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2131528 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Petróleo
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Grande parte das reações de adição a alcenos, de suma importância em síntese orgânica, são regiosseletivas. Exemplos dessas reações são a reação do 2-metil-1-propeno com Br2, em meio aquoso, e a reação de adição de HBr ao 1,3-butadieno. Nesta última, obtém-se uma mistura de 3-bromo-1-buteno e 1-bromo-2-buteno, conforme a equação abaixo. A predominância de um ou outro produto depende da temperatura de reação.

Enunciado 3738353-1

Com relação aos compostos e às reações citados no texto acima, julgue o item subsequente.

A molécula de 1,3-butadieno apresenta geometria planar.

 

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2131122 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Grande parte das reações de adição a alcenos, de suma importância em síntese orgânica, são regiosseletivas. Exemplos dessas reações são a reação do 2-metil-1-propeno com Br2, em meio aquoso, e a reação de adição de HBr ao 1,3-butadieno. Nesta última, obtém-se uma mistura de 3-bromo-1-buteno e 1-bromo-2-buteno, conforme a equação abaixo. A predominância de um ou outro produto depende da temperatura de reação.

Enunciado 3738352-1

Com relação aos compostos e às reações citados no texto acima, julgue o item subsequente.

A reação do 2-metil-1-propeno com Br2, em meio aquoso, leva à formação de 1,2-dibromo-2-metil-propano como produto principal.

 

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2131121 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Enunciado 3738351-1

Enunciado 3738351-2

A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.

Internet: <www.cem.msu.edu>.

Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.

Os hidrogênios diretamente ligados ao carbono 2 da cocaína, conforme indicado na figura I, causam, no espectro de RMN de prótons, um dupleto que apresenta deslocamento químico, em relação ao tetrametilsilano, maior que 5 ppm.

 

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2131120 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Enunciado 3738350-1

Enunciado 3738350-2

A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.

Internet: <www.cem.msu.edu>.

Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.

Os carbonos 1 e 2, indicados na figura I, são magneticamente equivalentes.

 

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2131119 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Enunciado 3738349-1

Enunciado 3738349-2

A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.

Internet: <www.cem.msu.edu>.

Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.

Os isômeros constitucionais da cocaína podem apresentar espectros de massa diferentes do da cocaína, mesmo que esses espectros sejam obtidos em condições experimentais idênticas.

 

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2131118 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Enunciado 3738348-1

Enunciado 3738348-2

A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.

Internet: <www.cem.msu.edu>.

Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.

O pico com m/z = 182 u, na figura III, corresponde a um íon que resulta do rompimento da ligação entre dois átomos de carbono na fragmentação do íon pai.

 

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2131117 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Enunciado 3738347-1

Enunciado 3738347-2

A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.

Internet: <www.cem.msu.edu>.

Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.

No espectro de massa da cocaína (figura III), o pico com m/z = 303 u corresponde ao pico base.

 

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2131116 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Enunciado 3738346-1

Enunciado 3738346-2

A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.

Internet: <www.cem.msu.edu>.

Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.

Na molécula de cocaína, podem ser identificadas as funções amina e éster.

 

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2131084 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Enunciado 3738345-1

Enunciado 3738345-2

A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.

Internet: <www.cem.msu.edu>.

Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.

Detectores termoiônicos são universais, motivo pelo qual são largamente empregados na detecção de cocaína.

 

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2131083 Ano: 2009
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UNIPAMPA
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Enunciado 3738344-1

Enunciado 3738344-2

A determinação de cocaína em amostras de urina é usualmente realizada por meio de cromatografia gasosa. A identificação do pico pode ser feita acoplando-se ao cromatógrafo um espectrômetro de massa ou, ainda, coletando o analito, na saída da coluna, para posterior identificação por meio de técnicas, tais como a ressonância magnética nuclear (RMN). As figuras apresentam a estrutura da molécula de cocaína (figura I), o cromatograma de uma amostra de urina contendo cocaína e um padrão interno, o cocapropileno (figura IIa), uma amostra de urina livre de cocaína (figura IIb) e o espectro de massa por ionização eletrônica da cocaína (figura III). As análises cromatográficas em apreço foram realizadas por cromatografia gasosa, empregando-se uma coluna capilar de polidimetilsiloxano com espessura de filme de 0,25 :m, e detector termoiônico.

Internet: <www.cem.msu.edu>.

Com relação ao texto e às figuras ao lado e considerando que M(H) = 1 g/mol; M(C) = 12 g/mol; M(N) = 14 g/mol e M(O) = 16 g/mol, julgue o próximo item.

Em análises quantitativas, o uso de padrão interno, como o cocapropileno, torna desnecessária a obtenção de uma curva de calibração para o analito.

 

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