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O sociólogo Alain Touraine faz importante análise/entrevista em Protestos despertam Brasil para a realidade (http://www.bbc.co.uk). Touraine cita que: “O balanço da situação brasileira é bom. Mas o país sofre desigualdades e benefícios do desenvolvimento [que] são muito mal distribuídos”. O sociólogo francês foi professor do ex presidente FHC, e definiu os movimentos de protestos como “quebra da esperança”, um sentimento de “decepção, que cria uma situação favorável ao descontentamento”, todavia, “não acredito que os protestos representem uma ameaça política contra o governo atual. Mas é possível que a situação evolua”. Em contraste, Foucault (1987), Vigiar e Punir, com suas analíticas em torno da microfísica do poder, se deparara com o tipo de sociedade moderna a delatar, inclusive, os interesses da burguesia; nesse caso, cita Foucault: “Pode-se dizer que a delinqüência (sic), solidificada por um sistema penal centrado sobre a prisão, representa um desvio da ilegalidade para os circuitos de lucro e poder ilícitos da classe dominante”. Baseado na análise de Touraine sobre movimentos sociais e, no pensamento foucaultiano sobre a microfísica do poder, é incorreto afirmar:
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“Na obra aristotélica, a ‘política’ é parte da filosofia prática. Sua tradição se estende ainda sobre o limiar do século XIX; somente com o historicismo ela foi rompida de maneira definitiva. Sua fonte seca quanto mais a corrente filosófica vital é desviada para os canais das ciências particulares. Desde o final do século XVIII, as novas ciências sociais em formação, de um lado, e as disciplinas do direito público, de outro, dividem assim as águas da política clássica” (HABERMAS, 2013). Neste texto, a discussão habermasiana sobre a política remete ao pensamento aristotélico da política e sua relação com a polis, logo, a representação política aristotélica e dos clássicos (Sócrates, Platão) – a partir da experiência ática - ainda tem sido uma plataforma importante de discussão em relação às condições dos estudos políticos contemporâneos. Mas Habermas descreve como a política clássica é-nos atualmente estranha. Nesse sentido de fundo da questão política a que nos gera tal estranhamento, conforme Habermas pensa, escolha a afirmativa errada nos estudos políticos baseados dos/nos clássicos.
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Nietzsche (2007, p.29) em O Nascimento da Tragédia discute a origem, composição e finalidade da arte trágica grega. O filósofo cita: “Depois dessas pressuposições e contraposições gerais, aproximemo-nos agora dos gregos, a fim de reconhecer em que grau e até que ponto estavam neles desenvolvidos esses impulsos artísticos da natureza: o que nos colocará em condições de compreender e apreciar mais profundamente a relação do artista helênico com os seus arquétipos ou, segundo a expressão aristotélica, “a imitação da natureza”. A relação da estética e a arte nietzschiana de fundo neste livro e nesta discussão do drama grego, enfim, permite-nos afirmar cada item a seguir, exceto:
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MORAES (2010), no texto em que discute Visões da Modernidade cita: “O Objetivo central da obra de Habermas consiste na caracterização das sociedades contemporâneas como sociedades racionalizadas. Ao falar em sociedades racionalizadas, Habermas não tem em mente o conceito de razão da tradição filosófica, mas uma forma específica de racionalidade.” Considerando o contexto da modernidade crítica, o uso desta racionalidade habermasiana, e a própria condição contemporânea da sociedade criticada pelo filósofo alemão, assim como implicitamente está exposta no texto de Moraes, opte pelo item que não corresponda à teoria de Habermas.
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José Silveira da Costa, no texto A filosofia Cristã, cita: “Denomina-se filosofia cristã, em sentido histórico, a filosofia que, influenciada pelo cristianismo, predominou no Ocidente, principalmente na Europa, no período que vai do século I ao século XIV de nossa era”. Nesse recorte histórico há de se delimitar a filosofia patrística, nesse caso, escolha a seguir aquele que não é um dos autênticos representantes da patrística:
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Em Temas de Filosofia (ARANHA; MARTINS, 2005), o conceito ideologia vem significando “conjunto de representações e ideias, bem como de normas de conduta, por meio das quais o indivíduo é levado a pensar, sentir e agir da maneira que convém à classe que detém o poder. Essa consciência da realidade é ilusória [...]”. As autoras do supracitado texto, em resumo, apontam quais são as características da ideologia, sendo incorreta a apresentada no item:
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O filósofo Kant, sobretudo, é um marco filosófico tanto ético, quanto político. Considere os itens a seguir, e, após as correlações de sua filosofia, opte pelo incorreto.
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Sobre a Teoria Política do filósofo John Locke, das opções abaixo, qual está incorreta?
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Popper (2013) acentua que: “Antes de passar a elaborar essa concepção (que se poderia chamar de ‘dedutivismo’, em oposição a ‘indutivismo’)”, deva se deparar com dois campos de problemas, sendo que, segundo contrasta o próprio Popper, um dos (campos) se refere aos “problemas epistemológicos”. Tais problemas geram o que Popper chama de “confusão” em torno da Teoria. Quais são os problemas a que se refere o outro campo desta análise popperiana?
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Leia o texto de Popper (2013): “Ora, está longe de ser óbvio, de um ponto de vista lógico, haver justificativa no inferir enunciados universais de enunciados singulares, independentemente de quão numerosos sejam estes; com efeito, qualquer conclusão colhida desse modo sempre pode revelar-se falsa: independentemente de quantos casos de cisnes brancos possamos observar, isso não justifica a conclusão de que todos os cisnes são brancos.” Quanto ao filósofo Popper, e seus questionamentos epistemológicos sobre as dificuldades do princípio da indução, avalie e escolha o item correto:
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