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Foram encontradas 6.736 questões.

1339965 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Com relação à Filosofia Moderna, dados os itens abaixo,
I. Com exceção de Espinosa e apresentando algumas variações, os filósofos modernos consideram o conhecimento uma representação.
II. Na filosofia moderna, o método científico segue o ideal da matemática e busca ser uma mathesis universalis.
III. Diferentemente do pensamento renascentista, que operava com a noção de Semelhança, o pensamento moderno critica a Semelhança por conta da incapacidade que ela tem de atingir a essência das coisas. Para eles, conhecer pelas causas implica diferenciar as coisas e atingir suas essências invisíveis.
IV. A interioridade caracteriza a filosofia moderna e supera a subjetividade característica do pensamento medieval.
V. A razão distingue os pensadores modernos. Alguns defendem a razão inata, como Locke e Hume; já outros preconizam a razão advinda das sensações e experiências, como é o caso de Pascal, Leibniz e Descartes.
verifica-se que estão corretas apenas
 

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1339951 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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"Na organização do Estado, o homem concentra seu poder sobre o homem em um único cargo oficial. O monopólio da força física de que goza esse cargo é absoluto. Pode, sem dúvida, canalizar seu poder mediante delegação específica; nos demais casos, e desde que o Estado não seja derrubado, esse poder continua à disposição da autoridade central. Em mãos do Estado o poder adota diversas formas e no uso de suas atribuições pode proibir, matar, encarcerar, escravizar, multar. Mas as forças do Estado não têm projeções meramente negativas. O Estado se apoia nas forças integradoras da sociedade: o amor, a lealdade, a dependência recíproca, a fé religiosa, a tradição e a força do costume."
(Lawrence Krader)
Considerando o pensamento político moderno e a formação do Estado, dadas as proposições seguintes,
I. No seu processo de desenvolvimento ao longo dos séculos, o Estado moderno passa por três momentos específicos que geram três grandes tipologias: o Estado estamental, o Estado monárquico absoluto e o Estado democrático.
II. O jusnaturalismo desenvolve uma teoria racional do Estado. Nele o Estado aparece como a reunião de muitos indivíduos que formam um indivíduo único, com uma única vontade, expressão da vontade geral.
III. Ao criticar o estado de natureza, Locke enfatiza sua negatividade com relação à excessiva liberdade que os indivíduos possuem, fato que gera uma guerra constante de todos contra todos.
IV. O contratualismo que funda o Estado em Rousseau nasce da impossibilidade do homem retornar ao estado de natureza onde todos eram livres, felizes e viviam harmoniosamente.
V. Em sua vertente econômica, o liberalismo prega a intervenção do Estado na economia e a existência de uma mão invisível que regula o mercado.
VI. Ao dividir o poder em duas esferas autônomas e que atuam de forma complementar, o legislativo e o judiciário, Montesquieu busca assegurar que o poder não seja opressor e instrumento de ações injustas contra o povo.
verifica-se que estão corretas apenas
 

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1339907 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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Uma das teorias de maior impacto na história dos últimos séculos foi o socialismo, particularmente as ideias socialistas dos séculos XIX e XX. O que propõe, propriamente, o socialismo? Em linhas gerais, a coletivização da propriedade, dos meios de produção e sua colocação a serviço de todos os membros da sociedade, buscando, com isto, o fim da pobreza e da miséria, bem como o acesso de todas as pessoas aos bens fundamentais necessários à vida, fruto da natureza e da ação do trabalho histórico e transformador humano.
Filosofia no dia-a-dia, 27 de setembro de 2012.
Com relação ao pensamento socialista ao longo da história, qual a opção correta?
 

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1339906 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: UFAL
Orgão: UNCISAL
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No mundo em que vivemos, onde nos defrontamos com o “corre-corre”, a concorrência e a ambição, necessitamos desenvolver cada vez mais a capacidade de argumentar, de discutir, de interpretar e de nos posicionarmos para termos condições de conviver com essas situações, fazendo presente nas nossas vidas o sentido ético e o respeito para com as pessoas e o meio. Com isso, seremos capazes de nos desenvolvermos como indivíduos mais equilibrados, mais felizes e mais satisfeitos, criando um clima de solidariedade maior, de amizade e respeito pelo outro.
http://www.nuep.org.br/jor001.php?jor=122
Comparando os vários tipos de conhecimento, qual a opção correta?
 

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1339751 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Durante a Idade Média, a visão teocêntrica do mundo fez com que os valores religiosos impregnassem as concepções éticas, de modo que os critérios do bem e do mal se achavam vinculados à fé e dependiam da esperança de vida após a morte.
Sobre a concepção de ética na Idade Média, analise as afirmativas abaixo:
I - Na perspectiva religiosa, os valores são considerados transcendentes, porque resultam de doação divina, o que determina a identificação do homem moral com o homem temente a Deus.
II - As teorias hedonistas foram bem aceitas pelo cristianismo ainda na época do Império Romano, tendo também fecundado as ideias ascéticas do período medieval.
III - Na Idade Média, a moral é laica e secularizada.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
 

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1337289 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Sobre a epistemologia do filósofo John Locke, são feitas as seguintes afirmativas:
I. O filósofo J. Locke é corretamente arrolado entre os empiristas, pois ele defende a tese de que não há ideias inatas. Todo conhecimento deriva dos sentidos.
II. No Ensaio Sobre o Entendimento Humano, Locke promove as seguintes distinções: ideias simples e complexas; ideias de sensação e de reflexão. Há ideias simples tanto de sensação como de reflexão.
III. A teoria do conhecimento de Locke nega que haja princípios especulativos inatos, mas afirma que há princípios práticos inatos. Tais princípios são os responsáveis pela ação moral.
IV. As únicas ideias inatas aceitas por Locke são as ideias de Deus e dos números, sendo Deus uma ideia simples e os números ideias complexas.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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1336584 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Sobre a obra Meditações Metafísicas, de René Descartes são feitas as seguintes afirmativas:
I. Na primeira meditação, Descartes parte da constatação de que é preciso desfazer-se de todas as opiniões que acolhera anteriormente para estabelecer as bases de um conhecimento firme e seguro nas ciências.
II. Os argumentos dos sentidos enganadores, do sonho e do gênio maligno permitem universalizar a dúvida a todos os recantos, embora não sejam suficientes para impedir a intuição da primeira certeza: penso, logo existo (cogito, ergo sum).
III. A dúvida cética universalizada tem seu fim na apresentação do cogito, que, a partir de então, garante todas as certezas sensíveis instantaneamente.
IV. As ideias claras e distintas não podem estender certezas, pois a faculdade cognitiva humana é sempre deformada pelos instintos, não permitindo que se chegue a nenhum tipo de conhecimento.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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1336436 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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No Compêndio de Filosofia, organizado por Nicholas Bunnin e E. P Tsui-James (2002), há um capítulo específico sobre epistemologia, em que A. C. Grayling caracteriza um tipo de postura epistemológica.
Leia a caracterização apresentada pelo autor
Uma classe de teorias da justificação emprega a metáfora de um edifício. A maioria de nossas crenças comuns requer apoio de outras; justificamos uma dada crença recorrendo a outra, ou outras, na qual ela se baseia. Porém, se a cadeia de crenças justificadas regredisse ao infinito, sem terminar numa crença que seja, de certo modo, segura, fornecendo assim uma fundação para as outras, aparentemente teríamos uma falta de justificação para qualquer crença da cadeia. Mostra-se necessário, por conseguinte, que haja crenças que não necessitem de justificação, ou que, de certo modo, se autojustifiquem, para poderem servir de base epistêmica
(BUNIN; TSUI-JAMES, 2002, p. 42).
A alternativa que nomeia corretamente a postura epistemológica em questão é
 

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1335684 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Segundo o autor de Contra o Método, a Ciência não é necessariamente superior a outras áreas do conhecimento, como, por exemplo, o Marxismo ou a Astrologia. Não existe um método científico universal a que todas as formas de conhecimento devam se conformar.
O filósofo que defende essa questão é
 

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1335588 Ano: 2012
Disciplina: Filosofia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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No volume I da obra História da Filosofia, de Giovanni Reale e Dario Antiseri (1990), os autores explicam que, de acordo com o pensamento de Epicuro,
 

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