Foram encontradas 50 questões.
INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder à questão.

(Revista VOCÊ RH. MAI/JUN-2011, p. 17.)
Depreende-se da leitura do texto que um dos obstáculos da função do líder está relacionado com a supervisão de pessoas. NÃO constitui característica de um líder:
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A respeito do processo de comunicação para o desenvolvimento da relação interpessoal, assinale a afirmativa correta.
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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
A cidadania está diretamente vinculada aos direitos humanos, que teve seu reconhecimento formal com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Assinale a afirmativa que NÃO constitui um direito humano.
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoRelações entre Indivíduo e Organização
Texto I
Vista cansada
Otto Lara Resende
Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.
Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.
Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.
(Folha de S. Paulo, 23/02/1992.Disponível em www.releituras.com/olresende_vista.asp. Acesso em 11/07/2011.)
Texto II
Turista cego morre afogado na Praia Vermelha
Plantão | Publicada em 06/09/2006 às 22h12m
RJ TV e O Globo

RIO - O para-atleta João Donizete da Silva morreu afogado, na tarde desta quarta-feira, na Praia Vermelha [...]. Coberto com plástico preto, o corpo de João Donizete ficou horas no calçadão da Praia Vermelha e provocou cenas chocantes. Turistas, mais interessados em tirar fotos do Pão de Açúcar, ignoravam o morto. Um japonês, por pouco, não tropeçou no corpo. Um casal também namorava tranquilamente.
(Disponível em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2006/09/06/285572065.asp. Acesso em 25/06/11.)
No texto I, para exemplificar a percepção sobre o outro, o autor relata o caso de um profissional que durante 32 anos nunca atentou à figura do porteiro do prédio no qual trabalhava. Sobre o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho, analise as afirmativas.
I - O relacionamento entre as pessoas está intimamente associado à eficácia do processo de comunicação interpessoal.
II - A empatia possibilita criação de situações desfavoráveis para o relacionamento interpessoal.
III - A eficácia do desenvolvimento interpessoal necessita de que o ser humano conheça a si mesmo, bem como as pessoas com quem se relaciona no ambiente de trabalho.
IV - No ambiente organizacional, valorizar o outro compreende fator irrelevante para a efetividade nas relações interpessoais.
Estão corretas as afirmativas
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Texto I
Vista cansada
Otto Lara Resende
Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.
Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.
Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.
(Folha de S. Paulo, 23/02/1992.Disponível em www.releituras.com/olresende_vista.asp. Acesso em 11/07/2011.)
Texto II
Turista cego morre afogado na Praia Vermelha
Plantão | Publicada em 06/09/2006 às 22h12m
RJ TV e O Globo

RIO - O para-atleta João Donizete da Silva morreu afogado, na tarde desta quarta-feira, na Praia Vermelha [...]. Coberto com plástico preto, o corpo de João Donizete ficou horas no calçadão da Praia Vermelha e provocou cenas chocantes. Turistas, mais interessados em tirar fotos do Pão de Açúcar, ignoravam o morto. Um japonês, por pouco, não tropeçou no corpo. Um casal também namorava tranquilamente.
(Disponível em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2006/09/06/285572065.asp. Acesso em 25/06/11.)
A leitura do texto II remete à questão da cidadania, em virtude de que
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Texto I
Vista cansada
Otto Lara Resende
Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.
Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.
Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.
Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.
(Folha de S. Paulo, 23/02/1992.Disponível em www.releituras.com/olresende_vista.asp. Acesso em 11/07/2011.)
Texto II
Turista cego morre afogado na Praia Vermelha
Plantão | Publicada em 06/09/2006 às 22h12m
RJ TV e O Globo

RIO - O para-atleta João Donizete da Silva morreu afogado, na tarde desta quarta-feira, na Praia Vermelha [...]. Coberto com plástico preto, o corpo de João Donizete ficou horas no calçadão da Praia Vermelha e provocou cenas chocantes. Turistas, mais interessados em tirar fotos do Pão de Açúcar, ignoravam o morto. Um japonês, por pouco, não tropeçou no corpo. Um casal também namorava tranquilamente.
(Disponível em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2006/09/06/285572065.asp. Acesso em 25/06/11.)
Em relação aos textos I e II, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O texto II confirma a tese do autor do texto I de que a indiferença é um monstro que se instala no coração.
( ) A banalização com que as pessoas veem a morte defendida no texto I é refletida no texto II.
( ) Em termos de ambiente de trabalho, a temática exposta nos textos relaciona-se à invisibilidade do trabalho de algumas categorias profissionais.
( ) A cena do texto II revela o individualismo que se faz presente na sociedade contemporânea, inclusive nos ambientes de trabalho.
Assinale a sequência correta.
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Leia o texto.
Para Aristóteles, a virtude é um hábito adquirido ou uma disposição permanente, um estado ou qualidade da alma [...]. A tarefa da ética é orientar-nos para a aquisição desse hábito. Que hábito é este? O exercício da vontade sob a orientação da razão para deliberar [...] e escolher [...] ações que permitam satisfazer o apetite e o desejo sem cair num dos extremos. Por isso a curiosa afirmação de Aristóteles de que nos tornamos bons praticando atos bons. A deliberação refere-se aos meios da ação; a escolha, aos seus fins.
(Chauí, M. Introdução à História da Filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles. Vol. 1. São Paulo: Brasiliense, 1994. p. 313).
Com base no texto acima, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A deliberação racional e a escolha fazem parte da ação virtuosa.
( ) A virtude é inata e compõe uma das qualidades de nossa alma.
( ) Na impossibilidade da escolha não há virtude.
( ) As virtudes do caráter são adquiridas pelo hábito.
Assinale a sequência correta.
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A coluna da esquerda apresenta períodos significativos da dinâmica populacional do Estado de Mato Grosso e a da direita, algumas das suas características. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 – A partir de 1950
2 – A partir de 1970
3 – A partir de 1990
( ) A construção de Brasília, aliada aos primeiros programas de interiorização e integração nacional, impulsionou fluxos migratórios, colaborando para a elevação das taxas de crescimento demográfico.
( ) Alta taxa de crescimento populacional, entretanto, apesar de elevada, mostra a desaceleração do processo devido à diminuição dos incentivos governamentais e valorização das terras agricultáveis.
( ) O crescimento populacional ocorreu de forma mais acelerada, sob o estímulo da política de expansão da fronteira agropecuária e a construção das rodovias federais BR-163, BR-070 e BR-364.
Marque a sequência correta.
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Considere a tabela.
Estrutura Fundiária de Mato Grosso – 1995/96 e 2006
| Grupo de Área total em hectares | Censo Agropecuário 1995/ 1996 | Censo Agropecuário Mato-Grosso/ 2006 | ||||||
| Nº de Estabelecimentos | % | Área (ha) | % | Nº de Estabelecimentos | % | Área (ha) | % | |
| Menos de 10 ha | 9.801 | 12,44 | 46.162,88 | 0,092 | 14.987 | 13,26 | 58.603 | 0,122 |
| De 10 a menos de 50 ha | 22.243 | 28,24 | 606.514,72 | 1,21 | 37.874 | 33,52 | 1.037.878 | 2,17 |
| De 50 a menos de 100 ha | 14.833 | 18,83 | 982.163,59 | 1,97 | 23.900 | 21,15 | 1.544.379 | 3,23 |
| De 100 a menos de 200 ha | 10.733 | 13,62 | 1.385.111,470 | 2,77 | 12.099 | 10,70 | 1.549.185 | 3,24 |
| De 200 a menos de 1000 ha | 13.128 | 16,67 | 5.851.964,82 | 11,73 | 14.478 | 12,81 | 6.560.794 | 13,72 |
| De 1000 a mais hectares | 8.011 | 10,17 | 40.977.745,06 | 82,20 | 8.624 | 7,63 | 37.054.676 | 77,51 |
| Sem declaração | 14 | 0,017 | 0 | 0 | 1.016 | 0,89 | 0 | 0 |
| Total | 78.763 | 100 | 49.849.662,54 | 100 | 112.978 | 100 | 47.805.515 | 100 |
(Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE Organizador: Grupo de Pesquisas em Geografia Agrária e Conservação da Biodiversidade do Pantanal – GECA/UFMT)
(ROSSETTO, Onélia Carmem. Dinâmica Agrária e Transformações Territoriais na Última Década: Resiliencia Camponesa no Eixo da BR-163 e no Pantanal Mato-grossense. Anais do XV Encontro Nacional dos Geógrafos. (16. : 2010. : Porto Alegre, RS). Org. por Alexandrina Luz Conceição; Cristiano Silva da Rocha Diógenes; Evelin Cunha Biondo. – São Paulo, SP : AGB, 2010. Disponível em http://www.agb.org.br/xvieng/anais/index.html. Acesso em 12/07/2011.)
Com base nas informações da tabela e em seus conhecimentos, analise as afirmativas.
I - Ocorreu aumento dos estabelecimentos agropecuários com 1000 ha ou mais entre 1996 e 2006.
II - Os dados contidos na tabela apontam que há um decréscimo considerável da área das propriedades com 1000 ha ou mais.
III - Entre 1995/96 e 2006, ocorreu redução das pequenas propriedades, consideradas entre 200 a menos de 1000 ha.
Está correto o que se afirma em
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Sobre características do senso comum e da ciência, assinale a afirmativa correta.
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