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Foram encontradas 375 questões.

2418121 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: UNEMAT
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder à questão.

Enunciado 2959252-1

(Revista VOCÊ RH. MAI/JUN-2011, p. 17.)

Para o desenvolvimento do trabalho em equipe, é necessário que

 

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2418120 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: UNEMAT
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder à questão.

Enunciado 2959251-1

(Revista VOCÊ RH. MAI/JUN-2011, p. 17.)

O texto indica que uma das maiores dificuldades no processo de gerenciamento de equipe está relacionada com o modo de lidar com as questões entre os funcionários. Sobre conflitos no ambiente de trabalho, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) As desavenças pessoais na instituição favorecem o desenvolvimento de trabalhos colaborativos.
( ) A divergência no ambiente organizacional pode afetar o fluxo do trabalho.
( ) A negociação é uma estratégia adequada para lidar com o conflito.
( ) A construção de relacionamentos colaborativos compreende uma das estratégias para evitar conflitos.

Assinale a sequência correta.

 

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2418119 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: UNEMAT
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INSTRUÇÃO: Leia o texto abaixo para responder à questão.

Enunciado 2959250-1

(Revista VOCÊ RH. MAI/JUN-2011, p. 17.)

Depreende-se da leitura do texto que um dos obstáculos da função do líder está relacionado com a supervisão de pessoas. NÃO constitui característica de um líder:

 

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2418118 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: UNEMAT
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A respeito do processo de comunicação para o desenvolvimento da relação interpessoal, assinale a afirmativa correta.

 

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2418117 Ano: 2011
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: UFMT
Orgão: UNEMAT
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A cidadania está diretamente vinculada aos direitos humanos, que teve seu reconhecimento formal com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Organização das Nações Unidas (ONU). Assinale a afirmativa que NÃO constitui um direito humano.

 

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2418116 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFMT
Orgão: UNEMAT
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Texto I

Vista cansada

Otto Lara Resende

Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

(Folha de S. Paulo, 23/02/1992.Disponível em www.releituras.com/olresende_vista.asp. Acesso em 11/07/2011.)

Texto II
Turista cego morre afogado na Praia Vermelha
Plantão | Publicada em 06/09/2006 às 22h12m

RJ TV e O Globo

Enunciado 2959247-1

RIO - O para-atleta João Donizete da Silva morreu afogado, na tarde desta quarta-feira, na Praia Vermelha [...]. Coberto com plástico preto, o corpo de João Donizete ficou horas no calçadão da Praia Vermelha e provocou cenas chocantes. Turistas, mais interessados em tirar fotos do Pão de Açúcar, ignoravam o morto. Um japonês, por pouco, não tropeçou no corpo. Um casal também namorava tranquilamente.

(Disponível em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2006/09/06/285572065.asp. Acesso em 25/06/11.)

No texto I, para exemplificar a percepção sobre o outro, o autor relata o caso de um profissional que durante 32 anos nunca atentou à figura do porteiro do prédio no qual trabalhava. Sobre o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho, analise as afirmativas.

I - O relacionamento entre as pessoas está intimamente associado à eficácia do processo de comunicação interpessoal.

II - A empatia possibilita criação de situações desfavoráveis para o relacionamento interpessoal.

III - A eficácia do desenvolvimento interpessoal necessita de que o ser humano conheça a si mesmo, bem como as pessoas com quem se relaciona no ambiente de trabalho.

IV - No ambiente organizacional, valorizar o outro compreende fator irrelevante para a efetividade nas relações interpessoais.

Estão corretas as afirmativas

 

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2418115 Ano: 2011
Disciplina: Sociologia
Banca: UFMT
Orgão: UNEMAT
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Texto I

Vista cansada

Otto Lara Resende

Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

(Folha de S. Paulo, 23/02/1992.Disponível em www.releituras.com/olresende_vista.asp. Acesso em 11/07/2011.)

Texto II
Turista cego morre afogado na Praia Vermelha
Plantão | Publicada em 06/09/2006 às 22h12m

RJ TV e O Globo

Enunciado 2959246-1

RIO - O para-atleta João Donizete da Silva morreu afogado, na tarde desta quarta-feira, na Praia Vermelha [...]. Coberto com plástico preto, o corpo de João Donizete ficou horas no calçadão da Praia Vermelha e provocou cenas chocantes. Turistas, mais interessados em tirar fotos do Pão de Açúcar, ignoravam o morto. Um japonês, por pouco, não tropeçou no corpo. Um casal também namorava tranquilamente.

(Disponível em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2006/09/06/285572065.asp. Acesso em 25/06/11.)

A leitura do texto II remete à questão da cidadania, em virtude de que

 

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2418114 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: UFMT
Orgão: UNEMAT
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Texto I

Vista cansada

Otto Lara Resende

Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.

Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio.

Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. Dava-lhe bom dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.

Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.

Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia a dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.

(Folha de S. Paulo, 23/02/1992.Disponível em www.releituras.com/olresende_vista.asp. Acesso em 11/07/2011.)

Texto II
Turista cego morre afogado na Praia Vermelha
Plantão | Publicada em 06/09/2006 às 22h12m

RJ TV e O Globo

Enunciado 2959245-1

RIO - O para-atleta João Donizete da Silva morreu afogado, na tarde desta quarta-feira, na Praia Vermelha [...]. Coberto com plástico preto, o corpo de João Donizete ficou horas no calçadão da Praia Vermelha e provocou cenas chocantes. Turistas, mais interessados em tirar fotos do Pão de Açúcar, ignoravam o morto. Um japonês, por pouco, não tropeçou no corpo. Um casal também namorava tranquilamente.

(Disponível em http://oglobo.globo.com/rio/mat/2006/09/06/285572065.asp. Acesso em 25/06/11.)

Em relação aos textos I e II, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O texto II confirma a tese do autor do texto I de que a indiferença é um monstro que se instala no coração.

( ) A banalização com que as pessoas veem a morte defendida no texto I é refletida no texto II.

( ) Em termos de ambiente de trabalho, a temática exposta nos textos relaciona-se à invisibilidade do trabalho de algumas categorias profissionais.

( ) A cena do texto II revela o individualismo que se faz presente na sociedade contemporânea, inclusive nos ambientes de trabalho.

Assinale a sequência correta.

 

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Leia o texto.

Para Aristóteles, a virtude é um hábito adquirido ou uma disposição permanente, um estado ou qualidade da alma [...]. A tarefa da ética é orientar-nos para a aquisição desse hábito. Que hábito é este? O exercício da vontade sob a orientação da razão para deliberar [...] e escolher [...] ações que permitam satisfazer o apetite e o desejo sem cair num dos extremos. Por isso a curiosa afirmação de Aristóteles de que nos tornamos bons praticando atos bons. A deliberação refere-se aos meios da ação; a escolha, aos seus fins.

(Chauí, M. Introdução à História da Filosofia: dos pré-socráticos a Aristóteles. Vol. 1. São Paulo: Brasiliense, 1994. p. 313).

Com base no texto acima, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A deliberação racional e a escolha fazem parte da ação virtuosa.
( ) A virtude é inata e compõe uma das qualidades de nossa alma.
( ) Na impossibilidade da escolha não há virtude.
( ) As virtudes do caráter são adquiridas pelo hábito.

Assinale a sequência correta.

 

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A coluna da esquerda apresenta períodos significativos da dinâmica populacional do Estado de Mato Grosso e a da direita, algumas das suas características. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.

1 – A partir de 1950

2 – A partir de 1970

3 – A partir de 1990

( ) A construção de Brasília, aliada aos primeiros programas de interiorização e integração nacional, impulsionou fluxos migratórios, colaborando para a elevação das taxas de crescimento demográfico.

( ) Alta taxa de crescimento populacional, entretanto, apesar de elevada, mostra a desaceleração do processo devido à diminuição dos incentivos governamentais e valorização das terras agricultáveis.

( ) O crescimento populacional ocorreu de forma mais acelerada, sob o estímulo da política de expansão da fronteira agropecuária e a construção das rodovias federais BR-163, BR-070 e BR-364.

Marque a sequência correta.

 

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