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Foram encontradas 50 questões.

1353941 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
Utilize o texto I para responder a questão.
Profissionalismo como religião
Logo que mudei para a França, tive de levar meu carro para consertar. Ao buscá-lo, perguntei se havia ficado bom. O mecânico não entendeu. Na cabeça dele, se entregou a chave e a conta, nada mais a esclarecer sobre o conserto. Mais à frente, decidi atapetar um quartinho. O tapeceiro propôs uma solução que me pareceu complicada. Perguntei se não poderia, simplesmente, colar o tapete. O homem se empertigou: ”O senhor pode colar, mas, como sou profissional, eu não posso fazer isso”. Pronunciou a palavra “profissional” com solenidade e demarcou um fosso entre o que permite a prática consagrada e o que lambões e pobres mortais como eu podem perpetrar.
Acostumamo-nos com a ideia de que, se pagamos mais ou menos, conseguimos algo mais ou menos. Para a excelência, pagamos generosamente. Mas lembremo-nos das milenares corporações de ofício, com suas tradições e rituais. Na Europa, e alhures, aprender um ofício era como uma conversão religiosa. O aprendiz passava a acreditar naquela profissão e nos seus cânones. Padrões de qualidade eram cobrados durante todo o aprendizado. Ao fim do ciclo de sete anos, o aprendiz produzia a sua “obra prima” (obra primeira), a fim de evidenciar que atingira os níveis de perfeição exigidos. Em Troyes, na França, há um museu com as melhores peças elaboradas para demonstrar maestria na profissão. Carpinteiros alardeavam o seu virtuosismo pela construção meticulosa das suas caixas de ferramentas. Na Alemanha, sobrevivem em algumas corporações de ofício as vestimentas tradicionais. Para carpinteiros, terno de veludo preto, calça boca de sino e chapéu de aba larga. É com orgulho que exibem nas ruas esses trajes.
Essa incursão na história das corporações serve para realçar que nem só de mercado vive o mundo atual. Aqueles países com forte tradição de profissionalismo disso se beneficiam vastamente. Nada de fiscalizar para ver se ficou benfeito. O fiscal severo e intransigente está de prontidão dentro do profissional. É pena que os sindicatos, herdeiros das corporações, pouco se ocupem hoje de qualidade e virtuosismo. Se pagarmos com magnanimidade, o verdadeiro profissional executará a obra com perfeição. Se pagarmos miseravelmente, ele a executará com igual perfeição. É assim, ele só sabe fazer bem, pois incorporou a ideologia da perfeição. Não apenas não sabe fazer de qualquer jeito, mas sua felicidade se constrói na busca da excelência. Sociedades sem tradição de profissionalismo precisam de exércitos de tomadores de conta (que terminam por subtrair do que poderia ser pago a um profissional com sua própria fiscalização interior). Nelas, capricho é uma religião com poucos seguidores. Sai benfeito quando alguém espreita. Sai matado quando ninguém está olhando.
Existe relação entre o que pagamos e a qualidade obtida. Mas não é só isso. O profissionalismo define padrões de conduta e excelência que não estão à venda. Verniz sem rugas traz felicidade a quem o aplicou. Juntas não têm gretas, mesmo em locais que não estão à vista. Ou seja, foram feitas para a paz interior do marceneiro e não para o cliente, incapaz de perceber diferenças. A lâmina do formão pode fazer a barba do seu dono. O lanterneiro fica feliz se ninguém reconhece que o carro foi batido. Onde entra uma chave de estria, não se usa chave aberta na porca. Alicate nela? Nem pensar! Essa tradição de qualidade nas profissões manuais é caudatária das corporações medievais. Mas sobrevive hoje, em maior ou menor grau, em todo mundo do trabalho. O cirurgião quer fazer uma sutura perfeita. Para o advogado, há uma beleza indescritível em uma petição bem lavrada, que o cliente jamais notará. Quantas dezenas de vezes tive de retrabalhar os parágrafos deste ensaio?
Tudo funciona melhor em uma sociedade em que domina o profissionalismo de sua força de trabalho. Mas isso só acontecerá como resultado de muito esforço em lapidar os profissionais. Isso leva tempo e custa dinheiro. É preciso uma combinação harmônica entre aprender o gesto profissional, desenvolver a inteligência que o orienta e o processo quase litúrgico de transmissão dos valores do ofício. Em tempo: amadores não formam profissionais.
Fonte: CASTRO, Cláudio de Moura. In: Revista VEJA, n.
2219, p.28.
Em cada uma das alternativas, a seguir, foram colocados trechos originais do texto. Após as barras, esses mesmos trechos foram reescritos. Assinale a alternativa em que a reescrita INVERTE o significado dado pelo fragmento original.
 

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1353899 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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De acordo com o Decreto n. 93.872/86, art. 35, o empenho de despesas não liquidadas será considerado anulado em 31 de dezembro, para todos os fins, SALVO quando:
 

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387532 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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É a modalidade de Licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas.
Esta definição é denominada:
 

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1497865 Ano: 2012
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
No que se refere aos instrumentos de controle dos atos da Administração Pública, é CORRETO afirmar que:
Questão Anulada

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1497827 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Julgue os itens CERTOS (C) ou ERRADOS (E) de acordo com a Portaria 448/2002-STN. Em seguida, marque a alternativa com a CORRETA equivalência.
( ) Material de Consumo, aquele que, em razão de seu uso corrente e da definição da Lei n. 4.30/1964, perde normalmente sua identidade física e/ou tem sua utilização limitada a dois anos.
( ) Material Permanente, aquele que, em razão de seu uso corrente, não perde a sua identidade física, e/ou tem uma durabilidade superior a dois anos.
( ) Na classificação da despesa, não serão adotados parâmetros excludentes.
( ) A despesa com confecção de material por encomenda só deverá ser classificada como serviços de terceiros se o próprio órgão ou entidade fornecer matéria-prima. Caso contrário, deverá ser classificada na natureza 449052, em se tratando de confecção de material permanente, ou na natureza 339030, se material de consumo.
( ) Para classificação das despesas de pequeno vulto, não deverá ser utilizada a conta corrente, somente a durabilidade e a fragilidade do bem.
Questão Anulada

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1487535 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Considerando a Resolução CFC n. 1.282/2010, o Princípio da Oportunidade refere-se:
Questão Desatualizada

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1487534 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Sobre o Plano de Contas da Administração Pública, é CORRETO afirmar que:
Questão Desatualizada

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1487390 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Considerando a Resolução CFC 1.137/2008, assinale a alternativa INCORRETA.
Questão Desatualizada

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1487375 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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A Resolução CFC n 1.111/2007 estabelece que as Receitas são consideradas realizadas, EXCETO quando:
Questão Desatualizada

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1497868 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UNIFAP
Orgão: UNIFAP
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Considere as proposições a seguir:
I- Patrimônio Público é o conjunto de direitos e bens, tangíveis ou intangíveis, onerados ou não, adquiridos, formados, produzidos, recebidos, mantidos ou utilizados pelas entidades do setor público, que seja portador ou represente um fluxo de benefícios, presente ou futuro, inerente à prestação de serviços públicos ou à exploração econômica por entidades do setor público e suas obrigações.
II- Contabilidade Aplicada ao Setor Público é o ramo da ciência contábil que aplica, no processo gerador de informações, os Princípios Fundamentais de Contabilidade e as normas contábeis direcionadas ao controle de entidades do setor público.
III- Recurso Público é o fluxo de ingressos financeiros, oriundo ou gerindo por entidades do setor público.
Pode-se afirmar que:
Questão Anulada e Desatualizada

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