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2402208 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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[...]
— O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,

deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria

do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias

e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino

da Maria do Zacarias,

lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia

com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra

magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,

no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos

iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,

de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,

e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,

a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam

melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.

João Cabral de Melo Neto. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967 (com adaptações

Considerando o poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, o fragmento desse poema transcrito ao lado e as características da obra desse autor, julgue o iten a seguir.

A relação de coordenação entre os termos “da Maria” e “do finado Zacarias” se tornaria explícita se fosse inserido o conectivo “e” após a palavra “Maria”.

 

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2402207 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

[...]
— O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,

deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria

do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias

e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino

da Maria do Zacarias,

lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia

com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra

magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,

no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos

iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,

de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,

e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,

a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam

melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.

João Cabral de Melo Neto. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967 (com adaptações

Considerando o poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, o fragmento desse poema transcrito ao lado e as características da obra desse autor, julgue o iten a seguir.

Das extensões propostas pelo retirante relativamente a seu nome de batismo, a que resulta, no poema, como minimizadora da ideia de um sujeito coletivo, anônimo, é a que está apontada nos versos.

 

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2402206 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

[...]
— O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,

deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria

do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias

e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino

da Maria do Zacarias,

lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia

com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra

magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,

no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos

iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,

de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,

e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,

a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam

melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.

João Cabral de Melo Neto. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967 (com adaptações

Considerando o poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, o fragmento desse poema transcrito ao lado e as características da obra desse autor, julgue o iten a seguir.

Apesar de sua contribuição ao fortalecimento da democracia, a Carta de 1988, nomeada Constituição Cidadã por Ulysses Guimarães, não conseguiu firmar o caráter social da propriedade, inclusive o da terra.

 

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2402205 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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[...]
— O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,

deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria

do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias

e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino

da Maria do Zacarias,

lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia

com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra

magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,

no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos

iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,

de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,

e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,

a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam

melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.

João Cabral de Melo Neto. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967 (com adaptações

Considerando o poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, o fragmento desse poema transcrito ao lado e as características da obra desse autor, julgue o iten a seguir.

O sistema latifundiário, prevalente no período colonial, deixou fortes marcas na história brasileira, problema que só foi equacionado com a ação de movimentos sociais defensores da reforma agrária, como as ligas camponesas formadas, na região sul, nos primeiros anos do regime militar, instaurado em 1964.

 

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2402204 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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[...]
— O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,

deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria

do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias

e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino

da Maria do Zacarias,

lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia

com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra

magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,

no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos

iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,

de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,

e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,

a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam

melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.

João Cabral de Melo Neto. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967 (com adaptações

Considerando o poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, o fragmento desse poema transcrito ao lado e as características da obra desse autor, julgue o iten a seguir.

Presente no poema, a palavra “sesmaria” remete ao processo de distribuição de terras desenvolvido no Segundo Reinado brasileiro, no contexto da extinção do tráfico negreiro e do trabalho escravo.

 

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2402203 Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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— O meu nome é Severino,
como não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,

deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria

do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias

e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino

da Maria do Zacarias,

lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia

com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra

magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,

no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos

iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,

de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,

e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,

a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam

melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.

João Cabral de Melo Neto. Morte e vida severina. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967 (com adaptações

Considerando o poema Morte e vida severina, de João Cabral de Melo Neto, o fragmento desse poema transcrito ao lado e as características da obra desse autor, julgue o iten a seguir.

A visão materialista dos fatos sociais e de seus fatores externos, em especial os traços biológicos, aparece representada, em Morte e vida severina, na caracterização do retirante, como se observa nos versos.

 

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2402202 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2987132-1

Internet:<www.gnosisonline.org>.

A imagem acima representa o ciclo infinito da vida e da morte. Na mitologia grega, os fenômenos vida e morte eram representados pela díade Eros e Tânatos. Eros é a força fundamental do cosmo, e seu poder estende-se sobre todos os seres vivos e todos os elementos da natureza. Eros representa a energia fecundante do universo, consubstanciada no amor físico, que dá origem à vida. Eros constitui o princípio da ação, da vida, o qual se opõe à pulsão de morte e se realiza na libido. Segundo a mitologia grega, Tânatos, conhecido por ter coração de ferro e entranhas de bronze, existe desde antes da criação da humanidade e personifica a morte. Foi descrito como uma figura sinistra coberta de negro, passeando entre os homens com uma foice na mão. Em psicanálise, é a representação mítica da pulsão de morte, um impulso instintivo e inconsciente de busca da morte e(ou) da destruição. Essa dualidade vida-morte está expressa, em linguagem moderna, na letra da canção de Lulu Santos apresentada a seguir.

Eros e Tânatos

Lulu Santos

sou mais meu eros do que o seu tânatos
seu tânatos, seu tânatos.
sou mais meu eros do que o seu tânatos
e aposto tudo que você quiser
você não sabe quase nada da vida
não sabe a curva em que este trem apita
nem manja a hora em que o pinto sai do ovo
nem o tamanho da encrenca que arrumou
vingança é um prato que se come frio
por isso mesmo vou deixar passar
só não me venha com essa cara de inocente
que aqui no prédio ninguém vai acreditar
põe u’a cara boa e uma atitude legal
p’ra não ficar sem pessoal
p’ra não perder o carnaval
normal?

Considerando a imagem, as informações e a letra da canção apresentadas acima, julgue o item.

Considere que, em algum século, a cada 6 pessoas que nasciam no mundo, 4 morriam, e a quantidade de pessoas que nasciam a cada ano era constante e igual a K. Nesse caso, a quantidade y de pessoas no mundo em determinado ano desse século é corretamente representada pela equação y = 3 !$ \dfrac{k}{2} !$x + L, em que x é a quantidade de anos decorridos desde o início daquele século, e L, a quantidade de pessoas no início daquele século.

 

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2402201 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2987131-1

Internet:<www.gnosisonline.org>.

A imagem acima representa o ciclo infinito da vida e da morte. Na mitologia grega, os fenômenos vida e morte eram representados pela díade Eros e Tânatos. Eros é a força fundamental do cosmo, e seu poder estende-se sobre todos os seres vivos e todos os elementos da natureza. Eros representa a energia fecundante do universo, consubstanciada no amor físico, que dá origem à vida. Eros constitui o princípio da ação, da vida, o qual se opõe à pulsão de morte e se realiza na libido. Segundo a mitologia grega, Tânatos, conhecido por ter coração de ferro e entranhas de bronze, existe desde antes da criação da humanidade e personifica a morte. Foi descrito como uma figura sinistra coberta de negro, passeando entre os homens com uma foice na mão. Em psicanálise, é a representação mítica da pulsão de morte, um impulso instintivo e inconsciente de busca da morte e(ou) da destruição. Essa dualidade vida-morte está expressa, em linguagem moderna, na letra da canção de Lulu Santos apresentada a seguir.

Eros e Tânatos

Lulu Santos

sou mais meu eros do que o seu tânatos
seu tânatos, seu tânatos.
sou mais meu eros do que o seu tânatos
e aposto tudo que você quiser
você não sabe quase nada da vida
não sabe a curva em que este trem apita
nem manja a hora em que o pinto sai do ovo
nem o tamanho da encrenca que arrumou
vingança é um prato que se come frio
por isso mesmo vou deixar passar
só não me venha com essa cara de inocente
que aqui no prédio ninguém vai acreditar
põe u’a cara boa e uma atitude legal
p’ra não ficar sem pessoal
p’ra não perder o carnaval
normal?

Considerando a imagem, as informações e a letra da canção apresentadas acima, julgue o item.

Considere uma comunidade com P0 pessoas em algum momento t0 de sua história, a partir do qual a diferença entre o número de pessoas nascidas e pessoas mortas é dada pela relação Q(n) = P0 × qn , em que n representa a quantidade de anos decorridos desde o tempo t0 , e Q(n) é um valor positivo. Nesse caso, se a população dessa comunidade nunca atingir o dobro da quantidade P0 , então q !$ ∈ !$ (0,!$ \dfrac{1}{2} !$ ).

 

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2402200 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2987130-1

Internet:<www.gnosisonline.org>.

A imagem acima representa o ciclo infinito da vida e da morte. Na mitologia grega, os fenômenos vida e morte eram representados pela díade Eros e Tânatos. Eros é a força fundamental do cosmo, e seu poder estende-se sobre todos os seres vivos e todos os elementos da natureza. Eros representa a energia fecundante do universo, consubstanciada no amor físico, que dá origem à vida. Eros constitui o princípio da ação, da vida, o qual se opõe à pulsão de morte e se realiza na libido. Segundo a mitologia grega, Tânatos, conhecido por ter coração de ferro e entranhas de bronze, existe desde antes da criação da humanidade e personifica a morte. Foi descrito como uma figura sinistra coberta de negro, passeando entre os homens com uma foice na mão. Em psicanálise, é a representação mítica da pulsão de morte, um impulso instintivo e inconsciente de busca da morte e(ou) da destruição. Essa dualidade vida-morte está expressa, em linguagem moderna, na letra da canção de Lulu Santos apresentada a seguir.

Eros e Tânatos

Lulu Santos

sou mais meu eros do que o seu tânatos
seu tânatos, seu tânatos.
sou mais meu eros do que o seu tânatos
e aposto tudo que você quiser
você não sabe quase nada da vida
não sabe a curva em que este trem apita
nem manja a hora em que o pinto sai do ovo
nem o tamanho da encrenca que arrumou
vingança é um prato que se come frio
por isso mesmo vou deixar passar
só não me venha com essa cara de inocente
que aqui no prédio ninguém vai acreditar
põe u’a cara boa e uma atitude legal
p’ra não ficar sem pessoal
p’ra não perder o carnaval
normal?

Considerando a imagem, as informações e a letra da canção apresentadas acima, julgue o item.

O século XX testemunhou o surgimento da guerra total, de massa, de que foram exemplos incontestes as duas guerras mundiais, assim como os inúmeros golpes de Estados, guerras civis, revoluções e reiteradas práticas de genocídio.

 

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2402199 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Provas:

Enunciado 2987129-1

Internet:<www.gnosisonline.org>.

A imagem acima representa o ciclo infinito da vida e da morte. Na mitologia grega, os fenômenos vida e morte eram representados pela díade Eros e Tânatos. Eros é a força fundamental do cosmo, e seu poder estende-se sobre todos os seres vivos e todos os elementos da natureza. Eros representa a energia fecundante do universo, consubstanciada no amor físico, que dá origem à vida. Eros constitui o princípio da ação, da vida, o qual se opõe à pulsão de morte e se realiza na libido. Segundo a mitologia grega, Tânatos, conhecido por ter coração de ferro e entranhas de bronze, existe desde antes da criação da humanidade e personifica a morte. Foi descrito como uma figura sinistra coberta de negro, passeando entre os homens com uma foice na mão. Em psicanálise, é a representação mítica da pulsão de morte, um impulso instintivo e inconsciente de busca da morte e(ou) da destruição. Essa dualidade vida-morte está expressa, em linguagem moderna, na letra da canção de Lulu Santos apresentada a seguir.

Eros e Tânatos

Lulu Santos

sou mais meu eros do que o seu tânatos
seu tânatos, seu tânatos.
sou mais meu eros do que o seu tânatos
e aposto tudo que você quiser
você não sabe quase nada da vida
não sabe a curva em que este trem apita
nem manja a hora em que o pinto sai do ovo
nem o tamanho da encrenca que arrumou
vingança é um prato que se come frio
por isso mesmo vou deixar passar
só não me venha com essa cara de inocente
que aqui no prédio ninguém vai acreditar
põe u’a cara boa e uma atitude legal
p’ra não ficar sem pessoal
p’ra não perder o carnaval
normal?

Considerando a imagem, as informações e a letra da canção apresentadas acima, julgue o item.

A estrutura “sou mais meu eros do que o seu tânatos” é tal que a interpretação semântica é mantida na versão: (eu) sou meu eros mais do que (eu) sou seu tânatos.

 

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