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De acordo com os estudos sobre atividade física aplicada a pessoas com Transtorno do Espectro Autista
(TEA), analise as afirmativas a seguir:
I. A natação e os exercícios aquáticos favorecem o tônus muscular, estimulam funções cardiovasculares e reduzem comportamentos antissociais.
II. A dança contribui para o desenvolvimento social, emocional e neuromuscular, auxiliando na expressão corporal e coordenação.
III. Esportes coletivos, como futebol e basquete, devem ser evitados para autistas, pois dificultam interação social e noção de tempo e espaço.
IV. O karatê, sobretudo o treino de katas, pode reduzir estereotipias motoras, melhorar autocontrole e fortalecer atenção.
V. Circuitos funcionais organizados de forma lúdica auxiliam no desenvolvimento motor e cognitivo, aumentando autonomia e atenção.
VI. A prática esportiva regular pode reduzir ansiedade, melhorar humor, fortalecer autoestima e aumentar sensação de pertencimento.
VII. A escolha da modalidade é indiferente ao perfil do autista, pois os benefícios são uniformes para todos os praticantes.
Com base nas afirmativas acima, assinale a alternativa que indica o quantitativo de afirmativas verdadeiras.
I. A natação e os exercícios aquáticos favorecem o tônus muscular, estimulam funções cardiovasculares e reduzem comportamentos antissociais.
II. A dança contribui para o desenvolvimento social, emocional e neuromuscular, auxiliando na expressão corporal e coordenação.
III. Esportes coletivos, como futebol e basquete, devem ser evitados para autistas, pois dificultam interação social e noção de tempo e espaço.
IV. O karatê, sobretudo o treino de katas, pode reduzir estereotipias motoras, melhorar autocontrole e fortalecer atenção.
V. Circuitos funcionais organizados de forma lúdica auxiliam no desenvolvimento motor e cognitivo, aumentando autonomia e atenção.
VI. A prática esportiva regular pode reduzir ansiedade, melhorar humor, fortalecer autoestima e aumentar sensação de pertencimento.
VII. A escolha da modalidade é indiferente ao perfil do autista, pois os benefícios são uniformes para todos os praticantes.
Com base nas afirmativas acima, assinale a alternativa que indica o quantitativo de afirmativas verdadeiras.
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Considerando os benefícios da atividade física para
pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e
o papel do profissional de Educação Física apresentados no texto, assinale a alternativa correta.
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Sobre variabilidade interindividual no desenvolvimento motor, assinale a alternativa correta.
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Analise o gráfico sobre respostas fisiológicas ao treinamento:
Com base na análise do gráfico e no processo descrito, infere-se que:
Com base na análise do gráfico e no processo descrito, infere-se que:
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A componente periférica do VO₂ está diretamente relacionada à utilização do oxigênio pelos tecidos ativos.
Tendo em vista sua função no exercício físico, assinale
a alternativa correta.
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Em uma aula sobre biomecânica do membro superior,
o professor solicita que os estudantes analisem o movimento realizado por um aluno que segura um halter
leve e realiza, ao longo de uma série, a alternância entre virar a palma da mão para cima e, em seguida, para
baixo. No ínterim da análise, alguns alunos confundem
o plano anatômico e os músculos envolvidos, atribuindo o gesto à musculatura extensora do carpo. Baseando-se nos conceitos de movimento do rádio sobre a
ulna, eixo longitudinal e ação muscular, assinale a alternativa correta.
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No decorrer de uma aula prática sobre movimentos de
flexão e extensão do joelho, o professor propõe um
exercício de agachamento isométrico para avaliação
postural. Entrementes, um dos estudantes, chamado
A., relata sensação de dor anterior no joelho ao manter
a posição. O professor observa que o desconforto
ocorre no momento em que o tendão do músculo quadríceps sofre maior tensão e questiona se a estrutura
responsável por proteger esse tendão e otimizar a mecânica do movimento está funcionando adequadamente. Conforme os conhecimentos de anatomia e função dos ossos sesamoides, conclui-se que a estrutura
mencionada pelo professor é:
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3993572
Ano: 2025
Disciplina: Educação Física
Banca: IDEAP
Orgão: Pref. Monte Alegre Minas-MG
Disciplina: Educação Física
Banca: IDEAP
Orgão: Pref. Monte Alegre Minas-MG
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Durante uma corrida de curta duração e alta
intensidade (como os 100 metros rasos), o organismo
necessita gerar energia rapidamente para sustentar o
esforço muscular. Nesse contexto, a principal via
metabólica responsável pelo fornecimento imediato
de ATP é:
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3993571
Ano: 2025
Disciplina: Educação Física
Banca: IDEAP
Orgão: Pref. Monte Alegre Minas-MG
Disciplina: Educação Física
Banca: IDEAP
Orgão: Pref. Monte Alegre Minas-MG
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Segundo a Atualização da Diretriz em Cardiologia
do Esporte e do Exercício da Sociedade Brasileira de
Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Medicina do
Exercício e Esporte-2019. Atletas com o diagnóstico
de miocardite deverão ser desaconselhados à prática
de todos os esportes competitivos e submetidos a um
período de convalescença. Não existe um consenso,
mas muitos especialistas recomendam que esse
período seja de pelo menos seis meses após o início
das manifestações clínicas. No entanto, alguns
experts têm sido mais “liberais”, recomendando
períodos menores de convalescença. Esses atletas
poderão ser liberados para treinamentos e
competições após:
I – A função ventricular esquerda, a motilidade da parede ventricular e as dimensões cardíacas voltarem aos valores normais (com base nos estudos ecocardiográficos e com radionuclídeos em repouso e com esforço).
II – Formas complexas ou frequentes de arritmias ventriculares e supraventriculares e arritmias clinicamente relevantes estarem presentes.
III – Marcadores inflamatórios e aqueles para IC estarem normalizados.
IV – O ECG de repouso estar normalizado, embora a persistência de alterações de ST isoladamente não seja critério impeditivo para retorno aos treinos e competições.
Marque a alternativa correta:
I – A função ventricular esquerda, a motilidade da parede ventricular e as dimensões cardíacas voltarem aos valores normais (com base nos estudos ecocardiográficos e com radionuclídeos em repouso e com esforço).
II – Formas complexas ou frequentes de arritmias ventriculares e supraventriculares e arritmias clinicamente relevantes estarem presentes.
III – Marcadores inflamatórios e aqueles para IC estarem normalizados.
IV – O ECG de repouso estar normalizado, embora a persistência de alterações de ST isoladamente não seja critério impeditivo para retorno aos treinos e competições.
Marque a alternativa correta:
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3993570
Ano: 2025
Disciplina: Educação Física
Banca: IDEAP
Orgão: Pref. Monte Alegre Minas-MG
Disciplina: Educação Física
Banca: IDEAP
Orgão: Pref. Monte Alegre Minas-MG
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De acordo com o Posicionamento sobre Avaliação
Pré-participação Cardiológica após a Covid-19,
orientações para Retorno à Prática de Exercícios
Físicos e Esportes – 2020, sobre as Recomendações
para APP em Esportistas Recreativos, podemos
afirmar:
I – A avaliação dos atletas com quadro clínico classificado como moderado deve incluir anamnese, exame físico, ECG, e Tnt, preferencialmente TCPE (sempre, no mínimo, 30 dias após a resolução da doença). Havendo alteração dos níveis de Tnt, mesmo em vigência de ECO normal, sugerimos complementar investigação com RMC. Caso haja sinais sugestivos de miocardite, a avaliação deve continuar conforme as orientações vigentes para a doença, que inclui Teste Ergométrico e outros exames para estratificação de risco e elegibilidade para retorno às atividades físicas. Se a avaliação for normal, considera-se o atleta apto para retomar exercícios de baixos volume e intensidade 30 dias após resolução do quadro clínico, com retorno gradual à intensidade maior e treinamento específico, devendo ser monitorado o aparecimento de sintomas. Sugere-se uma reavaliação médica após 60 dias da APP inicial, visto que podem ocorrer manifestações cardíacas de forma tardia e novas alterações eletrocardiográficas em indivíduos que tiveram COVID-19 com pneumonia e necessitaram de hospitalização.
II – Os indivíduos que apresentaram quadro clínico leve, após permanecerem 14 dias assintomáticos, devem passar por uma avaliação médica com anamnese, exame físico e ECG, devendo ser considerada a possibilidade de realização de dosagem de Tnt. Com base nas informações que temos até o momento, devemos assumir que a presença de qualquer nível detectável de Tnt é um achado anormal, que pode estar associado a uma lesão miopericárdica tardia, identificada fora da fase aguda da doença. Se a avaliação for normal, pelo menos após 14 dias de resolução dos sintomas, esses indivíduos estão liberados para reiniciar atividades físicas leves, com progressão gradual de intensidade e treinamento. Caso seja detectada alguma alteração, deve-se progredir na investigação, seguindo a sequência sugerida para quadro clínico moderado.
III – Os indivíduos que apresentaram quadro clínico moderado devem realizar, após pelo menos 14 dias da resolução da doença, além da anamnese, exame físico e ECG, ECO, Tnt e TE ou TCPE, se disponível. Preferencialmente, o ECO deve ser realizado primeiro, pois, caso haja sinais de disfunção ventricular ou pericardite, o esforço máximo estaria contraindicado no momento. Se os exames forem normais, as atividades físicas podem ser retomadas de forma gradual, com monitoramento dos sintomas. Como a evolução da COVID-19 ainda não é bem conhecida, e aparentemente algumas alterações no coração podem ocorrer de forma, tardia ou até mesmo se perpetuar, sugerimos uma reavaliação médica em 60 dias. Caso apareçam anormalidades, deve-se prosseguir a investigação com RMC e, havendo sinais sugestivos de miocardite, realização de Holter de 24h e demais exames necessários, conforme as diretrizes para orientação em casos de miocardite.
IV – Os indivíduos que tiveram quadro clínico grave de COVID-19 devem realizar protocolo semelhante aos de quadro clínico moderado; no entanto, é importante considerar a realização de RMC mesmo se todos os exames forem normais. Há descrição de casos que não apresentam alterações ao ECG ou ECO, mas apresentaram áreas de realce tardio na RMC quando submetidos à investigação adicional, especialmente naqueles que cursaram com quadro clínico grave da doença, em que o acometimento cardíaco é relativamente frequente. Se houver alteração nos exames, devem seguir com investigação conforme orientação nas diretrizes de miocardite, incluindo Holter de 24h, com retorno à prática esportiva conforme os critérios específicos de elegibilidade. O mesmo valendo quando for identificada alguma arritmia na avaliação inicial ou na prova funcional. No final da avaliação, se estiver tudo normal, deve-se aguardar duas semanas sem sintomas para reiniciar atividades físicas, monitorando reaparecimento de sintomas após o retorno. Neste grupo, pode haver a necessidade de retorno mais gradativo e até reabilitação cardíaca, dependendo do grau de comprometimento cardíaco na fase aguda e suas possíveis sequelas.
Marque a alternativa correta:
I – A avaliação dos atletas com quadro clínico classificado como moderado deve incluir anamnese, exame físico, ECG, e Tnt, preferencialmente TCPE (sempre, no mínimo, 30 dias após a resolução da doença). Havendo alteração dos níveis de Tnt, mesmo em vigência de ECO normal, sugerimos complementar investigação com RMC. Caso haja sinais sugestivos de miocardite, a avaliação deve continuar conforme as orientações vigentes para a doença, que inclui Teste Ergométrico e outros exames para estratificação de risco e elegibilidade para retorno às atividades físicas. Se a avaliação for normal, considera-se o atleta apto para retomar exercícios de baixos volume e intensidade 30 dias após resolução do quadro clínico, com retorno gradual à intensidade maior e treinamento específico, devendo ser monitorado o aparecimento de sintomas. Sugere-se uma reavaliação médica após 60 dias da APP inicial, visto que podem ocorrer manifestações cardíacas de forma tardia e novas alterações eletrocardiográficas em indivíduos que tiveram COVID-19 com pneumonia e necessitaram de hospitalização.
II – Os indivíduos que apresentaram quadro clínico leve, após permanecerem 14 dias assintomáticos, devem passar por uma avaliação médica com anamnese, exame físico e ECG, devendo ser considerada a possibilidade de realização de dosagem de Tnt. Com base nas informações que temos até o momento, devemos assumir que a presença de qualquer nível detectável de Tnt é um achado anormal, que pode estar associado a uma lesão miopericárdica tardia, identificada fora da fase aguda da doença. Se a avaliação for normal, pelo menos após 14 dias de resolução dos sintomas, esses indivíduos estão liberados para reiniciar atividades físicas leves, com progressão gradual de intensidade e treinamento. Caso seja detectada alguma alteração, deve-se progredir na investigação, seguindo a sequência sugerida para quadro clínico moderado.
III – Os indivíduos que apresentaram quadro clínico moderado devem realizar, após pelo menos 14 dias da resolução da doença, além da anamnese, exame físico e ECG, ECO, Tnt e TE ou TCPE, se disponível. Preferencialmente, o ECO deve ser realizado primeiro, pois, caso haja sinais de disfunção ventricular ou pericardite, o esforço máximo estaria contraindicado no momento. Se os exames forem normais, as atividades físicas podem ser retomadas de forma gradual, com monitoramento dos sintomas. Como a evolução da COVID-19 ainda não é bem conhecida, e aparentemente algumas alterações no coração podem ocorrer de forma, tardia ou até mesmo se perpetuar, sugerimos uma reavaliação médica em 60 dias. Caso apareçam anormalidades, deve-se prosseguir a investigação com RMC e, havendo sinais sugestivos de miocardite, realização de Holter de 24h e demais exames necessários, conforme as diretrizes para orientação em casos de miocardite.
IV – Os indivíduos que tiveram quadro clínico grave de COVID-19 devem realizar protocolo semelhante aos de quadro clínico moderado; no entanto, é importante considerar a realização de RMC mesmo se todos os exames forem normais. Há descrição de casos que não apresentam alterações ao ECG ou ECO, mas apresentaram áreas de realce tardio na RMC quando submetidos à investigação adicional, especialmente naqueles que cursaram com quadro clínico grave da doença, em que o acometimento cardíaco é relativamente frequente. Se houver alteração nos exames, devem seguir com investigação conforme orientação nas diretrizes de miocardite, incluindo Holter de 24h, com retorno à prática esportiva conforme os critérios específicos de elegibilidade. O mesmo valendo quando for identificada alguma arritmia na avaliação inicial ou na prova funcional. No final da avaliação, se estiver tudo normal, deve-se aguardar duas semanas sem sintomas para reiniciar atividades físicas, monitorando reaparecimento de sintomas após o retorno. Neste grupo, pode haver a necessidade de retorno mais gradativo e até reabilitação cardíaca, dependendo do grau de comprometimento cardíaco na fase aguda e suas possíveis sequelas.
Marque a alternativa correta:
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