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Assinale a alternativa correta de acordo com o que dispõe o artigo 37 da CF/88:
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O conselho máximo da Universidade Federal do Brasil (UFEBRA) aprovou e publicou uma norma que regulamenta o procedimento de avaliação periódica de desempenho dos servidores técnico-administrativos em educação. Conforme a referida norma, o servidor público estável poderá perder sumariamente o cargo caso seja reprovado 3 (três) vezes em sua avaliação de desempenho.
Diante do exposto, assinale a alternativa correta à luz do artigo 41 da CF/88:
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Assinale a alternativa em que o emprego da preposição sublinhada não está em conformidade com as determinações da gramática normativa da língua portuguesa:
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Texto D (para as questões 12, 13 e 14)

(CALTABIANO, Mariana; PEREZ, Fabiano. Tirinhas do Gui & Estopa. Disponível em: < https://iguinho.com.br/diversoes-tirinha.html >.)
Sobre o verbo “pegar”, no primeiro quadrinho, é correto afirmar que:
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros TextuaisQuadrinhos
Texto D (para as questões 12, 13 e 14)

(CALTABIANO, Mariana; PEREZ, Fabiano. Tirinhas do Gui & Estopa. Disponível em: < https://iguinho.com.br/diversoes-tirinha.html >.)
Assinale a alternativa correta:
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Texto D (para as questões 12, 13 e 14)

(CALTABIANO, Mariana; PEREZ, Fabiano. Tirinhas do Gui & Estopa. Disponível em: < https://iguinho.com.br/diversoes-tirinha.html >.)
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa: O emprego do termo “essa” no último quadrinho
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Texto C (para a questão 11)
olho gente
olho poluição
quanta gente
reclamando dela,
de carro
e cigarro na mão.
(TAVARES, U. Viva a poesia. São Paulo: Saraiva, 1997)
A respeito do poema, é incorreto afirmar que:
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Texto B (para as questões 7, 8, 9 e 10)
O menino e o homem
Quando chovia, no meu tempo de menino, a casa virava um festival de goteiras. Eram pingos do teto ensopando o soalho de todas as salas e quartos. Seguia-se um corre-corre dos diabos, todo mundo levando e trazendo baldes, bacias, panelas, penicos e o que mais houvesse para aparar a água que caía e para que os vazamentos não se transformassem numa inundação. Os mais velhos ficavam aborrecidos, eu não entendia a razão: aquilo era uma distração das mais excitantes.
E me divertia a valer quando uma nova goteira aparecia… O pessoal correndo para lá e para cá, e esvaziando as vasilhas que transbordavam. Os diferentes ruídos das gotas d'água retinindo no vasilhame, acompanhados do som oco dos passos em atropelo nas tábuas largas do chão, formavam uma alegre melodia, às vezes enriquecida pelas sonoras pancadas do relógio de parede dando horas.
Passado o temporal, meu pai subia ao forro da casa pelo alçapão, o mesmo que usávamos como entrada para a reunião da nossa sociedade secreta. Depois de examinar o telhado, descia, aborrecido. Não conseguia descobrir sequer uma telha quebrada, por onde pudesse penetrar tanta água da chuva, como invariavelmente acontecia. Um mistério a mais, naquela casa cheia de mistérios.
O maior, porém, ainda estava por se manifestar.
(SABINO, F. O menino no espelho. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003)
No penúltimo parágrafo, há o emprego de “invariavelmente”. Assinale a alternativa na qual a substituição altera o sentido empregado no texto:
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Texto B (para as questões 7, 8, 9 e 10)
O menino e o homem
Quando chovia, no meu tempo de menino, a casa virava um festival de goteiras. Eram pingos do teto ensopando o soalho de todas as salas e quartos. Seguia-se um corre-corre dos diabos, todo mundo levando e trazendo baldes, bacias, panelas, penicos e o que mais houvesse para aparar a água que caía e para que os vazamentos não se transformassem numa inundação. Os mais velhos ficavam aborrecidos, eu não entendia a razão: aquilo era uma distração das mais excitantes.
E me divertia a valer quando uma nova goteira aparecia… O pessoal correndo para lá e para cá, e esvaziando as vasilhas que transbordavam. Os diferentes ruídos das gotas d'água retinindo no vasilhame, acompanhados do som oco dos passos em atropelo nas tábuas largas do chão, formavam uma alegre melodia, às vezes enriquecida pelas sonoras pancadas do relógio de parede dando horas.
Passado o temporal, meu pai subia ao forro da casa pelo alçapão, o mesmo que usávamos como entrada para a reunião da nossa sociedade secreta. Depois de examinar o telhado, descia, aborrecido. Não conseguia descobrir sequer uma telha quebrada, por onde pudesse penetrar tanta água da chuva, como invariavelmente acontecia. Um mistério a mais, naquela casa cheia de mistérios.
O maior, porém, ainda estava por se manifestar.
(SABINO, F. O menino no espelho. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003)
Considerando o uso de “corre-corre dos diabos”, assinale a afirmativa correta:
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Texto B (para as questões 7, 8, 9 e 10)
O menino e o homem
Quando chovia, no meu tempo de menino, a casa virava um festival de goteiras. Eram pingos do teto ensopando o soalho de todas as salas e quartos. Seguia-se um corre-corre dos diabos, todo mundo levando e trazendo baldes, bacias, panelas, penicos e o que mais houvesse para aparar a água que caía e para que os vazamentos não se transformassem numa inundação. Os mais velhos ficavam aborrecidos, eu não entendia a razão: aquilo era uma distração das mais excitantes.
E me divertia a valer quando uma nova goteira aparecia… O pessoal correndo para lá e para cá, e esvaziando as vasilhas que transbordavam. Os diferentes ruídos das gotas d'água retinindo no vasilhame, acompanhados do som oco dos passos em atropelo nas tábuas largas do chão, formavam uma alegre melodia, às vezes enriquecida pelas sonoras pancadas do relógio de parede dando horas.
Passado o temporal, meu pai subia ao forro da casa pelo alçapão, o mesmo que usávamos como entrada para a reunião da nossa sociedade secreta. Depois de examinar o telhado, descia, aborrecido. Não conseguia descobrir sequer uma telha quebrada, por onde pudesse penetrar tanta água da chuva, como invariavelmente acontecia. Um mistério a mais, naquela casa cheia de mistérios.
O maior, porém, ainda estava por se manifestar.
(SABINO, F. O menino no espelho. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003)
No texto, o autor utiliza a expressão “às vezes”. O emprego da crase nessa expressão justifica-se pela mesma razão em:
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