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Texto D

Figura disponível em: http://www.uff.br/portalmultimidia/polifonia/historiaemquadrinhos.pdf
Assinale a alternativa incorreta.
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B)
Tuiuiú (jabiru)
O tuiuiú é uma das maiores aves da América do Sul e habita somente o continente americano (América do Sul e América Central). É o animal símbolo do Pantanal. A principal característica é o pescoço vermelho, contrastando com a cabeça preta e o corpo branco. Tem pernas longas, ideal para caçar peixes e crustáceos em águas rasas. A envergadura (distância entre as pontas das asas) supera os 2,50m em animais adultos. O tuiuiú pode medir mais de 1,40m e pesar até dez quilos (...).
(Disponível em: http://pesquisa-total.com/animais/tuiuiu.htm)
C)
Mosca dependurada na beira de um ralo –
Acho mais importante do que uma joia pendente.
Os pequenos invólucros para múmias de passarinhos que os antigos egípcios faziam
Acho mais importante do que o sarcófago de Tutancâmon.
O homem que deixou a vida por se sentir um esgoto –
Acho mais importante do que uma Usina Nuclear.
Aliás, o cu de uma formiga é também muito mais importante do que uma Usina Nuclear.
As coisas que não têm dimensões são muito importantes
Assim, o pássaro tu-you-you é mais importante por seus pronomes do que por seu tamanho de crescer.
É no ínfimo que vejo a exuberância.
(BARROS, Manoel de. Livro sobre Nada. 13ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. p. 55.)
Em “Assim, o pássaro tu-you-you é mais importante por seus pronomes do que por seu tamanho de crescer”, há uma alusão:
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B)
Tuiuiú (jabiru)
O tuiuiú é uma das maiores aves da América do Sul e habita somente o continente americano (América do Sul e América Central). É o animal símbolo do Pantanal. A principal característica é o pescoço vermelho, contrastando com a cabeça preta e o corpo branco. Tem pernas longas, ideal para caçar peixes e crustáceos em águas rasas. A envergadura (distância entre as pontas das asas) supera os 2,50m em animais adultos. O tuiuiú pode medir mais de 1,40m e pesar até dez quilos (...).
(Disponível em: http://pesquisa-total.com/animais/tuiuiu.htm)
C)
Mosca dependurada na beira de um ralo –
Acho mais importante do que uma joia pendente.
Os pequenos invólucros para múmias de passarinhos que os antigos egípcios faziam
Acho mais importante do que o sarcófago de Tutancâmon.
O homem que deixou a vida por se sentir um esgoto –
Acho mais importante do que uma Usina Nuclear.
Aliás, o cu de uma formiga é também muito mais importante do que uma Usina Nuclear.
As coisas que não têm dimensões são muito importantes
Assim, o pássaro tu-you-you é mais importante por seus pronomes do que por seu tamanho de crescer.
É no ínfimo que vejo a exuberância.
(BARROS, Manoel de. Livro sobre Nada. 13ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. p. 55.)
Analise as seguintes afirmativas e assinale a sequência correta.
I. Enquanto o texto B, por suas características, é um texto descritivo e informativo, no qual predomina a função referencial da linguagem, o texto C é classificado como texto poético pelo arranjo estético e pela carga simbólica das palavras.
II. Tanto o texto B quanto o texto C cumprem sua função informativa ao descrever o tamanho da ave.
III. Diferentemente do texto B, no qual as letras maiúsculas em América do Sul, América Central e Pantanal indicam tratar-se de nomes próprios, no texto C a utilização de iniciais maiúsculas na grafia de Usina Nuclear intensifica o tamanho do elemento representado.
IV. A mobilização de um léxico específico, no texto C, contribui para o efeito de oposição entre pequenez e grandeza.
V. Como os dicionários registram mais de uma grafia correta para a palavra tuiuiú, optou-se, no primeiro texto, por seu caráter informativo, pela grafia que se usa para o sentido denotativo deste vocábulo.
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Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não sabem fazer contas com centavos
Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.
De acordo com o estudo, feito pelo economista Ernesto Faria, 89,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental tiveram desempenho “abaixo do básico” e “básico” na disciplina. Isso quer dizer que tiraram notas menores que 300 na prova – em uma escala que chega a 425 em matemática e a 350 em português.
Tirar menos que 300 significa, segundo um documento do MEC (Ministério da Educação) que divide as notas em faixas, que o estudante não consegue fazer operações de adição, subtração, divisão ou multiplicação que envolvam centavos em unidades monetárias, resolver problemas com porcentagens ou reconhecer um círculo e uma circunferência.
As classificações são usadas pelo movimento Todos pela Educação e por alguns Estados para “categorizar” o conhecimento estudantil e têm quatro níveis: “abaixo do básico”, “básico”, “adequado” e “avançado”. Um estudante no nível “básico”, por exemplo, tem domínio mínimo do conteúdo que deveria saber; um do “adequado”, por sua vez, tem domínio pleno.
No caso de matemática, no 9º ano do fundamental, “abaixo do básico” significa uma nota entre 125 e 225; “básico”, entre 225 e 300; “adequado”, entre 300 e 350; “avançado”, entre 350 e 500. Esses números variam com a disciplina e a série.
Porcentagem de alunos nos níveis adequado e avançado nos Estados

Notas:
Os dados são referentes à Prova Brasil 2009 e abrangem somente escolas públicas. A classificação em níveis é utilizada pelo Todos pela Educação e por alguns Estados.
Fonte: Prova Brasil 2009 / Tabulação Ernesto Martins Faria

Excerto de: TARGINO, Rafael. Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não
sabem fazer contas com centavos. UOL Educação. 21/12/2011. Disponível em:
<http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/21/nove-em-cada-dez-alunos-do-
9-ano-de-escolas-publicas-nao-sabem-fazer-contas-com centavos.htm>
Pode-se concluir pelas figuras que ilustram a notícia:
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Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não sabem fazer contas com centavos
Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.
De acordo com o estudo, feito pelo economista Ernesto Faria, 89,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental tiveram desempenho “abaixo do básico” e “básico” na disciplina. Isso quer dizer que tiraram notas menores que 300 na prova – em uma escala que chega a 425 em matemática e a 350 em português.
Tirar menos que 300 significa, segundo um documento do MEC (Ministério da Educação) que divide as notas em faixas, que o estudante não consegue fazer operações de adição, subtração, divisão ou multiplicação que envolvam centavos em unidades monetárias, resolver problemas com porcentagens ou reconhecer um círculo e uma circunferência.
As classificações são usadas pelo movimento Todos pela Educação e por alguns Estados para “categorizar” o conhecimento estudantil e têm quatro níveis: “abaixo do básico”, “básico”, “adequado” e “avançado”. Um estudante no nível “básico”, por exemplo, tem domínio mínimo do conteúdo que deveria saber; um do “adequado”, por sua vez, tem domínio pleno.
No caso de matemática, no 9º ano do fundamental, “abaixo do básico” significa uma nota entre 125 e 225; “básico”, entre 225 e 300; “adequado”, entre 300 e 350; “avançado”, entre 350 e 500. Esses números variam com a disciplina e a série.
Porcentagem de alunos nos níveis adequado e avançado nos Estados

Notas:
Os dados são referentes à Prova Brasil 2009 e abrangem somente escolas públicas. A classificação em níveis é utilizada pelo Todos pela Educação e por alguns Estados.
Fonte: Prova Brasil 2009 / Tabulação Ernesto Martins Faria

Excerto de: TARGINO, Rafael. Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não
sabem fazer contas com centavos. UOL Educação. 21/12/2011. Disponível em:
<http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/21/nove-em-cada-dez-alunos-do-
9-ano-de-escolas-publicas-nao-sabem-fazer-contas-com centavos.htm>
Considere as regras de acentuação dos vocábulos abaixo. Assinale a alternativa cujas justificativas para a acentuação gráfica não apresentam a mesma sequência.
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Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não sabem fazer contas com centavos
Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.
De acordo com o estudo, feito pelo economista Ernesto Faria, 89,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental tiveram desempenho “abaixo do básico” e “básico” na disciplina. Isso quer dizer que tiraram notas menores que 300 na prova – em uma escala que chega a 425 em matemática e a 350 em português.
Tirar menos que 300 significa, segundo um documento do MEC (Ministério da Educação) que divide as notas em faixas, que o estudante não consegue fazer operações de adição, subtração, divisão ou multiplicação que envolvam centavos em unidades monetárias, resolver problemas com porcentagens ou reconhecer um círculo e uma circunferência.
As classificações são usadas pelo movimento Todos pela Educação e por alguns Estados para “categorizar” o conhecimento estudantil e têm quatro níveis: “abaixo do básico”, “básico”, “adequado” e “avançado”. Um estudante no nível “básico”, por exemplo, tem domínio mínimo do conteúdo que deveria saber; um do “adequado”, por sua vez, tem domínio pleno.
No caso de matemática, no 9º ano do fundamental, “abaixo do básico” significa uma nota entre 125 e 225; “básico”, entre 225 e 300; “adequado”, entre 300 e 350; “avançado”, entre 350 e 500. Esses números variam com a disciplina e a série.
Porcentagem de alunos nos níveis adequado e avançado nos Estados

Notas:
Os dados são referentes à Prova Brasil 2009 e abrangem somente escolas públicas. A classificação em níveis é utilizada pelo Todos pela Educação e por alguns Estados.
Fonte: Prova Brasil 2009 / Tabulação Ernesto Martins Faria

Excerto de: TARGINO, Rafael. Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não
sabem fazer contas com centavos. UOL Educação. 21/12/2011. Disponível em:
<http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/21/nove-em-cada-dez-alunos-do-
9-ano-de-escolas-publicas-nao-sabem-fazer-contas-com centavos.htm>
No primeiro período do texto, o verbo “saber” concorda com:
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Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não sabem fazer contas com centavos
Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.
De acordo com o estudo, feito pelo economista Ernesto Faria, 89,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental tiveram desempenho “abaixo do básico” e “básico” na disciplina. Isso quer dizer que tiraram notas menores que 300 na prova – em uma escala que chega a 425 em matemática e a 350 em português.
Tirar menos que 300 significa, segundo um documento do MEC (Ministério da Educação) que divide as notas em faixas, que o estudante não consegue fazer operações de adição, subtração, divisão ou multiplicação que envolvam centavos em unidades monetárias, resolver problemas com porcentagens ou reconhecer um círculo e uma circunferência.
As classificações são usadas pelo movimento Todos pela Educação e por alguns Estados para “categorizar” o conhecimento estudantil e têm quatro níveis: “abaixo do básico”, “básico”, “adequado” e “avançado”. Um estudante no nível “básico”, por exemplo, tem domínio mínimo do conteúdo que deveria saber; um do “adequado”, por sua vez, tem domínio pleno.
No caso de matemática, no 9º ano do fundamental, “abaixo do básico” significa uma nota entre 125 e 225; “básico”, entre 225 e 300; “adequado”, entre 300 e 350; “avançado”, entre 350 e 500. Esses números variam com a disciplina e a série.
Porcentagem de alunos nos níveis adequado e avançado nos Estados

Notas:
Os dados são referentes à Prova Brasil 2009 e abrangem somente escolas públicas. A classificação em níveis é utilizada pelo Todos pela Educação e por alguns Estados.
Fonte: Prova Brasil 2009 / Tabulação Ernesto Martins Faria

Excerto de: TARGINO, Rafael. Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não
sabem fazer contas com centavos. UOL Educação. 21/12/2011. Disponível em:
<http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/21/nove-em-cada-dez-alunos-do-
9-ano-de-escolas-publicas-nao-sabem-fazer-contas-com centavos.htm>
A palavra “disciplina”, no segundo parágrafo, tem como referente:
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Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não sabem fazer contas com centavos
Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.
De acordo com o estudo, feito pelo economista Ernesto Faria, 89,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental tiveram desempenho “abaixo do básico” e “básico” na disciplina. Isso quer dizer que tiraram notas menores que 300 na prova – em uma escala que chega a 425 em matemática e a 350 em português.
Tirar menos que 300 significa, segundo um documento do MEC (Ministério da Educação) que divide as notas em faixas, que o estudante não consegue fazer operações de adição, subtração, divisão ou multiplicação que envolvam centavos em unidades monetárias, resolver problemas com porcentagens ou reconhecer um círculo e uma circunferência.
As classificações são usadas pelo movimento Todos pela Educação e por alguns Estados para “categorizar” o conhecimento estudantil e têm quatro níveis: “abaixo do básico”, “básico”, “adequado” e “avançado”. Um estudante no nível “básico”, por exemplo, tem domínio mínimo do conteúdo que deveria saber; um do “adequado”, por sua vez, tem domínio pleno.
No caso de matemática, no 9º ano do fundamental, “abaixo do básico” significa uma nota entre 125 e 225; “básico”, entre 225 e 300; “adequado”, entre 300 e 350; “avançado”, entre 350 e 500. Esses números variam com a disciplina e a série.
Porcentagem de alunos nos níveis adequado e avançado nos Estados

Notas:
Os dados são referentes à Prova Brasil 2009 e abrangem somente escolas públicas. A classificação em níveis é utilizada pelo Todos pela Educação e por alguns Estados.
Fonte: Prova Brasil 2009 / Tabulação Ernesto Martins Faria

Excerto de: TARGINO, Rafael. Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não
sabem fazer contas com centavos. UOL Educação. 21/12/2011. Disponível em:
<http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/21/nove-em-cada-dez-alunos-do-
9-ano-de-escolas-publicas-nao-sabem-fazer-contas-com centavos.htm>
Nessa notícia apontam-se como habilidades relacionadas ao conhecimento matemático avaliadas pela Prova Brasil, exceto:
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Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não sabem fazer contas com centavos
Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.
De acordo com o estudo, feito pelo economista Ernesto Faria, 89,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental tiveram desempenho “abaixo do básico” e “básico” na disciplina. Isso quer dizer que tiraram notas menores que 300 na prova – em uma escala que chega a 425 em matemática e a 350 em português.
Tirar menos que 300 significa, segundo um documento do MEC (Ministério da Educação) que divide as notas em faixas, que o estudante não consegue fazer operações de adição, subtração, divisão ou multiplicação que envolvam centavos em unidades monetárias, resolver problemas com porcentagens ou reconhecer um círculo e uma circunferência.
As classificações são usadas pelo movimento Todos pela Educação e por alguns Estados para “categorizar” o conhecimento estudantil e têm quatro níveis: “abaixo do básico”, “básico”, “adequado” e “avançado”. Um estudante no nível “básico”, por exemplo, tem domínio mínimo do conteúdo que deveria saber; um do “adequado”, por sua vez, tem domínio pleno.
No caso de matemática, no 9º ano do fundamental, “abaixo do básico” significa uma nota entre 125 e 225; “básico”, entre 225 e 300; “adequado”, entre 300 e 350; “avançado”, entre 350 e 500. Esses números variam com a disciplina e a série.
Porcentagem de alunos nos níveis adequado e avançado nos Estados

Notas:
Os dados são referentes à Prova Brasil 2009 e abrangem somente escolas públicas. A classificação em níveis é utilizada pelo Todos pela Educação e por alguns Estados.
Fonte: Prova Brasil 2009 / Tabulação Ernesto Martins Faria

Excerto de: TARGINO, Rafael. Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não
sabem fazer contas com centavos. UOL Educação. 21/12/2011. Disponível em:
<http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/21/nove-em-cada-dez-alunos-do-
9-ano-de-escolas-publicas-nao-sabem-fazer-contas-com centavos.htm>
Segundo Koch e Elias, em seu livro Ler e compreender, “na atividade de leitura e produção de sentidos, colocamos em prática várias estratégias sociocognitivas”. Uma delas é a ativação de conhecimento enciclopédico: o conjunto de “conhecimentos gerais sobre o mundo” e conhecimentos alusivos a vivências pessoais e eventos espácio-temporalmente situados”.
É necessário esse tipo de conhecimento para atribuir significado aos seguintes fragmentos, exceto:
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Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não sabem fazer contas com centavos
Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.
De acordo com o estudo, feito pelo economista Ernesto Faria, 89,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental tiveram desempenho “abaixo do básico” e “básico” na disciplina. Isso quer dizer que tiraram notas menores que 300 na prova – em uma escala que chega a 425 em matemática e a 350 em português.
Tirar menos que 300 significa, segundo um documento do MEC (Ministério da Educação) que divide as notas em faixas, que o estudante não consegue fazer operações de adição, subtração, divisão ou multiplicação que envolvam centavos em unidades monetárias, resolver problemas com porcentagens ou reconhecer um círculo e uma circunferência.
As classificações são usadas pelo movimento Todos pela Educação e por alguns Estados para “categorizar” o conhecimento estudantil e têm quatro níveis: “abaixo do básico”, “básico”, “adequado” e “avançado”. Um estudante no nível “básico”, por exemplo, tem domínio mínimo do conteúdo que deveria saber; um do “adequado”, por sua vez, tem domínio pleno.
No caso de matemática, no 9º ano do fundamental, “abaixo do básico” significa uma nota entre 125 e 225; “básico”, entre 225 e 300; “adequado”, entre 300 e 350; “avançado”, entre 350 e 500. Esses números variam com a disciplina e a série.
Porcentagem de alunos nos níveis adequado e avançado nos Estados

Notas:
Os dados são referentes à Prova Brasil 2009 e abrangem somente escolas públicas. A classificação em níveis é utilizada pelo Todos pela Educação e por alguns Estados.
Fonte: Prova Brasil 2009 / Tabulação Ernesto Martins Faria

Excerto de: TARGINO, Rafael. Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não
sabem fazer contas com centavos. UOL Educação. 21/12/2011. Disponível em:
<http://educacao.uol.com.br/noticias/2011/12/21/nove-em-cada-dez-alunos-do-
9-ano-de-escolas-publicas-nao-sabem-fazer-contas-com centavos.htm>
De acordo com essa notícia, são dados relativos à análise dos resultados da Prova Brasil, exceto:
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