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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
Internet: <www.cem.msu.edu>.
Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.
Os hidrogênios diretamente ligados ao carbono 2 da cocaína, conforme indicado na figura I, causam, no espectro de RMN de prótons, um dupleto que apresenta deslocamento químico, em relação ao tetrametilsilano, maior que 5 ppm.
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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
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Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.
Os carbonos 1 e 2, indicados na figura I, são magneticamente equivalentes.
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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
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Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.
Os isômeros constitucionais da cocaína podem apresentar espectros de massa diferentes do da cocaína, mesmo que esses espectros sejam obtidos em condições experimentais idênticas.
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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
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Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.
O pico com m/z = 182 u, na figura III, corresponde a um íon que resulta do rompimento da ligação entre dois átomos de carbono na fragmentação do íon pai.
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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
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No espectro de massa da cocaína (figura III), o pico com m/z = 303 u corresponde ao pico base.
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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
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Na molécula de cocaína, podem ser identificadas as funções amina e éster.
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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
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Detectores termoiônicos são universais, motivo pelo qual são largamente empregados na detecção de cocaína.
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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
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Em análises quantitativas, o uso de padrão interno, como o cocapropileno, torna desnecessária a obtenção de uma curva de calibração para o analito.
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Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.
Em colunas de polidimetilsiloxano, a separação ocorre, usualmente, de acordo com a volatilidade dos analitos, sendo que os compostos mais voláteis tendem a apresentar menores tempos de eluição.
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A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.
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O emprego de uma coluna de polidimetilsiloxano com espessura de filme maior que 0,25 \( \mu \)m levaria à obtenção de um cromatograma com picos mais estreitos.
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