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Disciplina: Educação Artística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juiz Fora-MG
Quando integramos os conteúdos, possibilitamos que os alunos deem significado a eles, pois o que acontece hoje, ainda, é que não há ligação direta do que é ensinado e a vida real. O que presenciamos é uma escola resistente à mudança, presa a paradigmas imobilizadores e condicionantes, com práticas que calam a voz do aluno, inibem sua participação em tomadas de decisões, reprimem seus desejos e são desfavoráveis à criação de vínculos, à comunicação e à expressão.
(SANTOS, Aparecida Regina dos. Pela presença do corpo na escola: Uma experiência de trabalho interdisciplinar entre Arte e Educação Física. IN: MATTAR, Sumaya e ROIPHE, Alberto (Orgs). Arte e educação: ressonâncias e repercussões. Editora São Paulo: ECA – USP, 2016, p. 107-118. Disponível em: http://www.livrosabertos.sibi.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/273/242/1072. Acesso em: 18/04/2022.)
De acordo com o trecho anterior, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Tomando por base o pensamento decolonial, Moura (2019) afirma que:
A episteme eurocêntrica/estadunidense, única e excludente, desde a constituição das primeiras universidades latino- -americanas e na (con)formação docente em muitas instituições, até a contemporaneidade, é responsável pela homogeneização das formas de produzir conhecimento e de conhecer, de tal forma que a única versão de arte ensinada e aprendida nos espaços educativos é proveniente dessa matriz.
(MOURA, Eduardo Junio Santos. Des/obediência docente na de/colonialidade da arte/educação na América Latina. Revista GEARTE, p. 321, 2019. Disponível em: 92905-Texto do artigo-386293-2-10-20190709 (1).pdf. Acesso em: 17/04/2022.)
O conceito de pensamento decolonial no campo das artes visuais implica, EXCETO:
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Apresentando uma alternativa para a decolonialidade do campo da Arte/Educação na América Latina, Moura (2019) afirma que “na contramão da hegemonia eurocêntrica nas formas de pensar e de produzir a formação docente em contextos latino-americanos, é que penso uma ‘desobediência docente’ em processos de formação de professores de arte”.
(MOURA, Eduardo Junio Santos. Des/obediência docente na de/colonialidade da arte/educação na América Latina. Revista GEARTE, p. 323, 2019. Disponível em: 92905-Texto do artigo-386293-2-10-20190709 (1).pdf. Acesso em: 17/04/2022. Adaptado.)
Nesse contexto, “desobediência docente” significa:
I. Uma produção de conhecimentos em arte que se identifique com a América Latina, considerando-se todas as suas dimensões.
II. Partir da decolonialidade intelectual de professores de arte, imprimindo as marcas desse pensamento nos currículos de formação de professores.
III. Produzir consciências cidadãs descolonizadas por meio da legitimação de expressões artísticas europeias e estadunidenses.
Está correto o que se afirma apenas em
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As feridas abertas pelo eurocentrismo, excludente e hegemônico, estão latentes no pensamento latino-americano. Nesse território, o pensar, seja ele, artístico, social, político, histórico, filosófico, antropológico etc, passa pela Europa, o que leva a questionar: e antes da invasão, como pensavam os povos autóctones? Era possível pensar? São possíveis hoje outras formas de (re)pensar o mundo? É possível (re)pensar o mundo desde a América Latina e de suas realidades?
(MOURA, Eduardo Junio Santos. Des/obediência docente na de/colonialidade da arte/educação na América Latina. Revista GEARTE, p. 316, 2019. Disponível em: 92905-Texto do artigo-386293-2-10-20190709.pdf. Acesso em: 17/04/2022.)
Na proposta do autor, repensar o mundo significa:
I. Desenvolver outros modos de pensamento não-eurocêntricos, pautados na coexistência de diferentes epistemes.
II. Colocar no centro do pensamento a episteme latino-americana, atribuindo um lugar mais periférico à cultura dominante.
III. Pensar de maneira crítica a colonialidade intelectual que vem atuando no apagamento das epistemes latino-americanas.
Está correto o que se afirma apenas em
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Ligada à arte contemporânea como um modo de pensar que inclui diferentes formas de arte, épocas, lugares e culturas, a “docência como campo expandido” pressupõe, EXCETO:
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A literatura do campo das artes visuais denuncia um pensamento escolar vigente, que se desenvolve ligado a um modelo de “sensatez pedagógica escolarizada”, que significa a adoção de práticas, EXCETO:
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Arthur Timótheo da Costa (1882-1922) foi um artista visual negro, nascido na cidade do Rio de Janeiro. Em 1907, ele conquistou o prêmio, pela Exposição Geral de Belas Artes, que custeava uma viagem ao exterior, fato que o levou a se mudar para Paris, em 1908. Nesse mesmo ano, influenciado pelos pintores franceses, Arthur pinta o quadro “A Dama de Verde”.

(COSTA, Arthur Timótheo. A dama de verde (1908). Disponível em: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa22552/arthur-timotheo-dacosta? gclid=CjwKCAjwu_mSBhAYEiwA5BBmfxLG-7n5aYe0nghAouZCywuluFfu0mZ8Ac4KJPaZKtjtK7nbmeORYRoC190QAvD_BwE. Acesso em: 19/04/2022.)
Ao observar a pintura anterior, podemos afirmar que, nessa obra, Arthur sofre influência dos pintores:
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A história das artes visuais no mundo e no Brasil não é pálida. A multiplicidade de cores transborda os limites dos objetos de arte, dos desenhos, pinturas, gravuras, esculturas, modelagens, fotografias, performances, vídeos, instalações, construções; o que quer que chamemos de obra de arte é imaginado e materializado por gente, e queremos saber e ver as cores de todas as gentes que têm se inscrito na história com suas existências e suas artes.
(SANTOS, Renata. SANTOS, Renata Aparecida Felinto dos. A pálida história das Artes Visuais no Brasil: onde estamos negras e negros? Revista GEARTE, Porto Alegre, v. 6, n. 2, p. 366, maio/ago. 2019. Disponível em: 94288-Texto do artigo-386295-2-10-20190709.pdf. Acesso em: 16/04/2022.)
Considerando o trecho destacado anteriormente do texto “A pálida história das artes visuais no Brasil: onde estamos negras e negros?”, sobre a história das artes visuais, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Habitar uma escola é conviver com inúmeras e intermináveis tramas narrativas. Corredores, salas de aula, salas de professores, pátio, refeitórios, portaria, porta de entrada são cenários para professores, alunos e pais, que, por vezes, encontram nesses espaços acolhida de desejos, vontade e aprendizado mútuo ou um lugar em que nem sempre querem estar. Brigas, intrigas, frustrações, expectativas, (des)encontros, dramas, tragédias, alegrias, epifanias. Um grande espaço narrativo aberto a ser reinventado e repensado por meio de ações artísticas.
(LOPONTE , Luciana Gruppelli. Tudo isso que chamamos de formação estética: ressonâncias para a docência. Revista Brasileira de Educação, v. 22, nº 69, abr. jun. P. 446, 2017.)
Demarcando espaço para a inserção da dimensão estética no âmbito da formação docente, reinventar a escola significa, EXCETO:
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Discutindo a docência como “campo expandido”, Loponte (2017) propõe ressignificar categorias próprias do campo das artes visuais como, por exemplo, escultura; pintura; desenho; e, fotografia. Nesse sentido, a autora propõe o conceito de escultura como:
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