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Segundo Roy Bennet, estudioso da história da
música, dificilmente os musicólogos estão de
acordo sobre as datas que marcam o início e o
fim de um período dentro da história dessa arte,
ou mesmo sobre os nomes a serem empregados
para descrever o estilo que os caracteriza. No
entanto, o autor propõe uma divisão da história
da música no ocidente.
Assinale a alternativa que representa corretamente essa divisão, conforme sua ordem cronológica.
Assinale a alternativa que representa corretamente essa divisão, conforme sua ordem cronológica.
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“(...) No século XVI, essa nova arquitetura foi
chamada desdenhosamente de
pelos estudiosos, que a consideravam de
aparência tão bárbara que poderia ter sido
criada pelos godos, povo que invadiu o Império
Romano que destruiu muitas obras da antiga
civilização romana. Mais tarde, o nome perdeu
seu caráter depreciativo e ficou definitivamente
ligado à arquitetura dos arcos ogivais. A nova
maneira de construir apareceu pela primeira vez
na França, na edificação da abadia Saint Denis,
por volta de 1140. (...)”
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
PROENÇA, Graça. História da Arte. São Paulo: Ática, 2011.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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“(...) Como toda obra de arte e uma forma
sensível que chega a nós pela criação de
“formas simbólicas do sentimento humano”
(LANGER, 1980), a linguagem da arte propõe
um diálogo de sensibilidades, uma conversa
prazerosa entre nós e as formas de imaginação
e formas de sentimento que ela nos dá. (...)”.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Nessa perspectiva, segundo as autoras
I - Os signos artísticos são “apresentações” de metáforas aos nossos sentidos
II - O objeto artístico é, ele próprio, uma metáfora. E, por isso, se faz imagem que mostra de um modo outro aos nossos sentidos o pensamento/sentimento das coisas, resgatando em nós uma surpresa ao vê-las.
III - Por ser metáfora, a obra não nos provoca perguntas, mas traz uma resposta da qual extraímos novos significados do nosso olhar contaminado pelo cotidiano.
IV - Como intérpretes do objeto artístico, somos impulsionados pela emoção nascida do sentimento estético a produzir sentidos, estabelecendo analogias a partir das nossas memórias pessoais e culturais.
Estão corretas as afirmações apenas:
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Nessa perspectiva, segundo as autoras
I - Os signos artísticos são “apresentações” de metáforas aos nossos sentidos
II - O objeto artístico é, ele próprio, uma metáfora. E, por isso, se faz imagem que mostra de um modo outro aos nossos sentidos o pensamento/sentimento das coisas, resgatando em nós uma surpresa ao vê-las.
III - Por ser metáfora, a obra não nos provoca perguntas, mas traz uma resposta da qual extraímos novos significados do nosso olhar contaminado pelo cotidiano.
IV - Como intérpretes do objeto artístico, somos impulsionados pela emoção nascida do sentimento estético a produzir sentidos, estabelecendo analogias a partir das nossas memórias pessoais e culturais.
Estão corretas as afirmações apenas:
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“(...) A aprendizagem de Arte é obrigatória pela
LDB no Ensino Fundamental e no Ensino
Médio e os Parâmetros Curriculares Nacionais
reconhecem seu lugar de destaque no currículo
ao dar à Arte a mesma importância que deu às
outras disciplinas. (...)”
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
Nessa perspectiva, segundo a autora
I - A ação inteligente e empática do professor pode tornar a Arte ingrediente essencial para favorecer o crescimento individual e o comportamento do cidadão como fruidor de cultura e conhecedor da construção de sua própria nação.
II A obrigatoriedade por lei e o reconhecimento da necessidade são suficientes para garantir a existência da Arte no currículo.
III - Os poderes públicos, além de reservarem um lugar para a Arte no currículo e se preocuparem em como a Arte é ensinada, precisam propiciar meios para que os professores desenvolvam a capacidade de compreender, conceber e fruir arte.
IV - Sem a experiência do prazer da Arte, por parte dos educadores e educandos, nenhuma teoria de Arte-Educação será reconstrutora.
Estão corretas as afirmações apenas:
BARBOSA, Ana Mae (org.), Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002.
Nessa perspectiva, segundo a autora
I - A ação inteligente e empática do professor pode tornar a Arte ingrediente essencial para favorecer o crescimento individual e o comportamento do cidadão como fruidor de cultura e conhecedor da construção de sua própria nação.
II A obrigatoriedade por lei e o reconhecimento da necessidade são suficientes para garantir a existência da Arte no currículo.
III - Os poderes públicos, além de reservarem um lugar para a Arte no currículo e se preocuparem em como a Arte é ensinada, precisam propiciar meios para que os professores desenvolvam a capacidade de compreender, conceber e fruir arte.
IV - Sem a experiência do prazer da Arte, por parte dos educadores e educandos, nenhuma teoria de Arte-Educação será reconstrutora.
Estão corretas as afirmações apenas:
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“(...) A nova Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LDB 9.394), aprovada em
20 de dezembro de 1996, estabelece em seu
artigo 26, parágrafo 2: “O ensino da arte
constituirá componente curricular obrigatório,
nos diversos níveis da educação básica, de
forma a promover o desenvolvimento cultural
dos alunos (...)”.
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Na perspectiva das autoras, pode-se afirmar que:
I - Se faz necessária uma concepção espontaneísta em contraposição ao tecnicismo priorizado pela Escola Nova, em que cada professor deveria dominar todas as linguagens artísticas de forma competente.
II - Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte, “são características desse novo marco curricular as reivindicações de identificar a área por arte, e não mais por educação artística.
III - A arte, por ser um conhecimento construído pelo homem através dos tempos, é um patrimônio cultural da humanidade e todo ser humano tem direito ao acesso a esse saber.
IV - A arte é importante na escola principalmente porque é importante fora dela. Tratar a arte como conhecimento é ponto fundamental e indispensável.
Estão corretas as afirmações apenas:
MARTINS, Miriam Celeste; PICOSQUE, Gisa; GUERRA, M. Terezinha. Didática do Ensino da Arte – A Língua do Mundo. Poetizar, fruir e conhecer arte. São Paulo: FTD, 1998.
Na perspectiva das autoras, pode-se afirmar que:
I - Se faz necessária uma concepção espontaneísta em contraposição ao tecnicismo priorizado pela Escola Nova, em que cada professor deveria dominar todas as linguagens artísticas de forma competente.
II - Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte, “são características desse novo marco curricular as reivindicações de identificar a área por arte, e não mais por educação artística.
III - A arte, por ser um conhecimento construído pelo homem através dos tempos, é um patrimônio cultural da humanidade e todo ser humano tem direito ao acesso a esse saber.
IV - A arte é importante na escola principalmente porque é importante fora dela. Tratar a arte como conhecimento é ponto fundamental e indispensável.
Estão corretas as afirmações apenas:
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“(...) A escola pode desempenhar papel
importante na educação dos corpos e do
processo interpretativo e criativo de dança, pois
dará aos alunos subsídios para melhor
compreender, desvelar, desconstruir, revelar e,
se for o caso, transformar as relações que se
estabelecem entre corpo, dança e sociedade
(...)”
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que:
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que:
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A formação artística, que inclui o conhecimento
do que é e foi produzido em diferentes
comunidades, deve favorecer a valorização dos
povos por meio do reconhecimento de
semelhanças e contrastes, qualidades e
especificidades, o que pode abrir o leque das
múltiplas escolhas que o aluno terá de realizar
ao longo de seu crescimento, na consolidação
de sua identidade.
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que:
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais, é INCORRETO afirmar que:
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“(...) Nas últimas décadas tem-se presenciado
uma profunda modificação no pensamento, na
vida e no gosto dos jovens. Com o advento de
novos paradigmas perceptivos, novas relações
tempo e espaço, múltiplos interesses, poderes,
modos tecnológicos de comunicação,
verificam-se as transformações mais variadas
que se processam simultaneamente, trazendo
outras relações entre os jovens, as máquinas e
os sons. O ritmo de pulsação excitante e
envolvente da música é um dos elementos
formadores de vários grupos que se distinguem
(...)”.
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais:
I - É necessário procurar e repensar caminhos que nos ajudem a desenvolver uma educação musical que considere o mundo contemporâneo em suas características e possibilidades culturais.
II - É necessário procurar e repensar caminhos que nos ajudem a desenvolver uma educação musical que parta do conhecimento e das experiências que o jovem traz de seu cotidiano, de seu meio sociocultural e que saiba contribuir para a humanização de seus alunos.
III - Conhecendo e apreciando músicas de seu meio sociocultural e do conhecimento musical construído pela humanidade em diferentes períodos históricos e espaços geográficos, o aluno pode aprender a valorizar essa diversidade sem preconceitos estéticos, étnicos, culturais e de gênero.
IV - A consciência estética de jovens e adultos só pode ser elaborada na escola. Fora do contexto escolar, nas suas vivências cotidianas, faltam oportunidades de criação e apreciação musicais significativas.
Estão corretas as afirmações apenas:
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
Nessa perspectiva, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais:
I - É necessário procurar e repensar caminhos que nos ajudem a desenvolver uma educação musical que considere o mundo contemporâneo em suas características e possibilidades culturais.
II - É necessário procurar e repensar caminhos que nos ajudem a desenvolver uma educação musical que parta do conhecimento e das experiências que o jovem traz de seu cotidiano, de seu meio sociocultural e que saiba contribuir para a humanização de seus alunos.
III - Conhecendo e apreciando músicas de seu meio sociocultural e do conhecimento musical construído pela humanidade em diferentes períodos históricos e espaços geográficos, o aluno pode aprender a valorizar essa diversidade sem preconceitos estéticos, étnicos, culturais e de gênero.
IV - A consciência estética de jovens e adultos só pode ser elaborada na escola. Fora do contexto escolar, nas suas vivências cotidianas, faltam oportunidades de criação e apreciação musicais significativas.
Estão corretas as afirmações apenas:
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O ensino da arte, especialmente em suas expressões
regionais, é componente curricular obrigatório da
educação básica, como determina a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional (LDB), Lei Federal nº
9.394/1996. Este componente curricular é constituído
pelas seguintes linguagens:
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Qual dos seguintes elementos constitui a música?
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