Magna Concursos

Foram encontradas 120 questões.

Dentre os diversos escritos que Anísio Teixeira nos

deixou, alguns se destacam pela riqueza de conceitos e

carregam um turbilhão de elementos, nos remetendo a

muitas reflexões. Em um de seus artigos, Funções da

Universidade, Anísio apresenta-nos quatro funções da

Universidade. A primeira é a responsabilidade sobre a

formação profissional. Esta preparação destina-se às

carreiras de base intelectual, científica e técnica. A segunda

se relaciona com a ampliação da mente humana pela busca

do saber para além da cultura. Seria a iniciação da vida

intelectual do estudante, o prolongamento de sua visão, o

alargamento de sua imaginação. A terceira função diz

respeito ao desenvolvimento do saber humano. Além de

cultivar, a universidade transmite, pesquisa e amplia o saber

humano. É um centro de busca desinteressada pelo

conhecimento fundamental básico, diferentemente do

preparo para a vida profissional, ou mesmo o alargamento da

mentalidade. Por último, a universidade deve ser

transmissora de uma cultura comum. Nessa função foi onde

a universidade brasileira mais falhou.

Para Anísio, “a universidade brasileira,

relativamente desinteressada pelo Brasil, não logrou

constituir-se em transmissora de uma cultura comum

nacional”.

Cristina Maria Barros de Medeiros e Geraldo de Sousa Ferreira. Anísio Teixeira. In: A exclusão social no Brasil – textos comentados. Roberto Bartholo (Org.). Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 2006, p. 80-1.

Segundo as informações e as características estruturais e gramaticais do texto acima, julgue os próximos itens.

A atuação da universidade não deve favorecer o desenvolvimento de saberes específicos das áreas profissionais que compõem o mundo do trabalho, mas concentrar-se especificamente na difusão de saberes ligados à cultura nacional.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Dentre os diversos escritos que Anísio Teixeira nos

deixou, alguns se destacam pela riqueza de conceitos e

carregam um turbilhão de elementos, nos remetendo a

muitas reflexões. Em um de seus artigos, Funções da

Universidade, Anísio apresenta-nos quatro funções da

Universidade. A primeira é a responsabilidade sobre a

formação profissional. Esta preparação destina-se às

carreiras de base intelectual, científica e técnica. A segunda

se relaciona com a ampliação da mente humana pela busca

do saber para além da cultura. Seria a iniciação da vida

intelectual do estudante, o prolongamento de sua visão, o

alargamento de sua imaginação. A terceira função diz

respeito ao desenvolvimento do saber humano. Além de

cultivar, a universidade transmite, pesquisa e amplia o saber

humano. É um centro de busca desinteressada pelo

conhecimento fundamental básico, diferentemente do

preparo para a vida profissional, ou mesmo o alargamento da

mentalidade. Por último, a universidade deve ser

transmissora de uma cultura comum. Nessa função foi onde

a universidade brasileira mais falhou.

Para Anísio, “a universidade brasileira,

relativamente desinteressada pelo Brasil, não logrou

constituir-se em transmissora de uma cultura comum

nacional”.

Cristina Maria Barros de Medeiros e Geraldo de Sousa Ferreira. Anísio Teixeira. In: A exclusão social no Brasil – textos comentados. Roberto Bartholo (Org.). Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, 2006, p. 80-1.

Segundo as informações e as características estruturais e gramaticais do texto acima, julgue os próximos itens.

De acordo com o texto, o pensamento de Anísio Teixeira contribui para a compreensão do conceito e da missão da universidade no Brasil.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A escola era na Rua do Costa, um sobradinho de

grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia — uma

segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estar alguns

instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã.

Hesitava entre o morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana,

que não era então esse parque atual, construção de

gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito,

alastrado de lavadeiras, capim e burros soltos. Morro ou

campo? Tal era o problema. De repente disse comigo que o

melhor era a escola. E guiei para a escola. Aqui vai a razão.

Na semana anterior tinha feito dois suetos*, e,

descoberto o caso, recebi o pagamento das mãos de meu pai,

que me deu uma sova de vara de marmeleiro. As sovas de

meu pai doíam por muito tempo. Era um velho empregado

do Arsenal de Guerra, ríspido e intolerante. Sonhava para

mim uma grande posição comercial, e tinha ânsia de me ver

com os elementos mercantis, ler, escrever e contar, para me

meter de caixeiro. Citava-me nomes de capitalistas que

tinham começado ao balcão. Ora, foi a lembrança do último

castigo que me levou naquela manhã para o colégio. Não era

um menino de virtudes.

Subi a escada com cautela, para não ser ouvido do

mestre, e cheguei a tempo; ele entrou na sala três ou

quatro minutos depois. Entrou com o andar manso do

costume, em chinelas de cordovão, com a jaqueta de brim

lavada e desbotada, calça branca e tesa e grande colarinho

caído. Chamava-se Policarpo e tinha perto de cinquenta anos

ou mais. Uma vez sentado, extraiu da jaqueta a caixa de rapé

e o lenço vermelho, pô-los na gaveta; depois relanceou os

olhos pela sala. Os meninos, que se conservaram de pé

durante a entrada dele, tornaram a sentar-se. Tudo estava em

ordem; começaram os trabalhos.

*sueto = feriado escolar

Machado de Assis. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. II, 1994 (com adaptações

Com referência às ideias do texto acima, bem como aos seus aspectos estruturais e gramaticais, julgue os itens a seguir.

O emprego do ponto e vírgula no último período do texto justifica-se porque ele separa dois termos sintáticos de sentidos opostos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A escola era na Rua do Costa, um sobradinho de

grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia — uma

segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estar alguns

instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã.

Hesitava entre o morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana,

que não era então esse parque atual, construção de

gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito,

alastrado de lavadeiras, capim e burros soltos. Morro ou

campo? Tal era o problema. De repente disse comigo que o

melhor era a escola. E guiei para a escola. Aqui vai a razão.

Na semana anterior tinha feito dois suetos*, e,

descoberto o caso, recebi o pagamento das mãos de meu pai,

que me deu uma sova de vara de marmeleiro. As sovas de

meu pai doíam por muito tempo. Era um velho empregado

do Arsenal de Guerra, ríspido e intolerante. Sonhava para

mim uma grande posição comercial, e tinha ânsia de me ver

com os elementos mercantis, ler, escrever e contar, para me

meter de caixeiro. Citava-me nomes de capitalistas que

tinham começado ao balcão. Ora, foi a lembrança do último

castigo que me levou naquela manhã para o colégio. Não era

um menino de virtudes.

Subi a escada com cautela, para não ser ouvido do

mestre, e cheguei a tempo; ele entrou na sala três ou

quatro minutos depois. Entrou com o andar manso do

costume, em chinelas de cordovão, com a jaqueta de brim

lavada e desbotada, calça branca e tesa e grande colarinho

caído. Chamava-se Policarpo e tinha perto de cinquenta anos

ou mais. Uma vez sentado, extraiu da jaqueta a caixa de rapé

e o lenço vermelho, pô-los na gaveta; depois relanceou os

olhos pela sala. Os meninos, que se conservaram de pé

durante a entrada dele, tornaram a sentar-se. Tudo estava em

ordem; começaram os trabalhos.

*sueto = feriado escolar

Machado de Assis. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. II, 1994 (com adaptações

Com referência às ideias do texto acima, bem como aos seus aspectos estruturais e gramaticais, julgue os itens a seguir.

O desejo de obter outra recompensa do pai, segundo o narrador, o fez rejeitar as brincadeiras no campo para rumar para a escola.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A escola era na Rua do Costa, um sobradinho de

grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia — uma

segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estar alguns

instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã.

Hesitava entre o morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana,

que não era então esse parque atual, construção de

gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito,

alastrado de lavadeiras, capim e burros soltos. Morro ou

campo? Tal era o problema. De repente disse comigo que o

melhor era a escola. E guiei para a escola. Aqui vai a razão.

Na semana anterior tinha feito dois suetos*, e,

descoberto o caso, recebi o pagamento das mãos de meu pai,

que me deu uma sova de vara de marmeleiro. As sovas de

meu pai doíam por muito tempo. Era um velho empregado

do Arsenal de Guerra, ríspido e intolerante. Sonhava para

mim uma grande posição comercial, e tinha ânsia de me ver

com os elementos mercantis, ler, escrever e contar, para me

meter de caixeiro. Citava-me nomes de capitalistas que

tinham começado ao balcão. Ora, foi a lembrança do último

castigo que me levou naquela manhã para o colégio. Não era

um menino de virtudes.

Subi a escada com cautela, para não ser ouvido do

mestre, e cheguei a tempo; ele entrou na sala três ou

quatro minutos depois. Entrou com o andar manso do

costume, em chinelas de cordovão, com a jaqueta de brim

lavada e desbotada, calça branca e tesa e grande colarinho

caído. Chamava-se Policarpo e tinha perto de cinquenta anos

ou mais. Uma vez sentado, extraiu da jaqueta a caixa de rapé

e o lenço vermelho, pô-los na gaveta; depois relanceou os

olhos pela sala. Os meninos, que se conservaram de pé

durante a entrada dele, tornaram a sentar-se. Tudo estava em

ordem; começaram os trabalhos.

*sueto = feriado escolar

Machado de Assis. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. II, 1994 (com adaptações

Com referência às ideias do texto acima, bem como aos seus aspectos estruturais e gramaticais, julgue os itens a seguir.

O trecho “para não ser ouvido do mestre” (l.22-23) pode ser substituído, sem prejuízo do sentido do texto, por com o intuito de não ser percebido pelo professor.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A escola era na Rua do Costa, um sobradinho de

grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia — uma

segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estar alguns

instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã.

Hesitava entre o morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana,

que não era então esse parque atual, construção de

gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito,

alastrado de lavadeiras, capim e burros soltos. Morro ou

campo? Tal era o problema. De repente disse comigo que o

melhor era a escola. E guiei para a escola. Aqui vai a razão.

Na semana anterior tinha feito dois suetos*, e,

descoberto o caso, recebi o pagamento das mãos de meu pai,

que me deu uma sova de vara de marmeleiro. As sovas de

meu pai doíam por muito tempo. Era um velho empregado

do Arsenal de Guerra, ríspido e intolerante. Sonhava para

mim uma grande posição comercial, e tinha ânsia de me ver

com os elementos mercantis, ler, escrever e contar, para me

meter de caixeiro. Citava-me nomes de capitalistas que

tinham começado ao balcão. Ora, foi a lembrança do último

castigo que me levou naquela manhã para o colégio. Não era

um menino de virtudes.

Subi a escada com cautela, para não ser ouvido do

mestre, e cheguei a tempo; ele entrou na sala três ou

quatro minutos depois. Entrou com o andar manso do

costume, em chinelas de cordovão, com a jaqueta de brim

lavada e desbotada, calça branca e tesa e grande colarinho

caído. Chamava-se Policarpo e tinha perto de cinquenta anos

ou mais. Uma vez sentado, extraiu da jaqueta a caixa de rapé

e o lenço vermelho, pô-los na gaveta; depois relanceou os

olhos pela sala. Os meninos, que se conservaram de pé

durante a entrada dele, tornaram a sentar-se. Tudo estava em

ordem; começaram os trabalhos.

*sueto = feriado escolar

Machado de Assis. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. II, 1994 (com adaptações

Com referência às ideias do texto acima, bem como aos seus aspectos estruturais e gramaticais, julgue os itens a seguir.

A interjeição “Ora” (l.19) poderia ser substituída, sem provocar alterações sintático-semânticas no texto, pela conjunção Portanto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A escola era na Rua do Costa, um sobradinho de

grade de pau. O ano era de 1840. Naquele dia — uma

segunda-feira, do mês de maio — deixei-me estar alguns

instantes na Rua da Princesa a ver onde iria brincar a manhã.

Hesitava entre o morro de S. Diogo e o Campo de Sant’Ana,

que não era então esse parque atual, construção de

gentleman, mas um espaço rústico, mais ou menos infinito,

alastrado de lavadeiras, capim e burros soltos. Morro ou

campo? Tal era o problema. De repente disse comigo que o

melhor era a escola. E guiei para a escola. Aqui vai a razão.

Na semana anterior tinha feito dois suetos*, e,

descoberto o caso, recebi o pagamento das mãos de meu pai,

que me deu uma sova de vara de marmeleiro. As sovas de

meu pai doíam por muito tempo. Era um velho empregado

do Arsenal de Guerra, ríspido e intolerante. Sonhava para

mim uma grande posição comercial, e tinha ânsia de me ver

com os elementos mercantis, ler, escrever e contar, para me

meter de caixeiro. Citava-me nomes de capitalistas que

tinham começado ao balcão. Ora, foi a lembrança do último

castigo que me levou naquela manhã para o colégio. Não era

um menino de virtudes.

Subi a escada com cautela, para não ser ouvido do

mestre, e cheguei a tempo; ele entrou na sala três ou

quatro minutos depois. Entrou com o andar manso do

costume, em chinelas de cordovão, com a jaqueta de brim

lavada e desbotada, calça branca e tesa e grande colarinho

caído. Chamava-se Policarpo e tinha perto de cinquenta anos

ou mais. Uma vez sentado, extraiu da jaqueta a caixa de rapé

e o lenço vermelho, pô-los na gaveta; depois relanceou os

olhos pela sala. Os meninos, que se conservaram de pé

durante a entrada dele, tornaram a sentar-se. Tudo estava em

ordem; começaram os trabalhos.

*sueto = feriado escolar

Machado de Assis. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, v. II, 1994 (com adaptações

Com referência às ideias do texto acima, bem como aos seus aspectos estruturais e gramaticais, julgue os itens a seguir.

A imagem da escola estabelecida pelo narrador do texto, “um sobradinho de grade de pau” (l.1-2), opõe-se à imagem de liberdade que ele via no campo, “um espaço rústico, mais ou menos infinito” (l.7).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
931257 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA

Quanto às condições para as operações de escavação, carga e transporte referentes aos serviços de terraplenagem, julgue o item que se segue.

Para os serviços de corte em rocha, os equipamentos comumente utilizados são as perfuratrizes pneumáticas ou elétricas, tratores com lâminas e carregadores conjugados com transportadores.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
931245 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA

Quanto às condições para as operações de escavação, carga e transporte referentes aos serviços de terraplenagem, julgue o item que se segue.

O revestimento vegetal dos taludes, quando previsto, deve ser executado ao final dos serviços de terraplenagem.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
930492 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA

Quanto às condições para as operações de escavação, carga e transporte referentes aos serviços de terraplenagem, julgue o item que se segue.

Durante os serviços de cortes de solo pode haver excesso de material que gerará os bota-foras. O manejo ambiental desses materiais prevê sua compactação e o depósito em áreas à jusante da rodovia.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas