Foram encontradas 70 questões.
Segundo a bibliografia citada por Monaco (2020), a razão
primordial para a criação da Universidade do Rio de Janeiro,
em 1920, tem vínculos com a manutenção das relações
internacionais entre o governo brasileiro e uma outra nação.
Qual teria sido a razão motivadora?
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Segundo a bibliografia citada por Monaco (2020), a criação
das Universidades do Rio de Janeiro (em 1920) e de São Paulo
(em 1934) utilizaram-se de uma estratégia comum, embora
no caso da USP tenha havido a adoção de um traço distintivo.
A esse respeito, assinale a alternativa correta.
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Segundo Monaco (2020), a cooperação internacional no
âmbito dos cursos de graduação e de pós-graduação assiste a
um incremento jurídico relevante quando as instituições
parceiras adotam mecanismos de dupla titulação, em que
decidem
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Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas
brasileiras com o restante das universidades estrangeiras
decorre de uma posição poucas vezes debatida.
Com efeito, a maior parte das universidades e centros de
pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na
busca de sua inserção internacional, almejando certo
reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados
internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta.
Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente,
essa linha de inserção.
A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo,
seja nos aspectos econômico, político, diplomático e,
também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para
o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato
intermediário pode representar o desejado motor para o
desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção
na elaboração da ciência global. O que não se defende é a
atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”.
A circunstância de se estar situado numa camada intermédia
do desenvolvimento científico e na percepção da medida de
impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das
universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e
dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que
se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta
realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar
a inserção internacional, também é necessário reconhecer
que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva
quando acompanhada de outro importante fator: o da
transferência do conhecimento àqueles que ainda não o
dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a
pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e
difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por
uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele
centro.
A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por
meio de uma internacionalização inclusiva.
Gustavo Ferraz de Campos Monaco
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Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas
brasileiras com o restante das universidades estrangeiras
decorre de uma posição poucas vezes debatida.
Com efeito, a maior parte das universidades e centros de
pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na
busca de sua inserção internacional, almejando certo
reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados
internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta.
Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente,
essa linha de inserção.
A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo,
seja nos aspectos econômico, político, diplomático e,
também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para
o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato
intermediário pode representar o desejado motor para o
desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção
na elaboração da ciência global. O que não se defende é a
atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”.
A circunstância de se estar situado numa camada intermédia
do desenvolvimento científico e na percepção da medida de
impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das
universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e
dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que
se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta
realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar
a inserção internacional, também é necessário reconhecer
que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva
quando acompanhada de outro importante fator: o da
transferência do conhecimento àqueles que ainda não o
dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a
pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e
difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por
uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele
centro.
A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por
meio de uma internacionalização inclusiva.
Gustavo Ferraz de Campos Monaco
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Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas
brasileiras com o restante das universidades estrangeiras
decorre de uma posição poucas vezes debatida.
Com efeito, a maior parte das universidades e centros de
pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na
busca de sua inserção internacional, almejando certo
reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados
internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta.
Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente,
essa linha de inserção.
A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo,
seja nos aspectos econômico, político, diplomático e,
também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para
o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato
intermediário pode representar o desejado motor para o
desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção
na elaboração da ciência global. O que não se defende é a
atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”.
A circunstância de se estar situado numa camada intermédia
do desenvolvimento científico e na percepção da medida de
impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das
universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e
dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que
se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta
realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar
a inserção internacional, também é necessário reconhecer
que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva
quando acompanhada de outro importante fator: o da
transferência do conhecimento àqueles que ainda não o
dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a
pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e
difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por
uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele
centro.
A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por
meio de uma internacionalização inclusiva.
Gustavo Ferraz de Campos Monaco
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A produção conjunta de conhecimento é a forma mais
elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização
dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido
construídos para que existam equipes de ambos os lados para
a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são
programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa
entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas
missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de
estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o
custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os
grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação,
preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino
Superior (CAPES).
O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de
Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira
em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio
do modelo periférico de internacionalização da educação
superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo
quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição
igual do grau de internacionalização entre programas,
tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação.
Há programas altamente internacionalizados, com redes
acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença
constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com
publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a
presença de nossos pesquisadores em universidades
estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas
também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau
de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou
regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis
de internacionalização.
É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face.
A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses
comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação
internacional tradicional pode estar sendo usada na
cooperação internacional horizontal.
Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras:
cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal.
Marília Costa Morosini. Adaptado.
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A produção conjunta de conhecimento é a forma mais
elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização
dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido
construídos para que existam equipes de ambos os lados para
a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são
programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa
entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas
missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de
estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o
custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os
grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação,
preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino
Superior (CAPES).
O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de
Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira
em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio
do modelo periférico de internacionalização da educação
superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo
quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição
igual do grau de internacionalização entre programas,
tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação.
Há programas altamente internacionalizados, com redes
acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença
constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com
publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a
presença de nossos pesquisadores em universidades
estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas
também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau
de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou
regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis
de internacionalização.
É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face.
A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses
comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação
internacional tradicional pode estar sendo usada na
cooperação internacional horizontal.
Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras:
cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal.
Marília Costa Morosini. Adaptado.
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A produção conjunta de conhecimento é a forma mais
elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização
dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido
construídos para que existam equipes de ambos os lados para
a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são
programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa
entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas
missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de
estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o
custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os
grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação,
preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino
Superior (CAPES).
O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de
Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira
em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio
do modelo periférico de internacionalização da educação
superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo
quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição
igual do grau de internacionalização entre programas,
tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação.
Há programas altamente internacionalizados, com redes
acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença
constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com
publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a
presença de nossos pesquisadores em universidades
estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas
também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau
de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou
regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis
de internacionalização.
É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face.
A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses
comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação
internacional tradicional pode estar sendo usada na
cooperação internacional horizontal.
Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras:
cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal.
Marília Costa Morosini. Adaptado.
Nesse contexto, estratégias de internacionalização podem ser discriminadas pelo nível e pela profundidade de seu processo. Considerando essas informações e o que consta do texto, um Programa de Pós-Graduação da USP avaliado com nota 4 no último quadriênio e que pretenda receber nota 5 no quadriênio corrente, deve se esforçar para demonstrar um
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Westphal e Gisi (2019) afirmam que “nas instituições de
educação superior, a cooperação acadêmica internacional é a
forma pela qual o ensino e a pesquisa crescem e se
fortalecem, principalmente por meio de network”. Nesse
sentido, pode-se afirmar que as autoras, com base na
classificação de Morosini (2011), referem-se ao modelo de
cooperação internacional
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