A Lei Federal nº 12.037/2009, que dispõe sobre a identificação
criminal do civilmente identificado e regulamenta
em seu art. 5º -A, par. 1º , a coleta do perfil genético e
armazenamento em banco de dados, afirma que
Dentre as prisões cautelares, isto é, aquelas prisões
decretadas antes da sentença final condenatória
transitada em julgado, destaca-se a prisão
preventiva. Nesse sentido, um dos motivos que
autoriza a decretação da prisão preventiva é a:
A legislação que regula os Juizados Especiais Criminais considera infração penal de
menor potencial ofensivo as contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena máxima não
superior a:
Em decorrência do princípio da ampla defesa, bem como do devido processo legal, previstos, inclusive, pela Constituição
Federal, é imprescindível que os acusados sejam cientificados da existência do processo e de seu desenvolvimento. Sobre as
citações e intimações, o Código de Processo Penal dispõe:
Segundo o que dispõe a legislação, bem como o entendimento sumulado do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal
de Justiça acerca dos recursos no Processo Penal brasileiro, é correto afirmar:
O Código de Processo Penal, bem como o entendimento sumulado do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de
Justiça, acerca do Inquérito Policial, dispõe:
A fiança, instituto classicamente atrelado pela doutrina à liberdade provisória, está atualmente regulada pelo Código de Processo
Penal do artigo 321 ao 350, e, segundo a doutrina, consiste em uma caução, uma garantia real, prestada geralmente em
dinheiro, que tem como objetivos principais a colocação do indiciado ou do acusado em liberdade e, ainda, em vincular o
afiançado ao processo, obrigando-o ao comparecimento em seus atos. Diante de tais considerações,
Segundo a doutrina, é possível conceituar a ação penal como o direito do Estado-acusação ou da vítima de ingressar em juízo,
pretendendo a prestação jurisdicional, consistente na aplicação das normas de direito penal ao caso concreto. Sobre a ação
penal, a legislação vigente dispõe:
Durante determinada investigação penal de crime de associação
para o tráfico, entendendo pela existência de indícios de autoria
e inexistência de outros meios para obtenção da prova, a
autoridade policial representou pela decretação da interceptação
das comunicações das linhas telefônicas de titularidade de
determinado investigado. Ao receber o pedido, o magistrado, de
maneira fundamentada, autorizou a interceptação pelo prazo
inicial de 30 (trinta) dias, deixando claro que eventual pedido de
prorrogação desse prazo deveria ser devidamente
fundamentado.
Com base apenas nas informações narradas, é correto afirmar que: