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- Assistente SocialExercício Profissional
- Assistente SocialInstrumental TécnicoInstrumentos, Estratégias e Técnicas de Intervenção
TEXTO I:
“[...] no cumprimento das atribuições e competências profissionais, há que se realizar permanentemente a pesquisa das condições e relações sob as quais o exercício profissional se realiza, dos objetos de intervenção, das condições e relações de vida, trabalho e resistência dos sujeitos sociais que recebem os serviços. Faz-se necessário não apenas coordenar e executar políticas sociais, projetos e programas, mas também avaliá-los, coordenar pesquisas, realizar vistorias [...]. Aqui se reconhece e se enfatiza a natureza investigativa das competências profissionais. Mais do que uma postura, o caráter investigativo é constitutivo de grande parte das competências/atribuições profissionais.
Para entender as competências profissionais, ressaltam-se as possibilidades da pesquisa, tendo em vista, de um lado, a apreensão das reais condições de trabalho dos assistentes sociais como elemento fundamental para o exercício profissional qualificado, visando alcançar os objetivos e metas pretendidos e, de outro, a apropriação dos objetos de intervenção – as diversas sequelas que a exploração da forma de trabalho no capitalismo causa na vida da classe trabalhadora –, suas condições de vida e formas de enfrentamento. [...]. Nesta sociedade, as sequelas da relação de exploração de uma classe sobre a outra recebem a denominação de ‘questão social’.”
(GUERRA, Yolanda. A dimensão interventiva no exercício profissional. In: Serviço Social: direitos sociais e competências profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009. 760p. (Pub.:Conselho Federal de Serviço Social-CFESS, Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social. p. 703-704 )
Com base nas reflexões desenvolvidas no texto acima, é possível afirmar que no campo da profissão de Serviço Social, o projeto de intervenção é um instrumento básico para o trabalho do Assistente Social em qualquer instituição. Nesse sentido, para a elaboração de um projeto de intervenção, o profissional deve considerar, inicialmente,
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As atribuições do Assistente Social são prerrogativas exclusivas definidas enquanto matéria, área e unidade de Serviço Social. Conforme a Lei 8.662, de 7 de junho de 1993, que regulamenta a profissão de Assistente Social. É INCORRETO afirmar como sendo atribuição privativa do profissional
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 10 A 15.
O Facebook como espelho
Ainda me lembro da época em que o público de um espetáculo musical estava lá para ouvir música, talvez para cantar e dançar, certamente não para fotografar e ser fotografado. Silenciosamente algo mudou. A popularização das câmeras e das redes de compartilhamento parece ter despertado até nos mais tímidos uma compulsão por mostrar tudo o que é vivido,
5 mesmo que seja um acontecimento banal.
“Se não fotografou e não publicou, então não existe.” O exibicionismo é expresso em páginas, video casts, perfis e linhas do tempo que parecem relatórios clínicos de narcisistas compulsivos, em suas várias formas: fotografias com caras e bocas, opiniões rasas a respeito de praticamente tudo, vídeos em que nada de interessante acontece e a triste alegria coletiva com o
10 grotesco e a humilhação. A exposição é razoavelmente recente. Uma das primeiras autobiografias dedicadas ao registro do cotidiano é Confissões, de Rousseau. Arrojado e provocador para o século XVIII, o iluminista francês ficaria chocado com o tamanho da exibição de hoje. Desde os anos 1980, quando yuppies, computadores pessoais e o culto ao corpo abriram canais para a expressão individual, o particular é cada vez mais público e amplificado
15__ Celulares e redes de compartilhamento transformaram os 15 minutos de fama em uma espécie de Show de Truman universal em que registros banais e confissões diversas tornaram todos um pouco inseguros, verificando a composição de sua figura no espelho do Facebook e corrigindo seu discurso e conduta de acordo com as menções e aprovações recebidas.
Nem o Narciso mitológico seria tão autocentrado. Aquele que morreu afogado ao se
20 apaixonar por sua figura refletida em um espelho d’água poderia argumentar que não sabia que via um reflexo. Como muitos usuários de redes sociais, ele se apaixonou por uma tela e sucumbiu ao confundi-la com a realidade. Essa confusão entre o real e o fictício publicado é uma das faces mais assustadoras do narcisismo digital. Muitos têm uma visão de realidade tão distorcida pela percepção alheia, tão fragmentada e amplificada pelos perfis e grupos a que pertencem que
25 geram especulações maiores do que pode supor sua vã fenomenologia
A vida na vitrine da interface, livre da moderação e da compostura que qualquer grupo social demanda, cria uma gigantesca câmara de eco, em que mensagens são referências de referências de referências, perdendo significado e substância no processo. O sucesso de uma trilogia pornô, derivada de uma fantasia de fã da série Crepúsculo, que por sua vez é derivada das clássicas
30 histórias de vampiros, é o exemplo mais recente. Impulsionado pela indicação do amigo do amigo do amigo nas redes sociais, 50 Tons de Cinza se transformou no maior best-seller do país que um dia foi de Shakespeare e Charles Dickens.
Há uma certa melancolia na situação. Ambientes que permitem tanta exposição e manifestação de identidades múltiplas demandam coerência de pensamento para que seus atores
35 não se tornem reféns das personagens que representam.
Sem contar que todo esse egocentrismo é muito, muito chato
RADFAHRER, Luli. Disponível em:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed711_o_facebook_como_espelho.(Adaptado)
Acesso em: 10 de março de 2014.
A repetição de um item do léxico é um importante recurso de coesão textual que pode ser acionado em um texto para desempenhar diferentes funções, como marcar ênfase, ou contraste, expressar quantificação, fazer correções e, sobretudo, garantir a continuidade do tema que está em foco. Dentre os trechos transcritos a seguir, indique aquele no qual a repetição exerce função correspondente àquela que se pode observar em “Sem contar que todo esse egocentrismo é muito, muito chato.” (l. 36).
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- Assistente SocialInstrumental TécnicoEstudo Social, Pareceres, Perícia Social, Relatório Social e Laudo Social
- Assistente SocialInstrumental TécnicoInstrumentos, Estratégias e Técnicas de Intervenção
Em uma instituição que presta assistência social a famílias em situação de vulnerabilidade social, o Assistente Social é demandado para elaborar parecer social com vistas a fundamentar a concessão de benefício previsto pela Lei Orgânica da Assistência Social-LOAS. O Parecer Social caracteriza-se por constituir-se em
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Recentemente, crimes violentos envolvendo adolescentes reacenderam o debate sobre a redução da maioridade penal no Brasil. Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente-ECA é CORRETO afirmar que a proposição de redução da maioridade penal
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 10 A 15.
O Facebook como espelho
Ainda me lembro da época em que o público de um espetáculo musical estava lá para ouvir música, talvez para cantar e dançar, certamente não para fotografar e ser fotografado. Silenciosamente algo mudou. A popularização das câmeras e das redes de compartilhamento parece ter despertado até nos mais tímidos uma compulsão por mostrar tudo o que é vivido,
5 mesmo que seja um acontecimento banal.
“Se não fotografou e não publicou, então não existe.” O exibicionismo é expresso em páginas, video casts, perfis e linhas do tempo que parecem relatórios clínicos de narcisistas compulsivos, em suas várias formas: fotografias com caras e bocas, opiniões rasas a respeito de praticamente tudo, vídeos em que nada de interessante acontece e a triste alegria coletiva com o
10 grotesco e a humilhação. A exposição é razoavelmente recente. Uma das primeiras autobiografias dedicadas ao registro do cotidiano é Confissões, de Rousseau. Arrojado e provocador para o século XVIII, o iluminista francês ficaria chocado com o tamanho da exibição de hoje. Desde os anos 1980, quando yuppies, computadores pessoais e o culto ao corpo abriram canais para a expressão individual, o particular é cada vez mais público e amplificado
15__ Celulares e redes de compartilhamento transformaram os 15 minutos de fama em uma espécie de Show de Truman universal em que registros banais e confissões diversas tornaram todos um pouco inseguros, verificando a composição de sua figura no espelho do Facebook e corrigindo seu discurso e conduta de acordo com as menções e aprovações recebidas.
Nem o Narciso mitológico seria tão autocentrado. Aquele que morreu afogado ao se
20 apaixonar por sua figura refletida em um espelho d’água poderia argumentar que não sabia que via um reflexo. Como muitos usuários de redes sociais, ele se apaixonou por uma tela e sucumbiu ao confundi-la com a realidade. Essa confusão entre o real e o fictício publicado é uma das faces mais assustadoras do narcisismo digital. Muitos têm uma visão de realidade tão distorcida pela percepção alheia, tão fragmentada e amplificada pelos perfis e grupos a que pertencem que
25 geram especulações maiores do que pode supor sua vã fenomenologia
A vida na vitrine da interface, livre da moderação e da compostura que qualquer grupo social demanda, cria uma gigantesca câmara de eco, em que mensagens são referências de referências de referências, perdendo significado e substância no processo. O sucesso de uma trilogia pornô, derivada de uma fantasia de fã da série Crepúsculo, que por sua vez é derivada das clássicas
30 histórias de vampiros, é o exemplo mais recente. Impulsionado pela indicação do amigo do amigo do amigo nas redes sociais, 50 Tons de Cinza se transformou no maior best-seller do país que um dia foi de Shakespeare e Charles Dickens.
Há uma certa melancolia na situação. Ambientes que permitem tanta exposição e manifestação de identidades múltiplas demandam coerência de pensamento para que seus atores
35 não se tornem reféns das personagens que representam.
Sem contar que todo esse egocentrismo é muito, muito chato
RADFAHRER, Luli. Disponível em:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed711_o_facebook_como_espelho.(Adaptado)
Acesso em: 10 de março de 2014.
O texto argumenta que o encantamento com a tela de aparatos digitais gera distorções, pois o público tende a confundir, quando está diante das interfaces interativas viabilizadas por esses suportes tecnológicos, fantasia com realidade. Um dos fenômenos resultantes desse tipo de confusão é, segundo o texto,
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As realidades de flexibilização das relações de trabalho que atingem inclusive os postos colocados no âmbito do Estado Brasileiro enquanto importante empregador dos Assistentes Sociais do país, geram como consequências para esses profissionais
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 10 A 15.
O Facebook como espelho
Ainda me lembro da época em que o público de um espetáculo musical estava lá para ouvir música, talvez para cantar e dançar, certamente não para fotografar e ser fotografado. Silenciosamente algo mudou. A popularização das câmeras e das redes de compartilhamento parece ter despertado até nos mais tímidos uma compulsão por mostrar tudo o que é vivido,
5 mesmo que seja um acontecimento banal.
“Se não fotografou e não publicou, então não existe.” O exibicionismo é expresso em páginas, video casts, perfis e linhas do tempo que parecem relatórios clínicos de narcisistas compulsivos, em suas várias formas: fotografias com caras e bocas, opiniões rasas a respeito de praticamente tudo, vídeos em que nada de interessante acontece e a triste alegria coletiva com o
10 grotesco e a humilhação. A exposição é razoavelmente recente. Uma das primeiras autobiografias dedicadas ao registro do cotidiano é Confissões, de Rousseau. Arrojado e provocador para o século XVIII, o iluminista francês ficaria chocado com o tamanho da exibição de hoje. Desde os anos 1980, quando yuppies, computadores pessoais e o culto ao corpo abriram canais para a expressão individual, o particular é cada vez mais público e amplificado
15__ Celulares e redes de compartilhamento transformaram os 15 minutos de fama em uma espécie de Show de Truman universal em que registros banais e confissões diversas tornaram todos um pouco inseguros, verificando a composição de sua figura no espelho do Facebook e corrigindo seu discurso e conduta de acordo com as menções e aprovações recebidas.
Nem o Narciso mitológico seria tão autocentrado. Aquele que morreu afogado ao se
20 apaixonar por sua figura refletida em um espelho d’água poderia argumentar que não sabia que via um reflexo. Como muitos usuários de redes sociais, ele se apaixonou por uma tela e sucumbiu ao confundi-la com a realidade. Essa confusão entre o real e o fictício publicado é uma das faces mais assustadoras do narcisismo digital. Muitos têm uma visão de realidade tão distorcida pela percepção alheia, tão fragmentada e amplificada pelos perfis e grupos a que pertencem que
25 geram especulações maiores do que pode supor sua vã fenomenologia
A vida na vitrine da interface, livre da moderação e da compostura que qualquer grupo social demanda, cria uma gigantesca câmara de eco, em que mensagens são referências de referências de referências, perdendo significado e substância no processo. O sucesso de uma trilogia pornô, derivada de uma fantasia de fã da série Crepúsculo, que por sua vez é derivada das clássicas
30 histórias de vampiros, é o exemplo mais recente. Impulsionado pela indicação do amigo do amigo do amigo nas redes sociais, 50 Tons de Cinza se transformou no maior best-seller do país que um dia foi de Shakespeare e Charles Dickens.
Há uma certa melancolia na situação. Ambientes que permitem tanta exposição e manifestação de identidades múltiplas demandam coerência de pensamento para que seus atores
35 não se tornem reféns das personagens que representam.
Sem contar que todo esse egocentrismo é muito, muito chato
RADFAHRER, Luli. Disponível em:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed711_o_facebook_como_espelho.(Adaptado)
Acesso em: 10 de março de 2014.
Um dos argumentos acionados pelo autor para sustentar a tese defendida no texto é
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Acerca da dimensão política do planejamento, é CORRETA a seguinte afirmação:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 10 A 15.
O Facebook como espelho
Ainda me lembro da época em que o público de um espetáculo musical estava lá para ouvir música, talvez para cantar e dançar, certamente não para fotografar e ser fotografado. Silenciosamente algo mudou. A popularização das câmeras e das redes de compartilhamento parece ter despertado até nos mais tímidos uma compulsão por mostrar tudo o que é vivido,
5 mesmo que seja um acontecimento banal.
“Se não fotografou e não publicou, então não existe.” O exibicionismo é expresso em páginas, video casts, perfis e linhas do tempo que parecem relatórios clínicos de narcisistas compulsivos, em suas várias formas: fotografias com caras e bocas, opiniões rasas a respeito de praticamente tudo, vídeos em que nada de interessante acontece e a triste alegria coletiva com o
10 grotesco e a humilhação. A exposição é razoavelmente recente. Uma das primeiras autobiografias dedicadas ao registro do cotidiano é Confissões, de Rousseau. Arrojado e provocador para o século XVIII, o iluminista francês ficaria chocado com o tamanho da exibição de hoje. Desde os anos 1980, quando yuppies, computadores pessoais e o culto ao corpo abriram canais para a expressão individual, o particular é cada vez mais público e amplificado
15__ Celulares e redes de compartilhamento transformaram os 15 minutos de fama em uma espécie de Show de Truman universal em que registros banais e confissões diversas tornaram todos um pouco inseguros, verificando a composição de sua figura no espelho do Facebook e corrigindo seu discurso e conduta de acordo com as menções e aprovações recebidas.
Nem o Narciso mitológico seria tão autocentrado. Aquele que morreu afogado ao se
20 apaixonar por sua figura refletida em um espelho d’água poderia argumentar que não sabia que via um reflexo. Como muitos usuários de redes sociais, ele se apaixonou por uma tela e sucumbiu ao confundi-la com a realidade. Essa confusão entre o real e o fictício publicado é uma das faces mais assustadoras do narcisismo digital. Muitos têm uma visão de realidade tão distorcida pela percepção alheia, tão fragmentada e amplificada pelos perfis e grupos a que pertencem que
25 geram especulações maiores do que pode supor sua vã fenomenologia
A vida na vitrine da interface, livre da moderação e da compostura que qualquer grupo social demanda, cria uma gigantesca câmara de eco, em que mensagens são referências de referências de referências, perdendo significado e substância no processo. O sucesso de uma trilogia pornô, derivada de uma fantasia de fã da série Crepúsculo, que por sua vez é derivada das clássicas
30 histórias de vampiros, é o exemplo mais recente. Impulsionado pela indicação do amigo do amigo do amigo nas redes sociais, 50 Tons de Cinza se transformou no maior best-seller do país que um dia foi de Shakespeare e Charles Dickens.
Há uma certa melancolia na situação. Ambientes que permitem tanta exposição e manifestação de identidades múltiplas demandam coerência de pensamento para que seus atores
35 não se tornem reféns das personagens que representam.
Sem contar que todo esse egocentrismo é muito, muito chato
RADFAHRER, Luli. Disponível em:
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed711_o_facebook_como_espelho.(Adaptado)
Acesso em: 10 de março de 2014.
Considerando as funções semânticas e sociodiscursivas que os enunciados transcritos a seguir exercem no texto, indique a alternativa em que a palavra destacada, além do sentido explícito que lhe é peculiar, possibilita a leitura de uma mensagem implícita, relacionada à opinião do autor sobre o fato evidenciado.
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