Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada museu brasileiro à sua respectiva
descrição.
Coluna 1
1. Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli.
2. Instituto Inhotim.
3. Museu Nacional de Belas Artes.
4. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand.
Coluna 2
( ) Modelado a partir do Museu do Louvre, seu acervo remonta à chegada da Família Real no Brasil
em 1808, embora tenha sido oficialmente fundado pelo ministro Gustavo Capanema durante o
governo Getúlio Vargas.
( ) Seu edifício foi projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi, é um exemplar da arquitetura brutalista e
durante muito tempo deteve o título de maior vão livre da América Latina.
( ) Seu edifício foi projetado pelo alemão Theodor Wiederspanh e possui em seu acervo obras de
artistas como Di Cavalcanti, Cândido Portinari, Eliseu Visconti e João Fahrion.
( ) Considerado o maior museu a céu aberto do mundo, localiza-se dentro da Mata Atlântica, em uma
região vítima de grandes desastres ambientais, e abriga mais de 400 obras de artistas como Cildo
Meireles, Hélio Oiticica, Matthew Barney, Vik Muniz, Adriana Varejão, entre outros.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“O ensino da arte faz parte do currículo das escolas indígenas brasileiras, mas o
indígena tem sua própria forma de ensinar e aprender arte na aldeia, sem precisar de livros ou de
outro material didático convencional, pois a arte está presente em seu dia a dia. Na história do povo
Huni Kuĩ, o primeiro a fazer o vaso de cerâmica foi o Nũi (minhoca), o primeiro a fazer as esculturas
em madeira foi o pássaro Bui (pica-pau), o primeiro a trabalhar com tecelagem de palha foi o
pássaro Isku (japó), o primeiro a trabalhar com a tecelagem de algodão foi Xina Shuku (aranha), o
primeiro a trabalhar com as pinturas corporais foi a cobra Besã (salamanta)”. Segundo a tradição
Huni Kuĩ, a música pode ter diversas funções sociais, EXCETO:
Observe a imagem apresentada na Figura 4 e a citação a seguir:
Figura 4 – “Entidades”, do artista macuxi Jader Esbell
“A arte é uma extensão da nossa política para este mundo. Ela leva nossas demandas à gente que
nunca saberia da nossa existência por outros caminhos. A arte motiva e faz com que mais pessoas
reivindiquem seus lugares na trajetória histórica do país. Além de trazer a nossa luta, nossa política
de resistência, ela também resgata algo maior que o sofrimento e a morte, que é a nossa riqueza
tecnológica. Nossos conhecimentos são tecnologias poderosíssimas. A língua, as rezas, os cantos, a
forma de se comunicar com outros mundos, nosso modo de transitar no universo desde sempre
enquanto culturas completas. Se o branco não tivesse aparecido, continuaríamos vivendo da mesma
forma, plenamente, como sempre atravessamos o tempo” (Fonte: Revista Gama, entrevista com
Jaider Esbell). Relacionando a imagem e o discurso do artista, é possível afirmar que:
Analise as imagens apresentadas a seguir. Na Figura 1, há uma escultura de metal
articulada, dobrável, retorcida como um origami; na Figura 2, há três pedaços de tecido coloridos,
vestíveis, pendurados separadamente; e na Figura 3, há um poema visual de cinco versos.
Sobre a relação entre as obras, assinale a alternativa correta.
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os movimentos de arte contemporânea
às respectivas descrições.
Coluna 1 1. Pop Art.
2. Land Art.
3. Arte minimalista.
4. Arte Povera.
Coluna 2 ( ) Expressão cunhada em 1959 pelo crítico italiano Germano Celant para descrever o trabalho de
seus patrícios. Desafiava a ordem estabelecida das coisas e valorizava mais os processos da vida
do artista que buscavam poesia na presença de materiais do que os objetos que ofereciam apenas
significados.
( ) Surgiu e foi reconhecida como movimento nos EUA bem no começo da década de 1960. Em 1962,
era possível identificar uma sensibilidade comum em vários artistas, principalmente Roy
Lichtenstein, Andy Warhol, Claes Oldenburg, Tom Wesselman e James Rosenquist, todos cujas
obras utilizavam temas extraídos da banalidade dos Estados Unidos urbanos.
( ) Não representava nem se referia diretamente a nenhuma outra coisa de uma forma que fizesse
sua própria autenticidade depender da adequação de sua semelhança ilustrativa. Ela não era
metafórica, nem se oferecia como símbolo de nenhuma verdade espiritual ou metafísica. Frank
Stella afirmou a respeito de suas pinturas: “o que você vê é o que você vê”.
( ) O isolamento é a essência das obras desse movimento, segundo seu expoente Walter DeMaria.
Aqueles que desejam vê-las podem fazê-lo em pequenos grupos, com um pernoite na cabana
mais próxima, que lhes dá o tempo suficiente para fazer a caminhada necessária pela área. O
modo como a obra é vista não é extrínseco à sua condição e significado, mas parte destes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O neologismofoi originalmente proposto pela autoraatravés da imagem da mãe preta escravizada, obrigada a cuidar da prole dos
brancos, embalar os sonhos das crianças brancas com histórias que não podia contar para os seus
próprios filhos. A proposta, de caráter, procura recontar uma história da negritude
brasileira, ficcionalizando a experiência subjetiva da mulher negra brasileira através da oralidade e de
um tempo cíclico em que passado, presente e futuro se misturam.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Inicialmente proposto por marxistas britânicos do pós-guerra, o campo conhecido
comocostuma defender uma metodologia deliberadamente eclética e aberta,
oferecendo-se como uma alternativa para os que recusam as limitações de disciplinas-mestras nas
Ciências Humanas, entendendo a cultura como um domínio no qual a subjetividade é construída.
Expoente dessa corrente, no livro “A Identidade Cultural na Pós-Modernidade”, o filósofotraça um panorama histórico do conceito de identidade. Adeptos dessa disciplina,
influenciados pela semiótica, utilizam o termopara designar não apenas linguagem
escrita, mas também programas de televisão, filmes, fotografias, moda, penteados e assim por diante,
compreendendo todo tipo de artefato cultural dotado de sentido.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Jaime Tomás, conhecido como Meira, conviveu com grandes nomes da cena
musical de Recife, no início do século XX. Em 1927, Meira integra com seu irmão, Robson, o
conjunto Voz do Sertão, de Luperce Miranda. Em 1928, partem para o Rio de Janeiro, onde Meira
inicialmente mora na companhia de seu conterrâneo João Pernambuco. Também foi vizinho de Noel
Rosa, com quem participava de apresentações na Casa de Caboclo. Na capital carioca, Meira integra
o regional de Benedito Lacerda (mais tarde rebatizado Regional de Canhoto), participando de
centenas de gravações – especialmente com Jacob do Bandolim – e acompanhando muitos dos
grandes cantores da época. Entre 1941 e 1949, Meira manteve uma dupla instrumental com
Dilermando Reis, com quem gravou diversos discos em 78 rpm. Meira também se destacou como
professor, ministrando aula para violonistas de renome. Assinale a alternativa que indica dois alunos
de Meira.
“A expressão ‘música de tradição oral’ é sabidamente imprecisa: afinal, todas as
atividades que classificamos socialmente como musicais dependem da comunicação de sons
percebidos pelo canal auditivo e, em larga medida, produzidos vocalmente. Mesmo assim, a
expressão tem sido usada para referir a todo o leque de atividades musicais ligadas à sociabilidade
vicinal e comunitária, a rituais e festividades; por conseguinte, atividades musicais que não
dependem do mercado nem da profissionalização dos músicos como fornecedores de serviços e bens
no mercado. A adoção preferencial dessa expressão pelos pesquisadores traduz sua insatisfação com
o termo folclore e seu desejo de marcar a distância entre seus pressupostos e métodos, e os da
antiga ciência do folclore” (Travassos, 2007). Que manifestação cultural brasileira tem semelhanças
com os trovadores medievais?