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Observe a Imagem:

Nelson Leirner, Homenagem a Mondian III, 2010.
A citação esteve presente de diversos modos em minha obra. Javacheff Christo, em exposição-happening na FAU; Lucio Fontana e seu ataque à superfície da tela, no industrial “homenagem a Fontana”, série talvez mais reconhecida; Duchamp em inúmeros trabalhos; e, claro, as incontáveis recolocações de Da Vinci, que finalmente aproximam do sentido mais popular, proletário, de apropriação da arte, como objeto de decoração que repõe nas cabeceiras das mesas populares a reverência a Cristo e aos Apóstolos ou ao congelamento de um fruteiro em uma natureza morta qualquer. E tudo isso ainda, por fim, embaralhando o gesso produzido em casas de artefatos religiosos ou decalques de Disney e santinhos ao conjunto da obra, o que, por fim, nos remete a uma incontável série de loops de citações sobre si mesmas, de obras que se autoexpõem (no sentido de que aplicam, mas expõem também um risco, o da autodepreciação calculada).
Nelson Leirner. Disponível em: https://dasartes.com.br/materias/nelson-leirner/
Considerando a obra e o texto apresentados, a citação na arte contemporânea se caracteriza por
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As inscrições em muros, paredes e metrôs - palavras e/ou desenhos -, sem autoria definida, tomam Nova York, no início da década de 1970. Em 1975, a exposição Artist's Space, nessa cidade, confere caráter artístico a parte dessa produção, classificada como graffiti. A palavra, do italiano graffito ou sgraffito, que significa arranhado, rabiscado, é incorporada ao inglês no plural graffiti, para designar uma arte urbana com forte sentido de intervenção na cena pública.
GRAFFITI. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2020.
O estêncil, como técnica do graffiti, é simples e rápida, podendo ser desenvolvida nas aulas de Arte. Quais os principais materiais que podem ser utilizados, com estudantes jovens, na aplicação da técnica do estêncil:
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QUESTÃO 07 Entre a periferia industrial de sua cidade natal, Contagem (MG), e os grandes centros urbanos, Randolpho Lamonier desenvolve sua pesquisa visual a partir de diversas mídias e processos, num acúmulo de signos e gestos que refletem sobre a urgência na construção de identidades individuais e coletivas. Nos cruzamentos entre a vida íntima e os assuntos de ordem pública, define-se uma articulação entre micro e macro política, um estado constante de reflexão e insurgência que se faz presente no menor dos gestos uma postura crítica sobre o estado de normalidade.
Disponível em: https://randolpholamonier.com/CV

Randopho Lamonier, Série Profecias, costura e bordado em tecido, 2018.
A partir das informações, em uma leitura da obra apresentada, pode-se considerar que ela
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Os termos “pluralidade cultural” e “multiculturalidade” são vistos como sinônimos, sendo utilizados para indicar as múltiplas culturas presentes hoje nas sociedades complexas. No entanto, é a denominação de “multicultural” que se encontra consagrada na literatura, tanto na área da Educação quanto da Arte-Educação, pois é desta forma que a questão da diversidade vem sendo estudada e discutida há muito tempo. Atualmente utiliza-se o termo “interculturalidade”.
RICHTER, Ivone Mendes. Multiculturalidade e Interdisciplinaridade. In: BARBOSA, A. M (Org.). Inquietações e mudanças no
ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002. p. 89.
Considerando o texto apresentado, enquanto os termos multicultural e pluricultural significam a coexistência entre diferentes culturas, o termo intercultural implica
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Observe as imagens:
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Série Relevos – objeto emblemático, 1977/78. | Espírito de Avaré, técnica mista, 1998. |
A expressão arte afro-brasileira indica não um estilo ou um movimento artístico produzido apenas por afrodescendentes brasileiros, ou deles representativo, mas um campo plural, composto por objetos e práticas bastante diversificados, vinculados de maneiras diversas à cultura afro-brasileira, a partir do qual tensões artísticas, culturais e sociais podem ser problematizadas estética e artisticamente.
CONDURU, Roberto. Arte Afro-brasileira. Belo Horizonte: C/Arte, 2007.p. 11.
A imagens apresentam obras de dois grandes artistas brasileiros, que utilizam da estética e de elementos da cultura afro-brasileira em seus trabalhos. São eles:
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Observe a imagem ao lado.

Rhoda Kellogg, Analyzing Children’s Art, 1969-1970.
A mandala criada pela pesquisadora Rhoda Kellog expressa a ideia de:
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No ensino de arte, leitura e releitura tem sido uma prática amplamente difundida, sem que muitas vezes se compreenda o que está sendo implicado nessas dimensões do conhecimento da arte. Assim, problematizar a leitura e a releitura no ensino de arte poderá auxiliar a entender suas similaridades e diferenças no contexto da sala de aula.
PILLAR, Analice Dutra. Leitura e releitura. In: PILLAR, A. D (Org.). A Educação do Olhar. Porto Alegre: Mediação, 1999. p. 11
Sobre a leitura e releitura de imagens nas aulas de Arte, analise as afirmativas:
I. A leitura da obra de arte estabelece relações entre o objeto de leitura e as experiências do leitor.
II. A leitura da obra de arte pode contemplar abordagens biográfica, estética, formal, iconológica e semiótica.
III. A releitura é uma ação de copiar obras de arte compreendendo seus aspectos técnicos.
IV. A releitura é uma das ações sensíveis na sistematização da Abordagem Triangular.
É CORRETO o que se afirma em:
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A Abordagem Triangular foi divulgada com o nome de Metodologia Triangular através do livro A Imagem no Ensino da Arte publicado pela Editora Perspectiva em 1991. Posteriormente, em 1998 publiquei um capítulo revisando-a no livro Tópicos Utópicos. As revisões da Metodologia Triangular em 1998 foram conceituais, práticas e bastante incisivas, mudando-lhe até o nome para Abordagem Triangular.
BARBOSA, Aa Mae; CUNHA, Fernanda Pereira da. (Orgs.). Abordagem Triangular no ensino das Artes e Culturas Visuais.
São Paulo: Editora Cortez, 2010. p. 09.
Sobre a Abordagem Triangular, analise as afirmativas e marque V para verdadeira e F para falsa:
( ) A Abordagem Triangular deriva de uma dupla triangulação, a primeira de natureza epistemológica, e a segunda, está na gênese da própria sistematização.
( ) A Abordagem Triangular compreende três ações mentalmente e sensorialmente básicas, quais sejam: fazer artístico, leitura da obra de arte e contextualização.
( ) A Abordagem Triangular foi influenciada por outras três abordagens: Escuelas al Aire Libre (México), Critical Studies (Inglaterra) e DBAE (Estados Unidos).
( ) A Abordagem Triangular inicia suas experimentações nos anos 2000 a partir da releitura de obras de arte no Museu de Artes de São Paulo (MASP).
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
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“Para se entender a Arte Moderna, é preciso também entender o contexto histórico em que estava inserida. A Europa do século XIX passava por uma situação social repleta de injustiças e pobreza, na qual refletia o modelo econômico capitalista e burguês ascendido pela Revolução Industrial. Logo, o trabalho manual sucumbiu às máquinas e a religião pela ciência, além dos padrões acadêmicos que enalteciam o virtuosismo e a habilidade artística. (...)
O fenômeno do fetiche pelo primitivo que pairava na Europa em decorrência do espírito de aventura, que as Grandes Navegações trouxeram ao velho continente a partir do século XV, alimentou o desejo de encontrar uma linguagem e direção opostas à tradição que os vanguardistas tanto almejavam.”
fonte: https://medium.com/deadlines/o-primitivismo-como-inspiracao-
para-a-arte-moderna-118d9714c1d6

Máscara Africana e autorretrato de Picasso, 1907.
Considerando a imagem e o texto acima, o que se pode dizer como verdadeiro a respeito da relação entre artistas da vanguarda moderna do início do século XX e a arte conhecida como “primitiva”?
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A obra “Moema” do pintor catarinense Victor Meirelles (1832-1903) inspira-se no canto VI do poema épico Caramuru (1781) do frei José de Santa Rita Durão (1722-1784). Analise a imagem e a estrofe XXXVII do poema, onde o autor narra a situação de Moema:

Moema, 1866. Museu de Arte de São Paulo
“Copiosa multidão da nau Francesa
Corre a ver o espetáculo assombrada;
E ignorando a ocasião da estranha empresa,
Pasma da turba feminil, que nada:
Uma, que às mais precede em gentileza,
Não vinha menos bela, do que irada:
Era Moema, que de inveja geme,
E já vizinha à nau se apega ao leme.”
fonte: https://www.historiadasartes.com/sala-dos-professores/moema-
victor-meirelles/
A partir da comparação entre a tela de Victor Meirelles, e o texto de José de Santa Rita Durão, é possível afirmar que:
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