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“Diante de todo o contexto de pandemia,
agravado por uma crise política em nosso país, as
desigualdades em nossa sociedade ficaram mais
latentes. As tensões sociais aumentaram e mais
uma vez as minorias ficaram à margem das ações
do governo. Um governo neoliberal à frente de
uma sociedade com estrutura patriarcal,
capitalista e colonialista, que moldou a escola a
partir de um padrão de homem, de corpo e de
sociedade, desconsiderando a diferença como
uma característica humana. Diante do cenário
caótico de pandemia, o governo brasileiro decidiu
no primeiro momento suspender as aulas
presenciais, em seguida, com tensões de
instituições privadas, implantou o denominado
ensino remoto e em um terceiro momento
flexibilizou a volta às aulas em função da forte
pressão de instituições privadas, mais uma vez
colocando a economia à frente da vida e de certa
forma escolhendo quem vive e quem morre, o que
podemos considerar uma necropolítica.”
(Dias, Maria Aparecida; Machado, Roseli Belmonte; Carvalho Junior, Arlindo Fernando Paiva de; Martins, Rafael Costa. Corpo, diferença e distanciamento: desafios e possibilidades em tempos de pandemia." Educação Física e Ciências do Esporte no tempo presente. 2021).
Diante do cenário pandêmico refletindo com os autores do texto “Corpo, diferença e distanciamento: desafios e possibilidades em tempos de pandemia” é possível afirmar sobre a inclusão de pessoas com deficiência:
(Dias, Maria Aparecida; Machado, Roseli Belmonte; Carvalho Junior, Arlindo Fernando Paiva de; Martins, Rafael Costa. Corpo, diferença e distanciamento: desafios e possibilidades em tempos de pandemia." Educação Física e Ciências do Esporte no tempo presente. 2021).
Diante do cenário pandêmico refletindo com os autores do texto “Corpo, diferença e distanciamento: desafios e possibilidades em tempos de pandemia” é possível afirmar sobre a inclusão de pessoas com deficiência:
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Defendemos que a avaliação é um
processo mais amplo que atribuir uma nota. Na
verdade, avaliar é um processo que procura
auxiliar o aluno a aprender, mais e melhor. Em
outras palavras, avaliar é mais complexo do que
tomar exclusivamente o desempenho dos alunos
em uma prova e considerá-lo aprovado ou
reprovado, mesmo porque cada aluno chega à
escola e às práticas corporais com certo nível de
conhecimento, carregando experiências
anteriores e com características pessoais.
Particularmente, para a Educação Física avaliar
implica ajudar o aluno a perceber as suas
facilidades, as suas dificuldades e, sobretudo,
pretende ajudá-lo a identificar os seus progressos
de tal modo que tenha condições de continuar
avançando.
(DARIDO, Suraya Cristina. "A avaliação da educação física na escola." UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. Caderno de formação: formação de professores didática geral. São Paulo: Cultura Acadêmica 16 (2012): 127-140).
Sobre o processo avaliativo da Educação Física escolar, de acordo com Darido (2012) é correto afirmar:
(DARIDO, Suraya Cristina. "A avaliação da educação física na escola." UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Prograd. Caderno de formação: formação de professores didática geral. São Paulo: Cultura Acadêmica 16 (2012): 127-140).
Sobre o processo avaliativo da Educação Física escolar, de acordo com Darido (2012) é correto afirmar:
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Para Menegolla (1992), o planejamento
está ligado à capacidade intrínseca do homem de
pensar, pois o próprio ato de pensar não deixa de
ser um verdadeiro ato de planejar. Para Padilha
(2001), planejar é sempre processo de reflexão,
de tomada de decisão sobre a ação. Se a
necessidade de planejamento é um imperativo da
vida humana, se o próprio ato de planejar é um
processo educativo, justifica-se plenamente a
prerrogativa de utilizar-se do planejamento no
âmbito educacional, o planejamento se impõe
neste setor como recurso de organização em
circunstâncias onde a educação é concebida
como fator de mudança, renovação e progresso
(TURRA et al., 1991). Vasconcellos (2008) atribui
ao planejamento a possibilidade de
(re)significação do trabalho docente, o resgate do
sentido da ação educativa, partindo de uma intencionalidade das ações a que se propõe.
(Adaptado de NUNES, Luciana de Oliveira, et al. "Planejamento de ensino e Educação Física: uma revisão de literatura em periódicos nacionais." Motrivivência 29.52 (2017): 280-294).
Sobre o planejamento na Educação Física escolar é correto afirmar:
(Adaptado de NUNES, Luciana de Oliveira, et al. "Planejamento de ensino e Educação Física: uma revisão de literatura em periódicos nacionais." Motrivivência 29.52 (2017): 280-294).
Sobre o planejamento na Educação Física escolar é correto afirmar:
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De acordo com Valter Bracht (1999) o
tratamento do corpo na EF sofreu e sofre
influências externas da cultura e da sociedade,
mas também internas, ou seja, da própria
instituição escolar.
“Nesse sentido, o corpo sofre a ação, sofre várias intervenções com a finalidade de adaptá-lo às exigências das formas sociais de organização da produção e da reprodução da vida. Alvo das necessidades produtivas (corpo produtivo), das necessidades sanitárias (corpo “saudável”), das necessidades morais (corpo deserotizado), das necessidades de adaptação e controle social (corpo dócil). O déficit de dignidade do corpo vinha de seu caráter secundário perante a força emancipatória do espírito ou da razão. Mas esse mesmo corpo, assim produzido historicamente, repunha a necessidade da produção de um discurso que o secundarizava, exatamente porque causava um certo mal-estar à cultura dominante. Ele precisa, assim, ser alvo de educação, mesmo porque educação corporal é educação do comportamento que, por sua vez, não é corporal, e sim humano. Educar o comportamento corporal é educar o comportamento humano.
(Bracht, Valter. "A constituição das teorias pedagógicas da educação física." Cadernos Cedes 19 (1999): 69-88.)
Com base nas teorias críticas e pós-críticas, as construções históricas da Educação Física (EF) tratam o corpo e a educação corporal da seguinte forma:
“Nesse sentido, o corpo sofre a ação, sofre várias intervenções com a finalidade de adaptá-lo às exigências das formas sociais de organização da produção e da reprodução da vida. Alvo das necessidades produtivas (corpo produtivo), das necessidades sanitárias (corpo “saudável”), das necessidades morais (corpo deserotizado), das necessidades de adaptação e controle social (corpo dócil). O déficit de dignidade do corpo vinha de seu caráter secundário perante a força emancipatória do espírito ou da razão. Mas esse mesmo corpo, assim produzido historicamente, repunha a necessidade da produção de um discurso que o secundarizava, exatamente porque causava um certo mal-estar à cultura dominante. Ele precisa, assim, ser alvo de educação, mesmo porque educação corporal é educação do comportamento que, por sua vez, não é corporal, e sim humano. Educar o comportamento corporal é educar o comportamento humano.
(Bracht, Valter. "A constituição das teorias pedagógicas da educação física." Cadernos Cedes 19 (1999): 69-88.)
Com base nas teorias críticas e pós-críticas, as construções históricas da Educação Física (EF) tratam o corpo e a educação corporal da seguinte forma:
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O livro Metodologia do Ensino de Educação
Física (SOARES, 1992) foi um grande divisor de
águas para a organização da Educação Física
Escolar, ao trazer o conceito de cultura corporal:
“A Educação Física é uma disciplina que trata,
pedagogicamente, na escola, do conhecimento
de uma área denominada aqui de cultura
corporal. Ela será configurada com temas ou
formas de atividades, particularmente corporais,
[...]. O estudo desse conhecimento visa
apreender a expressão corporal como
linguagem”.
SOARES, C. L. et al Metodologia do Ensino de Educação Física – São Paulo: Cortez, 1992.
Acerca do trato da cultura corporal na escola, os autores da obra defendem que os conteúdos
SOARES, C. L. et al Metodologia do Ensino de Educação Física – São Paulo: Cortez, 1992.
Acerca do trato da cultura corporal na escola, os autores da obra defendem que os conteúdos
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“[...] não há como garantir que ninguém, em
nenhuma circunstância, esteja definitivamente
incluído em qualquer lugar que seja. [...] “seria
utópico, irreal e ingênuo dizer isso”, posto que
“Não basta somente estar presente fisicamente
numa sala de aula, por exemplo, e não ter a
oportunidade de participar efetivamente do processo ensino-aprendizagem ali ocorrido, bem
como não ter reconhecida sua singularidade”
(p.55). Considerando o caráter processual e
dialético desse conceito inclusivo/excludente,
essa afirmação nos leva a pensar que a exclusão,
também não é definitiva, desde que estratégias
sejam pensadas para ampliar a participação de
todos, respeitando suas particularidades. A lógica
dialética do conceito inclusivo/excludente se
distancia da ideia de se pensar a inclusão como
normatização, homogeneização ou mera
adaptação e destaca a contrariedade e a
reversibilidade nesses processos dinâmicos.”
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
(FONSECA, Michele Pereira de Souza da; RAMOS, Maitê Mello Russo. Inclusão em movimento: discutindo a diversidade nas aulas de educação física escolar. In: PONTES JUNIOR, José Airton de Freitas (Org.). Conhecimentos do professor de educação física escolar [livro eletrônico]. Fortaleza, CE: EdUECE, 2017, p 184-208.)
De acordo com a reflexão das autoras, são estratégias importantes a serem adotadas na Educação Física escolar para promover a inclusão:
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“4,3 milhões de estudantes não-brancos da
rede pública – pretos, pardos e os indígenas–
ficaram sem atividades escolares durante a
pandemia, quase três vezes mais que os 1,5
milhões de estudantes brancos sem atividades.
Uma das razões é que, no Brasil, 39% dos
estudantes de escolas públicas não têm
computador, enquanto 91% dos estudantes de
escolas particulares possuem computador.”
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
(Rede de Pesquisa Solidária da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://redepesquisasolidaria.org/wpcontent/uploads/2020/09/boletimpps_22_28agosto.pdf ).
A pandemia foi uma experiência inédita e inesperada para os habitantes do planeta, delicada, complexa, sem “preparação prévia”, que afligiu a humanidade desde o final de 2019, e nos confrontou com o desconhecido. No entanto, com seu ineditismo, a pandemia acabou por exacerbar, radicalizar e dar visibilidade a problemas e opressões estruturais em escalas mundial e nacional bastante conhecidos, há muito, problemas que ao longo da história não foram objeto de políticas públicas de enfrentamento para sua superação – o racismo e suas nefastas consequências para todas as vidas humanas; a iníqua distribuição de renda; a desigualdade de acesso aos bens da educação, da cultura, da saúde, da economia. E a pandemia trouxe também problemas sociais novos.
(Adaptado de VAGO, Tarcísio Mauro. Uma polifonia da Educação Física para o dia que nascerá: sonhar mais, crer no improvável, desejar coisas bonitas que não existem e alargar fronteiras. In CARVALHO, Rosa Malena de Araújo; PALMA, Alexandre; CAVALCANTI, André dos Santos Souza. (organizadores). Educação Física, soberania popular, ciência e vida. Niterói : Intertexto, 2022. p. 38-54)
Sobre a relação entre a Educação Física e os persistentes problemas sociais brasileiros, Taffarel (2022) reflete que:
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“Cabe aqui ressaltarmos o fato de que o
esforço de se lançar mão da Educação Física
como elemento educacional - ainda que de
conformidade com uma visão de saúde corporal,
saúde física, eugênica - enfrentava barreiras
arraigadas nos valores dominantes do período
colonial, sustentáculos do ordenamento social
escravocrata, que estigmatizaram a Educação
Física por vinculá-la ao trabalho manual, físico,
desprestigiadíssimo em relação ao trabalho
intelectual, este sim, afeto à classe dominante,
enquanto o outro se fazia pertinente única e tão
somente aos escravos”.
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
(CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989).
Segundo Cavalcanti (2023) os movimentos históricos que buscam a superação da realidade social segregadora não iniciaram hoje. Os saberes emancipatórios produzidos pelos africanos e pelos afro-brasileiros nos ajudam a construir outras formas de resistência.
Sobre a Educação Física o autor explica que
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“Também parece certo que, devido às
suas características, a Educação Física tem
sido utilizada politicamente como uma arma a
serviço de projetos que nem sempre apontam
na direção das conquistas de melhores
condições existenciais para todos, de
verdadeira democracia política, social e
econômica e de mais liberdade para que
vivamos nossa vida plenamente. Pelo
contrário, a Educação Física no Brasil muitas
vezes, tem servido de poderoso instrumento
ideológico e de manipulação para que as
pessoas continuem alienadas e impotentes
diante da necessidade de verdadeiras
transformações no seio da sociedade. Por
consequência escreve-se quase sempre uma
história que é o próprio reflexo dessa situação
de dominação que se pretende eterna.”
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
(MEDINA, João Paulo S. . Apresentação: a história que não se conta… In: CASTELLANI FILHO, Lino. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. Campinas: Papirus, 1989, p.9-10).
De acordo com Castellani Filho (1989), discorrer sobre a história da Educação Física no Brasil passa, necessariamente, pela análise da influência das instituições militares na constituição desta disciplina no contexto escolar. Segundo o autor é correto afirmar que
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3334214
Ano: 2024
Disciplina: Educação Física
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salto Lontra-PR
Disciplina: Educação Física
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Salto Lontra-PR
Provas:
A modalidade esportiva de atletismo é
praticada em ambiente específico. As provas
são subdivididas em provas de pista e provas
de campo. Nas provas de pista ocorrem as
corridas e algumas destas corridas utilizamse de blocos de partida no início da prova.
Assim, assinale a alternativa que aponta
corretamente provas que utilizam os blocos
de partida:
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