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Foram encontradas 70 questões.

3895940 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Segundo a bibliografia citada por Monaco (2020), a razão primordial para a criação da Universidade do Rio de Janeiro, em 1920, tem vínculos com a manutenção das relações internacionais entre o governo brasileiro e uma outra nação. Qual teria sido a razão motivadora?
 

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3895939 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Segundo a bibliografia citada por Monaco (2020), a criação das Universidades do Rio de Janeiro (em 1920) e de São Paulo (em 1934) utilizaram-se de uma estratégia comum, embora no caso da USP tenha havido a adoção de um traço distintivo. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
 

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3895938 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Segundo Monaco (2020), a cooperação internacional no âmbito dos cursos de graduação e de pós-graduação assiste a um incremento jurídico relevante quando as instituições parceiras adotam mecanismos de dupla titulação, em que decidem
 

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3895937 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
    Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas brasileiras com o restante das universidades estrangeiras decorre de uma posição poucas vezes debatida. 
    Com efeito, a maior parte das universidades e centros de pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na busca de sua inserção internacional, almejando certo reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta. Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente, essa linha de inserção. 
    A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo, seja nos aspectos econômico, político, diplomático e, também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato intermediário pode representar o desejado motor para o desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção na elaboração da ciência global. O que não se defende é a atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”. 
    A circunstância de se estar situado numa camada intermédia do desenvolvimento científico e na percepção da medida de impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar a inserção internacional, também é necessário reconhecer que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva quando acompanhada de outro importante fator: o da transferência do conhecimento àqueles que ainda não o dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele centro.
A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por meio de uma internacionalização inclusiva. Gustavo Ferraz de Campos Monaco
Com base na classificação de Morosini (2011), pode-se afirmar que o texto se refere ao modelo de cooperação internacional
 

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3895936 Ano: 2024
Disciplina: Marketing
Banca: FUVEST
Orgão: USP
    Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas brasileiras com o restante das universidades estrangeiras decorre de uma posição poucas vezes debatida. 
    Com efeito, a maior parte das universidades e centros de pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na busca de sua inserção internacional, almejando certo reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta. Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente, essa linha de inserção. 
    A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo, seja nos aspectos econômico, político, diplomático e, também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato intermediário pode representar o desejado motor para o desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção na elaboração da ciência global. O que não se defende é a atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”. 
    A circunstância de se estar situado numa camada intermédia do desenvolvimento científico e na percepção da medida de impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar a inserção internacional, também é necessário reconhecer que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva quando acompanhada de outro importante fator: o da transferência do conhecimento àqueles que ainda não o dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele centro.
A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por meio de uma internacionalização inclusiva. Gustavo Ferraz de Campos Monaco
Aprovado no presente concurso, você foi lotado(a) em uma das Unidades da USP. Essa Faculdade é reconhecida internacionalmente e ocupa a 85ª posição do principal ranking mundial em sua área específica de atuação. Universidades europeias e norte-americanas estão melhor posicionadas no mesmo ranking e todas as universidades sul-americanas, africanas e asiáticas estão posicionadas abaixo da 86ª posição. Alguns meses depois do início de suas atividades, uma nova Diretora é eleita e designa uma jovem professora para exercer a Presidência da Comissão de Cooperação Internacional da Unidade. Elas lhe solicitam um revolucionário plano de ação que garanta maior atratividade de estudantes estrangeiros para o tradicional Programa de Pós-Graduação mantido pela unidade. Sabendo que as disciplinas de pós-graduação da unidade são normalmente ministradas em português ou inglês e que as dissertações e teses podem ser escritas em português, espanhol ou inglês, assinale a alternativa que contempla as principais estratégias de seu plano de intervenção para atingir os objetivos da nova gestão.
 

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3895935 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FUVEST
Orgão: USP
    Outro fator impactante nas relações científico-acadêmicas brasileiras com o restante das universidades estrangeiras decorre de uma posição poucas vezes debatida. 
    Com efeito, a maior parte das universidades e centros de pesquisa brasileiros assumem uma posição específica na busca de sua inserção internacional, almejando certo reconhecimento da parte de centros de pesquisa consagrados internacionalmente. E não há nenhum reparo nessa conduta. Todavia, entendo que não deva ser adotada, exclusivamente, essa linha de inserção. 
    A posição ocupada pelo Brasil, tradicionalmente, no mundo, seja nos aspectos econômico, político, diplomático e, também, científico, é uma posição intermediária. Olhar para o topo da pirâmide, quando se encontra inserido num estrato intermediário pode representar o desejado motor para o desenvolvimento científico nacional e a consequente inserção na elaboração da ciência global. O que não se defende é a atitude de olhar apenas para o topo dessa “cadeia alimentar”. 
    A circunstância de se estar situado numa camada intermédia do desenvolvimento científico e na percepção da medida de impacto que essa ciência é capaz de desempenhar exige das universidades, dos centros de pesquisa, dos pesquisadores e dos cientistas uma postura bifronte: ao mesmo tempo em que se deve olhar para cima, isto é, para a pesquisa de ponta realizada em grandes centros, pois essa atitude pode auxiliar a inserção internacional, também é necessário reconhecer que uma verdadeira inserção internacional se faz efetiva quando acompanhada de outro importante fator: o da transferência do conhecimento àqueles que ainda não o dominavam. Quando se olha para baixo, ou seja, para a pesquisa realizada em centros menos óbvios de pesquisa e difusão científica, garante-se, do mesmo modo, inserção internacional, mas uma inserção que se faz acompanhar por uma difusão social do conhecimento desenvolvido naquele centro.
A pandemia como oportunidade de intercâmbio acadêmico e científico por meio de uma internacionalização inclusiva. Gustavo Ferraz de Campos Monaco
O texto faz referência a uma postura bifronte de instituições que buscam inserção acadêmica internacional e se encontram situadas a meio do caminho do desenvolvimento científico e tecnológico. Pode-se afirmar que, segundo o autor, a postura bifronte é
 

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3895934 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
    A produção conjunta de conhecimento é a forma mais elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido construídos para que existam equipes de ambos os lados para a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES).
    O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio do modelo periférico de internacionalização da educação superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição igual do grau de internacionalização entre programas, tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação. Há programas altamente internacionalizados, com redes acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a presença de nossos pesquisadores em universidades estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis de internacionalização.
    É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face. A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação internacional tradicional pode estar sendo usada na cooperação internacional horizontal.
Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras: cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal. Marília Costa Morosini. Adaptado.
De acordo com o texto, a realização de interesses comerciais da instituição brasileira de excelência na colaboração sul-sul é uma
 

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    A produção conjunta de conhecimento é a forma mais elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido construídos para que existam equipes de ambos os lados para a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES).
    O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio do modelo periférico de internacionalização da educação superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição igual do grau de internacionalização entre programas, tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação. Há programas altamente internacionalizados, com redes acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a presença de nossos pesquisadores em universidades estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis de internacionalização.
    É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face. A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação internacional tradicional pode estar sendo usada na cooperação internacional horizontal.
Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras: cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal. Marília Costa Morosini. Adaptado.
De acordo com o texto, um maduro grau de internacionalização de um Programa de Pós-Graduação pode ser demonstrado por meio
 

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    A produção conjunta de conhecimento é a forma mais elaborada de cooperação. Via de regra, antes da realização dessa produção, é necessário que outros laços tenham sido construídos para que existam equipes de ambos os lados para a realização do projeto de pesquisa. Os acordos bilaterais são programas que fomentam projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e estrangeiros. São financiadas missões de trabalho (intercâmbio de professores), bolsas de estudo (intercâmbio de alunos), além de uma quantia para o custeio das atividades do projeto. É imprescindível que os grupos de pesquisa brasileiros integrem programas de pós-graduação reconhecidos pelo Ministério da Educação, preferencialmente com conceitos 5, 6 ou 7, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES).
    O desenvolvimento histórico e as políticas nacionais de Ciência & Tecnologia vêm acarretando, na realidade brasileira em termos de Instituições de Ensino Superior, o predomínio do modelo periférico de internacionalização da educação superior, ou seja, a internacionalização está focada na pósgraduação, e não na universidade como um todo. E mesmo quando consideramos a pós-graduação, não há distribuição igual do grau de internacionalização entre programas, tampouco dentro de um mesmo programa de pós-graduação. Há programas altamente internacionalizados, com redes acadêmicas internacionais consolidadas, com a presença constante de qualificados pesquisadores estrangeiros, com publicações internacionais conjuntas de qualidade, com a presença de nossos pesquisadores em universidades estrangeiras na função de professores ou palestrantes. Mas também, há programas com nenhum ou quase nenhum grau de internacionalização, voltados à realidade brasileira e/ou regional. Em outras palavras, os programas de pós-graduação se distribuem entre os níveis mais altos e os menores níveis de internacionalização.
    É importante ressaltar que todo intercâmbio tem dupla face. A expansão sul-sul pode ser decorrente também de interesses comerciais brasileiros, ou seja, a mesma lógica da cooperação internacional tradicional pode estar sendo usada na cooperação internacional horizontal.
Internacionalização na produção de conhecimento em IES brasileiras: cooperação internacional tradicional e cooperação internacional horizontal. Marília Costa Morosini. Adaptado.
Os Programas de Pós-Graduação avaliados com notas 5, 6 e 7 são Programas de excelência que se distinguem pelo grau de internacionalização de suas iniciativas e de seus produtos.

Nesse contexto, estratégias de internacionalização podem ser discriminadas pelo nível e pela profundidade de seu processo. Considerando essas informações e o que consta do texto, um Programa de Pós-Graduação da USP avaliado com nota 4 no último quadriênio e que pretenda receber nota 5 no quadriênio corrente, deve se esforçar para demonstrar um
 

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3895931 Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Westphal e Gisi (2019) afirmam que “nas instituições de educação superior, a cooperação acadêmica internacional é a forma pela qual o ensino e a pesquisa crescem e se fortalecem, principalmente por meio de network”. Nesse sentido, pode-se afirmar que as autoras, com base na classificação de Morosini (2011), referem-se ao modelo de cooperação internacional
 

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