Foram encontradas 124 questões.
Texto I

Disponível em: www.uol.com.br. Acesso em: 18 dez. 2018.
Texto II

Disponível em: http://portalms.saude.gov.br. Acesso em: 18 dez. 2018.
Veiculados em plataformas de comunicação distintas, os textos acima apresentam
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Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade

Círio de Nossa Senhora de Nazaré

Pintura corporal e arte gráfica do povo indígena Wajãpi
O Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, de acordo com a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (UNESCO, 2003), é composto pelas práticas, pelas representações, pelas expressões, pelos conhecimentos e pelas técnicas que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.
Transmitido de geração a geração, o Patrimônio Cultural Imaterial é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, o que gera um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 24 nov. 2018 (adaptado).
As imagens anteriores se referem ao Círio de Nossa Senhora de Nazaré, que ocorre em Belém (Pará), e à pintura corporal e arte gráfica do povo indígena Wajãpi (Amapá), duas manifestações culturais que constam da Lista Representativa do Patrimônio Imaterial da Humanidade no Brasil. Considerando-se as imagens e as informações do texto, conclui-se que o critério que justifica a inclusão tanto do Círio quanto da Arte Wajãpi nessa lista consiste no(a)
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Medidas do decaimento radiativo do isótopo do carbono com número de massa 14 permitiram a datação de manuscritos encontrados no Mar Morto, entre eles fragmentos de livros do Antigo Testamento, o que permitiu ratificar a autenticidade do achado, ocorrido em 1947. A datação dos documentos se deu pela contagem de radiação emitida pelo decaimento de átomos de carbono 14, radiativo.
A radiação cuja quantidade foi medida para se decidir quanto à idade aproximada dos manuscritos refere-se à desintegração do carbono 14 em
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNCISAL
A client sits before me, seeking help untangling his relationship problems. As a psychotherapist, I strive to be warm, nonjudgmental and encouraging. I am a bit unsettled, then, when in the midst of describing his painful experiences, he says, “I’m sorry for being so negative.”
A crucial goal of therapy is to learn to acknowledge and express a full range of emotions, and here was a client apologizing for doing just that. In my psychotherapy practice, many of my clients struggle with highly distressing emotions, such as extreme anger, or with suicidal thoughts. In recent years I have noticed an increase in the number of people who also feel guilty or ashamed about what they perceive to be negativity. Such reactions undoubtedly stem from our culture’s overriding bias toward positive thinking. Although positive emotions are worth cultivating, problems arise when people start believing they must be upbeat all the time.
In fact, anger and sadness are an important part of life, and new research shows that experiencing and accepting such emotions are vital to our mental health. Attempting to suppress thoughts can backfire and even diminish our sense of contentment. “Acknowledging the complexity of life may be an especially fruitful path to psychological well-being,” says psychologist Jonathan M. Adler of the Franklin W. Olin College of Engineering.
Disponível em: www.scientificamerican.com. Acesso em: 15 nov. 2018 (adaptado).
No texto, a passagem “untangling his relationship problems” relaciona-se diretamente com o trecho
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