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A partir da metade dos anos 60 do século passado, no Brasil, a consciência de seu caráter de continente periférico, alheio às decisões mundiais, apêndice dos blocos de poder, substituiu a euforia desenvolvimentista. Sua marginalidade, agravada, a partir dos anos 80, pela recessão econômica, só parece compatível com as estritas análises político-econômicas (...). O tratamento filosófico das questões era confundido com o ecletismo e o antiexperimentalismo da época colonial, sendo então tomado como traço de letrados tradicionais e incapazes de contribuir para a solução prática dos problemas (...). Essa alergia à reflexão filosófica se mostra, na conjuntura atual, pela incapacidade de lidar com a interpretação da cultura senão como prolongamento da conjuntura político-econômica.
Luiz Costa Lima. Apud F. Ceppas. Anotações sobre a formação filosófica no Brasil e o ensino de filosofia. In: S. Gallo, M. Danelon e G. Cornelli. Ensino de filosofia: teoria e prática. Ed. Unijuí, 2004 (com adaptações).
A partir das idéias apresentadas no texto acima, assinale a opção correta.
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Para que se possa falar realmente de história da filosofia, em sua completude, parece-me necessário estabelecer uma relação teorética, isto é, um diálogo com o clássico: pondo a ele perguntas (as nossas, as de sempre) e avaliando suas respostas às mesmas. Sem esta relação vital com o clássico a história da filosofia se torna passatempo de colecionador e o professor de filosofia, antiquário de loja de antiguidades. Especialmente para este diálogo torna-se necessária a superação de uma pretensa postura de neutralidade do historiador da filosofia (no nosso caso, do professor): será preciso declarar explicitamente sua postura filosófica para que essa mesma possa ser avaliada e colocada “na mesa”.
G. Cornelli. A lição dos clássicos: algumas anotações sobre a história da filosofia na sala de aula. In: S. e Danelon G. M. Gallo e G. Cornelli. Ensino de filosofia: teoria e prática. Unijuí, 2004, p. 194 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, assinale a opção correta acerca da história da filosofia.
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A partir da compreensão do uso da história da filosofia para o ensino apresentada no texto acima, assinale a opção correta.
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A partir do saber fundamental "mudar é difícil, mas é possível" é que se deve programar a ação político-pedagógica. Com base nesse pressuposto e considerando, ainda, o texto de Paulo Freire, assinale a opção correta.
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Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para sua própria produção ou sua própria construção, o que exige que o professor pense certo. Com relação aos pressupostos filosóficos subjacentes a essa afirmativa e ao texto, assinale a opção correta.
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De acordo com o pensamento predominante no texto, o ato de ensinar exige
I rigorosidade metódica, pesquisa e criticidade.
II respeito aos saberes dos educandos, estética e ética.
III corporificação das palavras pelo exemplo.
IV risco, aceitação do novo e rejeição a qualquer forma de discriminação.
A quantidade de itens certos é igual a
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Acerca das idéias do texto acima sobre a arte, julgue os itens a seguir.
Compreender a arte é perceber o sentimento humano.
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Acerca das idéias do texto acima sobre a arte, julgue os itens a seguir.
A natureza do sentimento é como um livro escrito em caracteres matemáticos.
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Acerca das idéias do texto acima sobre a arte, julgue os itens a seguir.
A vida sentimental pode ser narrada pelos discursos.
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Acerca das idéias do texto acima sobre a arte, julgue os itens a seguir.
A função da arte é a de criar formas que possam ser percebidas e objetivem o sentimento do ser humano.
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