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Foram encontradas 355 questões.

2402178 Ano: 2010
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Dançar a vida não seria, antes de tudo, tomar consciência de que não apenas a vida, mas também o universo é uma dança, e sentir-se
penetrado e fecundado por esse fluxo do movimento, do ritmo, do todo? Em cada um de nossos gestos, toda a palpitação do mundo, todas as suas interações estão presentes, refletem-se e repetem-se, concentram-se como em um espelho convergente. Nesse diálogo de movimento entre o nosso ser ínfimo e o todo, é a invisível e incessante vida do todo que respira com nosso alento e pulsa com nosso sangue. Viver é, antes de tudo, participar desse fluxo e dessa pulsação orgânica do mundo que está em nós, desse movimento, desse ritmo, dessa totalidade, porque, mesmo durante nosso sono, vela, em nosso peito, a lei da dupla batida, a da nossa respiração e a do nosso coração. Mas, há um século, a física nos ensina que esta energia se degrada inexoravelmente, que esta vida do universo caminha
irreversivelmente para a morte: terá, doravante, o destino definido cientificamente à face da entropia?

Enunciado 2987108-1

Roger Garaudy. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p.26 (com adaptações).

A partir do texto e da figura acima, julgue o item.

Para um ator, é fundamental produzir emoções a partir do domínio e do manejo do corpo, os quais lhe possibilitam formas de atuação entre a espontaneidade e o controle absoluto.

 

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2402177 Ano: 2010
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Dançar a vida não seria, antes de tudo, tomar consciência de que não apenas a vida, mas também o universo é uma dança, e sentir-se
penetrado e fecundado por esse fluxo do movimento, do ritmo, do todo? Em cada um de nossos gestos, toda a palpitação do mundo, todas as suas interações estão presentes, refletem-se e repetem-se, concentram-se como em um espelho convergente. Nesse diálogo de movimento entre o nosso ser ínfimo e o todo, é a invisível e incessante vida do todo que respira com nosso alento e pulsa com nosso sangue. Viver é, antes de tudo, participar desse fluxo e dessa pulsação orgânica do mundo que está em nós, desse movimento, desse ritmo, dessa totalidade, porque, mesmo durante nosso sono, vela, em nosso peito, a lei da dupla batida, a da nossa respiração e a do nosso coração. Mas, há um século, a física nos ensina que esta energia se degrada inexoravelmente, que esta vida do universo caminha
irreversivelmente para a morte: terá, doravante, o destino definido cientificamente à face da entropia?

Enunciado 2987107-1

Roger Garaudy. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p.26 (com adaptações).

A partir do texto e da figura acima, julgue o item.

Muitas obras de artistas, como a máscara africana representada na figura, desempenham papel específico em determinados rituais e, nesse caso, o que importa não é a beleza da escultura ou da pintura, mas o atributo da obra de arte de incumbir-se da mágica requerida.

 

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2402176 Ano: 2010
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Dançar a vida não seria, antes de tudo, tomar consciência de que não apenas a vida, mas também o universo é uma dança, e sentir-se
penetrado e fecundado por esse fluxo do movimento, do ritmo, do todo? Em cada um de nossos gestos, toda a palpitação do mundo, todas as suas interações estão presentes, refletem-se e repetem-se, concentram-se como em um espelho convergente. Nesse diálogo de movimento entre o nosso ser ínfimo e o todo, é a invisível e incessante vida do todo que respira com nosso alento e pulsa com nosso sangue. Viver é, antes de tudo, participar desse fluxo e dessa pulsação orgânica do mundo que está em nós, desse movimento, desse ritmo, dessa totalidade, porque, mesmo durante nosso sono, vela, em nosso peito, a lei da dupla batida, a da nossa respiração e a do nosso coração. Mas, há um século, a física nos ensina que esta energia se degrada inexoravelmente, que esta vida do universo caminha
irreversivelmente para a morte: terá, doravante, o destino definido cientificamente à face da entropia?

Enunciado 2987106-1

Roger Garaudy. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p.26 (com adaptações).

A partir do texto e da figura acima, julgue o item.

Assumindo-se que a dança expressionista prioriza a expressão de sentimentos, é correto afirmar que, ao adotarem essa estética, os bailarinos devem, em suas manifestações cênicas, desconsiderar a interação espacial com o ambiente.

 

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2402175 Ano: 2010
Disciplina: Música
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Dançar a vida não seria, antes de tudo, tomar consciência de que não apenas a vida, mas também o universo é uma dança, e sentir-se
penetrado e fecundado por esse fluxo do movimento, do ritmo, do todo? Em cada um de nossos gestos, toda a palpitação do mundo, todas as suas interações estão presentes, refletem-se e repetem-se, concentram-se como em um espelho convergente. Nesse diálogo de movimento entre o nosso ser ínfimo e o todo, é a invisível e incessante vida do todo que respira com nosso alento e pulsa com nosso sangue. Viver é, antes de tudo, participar desse fluxo e dessa pulsação orgânica do mundo que está em nós, desse movimento, desse ritmo, dessa totalidade, porque, mesmo durante nosso sono, vela, em nosso peito, a lei da dupla batida, a da nossa respiração e a do nosso coração. Mas, há um século, a física nos ensina que esta energia se degrada inexoravelmente, que esta vida do universo caminha
irreversivelmente para a morte: terá, doravante, o destino definido cientificamente à face da entropia?

Enunciado 2987105-1

Roger Garaudy. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p.26 (com adaptações).

A partir do texto e da figura acima, julgue o item.

Na música ocidental, a organização de pulsações constantes em grupos regulares de pulsos fortes e fracos gera o que, na teoria musical, se denomina compasso.

 

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2402174 Ano: 2010
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Dançar a vida não seria, antes de tudo, tomar consciência de que não apenas a vida, mas também o universo é uma dança, e sentir-se
penetrado e fecundado por esse fluxo do movimento, do ritmo, do todo? Em cada um de nossos gestos, toda a palpitação do mundo, todas as suas interações estão presentes, refletem-se e repetem-se, concentram-se como em um espelho convergente. Nesse diálogo de movimento entre o nosso ser ínfimo e o todo, é a invisível e incessante vida do todo que respira com nosso alento e pulsa com nosso sangue. Viver é, antes de tudo, participar desse fluxo e dessa pulsação orgânica do mundo que está em nós, desse movimento, desse ritmo, dessa totalidade, porque, mesmo durante nosso sono, vela, em nosso peito, a lei da dupla batida, a da nossa respiração e a do nosso coração. Mas, há um século, a física nos ensina que esta energia se degrada inexoravelmente, que esta vida do universo caminha
irreversivelmente para a morte: terá, doravante, o destino definido cientificamente à face da entropia?

Enunciado 2987104-1

Roger Garaudy. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p.26 (com adaptações).

A partir do texto e da figura acima, julgue o item.

A respeito de uma dança funerária em que um mascarado vestido com trajes do defunto representa episódios da vida deste, criticando-o ou elogiando-o, é correto afirmar que o corpo desse ator dançarino é apenas suporte mediador da cerimônia teatral, e a gestualidade desse corpo é principalmente ilustrativa de fatos conhecidos.

 

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2402173 Ano: 2010
Disciplina: Música
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Dançar a vida não seria, antes de tudo, tomar consciência de que não apenas a vida, mas também o universo é uma dança, e sentir-se
penetrado e fecundado por esse fluxo do movimento, do ritmo, do todo? Em cada um de nossos gestos, toda a palpitação do mundo, todas as suas interações estão presentes, refletem-se e repetem-se, concentram-se como em um espelho convergente. Nesse diálogo de movimento entre o nosso ser ínfimo e o todo, é a invisível e incessante vida do todo que respira com nosso alento e pulsa com nosso sangue. Viver é, antes de tudo, participar desse fluxo e dessa pulsação orgânica do mundo que está em nós, desse movimento, desse ritmo, dessa totalidade, porque, mesmo durante nosso sono, vela, em nosso peito, a lei da dupla batida, a da nossa respiração e a do nosso coração. Mas, há um século, a física nos ensina que esta energia se degrada inexoravelmente, que esta vida do universo caminha
irreversivelmente para a morte: terá, doravante, o destino definido cientificamente à face da entropia?

Enunciado 2987103-1

Roger Garaudy. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p.26 (com adaptações).

A partir do texto e da figura acima, julgue o item.

A organização métrica da música ocidental envolve dois tipos básicos de divisão, binária e ternária, e alguns de seus gêneros musicais evidenciam apenas um desses tipos de organização rítmica.

 

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2402172 Ano: 2010
Disciplina: Música
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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De acordo com o Livro de recordes do Guinness, a versão original de Parabéns prá você é a canção mais conhecida da língua inglesa. Na verdade, acredita-se que a canção, com versões em mais de dezoito línguas, seja a mais popular e cantada em todo o mundo. Em todos os lugares, tais versões são cantadas ao se comemorar a data do nascimento de uma pessoa e, portanto, participam da celebração da vida, como evidencia a versão em língua portuguesa, apresentada a seguir.

Parabéns prá você
Nesta data querida
Muitas felicidades
Muitos anos de vida.

Considerando a letra dessa canção, julgue o item a seguir.

A nota mais aguda da melodia da canção Parabéns prá você ocorre na primeira sílaba da palavra “felicidades”.

 

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2402171 Ano: 2010
Disciplina: Música
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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De acordo com o Livro de recordes do Guinness, a versão original de Parabéns prá você é a canção mais conhecida da língua inglesa. Na verdade, acredita-se que a canção, com versões em mais de dezoito línguas, seja a mais popular e cantada em todo o mundo. Em todos os lugares, tais versões são cantadas ao se comemorar a data do nascimento de uma pessoa e, portanto, participam da celebração da vida, como evidencia a versão em língua portuguesa, apresentada a seguir.

Parabéns prá você
Nesta data querida
Muitas felicidades
Muitos anos de vida.

Considerando a letra dessa canção, julgue o item a seguir.

Os quatro versos que constituem a canção Parabéns prá você têm a mesma organização rítmica básica.

 

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2402170 Ano: 2010
Disciplina: Música
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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De acordo com o Livro de recordes do Guinness, a versão original de Parabéns prá você é a canção mais conhecida da língua inglesa. Na verdade, acredita-se que a canção, com versões em mais de dezoito línguas, seja a mais popular e cantada em todo o mundo. Em todos os lugares, tais versões são cantadas ao se comemorar a data do nascimento de uma pessoa e, portanto, participam da celebração da vida, como evidencia a versão em língua portuguesa, apresentada a seguir.

Parabéns prá você
Nesta data querida
Muitas felicidades
Muitos anos de vida.

Considerando a letra dessa canção, julgue o item a seguir.

O padrão métrico da música Parabéns prá você é binário

 

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2402169 Ano: 2010
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Hoy en día existen aproximadamente seis mil lenguas. Hay ocho que tienen más de 100 millones de hablantes: español, inglés,
hindi, portugués, ruso, japonés, mandarín y bengalí. Entre estas ocho lenguas hay un total de 2,4 billones de hablantes. Al incluir 12 lenguas más, es decir las 20 lenguas con las cantidades más grandes de hablantes, el número de hablantes aumenta a 3,2 billones, más de la mitad de la población del mundo. De hecho el 96,0% de la población entera habla solamente 4,0% de las lenguas en el mundo. Si usamos 6.000 como el número total de lenguas, el 96,0% de la población habla solamente 240 lenguas de las 6.000 que existen. De estas estadísticas se puede ver que la gran mayoría de la población mundial habla pocas lenguas. Además, esta información revela que el 4,0% demás de la población habla el 96,0% restante de las lenguas. Esto es, el 4,0% de la población habla 5.760 de las 6.000 lenguas existentes.

Según este porcentaje mínimo de gente que habla tantas lenguas diferentes, se puede concluir que hay muchas lenguas existentes que tienen pocos hablantes y que, por lo tanto, están potencialmente amenazadas de extinción. En efecto, hay cerca de 3.340 lenguas habladas por menos de 10.000 personas, alrededor de 1.500 habladas por menos de 1.000 personas y casi 500 lenguas habladas por menos de 100 hablantes. Junto a esto, existen 51 lenguas que tienen solamente un hablante: 18 en Australia, 8 en los EEUU, 3 en América del Sur, 3 en África, 6 en Asia y 3 en las islas pacíficas.

Pero, ¿por qué desaparece una lengua? Una de las principales causas es lo que los especialistas denominan diglosia. Se trata de una
situación en la que dos lenguas distintas existen en la misma comunidad a la vez. Al existir dos (y a través del efecto de factores
económicos y sociales), una puede llegar a ser dominante dejando la otra como subordinada. La consecuencia de este desequilibrio del
prestigio entre las lenguas puede ser que los hablantes de la lengua menos prestigiosa o dominada acaben adoptando la lengua dominante en detrimento del uso de la propia.

¿Y cuáles son las consecuencias de la muerte de una lengua? Una lengua es una representación de un grupo de gente y la sociedad en que vive. Además, una lengua identifica a la gente y del mismo modo su manera de vivir. Cada comunidad tiene sus peculiaridades y
vive de una manera única según varios factores: la geografía de una región, las creencias de una cultura, etcétera. Consecuentemente cada lengua tiene sus diferencias semánticas y sintácticas según la región de dónde viene. Así que una lengua en su totalidad es una representación de la vida cotidiana de una comunidad y la manera única de vivir dentro de ella. Al desaparecer una lengua, también desaparece una cultura y una identidad propia de una comunidad. En efecto, contribuye a la pérdida de la diversidad. Tras la desaparición de una lengua, el mundo pierde conocimiento de algún tipo porque cada lengua tiene la capacidad de informarnos de cosas que todavía no sabemos. Es preciso reconocer que ninguna lengua sola contiene todo el conocimiento del mundo. Tampoco es posible entender el mundo perfectamente utilizando solamente una lengua.

Colleen Walsh. Internet: <www.gacetahispanica.com>. (con adaptaciones).

A partir de los datos y argumentos presentados en el texto precedente, es correcto inferir que

el multilingüísmo, el dominio de varias lenguas por un individuo, es un fenómeno que caracteriza a más de la mitad de la población mundial, puesto que 3,2 billones de personas hablan veinte lenguas diferentes.

 

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