do tempo regido pela natureza perde-se e, junto com ela, a medida do tempo relacionada às tarefas cíclicas e rotineiras do trabalho. Perda que implica a imposição de uma nova concepção de tempo: abstrato, linear, uniformemente dividido a partir de uma convenção entre os homens, medida de valor relacionada à atividade do comerciante e às longas distâncias. Tempo a ser produtivamente aplicado, que se define como tempo do patrão — tempo do trabalho, cuja representação aparece como uma imposição de uma instância captada pelo intelecto, porém presa a uma lógica própria, exterior ao homem, que o subjuga. Delineia-se uma primeira
exterioridade substantivada no relógio, concomitantemente artefato e mercadoria.

Maria Stella Martins Bresciani. Metrópoles: as faces do monstro urbano (as
cidades no século XIX
). In: Revista Brasileira de História. São Paulo:
ANPUH, v. 5, n.º 8/9, 1985, p. 37-38 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item.

A partir do século XIX, a constituição de grandes cidades, verificada ao redor do mundo, deveu-se, em grande parte, ao fenômeno da industrialização, descrito no texto, e causou impactos ao meio ambiente e à saúde das populações.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459990 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

À máquina o século XIX conferiu todo o poder transformador e produtor da abundância. Máquinas, multidões, cidades: o persistente trinômio do progresso, do fascínio e do medo. O estranhamento do ser humano em meio ao mundo em que vive, a sensação de ter sua vida organizada em obediência a um imperativo exterior e transcendente a ele mesmo, embora por ele produzido.

A representação do tempo regido pela natureza perde-se e, junto com ela, a medida do tempo relacionada às tarefas cíclicas e rotineiras do trabalho. Perda que implica a imposição de uma nova concepção de tempo: abstrato, linear, uniformemente dividido a partir de uma convenção entre os homens, medida de valor relacionada à atividade do comerciante e às longas distâncias. Tempo a ser produtivamente aplicado, que se define como tempo do patrão — tempo do trabalho, cuja representação aparece como uma imposição de uma instância captada pelo intelecto, porém presa a uma lógica própria, exterior ao homem, que o subjuga. Delineia-se uma primeira
exterioridade substantivada no relógio, concomitantemente artefato e mercadoria.

Maria Stella Martins Bresciani. Metrópoles: as faces do monstro urbano (as
cidades no século XIX
). In: Revista Brasileira de História. São Paulo:
ANPUH, v. 5, n.º 8/9, 1985, p. 37-38 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item.

A formação de blocos econômicos regionais, uma forma de configuração do espaço mundial, está alicerçada na intensificação da produção, da circulação e do consumo de bens e serviços.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459989 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

À máquina o século XIX conferiu todo o poder transformador e produtor da abundância. Máquinas, multidões, cidades: o persistente trinômio do progresso, do fascínio e do medo. O estranhamento do ser humano em meio ao mundo em que vive, a sensação de ter sua vida organizada em obediência a um imperativo exterior e transcendente a ele mesmo, embora por ele produzido.

A representação do tempo regido pela natureza perde-se e, junto com ela, a medida do tempo relacionada às tarefas cíclicas e rotineiras do trabalho. Perda que implica a imposição de uma nova concepção de tempo: abstrato, linear, uniformemente dividido a partir de uma convenção entre os homens, medida de valor relacionada à atividade do comerciante e às longas distâncias. Tempo a ser produtivamente aplicado, que se define como tempo do patrão — tempo do trabalho, cuja representação aparece como uma imposição de uma instância captada pelo intelecto, porém presa a uma lógica própria, exterior ao homem, que o subjuga. Delineia-se uma primeira
exterioridade substantivada no relógio, concomitantemente artefato e mercadoria.

Maria Stella Martins Bresciani. Metrópoles: as faces do monstro urbano (as
cidades no século XIX
). In: Revista Brasileira de História. São Paulo:
ANPUH, v. 5, n.º 8/9, 1985, p. 37-38 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item.

A atenuação de fluxos migratórios, uma das consequências da maior aceleração nas trocas de bens e serviços e intercâmbio cultural, vem sendo observada desde o início da industrialização, no século XIX.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459988 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

À máquina o século XIX conferiu todo o poder transformador e produtor da abundância. Máquinas, multidões, cidades: o persistente trinômio do progresso, do fascínio e do medo. O estranhamento do ser humano em meio ao mundo em que vive, a sensação de ter sua vida organizada em obediência a um imperativo exterior e transcendente a ele mesmo, embora por ele produzido.

A representação do tempo regido pela natureza perde-se e, junto com ela, a medida do tempo relacionada às tarefas cíclicas e rotineiras do trabalho. Perda que implica a imposição de uma nova concepção de tempo: abstrato, linear, uniformemente dividido a partir de uma convenção entre os homens, medida de valor relacionada à atividade do comerciante e às longas distâncias. Tempo a ser produtivamente aplicado, que se define como tempo do patrão — tempo do trabalho, cuja representação aparece como uma imposição de uma instância captada pelo intelecto, porém presa a uma lógica própria, exterior ao homem, que o subjuga. Delineia-se uma primeira
exterioridade substantivada no relógio, concomitantemente artefato e mercadoria.

Maria Stella Martins Bresciani. Metrópoles: as faces do monstro urbano (as
cidades no século XIX
). In: Revista Brasileira de História. São Paulo:
ANPUH, v. 5, n.º 8/9, 1985, p. 37-38 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item.

Apesar da contínua produção de riquezas, o cenário econômico, desde o início da industrialização, caracterizou-se pelo comércio internacional cada vez mais restrito aos países mais industrializados, culminando atualmente em uma nova divisão regional do mundo: países do norte, os mais ricos; e os excluídos países do sul, considerados periféricos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3459987 Ano: 2009
Disciplina: Geografia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

À máquina o século XIX conferiu todo o poder transformador e produtor da abundância. Máquinas, multidões, cidades: o persistente trinômio do progresso, do fascínio e do medo. O estranhamento do ser humano em meio ao mundo em que vive, a sensação de ter sua vida organizada em obediência a um imperativo exterior e transcendente a ele mesmo, embora por ele produzido.

A representação do tempo regido pela natureza perde-se e, junto com ela, a medida do tempo relacionada às tarefas cíclicas e rotineiras do trabalho. Perda que implica a imposição de uma nova concepção de tempo: abstrato, linear, uniformemente dividido a partir de uma convenção entre os homens, medida de valor relacionada à atividade do comerciante e às longas distâncias. Tempo a ser produtivamente aplicado, que se define como tempo do patrão — tempo do trabalho, cuja representação aparece como uma imposição de uma instância captada pelo intelecto, porém presa a uma lógica própria, exterior ao homem, que o subjuga. Delineia-se uma primeira
exterioridade substantivada no relógio, concomitantemente artefato e mercadoria.

Maria Stella Martins Bresciani. Metrópoles: as faces do monstro urbano (as
cidades no século XIX
). In: Revista Brasileira de História. São Paulo:
ANPUH, v. 5, n.º 8/9, 1985, p. 37-38 (com adaptações).

Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o item.

Do período retratado no texto até os dias atuais, o crescimento da economia, beneficiado pela inovação e pelo avanço científico e tecnológico, foi acompanhado da concentração e da centralização de capitais.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas