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Em pacientes com câncer de ovário de alto grau que foram tratadas com cirurgia com citorredução incompleta, seguida de quimioterapia sistêmica com carboplatina, paclitaxel e bevacizumabe, a melhor conduta é:
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Em pacientes com carcinoma de ovário de alto grau, tratadas inicialmente com cirurgia com citorredução completa e quimioterapia sistêmica com carboplatina e paclitaxel, que recorreram com carcinomatose peritoneal em 3 meses após o último ciclo de quimioterapia, a melhor conduta é:
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Estima-se que 50% das pacientes com câncer de ovário epitelial apresentem deficiência da recombinação homóloga. Uma das maneiras de aferir essa característica é a determinação do escore de instabilidade genômica. Para determinação desse escore, são avaliados(as):
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Paciente de 67 anos de idade, com antecedentes de carcinoma seroso de alto grau de ovário aos 63 anos, estádio IIIC, foi tratada inicialmente com citorredução completa, seguida de quimioterapia adjuvante com carboplatina AUC6 e paclitaxel 175 mg/m2, a cada 21 dias, por 6 ciclos. Há dois meses apresenta dispepsia leve, com exame físico normal, ECOG 0. Exames de imagem revelaram linfonodos retroperitoneais aumentados, carcinomatose peritoneal, sem sinais de ascite, sem comprometimento de órgãos parenquimatosos. CA125 = 240 UI/dL.
A respeito deste caso, assinale a alternativa correta.
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Paciente de 33 anos de idade procura serviço médico por apresentar nódulo palpável de 2 cm sem comprometimento cutâneo em QIM de mama direita, sem linfonodos palpáveis em axilas. É realizada ultrassonografia, com a presença de imagem nodular de 2,2 cm nessa mama, sem linfonodos comprometidos, BIRADS4. Mamografia da mesma data com área de assimetria em QIM da mama direita, BIRADS3. A seguir, é realizada mamotomia. Anatomopatológico: AP: proliferação epitelial em meio a esclerose estromal, lesão presente em 10% da amostra. IHQ: CD10 negativo, HER2 escore 0, Ki67 positivo 5%, receptor de estrogênio positivo 100%, receptor de progesterona positivo 30%, p63 negativo. Conclusão: lesão compatível com carcinoma invasivo.
Neste caso,
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Leia o caso a seguir para responder à questão a seguir:
Paciente do sexo feminino, de 60 anos de idade, notou espessamento em região retroareolar de mama esquerda. Procurou serviço médico, e foram solicitados exames. O exame físico mostra nódulo retroareolar em mama esquerda de aproximadamente 3 cm e um linfonodo ipsilateral, palpável, móvel, de 2 cm. A ultrassonografia mostrou imagem hipoecoide, de limites imprecisos, com focos ecogênicos centrais, medindo cerca de 2,9 x 1,2 cm, em região retroareolar, com áreas ductais centrais em mama esquerda. Mama direita sem achados relevantes. Presença de um linfonodo axilar esquerdo de 2 cm. BI-RADS4. A mamografia realizada na mesma data mostrou região de aumento da densidade glandular, retroareolar, de limites espiculados. BI-RADS4. A biopsia da lesão da mama esquerda mostrou carcinoma invasivo tipo não especial, grau 2 histológico, grau 3 nuclear, com presença de invasão linfovascular. Imunohistoquímica: receptor de estrogênio positivo 90%, receptor de progesterona positivo 20%, HER2 escore 2+. Resultado do ISH:
• Gene HER2: média de 8,6 cópias por célula
• Centrômero 17: média de 1,0 cópia por célula
• Relação gene HER2 / CEN17: 8,6 em 20 células contadas (Grupo 5)
Após a biópsia da mama, a paciente realizou tomografia computadorizada de tórax, abdome superior e pelve e cintilografia óssea com MDP-99mTC. Não foram encontradas imagens sugestivas de metástases em nenhum desses exames. A paciente não apresenta comorbidades, e a função hepática e renal e hemograma são normais. Ecocardiograma dentro da normalidade. O melhor tratamento inicial
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Leia o caso a seguir para responder à questão a seguir:
Paciente do sexo feminino, de 60 anos de idade, notou espessamento em região retroareolar de mama esquerda. Procurou serviço médico, e foram solicitados exames. O exame físico mostra nódulo retroareolar em mama esquerda de aproximadamente 3 cm e um linfonodo ipsilateral, palpável, móvel, de 2 cm. A ultrassonografia mostrou imagem hipoecoide, de limites imprecisos, com focos ecogênicos centrais, medindo cerca de 2,9 x 1,2 cm, em região retroareolar, com áreas ductais centrais em mama esquerda. Mama direita sem achados relevantes. Presença de um linfonodo axilar esquerdo de 2 cm. BI-RADS4. A mamografia realizada na mesma data mostrou região de aumento da densidade glandular, retroareolar, de limites espiculados. BI-RADS4. A biopsia da lesão da mama esquerda mostrou carcinoma invasivo tipo não especial, grau 2 histológico, grau 3 nuclear, com presença de invasão linfovascular. Imunohistoquímica: receptor de estrogênio positivo 90%, receptor de progesterona positivo 20%, HER2 escore 2+. Resultado do ISH:
• Gene HER2: média de 8,6 cópias por célula
• Centrômero 17: média de 1,0 cópia por célula
• Relação gene HER2 / CEN17: 8,6 em 20 células contadas (Grupo 5)
A respeito do caso apresentado, é correto concluir que
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Em pacientes com carcinoma de ovário, está indicada a pesquisa de mutações germinativas em BRCA1 e BRCA2 e pesquisa de deficiência de recombinação homóloga nas histologias
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Em pacientes com diagnóstico de carcinoma seroso de alto grau de tuba uterina, estádio II da FIGO, com mutação germinativa de BRCA1, que foram operadas com ressecção completa, seguida de seis ciclos de quimioterapia sistêmica adjuvante, o tratamento de manutenção
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Paciente de 45 anos de idade, do sexo feminino, realiza mamografia de rastreamento e nela são identificadas microcalcificações agrupadas em mama esquerda. Biópsia da região revela carcinoma ductal in situ. A paciente é encaminhada para quadrantectomia, na qual toda lesão é retirada, com anatomopatológico mostrando carcinoma ductal in situ de 5 cm em sua maior extensão. As margens são livres. Também é encontrada área de carcinoma invasivo tipo não especial de 0.8 cm. Pesquisa de linfonodo sentinela positiva (1/3 linfonodos retirados, presença de macrometástase). A imunohistoquímica da lesão invasora mostra neoplasia com receptor de estrogênio positivo em 80%, receptor de progesterona positivo em 70%, Ki67 positivo em 30% e HER2 positivo (escore 3+/3+). Neste caso, o tratamento adjuvante
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