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Foram encontradas 160 questões.

2176670 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Em uma sala com 43 alunos, 28 gostam da disciplina de Matemática e 13 gostam da disciplina de Português. Desses alunos, cinco não gostam nem de Matemática e nem de Português. Assinale a alternativa que indica quantos gostam de ambas as disciplinas.

 

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2176669 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Um prisma retangular tem arestas medindo “a”, “b” e “c”. Se duas de suas arestas tiverem suas medidas dobradas e uma delas for triplicada. Em relação ao volume original, assinale qual a porcentagem que equivale o volume do novo prisma.

 

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2176668 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Ao vender um sofá, uma loja teve lucro de 30% em relação ao preço de venda. Assinale a alternativa que indica qual foi a porcentagem aproximada de lucro da loja em relação ao preço de custo.

 

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2176666 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Para responder a questão, leia atentamente o texto a seguir.

Enunciado 3358393-1

Assinale a alternativa em que o pronome “se” é empregado usando a mesma regra que no trecho “e aí a gente não vai mais conseguir se comunicar”.

 

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2176665 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Para responder a questão, leia atentamente o texto a seguir.

Enunciado 3358392-1

Considerando o emprego das palavras “fiambre”, “lubrificado” e “fase”, assinale, nas alternativas a seguir, o recurso linguístico empregado por Calvin.

 

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2176664 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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Para responder a questão, leia atentamente o texto a seguir.

Enunciado 3358391-1

Considerando o diálogo entre Calvin e seu pai, podemos afirmar que:

 

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2176663 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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O que é a leitura profunda e por que ela faz

bem para o cérebro

Redação BBC Mundo

Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/

geral-59121175>

Acesso em 25 de fevereiro de 2022.

(…) Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.

Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada. O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

É uma invenção relativamente recente — “é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos”, diz [Maryanne] Wolf [pesquisadora estadunidense]. “Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento.”

“Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro”, ressalta a neurocientista. “Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa.

Essa transformação “começa com cada novo leitor”. “(A habilidade de ler) Não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro.” E isso abre portas para um novo mundo. (…)

Considerando o segmento “Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento.”, assinale a alternativa a seguir em que há manutenção da ideia central desenvolvida no trecho citado:

 

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2176661 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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O que é a leitura profunda e por que ela faz

bem para o cérebro

Redação BBC Mundo

Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/

geral-59121175>

Acesso em 25 de fevereiro de 2022.

(…) Ao contrário da linguagem oral, da visão ou da cognição, não existe uma programação genética nos humanos para aprender a ler.

Se uma criança, em qualquer parte do mundo, estiver em um ambiente em que as pessoas a seu redor conversam umas com as outras, sua linguagem será naturalmente ativada. O mesmo não acontece com a leitura, que implica a aquisição de um código simbólico completo, visual e verbal.

É uma invenção relativamente recente — “é uma piscadela em nosso relógio evolutivo: mal tem 6 mil anos”, diz [Maryanne] Wolf [pesquisadora estadunidense]. “Começou de forma simples, para marcar quantas taças de vinho ou ovelhas tínhamos. E, com o nascimento dos sistemas alfabéticos, passamos a ter um meio eficiente de armazenar e compartilhar conhecimento.”

“Ler é um conjunto adquirido de habilidades que literalmente muda o cérebro”, ressalta a neurocientista. “Permite fazer novas conexões entre regiões visuais, regiões da linguagem, regiões de pensamento e emoção”, completa.

Essa transformação “começa com cada novo leitor”. “(A habilidade de ler) Não existe dentro de nossa cabeça. Cada pessoa que aprende a ler tem que criar um novo circuito em seu cérebro.” E isso abre portas para um novo mundo. (…)

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

 

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2176660 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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O ‘making off’ do ‘pout-pourri’

Sérgio Rodrigues

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/

colunas/sergio-rodrigues/2022/02/o-making-off-do-pout-

pourri.shtml>

Acesso em 25 de fevereiro de 2022.

Quem hoje sofre ao ver a língua do dia a dia poluída por bijuterias anglófilas como “enderecei o problema”, “é sobre isso” e “call” talvez não saiba que, não faz tanto tempo, era da França que importávamos nossos brilharecos verbais.

(…)

Uma conclusão a que chegamos ao examinar mais de perto a francofilia recente de nossa imprensa é que ela representava uma tentativa meio desajeitada de democratizar o acesso a um conhecimento que, poucas décadas antes, fazia questão de excluir na cara dura a massa dos leitores.

Com todo o seu pedantismo e toda a sua jequice, salpicar francesices no texto como quem tempera generosamente um cassoulet já era, na minha infância, um avanço inclusivo.

A geração anterior de intelectuais brasileiros – inclusive os mais progressistas – gostava mesmo era de citar estrofes inteiras de Baudelaire sem tradução.

Traduzir para quê? Falar francês, privilégio de poucos, era o pedágio mínimo para entrar no papo. Classismo sempre foi coisa nossa.

Como se sabe, aquela onda francófila foi perdendo o élan até se quebrar, antes mesmo do fin de siècle, contra o imenso rochedo anglófilo que hoje é dominante na paisagem.

Agora o dernier cri – o último grito, aquilo que há de mais quente – é endereçar um problema no fim do dia. Hélas, vai passar também.

Analise atentamente as assertivas a seguir:

I) O adjetivo “poluída” pode ser substituído, sem alteração ou prejuízo de sentido no contexto empregado, pelo termo “enriquecida”.

II) As expressões “uma tentativa meio desajeitada” e “um avanço inclusivo” poderiam ser substituídas, respectivamente, sem alteração ou prejuízo de sentido no contexto empregado, por “uma alternativa” e “uma grande vantagem”.

III) Apesar de ter sido publicado em um veículo de comunicação impresso tradicional, o jornal Folha de São Paulo, o texto apresenta um estilo mais informal, o que se comprova pelas expressões “como quem tempera um cassoulet”, “entrar no papo” e “na cara dura”.

IV) A leitura compreensiva do artigo exige do leitor alguns conhecimentos que não foram explicitamente veiculados no texto, tais como “estrofes inteiras de Baudelaire” e a tradução de alguns termos em francês.

Considerando as afirmações anteriores, estão corretas:

 

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2176659 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UTFPR
Orgão: UTFPR
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O ‘making off’ do ‘pout-pourri’

Sérgio Rodrigues

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/

colunas/sergio-rodrigues/2022/02/o-making-off-do-pout-

pourri.shtml>

Acesso em 25 de fevereiro de 2022.

Quem hoje sofre ao ver a língua do dia a dia poluída por bijuterias anglófilas como “enderecei o problema”, “é sobre isso” e “call” talvez não saiba que, não faz tanto tempo, era da França que importávamos nossos brilharecos verbais.

(…)

Uma conclusão a que chegamos ao examinar mais de perto a francofilia recente de nossa imprensa é que ela representava uma tentativa meio desajeitada de democratizar o acesso a um conhecimento que, poucas décadas antes, fazia questão de excluir na cara dura a massa dos leitores.

Com todo o seu pedantismo e toda a sua jequice, salpicar francesices no texto como quem tempera generosamente um cassoulet já era, na minha infância, um avanço inclusivo.

A geração anterior de intelectuais brasileiros – inclusive os mais progressistas – gostava mesmo era de citar estrofes inteiras de Baudelaire sem tradução.

Traduzir para quê? Falar francês, privilégio de poucos, era o pedágio mínimo para entrar no papo. Classismo sempre foi coisa nossa.

Como se sabe, aquela onda francófila foi perdendo o élan até se quebrar, antes mesmo do fin de siècle, contra o imenso rochedo anglófilo que hoje é dominante na paisagem.

Agora o dernier cri – o último grito, aquilo que há de mais quente – é endereçar um problema no fim do dia. Hélas, vai passar também.

Com base nos recursos lexicais mobilizados pelo autor, considere as seguintes afirmações:

I) A palavra “francofilia” significa, no contexto em que foi utilizada, grande apreço pela franqueza, sendo construída pela palavra “franco” e pelo sufixo “filia”, que significa adoração, como ocorre em “zoofilia”.

II) A palavra “brilhareco” é derivada do verbo “brilhar” e, no contexto em que foi empregada, sugere a ideia de diminutivo afetivo, ou seja, de pequenos adornos verbais de que se gosta.

III) A palavra “classismo” é empregada, no contexto do texto, em referência à presença de classe, tal como “pedantismo” se refere a uma atitude em que alguém se porta de forma pedante.

IV) “Jequice” e “francesice” são formadas pelo mesmo sufixo e ambas apresentam tom pejorativo.

Considerando as afirmações anteriores, está(ão) correta(s):

 

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