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OCM. Estatística do Comércio Internacional. Géographie Ed. Hatier 2007, p. 16 (com adaptações).
Com base na análise do mapa acima, que representa os fluxos de mercadorias inter e intrablocos regionais em 2006, julgue o item a seguir.
Pelo volume de comércio representado no mapa, depreende-se que, com o processo de globalização, acompanhado pela revolução tecnológica nos transportes, instalaram-se redes multimodais em grandes portos, como os de Hong-Kong e Rotterdam, de forma a se possibilitar o fluxo mais rápido de mercadorias.
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OCM. Estatística do Comércio Internacional. Géographie Ed. Hatier 2007, p. 16 (com adaptações).
Com base na análise do mapa acima, que representa os fluxos de mercadorias inter e intrablocos regionais em 2006, julgue o item a seguir.
Na análise do mapa, ao se confrontarem os fluxos de mercadorias inter e intra regiões, ficam demonstradas as assimetrias nas relações comerciais.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
O trenzinho do caipira
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra
Vai pelo mar
Cantando pela serra o luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar, no ar...
Música de Heitor Villa-Lobos e
letra de Ferreira Gullar.
Considerando o fragmento transcrito acima, de obra de Heitor Villa-Lobos e Ferreira Gullar, julgue o item a seguir.
Em O trenzinho do caipira, Villa-Lobos utilizou o recurso de variação do andamento da música, para traduzir o movimento de um trem: a aceleração ao deixar a estação; a velocidade constante durante a viagem; e a desaceleração ao se aproximar novamente da estação.
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O trenzinho do caipira
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra
Vai pelo mar
Cantando pela serra o luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar, no ar...
Música de Heitor Villa-Lobos e
letra de Ferreira Gullar.
Considerando o fragmento transcrito acima, de obra de Heitor Villa-Lobos e Ferreira Gullar, julgue o item a seguir.
A repetição de estrutura linguística, no início dos três primeiros versos do fragmento, indica que as expressões “trem com o menino” (v.1) e “ciranda e destino” (v.3) constituem metáforas para o termo “a vida” (v.2).
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O trenzinho do caipira
Lá vai o trem com o menino
Lá vai a vida a rodar
Lá vai ciranda e destino
Cidade e noite a girar
Lá vai o trem sem destino
Pro dia novo encontrar
Correndo vai pela terra
Vai pela serra
Vai pelo mar
Cantando pela serra o luar
Correndo entre as estrelas a voar
No ar, no ar...
Música de Heitor Villa-Lobos e
letra de Ferreira Gullar.
Considerando o fragmento transcrito acima, de obra de Heitor Villa-Lobos e Ferreira Gullar, julgue o item a seguir.
O emprego de “Pro” (v.6), em lugar de Para o, além de contribuir para o ritmo melódico de O trenzinho do caipira, evidencia emprego de linguagem coloquial.
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Peter Morter. In: Andrew Langley e Philip de Souza. Jornal de Roma 800 a.C-400 d.C. Belo
Hor izonte: Ed. Dimensão Ltda. e Walker Brooks, s/d, p. 12.
No mapa acima, estão representadas as longas distâncias percorridas pelos homens na Antiguidade, quando viajar era uma atividade
extremamente perigosa, tal como se depreende do texto a seguir.
Viajando por terra ou mar, arriscando suas vidas, os mercadores ficavam lo 1 nge de suas famílias durante meses ou até mesmo anos. Piratas emboscados e naufrágios eram apenas alguns dos perigos que esses bravos tinham de enfrentar em nome de todos. Por que os mercadores continuavam a participar daquelas jornadas arriscadas? Bom, não era apenas pelo dinheiro. O alimento vendido por eles ajudava as pessoas a matarem a fome. Eram tantos vivendo nas cidades, que não era possível cultivar a quantidade suficiente de alimento para todos. Sem a colheita dos grãos do Egito ou sem os carregamentos de vinho da região que hoje corresponde à França e o azeite de oliva da região correspondente à Espanha, o que essas sociedades fariam?
Idem, ibidem (com adaptações).
Tendo como referência o mapa e o texto acima bem como os múltiplos aspectos por eles suscitados, julgue o item a seguir.
No século XVI, grandes potências comerciais, como Veneza e Gênova, dada a combinação alcançada entre capital e transporte, monopolizavam o tráfego marítimo no Mediterrâneo oriental.
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Peter Morter. In: Andrew Langley e Philip de Souza. Jornal de Roma 800 a.C-400 d.C. Belo
Hor izonte: Ed. Dimensão Ltda. e Walker Brooks, s/d, p. 12.
No mapa acima, estão representadas as longas distâncias percorridas pelos homens na Antiguidade, quando viajar era uma atividade
extremamente perigosa, tal como se depreende do texto a seguir.
Viajando por terra ou mar, arriscando suas vidas, os mercadores ficavam lo 1 nge de suas famílias durante meses ou até mesmo anos. Piratas emboscados e naufrágios eram apenas alguns dos perigos que esses bravos tinham de enfrentar em nome de todos. Por que os mercadores continuavam a participar daquelas jornadas arriscadas? Bom, não era apenas pelo dinheiro. O alimento vendido por eles ajudava as pessoas a matarem a fome. Eram tantos vivendo nas cidades, que não era possível cultivar a quantidade suficiente de alimento para todos. Sem a colheita dos grãos do Egito ou sem os carregamentos de vinho da região que hoje corresponde à França e o azeite de oliva da região correspondente à Espanha, o que essas sociedades fariam?
Idem, ibidem (com adaptações).
Tendo como referência o mapa e o texto acima bem como os múltiplos aspectos por eles suscitados, julgue o item a seguir.
A partir do século XIII, as cidades da Europa ocidental passaram a contar com uma cadeia de abastecimento, configurada como uma rede de interações entre produção local/regional e comércio de longa distância.
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Peter Morter. In: Andrew Langley e Philip de Souza. Jornal de Roma 800 a.C-400 d.C. Belo
Hor izonte: Ed. Dimensão Ltda. e Walker Brooks, s/d, p. 12.
No mapa acima, estão representadas as longas distâncias percorridas pelos homens na Antiguidade, quando viajar era uma atividade
extremamente perigosa, tal como se depreende do texto a seguir.
Viajando por terra ou mar, arriscando suas vidas, os mercadores ficavam lo 1 nge de suas famílias durante meses ou até mesmo anos. Piratas emboscados e naufrágios eram apenas alguns dos perigos que esses bravos tinham de enfrentar em nome de todos. Por que os mercadores continuavam a participar daquelas jornadas arriscadas? Bom, não era apenas pelo dinheiro. O alimento vendido por eles ajudava as pessoas a matarem a fome. Eram tantos vivendo nas cidades, que não era possível cultivar a quantidade suficiente de alimento para todos. Sem a colheita dos grãos do Egito ou sem os carregamentos de vinho da região que hoje corresponde à França e o azeite de oliva da região correspondente à Espanha, o que essas sociedades fariam?
Idem, ibidem (com adaptações).
Tendo como referência o mapa e o texto acima bem como os múltiplos aspectos por eles suscitados, julgue o item a seguir.
Infere-se do questionamento feito ao final do texto que, naquele contexto, o desequilíbrio social causado pelo esvaziamento no campo e pelo acúmulo de pessoas na cidade era resultado do comodismo dos romanos, que priorizavam a importação de bens.
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Peter Morter. In: Andrew Langley e Philip de Souza. Jornal de Roma 800 a.C-400 d.C. Belo
Hor izonte: Ed. Dimensão Ltda. e Walker Brooks, s/d, p. 12.
No mapa acima, estão representadas as longas distâncias percorridas pelos homens na Antiguidade, quando viajar era uma atividade
extremamente perigosa, tal como se depreende do texto a seguir.
Viajando por terra ou mar, arriscando suas vidas, os mercadores ficavam lo 1 nge de suas famílias durante meses ou até mesmo anos. Piratas emboscados e naufrágios eram apenas alguns dos perigos que esses bravos tinham de enfrentar em nome de todos. Por que os mercadores continuavam a participar daquelas jornadas arriscadas? Bom, não era apenas pelo dinheiro. O alimento vendido por eles ajudava as pessoas a matarem a fome. Eram tantos vivendo nas cidades, que não era possível cultivar a quantidade suficiente de alimento para todos. Sem a colheita dos grãos do Egito ou sem os carregamentos de vinho da região que hoje corresponde à França e o azeite de oliva da região correspondente à Espanha, o que essas sociedades fariam?
Idem, ibidem (com adaptações).
Tendo como referência o mapa e o texto acima bem como os múltiplos aspectos por eles suscitados, julgue o item a seguir.
Na atualidade, com a expansão do comércio mundial e do processo de globalização, novos fluxos de mercadorias são instaurados e, consequentemente, novas rotas marítimas são criadas, o que acarreta a perda de importância estratégica de determinadas áreas, a exemplo do canal do Panamá, e a ascensão de outras, cujo controle se torna motivo de disputa, como ocorre com o estreito de Bósforo, por onde circulam petroleiros.
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Peter Morter. In: Andrew Langley e Philip de Souza. Jornal de Roma 800 a.C-400 d.C. Belo
Hor izonte: Ed. Dimensão Ltda. e Walker Brooks, s/d, p. 12.
No mapa acima, estão representadas as longas distâncias percorridas pelos homens na Antiguidade, quando viajar era uma atividade
extremamente perigosa, tal como se depreende do texto a seguir.
Viajando por terra ou mar, arriscando suas vidas, os mercadores ficavam lo 1 nge de suas famílias durante meses ou até mesmo anos. Piratas emboscados e naufrágios eram apenas alguns dos perigos que esses bravos tinham de enfrentar em nome de todos. Por que os mercadores continuavam a participar daquelas jornadas arriscadas? Bom, não era apenas pelo dinheiro. O alimento vendido por eles ajudava as pessoas a matarem a fome. Eram tantos vivendo nas cidades, que não era possível cultivar a quantidade suficiente de alimento para todos. Sem a colheita dos grãos do Egito ou sem os carregamentos de vinho da região que hoje corresponde à França e o azeite de oliva da região correspondente à Espanha, o que essas sociedades fariam?
Idem, ibidem (com adaptações).
Tendo como referência o mapa e o texto acima bem como os múltiplos aspectos por eles suscitados, julgue o item a seguir.
Com a pergunta “Por que os mercadores continuavam a participar daquelas jornadas arriscadas?”, o autor organiza a argumentação do texto, antecipando um possível questionamento do leitor e criando espaço para uma justificativa das informações iniciais como atos de bravura.
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