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Atenção: eles não estão entre nós
Estudo independente feito por um grupo de astrônomos e físicos americanos decepcionou novamente a turma que acredita em discos voadores. Depois de avaliar registros das supostas visitas de extraterrestres nos últimos 30 anos, os pesquisadores concluíram que ainda não há evidência concreta de inteligência fora da Terra. A maioria das aparições são, na verdade, fenômenos metereológicos ou testes de aviões militares. Mas restam casos que a ciência não conseguiu entender – o que, segundo os estudiosos, não habilita ninguém a garantir que os ET estejam entre nós. “A ciência tem o que aprender se resolver investigar fenômenos misteriosos atribuídos a discos voadores”, diz o diretor da pesquisa, Peter Sturrock, da Universidade de Stanford, Califórnia. “O maior erro é evitar a investigação por medo do ridículo”, afirma.
(Revista Galileu, nº235.)
No trecho O maior erro é evitar a investigação por medo do ridículo, afirma. a vírgula é usada pelo mesmo motivo que em:
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Atenção: eles não estão entre nós
Estudo independente feito por um grupo de astrônomos e físicos americanos decepcionou novamente a turma que acredita em discos voadores. Depois de avaliar registros das supostas visitas de extraterrestres nos últimos 30 anos, os pesquisadores concluíram que ainda não há evidência concreta de inteligência fora da Terra. A maioria das aparições são, na verdade, fenômenos metereológicos ou testes de aviões militares. Mas restam casos que a ciência não conseguiu entender – o que, segundo os estudiosos, não habilita ninguém a garantir que os ET estejam entre nós. “A ciência tem o que aprender se resolver investigar fenômenos misteriosos atribuídos a discos voadores”, diz o diretor da pesquisa, Peter Sturrock, da Universidade de Stanford, Califórnia. “O maior erro é evitar a investigação por medo do ridículo”, afirma.
(Revista Galileu, nº235.)
Sobre os verbos utilizados no texto, assinale a afirmativa correta.
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Atenção: eles não estão entre nós
Estudo independente feito por um grupo de astrônomos e físicos americanos decepcionou novamente a turma que acredita em discos voadores. Depois de avaliar registros das supostas visitas de extraterrestres nos últimos 30 anos, os pesquisadores concluíram que ainda não há evidência concreta de inteligência fora da Terra. A maioria das aparições são, na verdade, fenômenos metereológicos ou testes de aviões militares. Mas restam casos que a ciência não conseguiu entender – o que, segundo os estudiosos, não habilita ninguém a garantir que os ET estejam entre nós. “A ciência tem o que aprender se resolver investigar fenômenos misteriosos atribuídos a discos voadores”, diz o diretor da pesquisa, Peter Sturrock, da Universidade de Stanford, Califórnia. “O maior erro é evitar a investigação por medo do ridículo”, afirma.
(Revista Galileu, nº235.)
Sobre os recursos linguísticos utilizados, assinale a afirmativa correta.
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Atenção: eles não estão entre nós
Estudo independente feito por um grupo de astrônomos e físicos americanos decepcionou novamente a turma que acredita em discos voadores. Depois de avaliar registros das supostas visitas de extraterrestres nos últimos 30 anos, os pesquisadores concluíram que ainda não há evidência concreta de inteligência fora da Terra. A maioria das aparições são, na verdade, fenômenos metereológicos ou testes de aviões militares. Mas restam casos que a ciência não conseguiu entender – o que, segundo os estudiosos, não habilita ninguém a garantir que os ET estejam entre nós. “A ciência tem o que aprender se resolver investigar fenômenos misteriosos atribuídos a discos voadores”, diz o diretor da pesquisa, Peter Sturrock, da Universidade de Stanford, Califórnia. “O maior erro é evitar a investigação por medo do ridículo”, afirma.
(Revista Galileu, nº235.)
O texto apresenta um único argumento favorável à quem acredita em ET. Que argumento é esse?
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Atenção: eles não estão entre nós
Estudo independente feito por um grupo de astrônomos e físicos americanos decepcionou novamente a turma que acredita em discos voadores. Depois de avaliar registros das supostas visitas de extraterrestres nos últimos 30 anos, os pesquisadores concluíram que ainda não há evidência concreta de inteligência fora da Terra. A maioria das aparições são, na verdade, fenômenos metereológicos ou testes de aviões militares. Mas restam casos que a ciência não conseguiu entender – o que, segundo os estudiosos, não habilita ninguém a garantir que os ET estejam entre nós. “A ciência tem o que aprender se resolver investigar fenômenos misteriosos atribuídos a discos voadores”, diz o diretor da pesquisa, Peter Sturrock, da Universidade de Stanford, Califórnia. “O maior erro é evitar a investigação por medo do ridículo”, afirma.
(Revista Galileu, nº235.)
Em relação ao gênero textual, pode-se afirmar que se trata de
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Posologia e contraindicações: vide bula
O riso, antes restrito a piadas, comédias e conversas informais, tornou-se assunto sério, material de pesquisa. E, depois de muitos estudos, comprovou-se a estreita ligação entre o senso de humor e a vida harmônica da sociedade: aquele que mantém o sorriso no rosto está mais apto a lidar com seus próprios problemas e a se relacionar com os outros.
Primeiramente, o bom humor afasta o desespero trazido pelos obstáculos cotidianos que a vida impõe. Frente a situações difíceis e penosas, é comum que as pessoas tenham reações incoerentes e descontroladas, como considerar tudo incontornável. Nesses casos, o riso funciona como uma luz que clareia a questão e aponta bons caminhos. Enfim, os dotados de senso de humor se mostram menos rígidos e mais pró-ativos na resolução dos problemas do dia a dia.
A segunda capacidade importante desse estado de espírito é plenamente notada nas relações interpessoais. O riso, por constituir uma linguagem universal, já representa um forte fator de aproximação; enquanto o bom humor tem papel essencial na manutenção de qualquer amizade ou coleguismo. Devido ao poder de flexibilidade que essa característica concede, aqueles que a possuem também costumam tolerar mais as diferenças e lidar melhor com as pessoas.
Há, contudo, limites para o humor; não se deve confundir risos descontraídos com gargalhadas maníacas e constantes. Muitas pessoas veem a vida como uma piada eterna, na tentativa de escapar dos obstáculos encontrados, e têm dificuldades para distinguir os momentos em que é preciso manter uma postura séria e lutar pelo que se deseja.
Tanto nas questões individuais quanto nas interpessoais, o bom humor tornou-se pré-requisito, pois traz consigo uma gama enorme de qualidades indispensáveis para a vida em sociedade. Deve-se apenas atentar ao vício do riso para não o transformar em obsessão. Em todos os outros casos, rir é mesmo o melhor remédio e não tem contraindicações.
(Guia do estudante. São Paulo: Abril, 2008.)
As palavras posologia e contraindicações, no título,
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O riso, antes restrito a piadas, comédias e conversas informais, tornou-se assunto sério, material de pesquisa. E, depois de muitos estudos, comprovou-se a estreita ligação entre o senso de humor e a vida harmônica da sociedade: aquele que mantém o sorriso no rosto está mais apto a lidar com seus próprios problemas e a se relacionar com os outros.
Primeiramente, o bom humor afasta o desespero trazido pelos obstáculos cotidianos que a vida impõe. Frente a situações difíceis e penosas, é comum que as pessoas tenham reações incoerentes e descontroladas, como considerar tudo incontornável. Nesses casos, o riso funciona como uma luz que clareia a questão e aponta bons caminhos. Enfim, os dotados de senso de humor se mostram menos rígidos e mais pró-ativos na resolução dos problemas do dia a dia.
A segunda capacidade importante desse estado de espírito é plenamente notada nas relações interpessoais. O riso, por constituir uma linguagem universal, já representa um forte fator de aproximação; enquanto o bom humor tem papel essencial na manutenção de qualquer amizade ou coleguismo. Devido ao poder de flexibilidade que essa característica concede, aqueles que a possuem também costumam tolerar mais as diferenças e lidar melhor com as pessoas.
Há, contudo, limites para o humor; não se deve confundir risos descontraídos com gargalhadas maníacas e constantes. Muitas pessoas veem a vida como uma piada eterna, na tentativa de escapar dos obstáculos encontrados, e têm dificuldades para distinguir os momentos em que é preciso manter uma postura séria e lutar pelo que se deseja.
Tanto nas questões individuais quanto nas interpessoais, o bom humor tornou-se pré-requisito, pois traz consigo uma gama enorme de qualidades indispensáveis para a vida em sociedade. Deve-se apenas atentar ao vício do riso para não o transformar em obsessão. Em todos os outros casos, rir é mesmo o melhor remédio e não tem contraindicações.
(Guia do estudante. São Paulo: Abril, 2008.)
A progressão do texto envolve o uso de elementos coesivos de retomada. Assinale a correlação correta entre os termos constantes do terceiro parágrafo.
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Posologia e contraindicações: vide bula
O riso, antes restrito a piadas, comédias e conversas informais, tornou-se assunto sério, material de pesquisa. E, depois de muitos estudos, comprovou-se a estreita ligação entre o senso de humor e a vida harmônica da sociedade: aquele que mantém o sorriso no rosto está mais apto a lidar com seus próprios problemas e a se relacionar com os outros.
Primeiramente, o bom humora afasta o desespero trazido pelos obstáculos cotidianos que a vida impõe. Frente a situações difíceis e penosas, é comum que as pessoas tenham reações incoerentes e descontroladas, como considerar tudo incontornável. Nesses casos, o riso funciona como uma luzb que clareia a questão e aponta bons caminhos. Enfim, os dotados de senso de humorc se mostram menos rígidos e mais pró-ativos na resolução dos problemas do dia a dia.
A segunda capacidade importante desse estado de espírito é plenamente notada nas relações interpessoais. O riso, por constituir uma linguagem universal, já representa um forte fator de aproximação; enquanto o bom humor tem papel essencial na manutenção de qualquer amizade ou coleguismo. Devido ao poder de flexibilidade que essa característica concede, aqueles que a possuem também costumam tolerar mais as diferenças e lidar melhor com as pessoas.
Há, contudo, limites para o humor; não se deve confundir risos descontraídos com gargalhadas maníacas e constantes. Muitas pessoas veem a vida como uma piada eternad, na tentativa de escapar dos obstáculos encontrados, e têm dificuldades para distinguir os momentos em que é preciso manter uma postura séria e lutar pelo que se deseja.
Tanto nas questões individuais quanto nas interpessoais, o bom humor tornou-se pré-requisito, pois traz consigo uma gama enorme de qualidades indispensáveis para a vida em sociedade. Deve-se apenas atentar ao vício do riso para não o transformar em obsessão. Em todos os outros casos, rir é mesmo o melhor remédio e não tem contraindicações.
(Guia do estudante. São Paulo: Abril, 2008.)
A fim de evitar repetição do termo riso, o produtor utiliza palavras do mesmo campo de sentido. Marque a alternativa em que isso NÃO ocorre.
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O riso, antes restrito a piadas, comédias e conversas informais, tornou-se assunto sério, material de pesquisa. E, depois de muitos estudos, comprovou-se a estreita ligação entre o senso de humor e a vida harmônica da sociedade: aquele que mantém o sorriso no rosto está mais apto a lidar com seus próprios problemas e a se relacionar com os outros.
Primeiramente, o bom humor afasta o desespero trazido pelos obstáculos cotidianos que a vida impõe. Frente a situações difíceis e penosas, é comum que as pessoas tenham reações incoerentes e descontroladas, como considerar tudo incontornável. Nesses casos, o riso funciona como uma luz que clareia a questão e aponta bons caminhos. Enfim, os dotados de senso de humor se mostram menos rígidos e mais pró-ativos na resolução dos problemas do dia a dia.
A segunda capacidade importante desse estado de espírito é plenamente notada nas relações interpessoais. O riso, por constituir uma linguagem universal, já representa um forte fator de aproximação; enquanto o bom humor tem papel essencial na manutenção de qualquer amizade ou coleguismo. Devido ao poder de flexibilidade que essa característica concede, aqueles que a possuem também costumam tolerar mais as diferenças e lidar melhor com as pessoas.
Há, contudo, limites para o humor; não se deve confundir risos descontraídos com gargalhadas maníacas e constantes. Muitas pessoas veem a vida como uma piada eterna, na tentativa de escapar dos obstáculos encontrados, e têm dificuldades para distinguir os momentos em que é preciso manter uma postura séria e lutar pelo que se deseja.
Tanto nas questões individuais quanto nas interpessoais, o bom humor tornou-se pré-requisito, pois traz consigo uma gama enorme de qualidades indispensáveis para a vida em sociedade. Deve-se apenas atentar ao vício do riso para não o transformar em obsessão. Em todos os outros casos, rir é mesmo o melhor remédio e não tem contraindicações.
(Guia do estudante. São Paulo: Abril, 2008.)
Em relação à linguagem utilizada, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Na tessitura do texto, os parágrafos 2, 3 e 4 apresentam argumentos que fortalecem o ponto de vista defendido pelo autor.
( ) O texto foi construído em registro informal com tom oral.
( ) Em o riso funciona como uma luz, a comparação revela sentido conotativo.
( ) O conector contudo relaciona ideia contrastante, de adversidade em relação ao que foi posto.
Marque a sequência correta.
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O riso, antes restrito a piadas, comédias e conversas informais, tornou-se assunto sério, material de pesquisa. E, depois de muitos estudos, comprovou-se a estreita ligação entre o senso de humor e a vida harmônica da sociedade: aquele que mantém o sorriso no rosto está mais apto a lidar com seus próprios problemas e a se relacionar com os outros.
Primeiramente, o bom humor afasta o desespero trazido pelos obstáculos cotidianos que a vida impõe. Frente a situações difíceis e penosas, é comum que as pessoas tenham reações incoerentes e descontroladas, como considerar tudo incontornável. Nesses casos, o riso funciona como uma luz que clareia a questão e aponta bons caminhos. Enfim, os dotados de senso de humor se mostram menos rígidos e mais pró-ativos na resolução dos problemas do dia a dia.
A segunda capacidade importante desse estado de espírito é plenamente notada nas relações interpessoais. O riso, por constituir uma linguagem universal, já representa um forte fator de aproximação; enquanto o bom humor tem papel essencial na manutenção de qualquer amizade ou coleguismo. Devido ao poder de flexibilidade que essa característica concede, aqueles que a possuem também costumam tolerar mais as diferenças e lidar melhor com as pessoas.
Há, contudo, limites para o humor; não se deve confundir risos descontraídos com gargalhadas maníacas e constantes. Muitas pessoas veem a vida como uma piada eterna, na tentativa de escapar dos obstáculos encontrados, e têm dificuldades para distinguir os momentos em que é preciso manter uma postura séria e lutar pelo que se deseja.
Tanto nas questões individuais quanto nas interpessoais, o bom humor tornou-se pré-requisito, pois traz consigo uma gama enorme de qualidades indispensáveis para a vida em sociedade. Deve-se apenas atentar ao vício do riso para não o transformar em obsessão. Em todos os outros casos, rir é mesmo o melhor remédio e não tem contraindicações.
(Guia do estudante. São Paulo: Abril, 2008.)
Assinale a ideia central do texto.
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