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A figura a seguir ilustra a situação em que um satélite recebe luz de um corpo que se move com velocidade v, em uma órbita elíptica e no sentido anti-horário, em torno de uma estrela. Os pontos de 1 até 4 indicam posições do corpo ao longo da órbita.

Nessa situação, a maior redução do comprimento de onda da luz detectada pelo satélite ocorrerá quando o corpo estiver se deslocando entre as posições
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O Hubble, um dos mais complexos aparelhos já colocados em órbita, é um telescópio de reflexão: em vez de lentes, funciona com espelhos convexos para captar e ampliar a luz que chega até ele. A qualidade de definição das imagens do Hubble corresponde proporcionalmente ao diâmetro do espelho principal; apesar disso, ele leva a vantagem de estar no espaço, sem ter a visão obscurecida pela atmosfera da Terra.
Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).
A figura a seguir ilustra o sistema óptico principal do telescópio Hubble: um espelho primário côncavo reflete os raios de luz que chegam paralelos sobre um espelho secundário convexo que, por sua vez, reflete os raios sobre um ponto focal F onde estão localizados os instrumentos. A distância entre o vértice do espelho secundário até o ponto F é indicada por Df na figura.

Considerando que, no sistema do telescópio apresentado na figura, os espelhos sejam do tipo esférico de Gauss, julgue o item a seguir.
Caso um corpo estelar se afaste do telescópio a uma velocidade relativa igual a !$ {\large{1 \over 10}} !$ da velocidade da luz, a frequência da luz desse corpo será detectada pelo Hubble com um valor no mínimo 10% inferior ao valor da frequência da fonte.
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O Hubble, um dos mais complexos aparelhos já colocados em órbita, é um telescópio de reflexão: em vez de lentes, funciona com espelhos convexos para captar e ampliar a luz que chega até ele. A qualidade de definição das imagens do Hubble corresponde proporcionalmente ao diâmetro do espelho principal; apesar disso, ele leva a vantagem de estar no espaço, sem ter a visão obscurecida pela atmosfera da Terra.
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A figura a seguir ilustra o sistema óptico principal do telescópio Hubble: um espelho primário côncavo reflete os raios de luz que chegam paralelos sobre um espelho secundário convexo que, por sua vez, reflete os raios sobre um ponto focal F onde estão localizados os instrumentos. A distância entre o vértice do espelho secundário até o ponto F é indicada por Df na figura.

Considerando que, no sistema do telescópio apresentado na figura, os espelhos sejam do tipo esférico de Gauss, julgue o item a seguir.
Se os focos dos espelhos primário e secundário estiverem sobrepostos, os instrumentos não detectarão os raios de luz que cheguem paralelos.
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O Hubble, um dos mais complexos aparelhos já colocados em órbita, é um telescópio de reflexão: em vez de lentes, funciona com espelhos convexos para captar e ampliar a luz que chega até ele. A qualidade de definição das imagens do Hubble corresponde proporcionalmente ao diâmetro do espelho principal; apesar disso, ele leva a vantagem de estar no espaço, sem ter a visão obscurecida pela atmosfera da Terra.
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A figura a seguir ilustra o sistema óptico principal do telescópio Hubble: um espelho primário côncavo reflete os raios de luz que chegam paralelos sobre um espelho secundário convexo que, por sua vez, reflete os raios sobre um ponto focal F onde estão localizados os instrumentos. A distância entre o vértice do espelho secundário até o ponto F é indicada por Df na figura.

Considerando que, no sistema do telescópio apresentado na figura, os espelhos sejam do tipo esférico de Gauss, julgue o item a seguir.
O foco principal do espelho secundário está no ponto F.
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O Hubble, um dos mais complexos aparelhos já colocados em órbita, é um telescópio de reflexão: em vez de lentes, funciona com espelhos convexos para captar e ampliar a luz que chega até ele. A qualidade de definição das imagens do Hubble corresponde proporcionalmente ao diâmetro do espelho principal; apesar disso, ele leva a vantagem de estar no espaço, sem ter a visão obscurecida pela atmosfera da Terra.
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A figura a seguir ilustra o sistema óptico principal do telescópio Hubble: um espelho primário côncavo reflete os raios de luz que chegam paralelos sobre um espelho secundário convexo que, por sua vez, reflete os raios sobre um ponto focal F onde estão localizados os instrumentos. A distância entre o vértice do espelho secundário até o ponto F é indicada por Df na figura.

Considerando que, no sistema do telescópio apresentado na figura, os espelhos sejam do tipo esférico de Gauss, julgue o item a seguir.
Os raios de luz que incidem sobre o espelho secundário serão refletidos sobre o ponto F se estiverem em uma direção que passe pelo centro de curvatura do espelho.
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O Hubble, um dos mais complexos aparelhos já colocados em órbita, é um telescópio de reflexão: em vez de lentes, funciona com espelhos convexos para captar e ampliar a luz que chega até ele. A qualidade de definição das imagens do Hubble corresponde proporcionalmente ao diâmetro do espelho principal; apesar disso, ele leva a vantagem de estar no espaço, sem ter a visão obscurecida pela atmosfera da Terra.
Internet: <www.super.abril.com.br> (com adaptações).
A figura a seguir ilustra o sistema óptico principal do telescópio Hubble: um espelho primário côncavo reflete os raios de luz que chegam paralelos sobre um espelho secundário convexo que, por sua vez, reflete os raios sobre um ponto focal F onde estão localizados os instrumentos. A distância entre o vértice do espelho secundário até o ponto F é indicada por Df na figura.

Considerando que, no sistema do telescópio apresentado na figura, os espelhos sejam do tipo esférico de Gauss, julgue o item a seguir.
Para que os raios luminosos que entram no telescópio sigam a trajetória representada na figura, é necessário haver alinhamento entre os eixos principais dos espelhos primário e secundário.
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A força gravitacional terrestre agindo dentro de uma espaçonave é imperceptível, mesmo que a espaçonave esteja relativamente próxima à Terra, o que torna difícil a obtenção da massa dos astronautas no espaço. Para determinar a massa M de um astronauta em um ambiente de pouca ou nenhuma gravidade, pode-se usar o sistema massa-mola ilustrado na figura a seguir. Nessa situação, o astronauta, sentado em um assento, usando suas pernas apoiadas em um anteparo, comprime uma mola de coeficiente elástico linear K e comprimento inicial L0 até que ela atinja um comprimento L; em seguida, a mola é solta, entrando em um movimento harmônico simples (MHS).

Tendo como referência essas informações, considerando que o sistema massa-mola seja ideal e desconsiderando a massa do assento, julgue o item a seguir.
A massa do astronauta pode ser expressa por !$ M={\large{K \over 4 \pi^2f^2}} !$, em que f é a frequência do MHS da mola.
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A força gravitacional terrestre agindo dentro de uma espaçonave é imperceptível, mesmo que a espaçonave esteja relativamente próxima à Terra, o que torna difícil a obtenção da massa dos astronautas no espaço. Para determinar a massa M de um astronauta em um ambiente de pouca ou nenhuma gravidade, pode-se usar o sistema massa-mola ilustrado na figura a seguir. Nessa situação, o astronauta, sentado em um assento, usando suas pernas apoiadas em um anteparo, comprime uma mola de coeficiente elástico linear K e comprimento inicial L0 até que ela atinja um comprimento L; em seguida, a mola é solta, entrando em um movimento harmônico simples (MHS).

Tendo como referência essas informações, considerando que o sistema massa-mola seja ideal e desconsiderando a massa do assento, julgue o item a seguir.
No referido sistema, a aceleração do astronauta será máxima no ponto de mínima energia potencial elástica.
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A força gravitacional terrestre agindo dentro de uma espaçonave é imperceptível, mesmo que a espaçonave esteja relativamente próxima à Terra, o que torna difícil a obtenção da massa dos astronautas no espaço. Para determinar a massa M de um astronauta em um ambiente de pouca ou nenhuma gravidade, pode-se usar o sistema massa-mola ilustrado na figura a seguir. Nessa situação, o astronauta, sentado em um assento, usando suas pernas apoiadas em um anteparo, comprime uma mola de coeficiente elástico linear K e comprimento inicial L0 até que ela atinja um comprimento L; em seguida, a mola é solta, entrando em um movimento harmônico simples (MHS).

Tendo como referência essas informações, considerando que o sistema massa-mola seja ideal e desconsiderando a massa do assento, julgue o item a seguir.
O período do MHS no sistema astronauta-mola independe da deformação inicial da mola.
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A força gravitacional terrestre agindo dentro de uma espaçonave é imperceptível, mesmo que a espaçonave esteja relativamente próxima à Terra, o que torna difícil a obtenção da massa dos astronautas no espaço. Para determinar a massa M de um astronauta em um ambiente de pouca ou nenhuma gravidade, pode-se usar o sistema massa-mola ilustrado na figura a seguir. Nessa situação, o astronauta, sentado em um assento, usando suas pernas apoiadas em um anteparo, comprime uma mola de coeficiente elástico linear K e comprimento inicial L0 até que ela atinja um comprimento L; em seguida, a mola é solta, entrando em um movimento harmônico simples (MHS).

Tendo como referência essas informações, considerando que o sistema massa-mola seja ideal e desconsiderando a massa do assento, julgue o item a seguir.
A amplitude do MHS no sistema astronauta-mola é igual a 2. (L0 - L).
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