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Corresponde à área de mais profunda decomposição de rochas e de máxima presença de mamelonização topográfica em caráter regional de todo o país. A alteração das rochas cristalinas e cristalofilianas atinge aí o seu maior desenvolvimento, tanto em profundidade quanto em extensão. A área core desse domínio morfoclimático é encontrada sobretudo nas regiões serranas granítico-gnáissicas florestadas de uma região do Brasil.
(AB’SÁBER, A. N. Os domínios de natureza no Brasil.
São Paulo: Ateliê Editorial, 2003)
O domínio morfoclimático a que o texto se refere está contido na alternativa:
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As florestas atlânticas guardam, apesar de séculos de destruição, a maior biodiversidade por hectare entre as florestas tropicais.
(ROSS, J. L. S. (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995)
A justificativa para essa afirmação está na alternativa:
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Uma área que aparece com marcante individualidade são os planaltos e serras do Sudeste. Abrangem o sul de Minas Gerais e do Espirito Santo e partes dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, onde as altitudes acima de 1000 m determinam condições especiais de clima, no qual as temperaturas médias anuais caem para menos de 18 °C, e a pluviosidade se acentua, sobretudo nas encostas litorâneas, em posição de barlavento.
(ROSS, J. L. S. (org.). Geografia do Brasil.
São Paulo: Edusp, 1995)
Trata-se do tipo climático:
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Fluxos de circulação de veículos com dois picos de maior intensidade, normalmente no período da manhã e no final da tarde, formando o chamado fluxo pendular, atravessando mais de uma cidade, é, segundo ROSS, 1995, uma das características específicas que a Geografia considera para que uma determinada cidade seja definida como:
(ROSS, J. L. S. (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995)
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Importante fonte energética e matéria-prima, considerado fundamental para o desenvolvimento industrial, principalmente para a Siderurgia, o transporte e a geração de energia elétrica. Sua exploração e utilização geram forte alteração no ambiente natural. Seu uso na indústria ou nas usinas termoelétricas produz grande quantidade de material particulado e monóxido de carbono que poluem o ar.
(ROSS, J. L. S. (org.). Geografia do Brasil.
São Paulo: Edusp, 1995)
O enunciado refere-se ao recurso mineral apresentado na alternativa:
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De acordo com Morais (1981), o livro Antropogeografia – fundamentos da aplicação da Geografia à História, publicado em 1882, é considerado o fundador da Geografia Humana. Nessa obra, o autor definiu o objeto geográfico como o estudo da influência que as condições naturais exercem sobre a humanidade. Estas influências atuariam, primeiro na fisiologia (somatismo) e na psicologia (caráter) dos indivíduos e, através destes, na sociedade. Em segundo lugar, a natureza influenciaria a própria constituição social, pela riqueza que propicia, através dos recursos do meio em que está localizada a sociedade. A Geografia desse autor foi um instrumento poderoso de legitimação dos desígnios expansionistas do Estado alemão recém-constituído, chegando a ser denominado de “manual de imperialismo”.
(MORAES, A. C. R. Geografia – pequena história crítica.
São Paulo: Hucitec, 1981)
O texto refere-se ao autor constante na alternativa:
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A figura a seguir mostra que, em termos de população, o Brasil está muito atrás da China e da Índia, comparando-se a países como Indonésia, enquanto gigantes como Austrália e Canadá são pouco visíveis. Em termos de PIB são os Estados Unidos, a China e a Europa que aumentam de tamanho, enquanto a área do Brasil encolhe, porém muito menos do que a área da África, que quase desaparece.

(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil – Disparidades e
dinâmicas do território. São Paulo: EDUSP, 2010)
Esse método de representação cartográfica é denominado:
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De acordo com o BNCC, o princípio do raciocínio geográfico definido como espaço finito e contínuo delimitado pela ocorrência do fenômeno geográfico, é apresentado na alternativa:
(BRASIL. BNCC – Base Nacional Comum Curricular:
Ensino Fundamental – Geografia (4.4.1; 4.4.1.2))
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Santos e Silveira (2001), em seu livro O Brasil – território e sociedade no início do século XXI, propõe uma divisão regional baseada na difusão diferencial do meio técnico-cientifico-informacional e nas heranças do passado. Uma dessas regiões seria uma área de povoamento antigo, onde a constituição do meio mecanizado se deu de forma pontual e pouco densa e onde a respectiva circulação de pessoas, produtos, informações, ordens e dinheiro era precária, tanto em razão do tipo e da natureza das atividades (sobretudo uma agricultura pouco intensiva) como em virtude da estrutura da propriedade. A influência do fenômeno da globalização e a instalação do meio técnico cientifico-informacional em certas manchas do território regional, como nas áreas irrigadas, vão-se dar sobre o quadro socioespacial praticamente engessado.
(SANTOS, M.; SILVEIRA, M. L. O Brasil – território e sociedade
no início do século XXI. Rio de Janeiro: Record, 2001)
A região que os autores se referem consta na alternativa:
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Haesbaert e Porto-Gonçalves (2006) apresenta a seguinte definição: forma de interação cultural não dicotômica (que não separa “nós” e os “outros”), que produz miscigenação e identidade múltiplas, em espaços muito mais organizados na forma de redes do que territórios-zonas bem delimitados.
(HAESBAERT, R.; PORTO-GONÇALVES, C. W.
A nova des-ordem mundial. São Paulo: Editora Unesp, 2006)
Essa definição refere-se a:
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