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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
Internet: <sumauma.com> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, com relação às ideias do texto precedente e a seus aspectos linguísticos.
A correção gramatical e os sentidos do texto seriam preservados se o último período fosse reescrito da seguinte forma: O cientista Carlos Nobre, autor do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra, disse que a ideia havia sido justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico.
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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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Julgue o item a seguir, com relação às ideias do texto precedente e a seus aspectos linguísticos.
No primeiro parágrafo, o pronome “o”, em “colocá-lo” (quarto período), remete à expressão “proposta sólida” (terceiro período).
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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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Considerando-se o tempo verbal em que estão flexionados os vocábulos “puxaria”, “distribuiria” e “criaria” no segundo período do primeiro parágrafo, é correto concluir que as referidas ações de puxar, distribuir e criar foram iniciadas e finalizadas no passado.
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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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No primeiro período do texto, o vocábulo “restaurados” é sinônimo de recuperados.
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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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Julgue o item a seguir, com relação às ideias do texto precedente e a seus aspectos linguísticos.
De acordo com as informações do texto, o estudo Nova Economia da Amazônia defende que a pecuária extensiva, a monocultura da soja e as grandes hidrelétricas presentes na região amazônica poderão se tornar compatíveis com um modelo econômico sustentável para a floresta amazônica.
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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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Julgue o item a seguir, com relação às ideias do texto precedente e a seus aspectos linguísticos.
No primeiro parágrafo, argumenta-se no sentido de que há uma significativa diferença de efetividade entre a proposta resultante do estudo Nova Economia da Amazônia e as propostas de reconstituição da floresta amazônica anteriores a ele.
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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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Julgue o item a seguir, com relação às ideias do texto precedente e a seus aspectos linguísticos.
Conforme as ideias do texto, para que o projeto resultante do estudo Nova Economia da Amazônia tenha êxito até 2050, é preciso o engajamento de políticos a partir de agora.
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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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Depreende-se do texto que o estudo Nova Economia da Amazônia consiste em um plano de ação proposto para impedir que a floresta amazônica alcance o ponto de não retorno.
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Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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Julgue o item a seguir, com relação às ideias do texto precedente e a seus aspectos linguísticos.
No trecho “O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida” (primeiro parágrafo), se o termo “hoje” fosse isolado entre vírgulas, a correção gramatical do texto seria preservada.
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Uma Amazônia sem novas hidrelétricas nem outras grandes estradas, com milhões de hectares de mata nativa restaurados e valorização do modo de vida das populações que vivem em harmonia com a floresta. Uma região que puxaria a redução de emissões de gases do efeito estufa do Brasil e distribuiria para todo o país os benefícios climáticos do fim do desmatamento, e que, ainda assim, criaria mais empregos e mais renda para sua população do que se tudo continuasse como está. O que começou como uma utopia é hoje uma proposta sólida. Se houver decisão política de colocá-lo em andamento agora, o projeto poderá completar-se daqui a cerca de trinta anos, em 2050. O estudo Nova Economia da Amazônia é resultado de um trabalho de dois anos de 76 pesquisadores brasileiros. A pergunta sobre o que fazer para impedir que a maior floresta tropical do planeta alcance o ponto de não retorno finalmente tem uma resposta sólida — e executável.
Trata-se de uma iniciativa para traduzir em números o sonho de criar uma alternativa à economia da terra desmatada, da pecuária extensiva, da monocultura da soja, das grandes hidrelétricas e dos combustíveis fósseis que dominou a Amazônia nos últimos cinquenta anos. “A ideia foi justamente fazer um cálculo matemático correto, um modelo econômico”, disse o cientista Carlos Nobre, idealizador do projeto e um dos maiores estudiosos da contribuição da floresta amazônica para o equilíbrio climático do planeta Terra.
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Julgue o item a seguir, com relação às ideias do texto precedente e a seus aspectos linguísticos.
Os dois primeiros períodos do texto descrevem um sonho que o cientista Carlos Nobre teve a respeito da Amazônia e que foi posteriormente transformado em um estudo.
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