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A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição substancial da massa óssea de um organismo, conforme ilustrado na figura I, ficando os ossos mais sujeitos a fraturas. Vale ressaltar que a massa óssea aumenta durante a infância e, principalmente, na adolescência. Após cessar o crescimento ósseo, a formação e a reabsorção óssea ocorrem na mesma proporção. O hormônio calcitonina exerce papel importante nesse equilíbrio ao inibir a reabsorção óssea. Com o avanço da idade cronológica de um indivíduo, a formação óssea torna-se menor que a reabsorção, o que leva à perda de massa óssea. Uma das maneiras de se medir o grau de diminuição da massa óssea de determinada região do corpo é por meio da densitometria óptica, em que a luz emitida por uma fonte atravessa uma radiografia dos ossos, como mostrado na figura II. A densidade óssea da região é obtida a partir da relação entre a intensidade de luz que atravessa a radiografia e a que é emitida pela fonte, utilizando-se para isso um conjunto fotocélulaamperímetro. Na figura III, mostra-se a codificação de uma radiografia em termos de pixels realizada pelo densímetro óptico. A fonte de luz, nesse caso, ilumina cada pixel da radiografia com intensidade de 0,35 W/m2. Na radiografia codificada na figura III, os pixels claros indicam a presença de massa óssea e os escuros, sua ausência. Os pixels claros, nessa radiografia codificada, representam diminuição em 5% da intensidade do feixe de luz incidente e os pixels escuros, em 90%, medida com o auxílio do conjunto fotocélula-amperímetro, mostrado na figura II. A perda de massa óssea pode ser medida a partir da relação entre a quantidade de pixels claros e a de pixels escuros na radiografia codificada.
Com base nessas informações, julgue o item, considerando que, no caso da figura III, toda luz emitida pela fonte incida sobre a radiografia e que Z(Ca) = 20.
Com base na figura III, considerando o conjunto de pixels claros e escuros obtido para determinada radiografia codificada, é correto concluir que a média de redução da intensidade da luz emitida pela fonte medida pelo par fotocélula amperímetro é maior que 40%.
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A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição substancial da massa óssea de um organismo, conforme ilustrado na figura I, ficando os ossos mais sujeitos a fraturas. Vale ressaltar que a massa óssea aumenta durante a infância e, principalmente, na adolescência. Após cessar o crescimento ósseo, a formação e a reabsorção óssea ocorrem na mesma proporção. O hormônio calcitonina exerce papel importante nesse equilíbrio ao inibir a reabsorção óssea. Com o avanço da idade cronológica de um indivíduo, a formação óssea torna-se menor que a reabsorção, o que leva à perda de massa óssea. Uma das maneiras de se medir o grau de diminuição da massa óssea de determinada região do corpo é por meio da densitometria óptica, em que a luz emitida por uma fonte atravessa uma radiografia dos ossos, como mostrado na figura II. A densidade óssea da região é obtida a partir da relação entre a intensidade de luz que atravessa a radiografia e a que é emitida pela fonte, utilizando-se para isso um conjunto fotocélulaamperímetro. Na figura III, mostra-se a codificação de uma radiografia em termos de pixels realizada pelo densímetro óptico. A fonte de luz, nesse caso, ilumina cada pixel da radiografia com intensidade de 0,35 W/m2. Na radiografia codificada na figura III, os pixels claros indicam a presença de massa óssea e os escuros, sua ausência. Os pixels claros, nessa radiografia codificada, representam diminuição em 5% da intensidade do feixe de luz incidente e os pixels escuros, em 90%, medida com o auxílio do conjunto fotocélula-amperímetro, mostrado na figura II. A perda de massa óssea pode ser medida a partir da relação entre a quantidade de pixels claros e a de pixels escuros na radiografia codificada.
Com base nessas informações, julgue o item, considerando que, no caso da figura III, toda luz emitida pela fonte incida sobre a radiografia e que Z(Ca) = 20.
Se, no esquema apresentado na figura III, cada pixel possuir dimensões de 1 cm × 1 cm, então a potência de luz captada pela fotocélula para cada pixel é superior a 30 \( μ \)W, no caso de um pixel claro, e inferior a 5 \( μ \)W, no caso de um pixel escuro.
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A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição substancial da massa óssea de um organismo, conforme ilustrado na figura I, ficando os ossos mais sujeitos a fraturas. Vale ressaltar que a massa óssea aumenta durante a infância e, principalmente, na adolescência. Após cessar o crescimento ósseo, a formação e a reabsorção óssea ocorrem na mesma proporção. O hormônio calcitonina exerce papel importante nesse equilíbrio ao inibir a reabsorção óssea. Com o avanço da idade cronológica de um indivíduo, a formação óssea torna-se menor que a reabsorção, o que leva à perda de massa óssea. Uma das maneiras de se medir o grau de diminuição da massa óssea de determinada região do corpo é por meio da densitometria óptica, em que a luz emitida por uma fonte atravessa uma radiografia dos ossos, como mostrado na figura II. A densidade óssea da região é obtida a partir da relação entre a intensidade de luz que atravessa a radiografia e a que é emitida pela fonte, utilizando-se para isso um conjunto fotocélulaamperímetro. Na figura III, mostra-se a codificação de uma radiografia em termos de pixels realizada pelo densímetro óptico. A fonte de luz, nesse caso, ilumina cada pixel da radiografia com intensidade de 0,35 W/m2. Na radiografia codificada na figura III, os pixels claros indicam a presença de massa óssea e os escuros, sua ausência. Os pixels claros, nessa radiografia codificada, representam diminuição em 5% da intensidade do feixe de luz incidente e os pixels escuros, em 90%, medida com o auxílio do conjunto fotocélula-amperímetro, mostrado na figura II. A perda de massa óssea pode ser medida a partir da relação entre a quantidade de pixels claros e a de pixels escuros na radiografia codificada.
Com base nessas informações, julgue o item, considerando que, no caso da figura III, toda luz emitida pela fonte incida sobre a radiografia e que Z(Ca) = 20.
O cálcio, um metal alcalinoterroso, desempenha várias funções nos seres vivos, interferindo na ativação de genes e em processos de transcrição e apoptose.
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A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição substancial da massa óssea de um organismo, conforme ilustrado na figura I, ficando os ossos mais sujeitos a fraturas. Vale ressaltar que a massa óssea aumenta durante a infância e, principalmente, na adolescência. Após cessar o crescimento ósseo, a formação e a reabsorção óssea ocorrem na mesma proporção. O hormônio calcitonina exerce papel importante nesse equilíbrio ao inibir a reabsorção óssea. Com o avanço da idade cronológica de um indivíduo, a formação óssea torna-se menor que a reabsorção, o que leva à perda de massa óssea. Uma das maneiras de se medir o grau de diminuição da massa óssea de determinada região do corpo é por meio da densitometria óptica, em que a luz emitida por uma fonte atravessa uma radiografia dos ossos, como mostrado na figura II. A densidade óssea da região é obtida a partir da relação entre a intensidade de luz que atravessa a radiografia e a que é emitida pela fonte, utilizando-se para isso um conjunto fotocélulaamperímetro. Na figura III, mostra-se a codificação de uma radiografia em termos de pixels realizada pelo densímetro óptico. A fonte de luz, nesse caso, ilumina cada pixel da radiografia com intensidade de 0,35 W/m2. Na radiografia codificada na figura III, os pixels claros indicam a presença de massa óssea e os escuros, sua ausência. Os pixels claros, nessa radiografia codificada, representam diminuição em 5% da intensidade do feixe de luz incidente e os pixels escuros, em 90%, medida com o auxílio do conjunto fotocélula-amperímetro, mostrado na figura II. A perda de massa óssea pode ser medida a partir da relação entre a quantidade de pixels claros e a de pixels escuros na radiografia codificada.
Com base nessas informações, julgue o item, considerando que, no caso da figura III, toda luz emitida pela fonte incida sobre a radiografia e que Z(Ca) = 20.
Considerando-se que a produção de calcitonina seja estimulada por hormônios estrógenos, é correto concluir que, ao entrar na menopausa, o processo de reabsorção óssea nas mulheres é reduzido.
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A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição substancial da massa óssea de um organismo, conforme ilustrado na figura I, ficando os ossos mais sujeitos a fraturas. Vale ressaltar que a massa óssea aumenta durante a infância e, principalmente, na adolescência. Após cessar o crescimento ósseo, a formação e a reabsorção óssea ocorrem na mesma proporção. O hormônio calcitonina exerce papel importante nesse equilíbrio ao inibir a reabsorção óssea. Com o avanço da idade cronológica de um indivíduo, a formação óssea torna-se menor que a reabsorção, o que leva à perda de massa óssea. Uma das maneiras de se medir o grau de diminuição da massa óssea de determinada região do corpo é por meio da densitometria óptica, em que a luz emitida por uma fonte atravessa uma radiografia dos ossos, como mostrado na figura II. A densidade óssea da região é obtida a partir da relação entre a intensidade de luz que atravessa a radiografia e a que é emitida pela fonte, utilizando-se para isso um conjunto fotocélulaamperímetro. Na figura III, mostra-se a codificação de uma radiografia em termos de pixels realizada pelo densímetro óptico. A fonte de luz, nesse caso, ilumina cada pixel da radiografia com intensidade de 0,35 W/m2. Na radiografia codificada na figura III, os pixels claros indicam a presença de massa óssea e os escuros, sua ausência. Os pixels claros, nessa radiografia codificada, representam diminuição em 5% da intensidade do feixe de luz incidente e os pixels escuros, em 90%, medida com o auxílio do conjunto fotocélula-amperímetro, mostrado na figura II. A perda de massa óssea pode ser medida a partir da relação entre a quantidade de pixels claros e a de pixels escuros na radiografia codificada.
Com base nessas informações, julgue o item, considerando que, no caso da figura III, toda luz emitida pela fonte incida sobre a radiografia e que Z(Ca) = 20.
Na infância e na adolescência, a formação óssea é menor que a reabsorção.
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A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição substancial da massa óssea de um organismo, conforme ilustrado na figura I, ficando os ossos mais sujeitos a fraturas. Vale ressaltar que a massa óssea aumenta durante a infância e, principalmente, na adolescência. Após cessar o crescimento ósseo, a formação e a reabsorção óssea ocorrem na mesma proporção. O hormônio calcitonina exerce papel importante nesse equilíbrio ao inibir a reabsorção óssea. Com o avanço da idade cronológica de um indivíduo, a formação óssea torna-se menor que a reabsorção, o que leva à perda de massa óssea. Uma das maneiras de se medir o grau de diminuição da massa óssea de determinada região do corpo é por meio da densitometria óptica, em que a luz emitida por uma fonte atravessa uma radiografia dos ossos, como mostrado na figura II. A densidade óssea da região é obtida a partir da relação entre a intensidade de luz que atravessa a radiografia e a que é emitida pela fonte, utilizando-se para isso um conjunto fotocélulaamperímetro. Na figura III, mostra-se a codificação de uma radiografia em termos de pixels realizada pelo densímetro óptico. A fonte de luz, nesse caso, ilumina cada pixel da radiografia com intensidade de 0,35 W/m2. Na radiografia codificada na figura III, os pixels claros indicam a presença de massa óssea e os escuros, sua ausência. Os pixels claros, nessa radiografia codificada, representam diminuição em 5% da intensidade do feixe de luz incidente e os pixels escuros, em 90%, medida com o auxílio do conjunto fotocélula-amperímetro, mostrado na figura II. A perda de massa óssea pode ser medida a partir da relação entre a quantidade de pixels claros e a de pixels escuros na radiografia codificada.
Com base nessas informações, julgue o item, considerando que, no caso da figura III, toda luz emitida pela fonte incida sobre a radiografia e que Z(Ca) = 20.
Em crianças, as cavidades do osso esponjoso são ricas em células adiposas.
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A osteoporose é uma doença que se caracteriza pela diminuição substancial da massa óssea de um organismo, conforme ilustrado na figura I, ficando os ossos mais sujeitos a fraturas. Vale ressaltar que a massa óssea aumenta durante a infância e, principalmente, na adolescência. Após cessar o crescimento ósseo, a formação e a reabsorção óssea ocorrem na mesma proporção. O hormônio calcitonina exerce papel importante nesse equilíbrio ao inibir a reabsorção óssea. Com o avanço da idade cronológica de um indivíduo, a formação óssea torna-se menor que a reabsorção, o que leva à perda de massa óssea. Uma das maneiras de se medir o grau de diminuição da massa óssea de determinada região do corpo é por meio da densitometria óptica, em que a luz emitida por uma fonte
atravessa uma radiografia dos ossos, como mostrado na figura II. A densidade óssea da região é obtida a partir da relação entre a
intensidade de luz que atravessa a radiografia e a que é emitida pela fonte, utilizando-se para isso um conjunto fotocélulaamperímetro.
Na figura III, mostra-se a codificação de uma radiografia em termos de pixels realizada pelo densímetro óptico. A fonte de luz, nesse caso, ilumina cada pixel da radiografia com intensidade de 0,35 W/m2. Na radiografia codificada na figura III, os pixels claros indicam a presença de massa óssea e os escuros, sua ausência. Os pixels claros, nessa radiografia codificada, representam diminuição em 5% da intensidade do feixe de luz incidente e os pixels escuros, em 90%, medida com o auxílio do conjunto fotocélula-amperímetro, mostrado na figura II. A perda de massa óssea pode ser medida a partir da relação entre a quantidade de pixels claros e a de pixels escuros na radiografia codificada.
Com base nessas informações, julgue o item, considerando que, no caso da figura III, toda luz emitida pela fonte incida sobre a radiografia e que Z(Ca) = 20.
Infere-se do texto que a perda de massa óssea característica da osteoporose deve-se ao aumento da atividade dos osteoblastos.
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Fósseis, que são vestígios de organismos, servem como indicadores do processo evolutivo da vida na Terra. O processo mais utilizado para a datação de fósseis é aquele em que se utiliza o decaimento radioativo do isótopo carbono-14. Os nêutrons gerados pela radiação cósmica reagem com o nitrogênio atmosférico, produzindo, continuamente, carbono-14 e um próton, conforme a equação abaixo.
\( {}_0^1\!n+{}_{7}^{14}\!N\rightarrow{}_{6}^{14}\!C +{}_1^1\!H \)
Os átomos de \( {}_{6}^{14}\!C \) , recém-formados, cujo tempo de meia-vida é de 5.730 anos, combinam-se com átomos de oxigênio
da atmosfera para formar gás carbônico —\( {}_{6}^{14}\!CO_2(g) \) —, que é incorporado aos seres vivos por meio da fotossíntese, entrando, assim, na cadeia alimentar. O carbono-12 decai continuamente, restabelecendo o \( {}_{7}^{14}\!N \) e gerando uma partícula $, conforme a equação seguinte.
\( {}_{6}^{14}\!C\rightarrow{}_{7}^{14}\!N+β \)
A incorporação do carbono-12 pelos organismos cessa com a morte dos organismos, porém o decaimento radioativo desse isótopo continua, diminuindo continuamente a proporção de \( {}_{6}^{14}\!C \) em relação ao isótopo estável \( {}_{6}^{12}\!C \)ou ao \( {}_{6}^{13}\!C \). O método de datação do carbono-14 consiste em medir-se a proporção de um dos isótopos \( {}_{6}^{12}\!C \) e \( {}_{6}^{13}\!C \) em relação ao isótopo \( {}_{6}^{14}\!C \) . Comparando-se essas proporções com as encontradas na atmosfera, é possível estimar, com bastante precisão, o tempo transcorrido a partir da morte de um organismo.
Considerando as informações do texto, julgue o item seguinte.
Considerando-se que o decaimento radioativo de um isótopo possa ser descrito pela função Q(t) = Q0 e-kt, em que e é tal que ln e = 1, então, para o carbono-14,\( k=\dfrac{1}{5.730} \) .
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Fósseis, que são vestígios de organismos, servem como indicadores do processo evolutivo da vida na Terra. O processo mais utilizado para a datação de fósseis é aquele em que se utiliza o decaimento radioativo do isótopo carbono-14. Os nêutrons gerados pela radiação cósmica reagem com o nitrogênio atmosférico, produzindo, continuamente, carbono-14 e um próton, conforme a equação abaixo.
\( {}_0^1\!n+{}_{7}^{14}\!N\rightarrow{}_{6}^{14}\!C +{}_1^1\!H \)
Os átomos de \( {}_{6}^{14}\!C \) , recém-formados, cujo tempo de meia-vida é de 5.730 anos, combinam-se com átomos de oxigênio
da atmosfera para formar gás carbônico —\( {}_{6}^{14}\!CO_2(g) \) —, que é incorporado aos seres vivos por meio da fotossíntese, entrando, assim, na cadeia alimentar. O carbono-12 decai continuamente, restabelecendo o \( {}_{7}^{14}\!N \) e gerando uma partícula $, conforme a equação seguinte.
\( {}_{6}^{14}\!C\rightarrow{}_{7}^{14}\!N+β \)
A incorporação do carbono-12 pelos organismos cessa com a morte dos organismos, porém o decaimento radioativo desse isótopo continua, diminuindo continuamente a proporção de \( {}_{6}^{14}\!C \) em relação ao isótopo estável \( {}_{6}^{12}\!C \)ou ao \( {}_{6}^{13}\!C \). O método de datação do carbono-14 consiste em medir-se a proporção de um dos isótopos \( {}_{6}^{12}\!C \) e \( {}_{6}^{13}\!C \) em relação ao isótopo \( {}_{6}^{14}\!C \) . Comparando-se essas proporções com as encontradas na atmosfera, é possível estimar, com bastante precisão, o tempo transcorrido a partir da morte de um organismo.
Considerando as informações do texto, julgue o item seguinte.
Considere que, em um fóssil encontrado em um sítio arqueológico, a razão entre a quantidade de átomos de \( {}_{6}^{14}\!C \) e a quantidade de átomos de \( {}_{6}^{13}\!C \) seja inferior a 0,1% da encontrada nos seres vivos. Nesse caso, é correto concluir que esse fóssil tem mais de 50.000 anos.
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Fósseis, que são vestígios de organismos, servem como indicadores do processo evolutivo da vida na Terra. O processo mais utilizado para a datação de fósseis é aquele em que se utiliza o decaimento radioativo do isótopo carbono-14. Os nêutrons gerados pela radiação cósmica reagem com o nitrogênio atmosférico, produzindo, continuamente, carbono-14 e um próton, conforme a equação abaixo.
\( {}_0^1\!n+{}_{7}^{14}\!N\rightarrow{}_{6}^{14}\!C +{}_1^1\!H \)
Os átomos de \( {}_{6}^{14}\!C \) , recém-formados, cujo tempo de meia-vida é de 5.730 anos, combinam-se com átomos de oxigênio
da atmosfera para formar gás carbônico —\( {}_{6}^{14}\!CO_2(g) \) —, que é incorporado aos seres vivos por meio da fotossíntese, entrando, assim, na cadeia alimentar. O carbono-12 decai continuamente, restabelecendo o \( {}_{7}^{14}\!N \) e gerando uma partícula $, conforme a equação seguinte.
\( {}_{6}^{14}\!C\rightarrow{}_{7}^{14}\!N+β \)
A incorporação do carbono-12 pelos organismos cessa com a morte dos organismos, porém o decaimento radioativo desse isótopo continua, diminuindo continuamente a proporção de \( {}_{6}^{14}\!C \) em relação ao isótopo estável \( {}_{6}^{12}\!C \)ou ao \( {}_{6}^{13}\!C \). O método de datação do carbono-14 consiste em medir-se a proporção de um dos isótopos \( {}_{6}^{12}\!C \) e \( {}_{6}^{13}\!C \) em relação ao isótopo \( {}_{6}^{14}\!C \) . Comparando-se essas proporções com as encontradas na atmosfera, é possível estimar, com bastante precisão, o tempo transcorrido a partir da morte de um organismo.
Considerando as informações do texto, julgue o item seguinte.
A existência do isótopo de carbono-14 é compatível com o modelo atômico de Thomson.
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