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Foram encontradas 339 questões.

2409515 Ano: 2011
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
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2409458 Ano: 2011
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
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A Lei nº 8.080 de 19 de Setembro de 1990 dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Dentre os princípios e diretrizes dessa Lei, consta que as ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda a diversos princípios, entre os quais, é correto citar:
 

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2409428 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
TEXTO
A insistência com que a presidenta fala às brasileiras, além de causar a ira do senador goiano Demóstenes Torres, acusando-a de fazer um governo de gênero, levando a crer que está deixando para um segundo plano o eleitorado masculino, atrai a curiosidade dos analistas.
Na edição de 22 de setembro de 2011, a Folha de S Paulo tem por foto principal de capa a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde se lê na legenda: “em discurso de 25 minutos, Dilma destacou o fato de, pela primeira vez, uma mulher abrir a Assembleia Geral”. Essa forma de endereçamento de sua comunicação, a partir do gênero feminino, poderia correr o risco de ser mal interpretada naquilo que realmente diz.
Nelson de Sá, articulista da Folha, diz referindo-se aos sites de jornais: “E o Daily Beast, site da Newsweek, revista que dedicou a ela a sua capa, deu como manchete ‘Dilma se bate pelas mulheres’. E continua: “embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia”. Em seus quatro primeiros parágrafos, a presidenta Dilma fala a partir de seu “lugar de fala”, presidenta do Brasil. Assim se expressa na página 16A da Folha: “Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo. É com humildade pessoal, mas, com justificado orgulho de mulher, que vivo esse momento histórico. Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres. Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje”.
Ora, este seu lugar de fala e o desejo de se comunicar com as mulheres de todo o mundo mostrariam um certo partis-pris. Afinal o mundo é composto de homens e mulheres. Caímos na questão das figuras de linguagem, muito comuns em discursos pomposos, como o da ONU. São metáforas, isto é, deslocamentos de sentidos (meta-forum = lugar além), desejo de falar para toda a humanidade, mas personificando-se nas mulheres. São metonímias, em que se ajusta um sentido ao outro, substitui-se um sentido pelo outro, mas mantém-se a coerência do discurso. Diria que são principalmente alegorias, figuras que dão ao discurso a ideia do outro (da outra), presente na raiz grega da palavra. Quando se fala alegoricamente, quer-se chamar a presença do outro no discurso. Assim, a presidenta, ao falar às mulheres, também fala ao outro. Enfaticamente deseja lembrar a figura da mulher, aquela que há muito, neste mundo, vem sendo subjugada, vem sendo minoria. Mas com isso não deseja excluir de sua fala o seu semelhante.
A presidenta Dilma, certamente por uma questão de marketing de seu governo, se permite dizer que este é o século das mulheres. Existe também uma visão diabólica da alegoria, que luta contra a mesmice do simbólico. É uma questão de dinâmica discursiva, prevista nos jogos de linguagem, feitos de consensos e discordâncias. Dilma pode ser presidenta e presidente, mas prioriza a sua interlocução com as mulheres e, com isso, não deixa de falar com os homens. Possui, certamente, um discurso afinado com a emancipação feminina, mas não faz um governo de gênero, como clama o senador goiano, ela discursa metafórica e alegoricamente dos lugares femininos, que certamente lhe dão maior sabor. Coisas e ideias de seu marqueteiro? Pode ser, mas muito mais a manifestação do poder retórico da linguagem.
Adaptado de: DAYRELL, Sérgio. Por que a presidenta fala às mulheres? Jornal O Povo. Disponível em:
http://publica.opovo.com.br/page,528,109.html?i=2308414&meta_type=noticia&schema=noticia_128033434835
No seu discurso, a presidenta apela, como mulher, para algumas palavras como carro-chefe, cujos valores:
 

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2409426 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
TEXTO
A insistência com que a presidenta fala às brasileiras, além de causar a ira do senador goiano Demóstenes Torres, acusando-a de fazer um governo de gênero, levando a crer que está deixando para um segundo plano o eleitorado masculino, atrai a curiosidade dos analistas.
Na edição de 22 de setembro de 2011, a Folha de S Paulo tem por foto principal de capa a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde se lê na legenda: “em discurso de 25 minutos, Dilma destacou o fato de, pela primeira vez, uma mulher abrir a Assembleia Geral”. Essa forma de endereçamento de sua comunicação, a partir do gênero feminino, poderia correr o risco de ser mal interpretada naquilo que realmente diz.
Nelson de Sá, articulista da Folha, diz referindo-se aos sites de jornais: “E o Daily Beast, site da Newsweek, revista que dedicou a ela a sua capa, deu como manchete ‘Dilma se bate pelas mulheres’. E continua: “embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia”. Em seus quatro primeiros parágrafos, a presidenta Dilma fala a partir de seu “lugar de fala”, presidenta do Brasil. Assim se expressa na página 16A da Folha: “Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo. É com humildade pessoal, mas, com justificado orgulho de mulher, que vivo esse momento histórico. Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres. Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje”.
Ora, este seu lugar de fala e o desejo de se comunicar com as mulheres de todo o mundo mostrariam um certo partis-pris. Afinal o mundo é composto de homens e mulheres. Caímos na questão das figuras de linguagem, muito comuns em discursos pomposos, como o da ONU. São metáforas, isto é, deslocamentos de sentidos (meta-forum = lugar além), desejo de falar para toda a humanidade, mas personificando-se nas mulheres. São metonímias, em que se ajusta um sentido ao outro, substitui-se um sentido pelo outro, mas mantém-se a coerência do discurso. Diria que são principalmente alegorias, figuras que dão ao discurso a ideia do outro (da outra), presente na raiz grega da palavra. Quando se fala alegoricamente, quer-se chamar a presença do outro no discurso. Assim, a presidenta, ao falar às mulheres, também fala ao outro. Enfaticamente deseja lembrar a figura da mulher, aquela que há muito, neste mundo, vem sendo subjugada, vem sendo minoria. Mas com isso não deseja excluir de sua fala o seu semelhante.
A presidenta Dilma, certamente por uma questão de marketing de seu governo, se permite dizer que este é o século das mulheres. Existe também uma visão diabólica da alegoria, que luta contra a mesmice do simbólico. É uma questão de dinâmica discursiva, prevista nos jogos de linguagem, feitos de consensos e discordâncias. Dilma pode ser presidenta e presidente, mas prioriza a sua interlocução com as mulheres e, com isso, não deixa de falar com os homens. Possui, certamente, um discurso afinado com a emancipação feminina, mas não faz um governo de gênero, como clama o senador goiano, ela discursa metafórica e alegoricamente dos lugares femininos, que certamente lhe dão maior sabor. Coisas e ideias de seu marqueteiro? Pode ser, mas muito mais a manifestação do poder retórico da linguagem.
Adaptado de: DAYRELL, Sérgio. Por que a presidenta fala às mulheres? Jornal O Povo. Disponível em:
http://publica.opovo.com.br/page,528,109.html?i=2308414&meta_type=noticia&schema=noticia_128033434835
Existe fonema velar oclusivo surdo na palavra:
 

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2409419 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
O facilitador de grupos conduz processos sociais e humanos, facilita situações e expressões sociais e individuais que requerem posturas profissionais e pessoais coerentes com a situação em questão. De acordo com Góis (2008), algumas características são necessárias a um facilitador de grupos em comunidades, dentre elas, é fundamental:
 

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2409414 Ano: 2011
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
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Um sistema de gestão de conteúdo, da sigla CMS, permite que a empresa tenha flexibilidade para definir e alterar conteúdo que será disponibilizado no seu site. Entre as funcionalidades de um CMS, é correto afirmar:
 

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2409413 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
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A empresa Moderníssima Ltda. adota o sistema de inventário periódico para seu estoque de mercadorias. Sabendo-se que o valor do inventário final é igual a 500,00 e que os saldos abaixo foram retirados do seu balancete verificação final,
Mercadorias 1.000,00
Vendas 10.000,00
Custo da venda de bens do Imobilizado 2.000,00
Compras do período 1.000,00
Descontos incondicionais concedidos 2.000,00
ICMS sobre vendas 800,00
Receita de vendas de bens do imobilizado 200,00
Despesas de venda 500,00
Devolução de vendas 800,00
após apurar o resultado, o valor do seu Lucro Bruto e o Resultado Operacional encontrados foram respectivamente de:
 

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2409400 Ano: 2011
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
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O conceito de computação em nuvem (em inglês, cloudcomputing) é comumente utilizado para designar um pool de recursos computacionais (virtualmente) infinito (e elástico) oferecido no modo self-service, por um terceiro, via um modelo “pague o quanto usa”. No contexto de computação em nuvem, é correto afirmar que:
 

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2409265 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
TEXTO
Conforme Morin (2000), há muito tempo a sociedade industrial está organizada na forma de um modelo “mecanoprodutivista do positivismo”: o progresso científico levaria ao progresso técnico, este ao desenvolvimento econômico e, por fim, ao progresso sociocultural.
Essa concepção de ciência envolveu as pessoas de tal maneira que elas acreditaram e muitas ainda!$ ^{(A)} !$ acreditam que a Ciência e a Tecnologia provocam somente o bem-estar social e a felicidade de todos, sem medir a repercussão e as consequências negativas advindas dessa forma de fazer e pensar o mundo. O “bem-estar social” fez com que a maioria das pessoas “tomasse” a ciência como um “deus”, que fosse resolver todos os seus problemas.
Nem todos os problemas, entretanto!$ ^{(B)} !$, podem ser resolvidos cientificamente. O conhecimento científico e tecnológico, estudado como algo desvinculado da realidade, sem relação com as questões sociais, é uma forma que a ciência encontrou de manipular, objetivar, ou seja, controlar o mais possível para a exatidão, a verdade do que se deseja.
(...)
Assim, apesar da!$ ^{(C)} !$ boa intenção, nem sempre a Ciência e a Tecnologia produzidas foram benéficas. Vários são os interesses de poder que estão em jogo, principalmente no que se refere aos interesses econômicos, como destaca Iglesias: “C&T é usada hoje na conquista de novos mercados e na produção de novos produtos que acelerem o ciclo de obsolescência característico da sociedade de consumo. [...] grandes investimentos são realizados na área de informática, onde famílias de computadores se tornam obsoletas em poucos anos. [...] As pesquisas sobre a Aids não têm tampouco!$ ^{(D)} !$ uma finalidade puramente humanitária; as indústrias químicas e farmacêuticas esperam faturar bilhões de dólares com a produção de remédios e/ou uma vacina para a doença” (1989, p.166).
Temos uma noção de que a construção do conhecimento científico e tecnológico e o seu rápido avanço nos trouxeram muitas “regalias”, tais como a engenharia genética com a possibilidade de curar doenças e prever o futuro delas, a clonagem terapêutica, o melhoramento genético das plantas e dos animais (transgênicos), as células-tronco com a possibilidade da especialização destas células em outras (regeneração de órgãos e reprodução de outros). Isso sem mencionar as outras novidades da Ciência e da Tecnologia, na área da computação, na área da eletroeletrônica, na área da Química, da Física... Ao mesmo tempo em que ultrapassou os seus limites de bondade e mostrou também um outro lado, que modificou significativamente as relações entre os sujeitos e destes com o meio, provocando a dizimação imediata ou em longo prazo de espécies animais e plantas, modificações da paisagem, como desvio de rios e montanhas.
(...)
Em parte, a escassa reflexão sobre a forma e o modelo do conhecimento produzido traz algumas consequências negativas para as nossas vidas e nos remete a analisar como e quando essas questões devem ser discutidas pela população em geral. Isso é fundamental para que as pessoas sejam científica e tecnologicamente “formadas” de modo a perceber problemas daí decorrentes e construir soluções conscientes e referenciadas.
(...)
Defende-se aqui a necessidade de uma alfabetização científica e tecnológica de cunho crítico e participativo nas tomadas de decisão para a resolução de problemas da Ciência, ao invés da!$ ^{(E)} !$ simples transmissão-recepção de conteúdos e conceitos sem ao menos refletir, significar e contextualizá-los. Isso será possível talvez na reorganização curricular como possibilidade de mudança, uma possibilidade de reflexão sobre a natureza da Ciência, sobre o papel da Ciência, da Tecnologia, dos temas sociais e suas relações tão complexas.
Adaptado de: MEZALIRA, Sandra Mara. Complexidade e compreensão da relação Ciência, Tecnologia e
Sociedade (CTS). Revista Espaço Acadêmico. Nº 75. Agosto/2007. Disponível em:
http://www.espacoacademico.com.br/075/75mezalira.htm. Acesso em 15 out. 2011.
Assinale a alternativa em que a palavra ou locução marca oposição entre parágrafos do texto.
 

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2409202 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: UFC
Orgão: UNILAB
Os serviços de saúde no Brasil, por intermédio do SUS, ampliam e aprofundam a relação entre os próprios serviços, seus profissionais e a população, principalmente a oprimida. A atenção primária à saúde é considerada, internacionalmente, a base para um novo modelo assistencial de sistemas de saúde que tenham em seu centro o usuário-cidadão. É um serviço a ser feito por profissionais de diversas categorias, com inclusão do psicólogo comunitário qualificado para lidar com processos comunitários, familiares e pessoais que envolvem a saúde dos moradores. De acordo com o referencial da Atenção Primária em Saúde e a sua abordagem de caracterização desenvolvida por Barbara Starfield (2002), assinale a alternativa que apresenta um dos atributos essenciais da atenção primária em saúde.
 

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