Foram encontradas 40.209 questões.
Leia o texto a seguir:
As questões que nos levam a pensar a História como um saber necessário para a formação das crianças e jovens na escola são as originárias do tempo presente. O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino- -aprendizagem no Ensino Fundamental é aquele que dialoga com o tempo atual.
(BRASIL/Ministério da Educação, BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História. Adaptado)
De acordo com a BNCC, a relação passado/presente citada no trecho
As questões que nos levam a pensar a História como um saber necessário para a formação das crianças e jovens na escola são as originárias do tempo presente. O passado que deve impulsionar a dinâmica do ensino- -aprendizagem no Ensino Fundamental é aquele que dialoga com o tempo atual.
(BRASIL/Ministério da Educação, BNCC. Base Nacional Comum Curricular: Ensino Fundamental – História. Adaptado)
De acordo com a BNCC, a relação passado/presente citada no trecho
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Leia o texto a seguir:
Até o período da “corrida para a África”, o pensamento racista competia com muitas ideias livremente expressas que, dentro do ambiente geral de liberalismo, disputavam entre si a aceitação da opinião pública. Somente algumas delas chegaram a tornar-se ideologias plenamente desenvolvidas, isto é, sistemas baseados numa única opinião suficientemente forte para atrair e persuadir um grupo de pessoas e bastante ampla para orientá-las nas experiências e situações da vida moderna. Somente duas ideologias sobressaíram-se e praticamente derrotaram todas as outras: a ideologia que interpreta a história como uma luta econômica de classes, e a que interpreta a história como uma luta natural entre raças. Ambas atraíram as massas de tal forma que puderam arrolar o apoio do Estado e se estabelecer como doutrinas nacionais oficiais.
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo. São Paulo: Companhia. das Letras, 1997. Adaptado)
O texto faz referência, respectivamente,
Até o período da “corrida para a África”, o pensamento racista competia com muitas ideias livremente expressas que, dentro do ambiente geral de liberalismo, disputavam entre si a aceitação da opinião pública. Somente algumas delas chegaram a tornar-se ideologias plenamente desenvolvidas, isto é, sistemas baseados numa única opinião suficientemente forte para atrair e persuadir um grupo de pessoas e bastante ampla para orientá-las nas experiências e situações da vida moderna. Somente duas ideologias sobressaíram-se e praticamente derrotaram todas as outras: a ideologia que interpreta a história como uma luta econômica de classes, e a que interpreta a história como uma luta natural entre raças. Ambas atraíram as massas de tal forma que puderam arrolar o apoio do Estado e se estabelecer como doutrinas nacionais oficiais.
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo. São Paulo: Companhia. das Letras, 1997. Adaptado)
O texto faz referência, respectivamente,
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Leia o texto a seguir:
A catástrofe do entreguerras, que de modo nenhum se devia deixar retornar, se devera em grande parte ao colapso do sistema comercial e financeiro global e à consequente fragmentação do mundo em pretensas economias ou impérios nacionais autárquicos em potencial. O sistema global fora um dia estabilizado pela hegemonia, ou pelo menos centralidade, da economia britânica e sua moeda, a libra esterlina. No entreguerras, a Grã-Bretanha e a libra não eram mais suficientemente fortes para carregar esse fardo, que agora só podia ser assumido pelos EUA e o dólar. A Grande Depressão se devera ao fracasso do livre mercado irrestrito. Daí em diante o mercado teria de ser suplementado pelo esquema de planejamento público e administração econômica, ou trabalhar dentro dele. Finalmente, por motivos sociais e políticos, não se devia permitir um retorno do desemprego em massa.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
A partir do trecho, é correto afirmar que, no pós-guerra,
A catástrofe do entreguerras, que de modo nenhum se devia deixar retornar, se devera em grande parte ao colapso do sistema comercial e financeiro global e à consequente fragmentação do mundo em pretensas economias ou impérios nacionais autárquicos em potencial. O sistema global fora um dia estabilizado pela hegemonia, ou pelo menos centralidade, da economia britânica e sua moeda, a libra esterlina. No entreguerras, a Grã-Bretanha e a libra não eram mais suficientemente fortes para carregar esse fardo, que agora só podia ser assumido pelos EUA e o dólar. A Grande Depressão se devera ao fracasso do livre mercado irrestrito. Daí em diante o mercado teria de ser suplementado pelo esquema de planejamento público e administração econômica, ou trabalhar dentro dele. Finalmente, por motivos sociais e políticos, não se devia permitir um retorno do desemprego em massa.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
A partir do trecho, é correto afirmar que, no pós-guerra,
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Leia o texto a seguir:
As sociedades da Europa beligerante começaram a vergar sob as extraordinárias pressões da guerra em massa. Baixara a onda inicial de patriotismo que se seguira à eclosão da guerra. Em 1916, o cansaço de guerra transformava-se em hostilidade surda e calada em relação a uma matança aparentemente interminável e incerta, que ninguém parecia ter vontade de acabar. Enquanto, em 1914, os adversários da guerra se sentiam desamparados e isolados, em 1916, podiam sentir que falavam pela maioria. Em todos os grandes países beligerantes, o movimento trabalhista organizado nas vastas indústrias de armamentos tornou-se um centro de militância industrial e antiguerra.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Em relação à luta contra a guerra, é correto afirmar que
As sociedades da Europa beligerante começaram a vergar sob as extraordinárias pressões da guerra em massa. Baixara a onda inicial de patriotismo que se seguira à eclosão da guerra. Em 1916, o cansaço de guerra transformava-se em hostilidade surda e calada em relação a uma matança aparentemente interminável e incerta, que ninguém parecia ter vontade de acabar. Enquanto, em 1914, os adversários da guerra se sentiam desamparados e isolados, em 1916, podiam sentir que falavam pela maioria. Em todos os grandes países beligerantes, o movimento trabalhista organizado nas vastas indústrias de armamentos tornou-se um centro de militância industrial e antiguerra.
(Eric Hobsbawm, Era dos extremos: O breve século XX: 1914 – 1991. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. Adaptado)
Em relação à luta contra a guerra, é correto afirmar que
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Leia o texto a seguir:
A Revolução Francesa é assim a revolução do seu tempo, e não apenas uma, embora a mais proeminente, do seu tipo. E suas origens devem portanto ser procuradas não meramente em condições gerais da Europa, mas sim na situação específica da França. Sua peculiaridade é talvez melhor ilustrada em termos internacionais. Durante todo o século XVIII, a França foi o maior rival econômico da Grã-Bretanha. Seu comércio externo, que se multiplicou quatro vezes entre 1720 e 1780, causava ansiedade; seu sistema colonial foi em certas áreas (como nas Índias Ocidentais) mais dinâmico que o britânico. Mesmo assim a França não era uma potência como a Grã-Bretanha, cuja política externa já era substancialmente determinada pelos interesses da expansão capitalista.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. Adaptado)
A razão pela qual a França não era uma potência como a Grã-Bretanha relaciona-se ao fato de que aquela
A Revolução Francesa é assim a revolução do seu tempo, e não apenas uma, embora a mais proeminente, do seu tipo. E suas origens devem portanto ser procuradas não meramente em condições gerais da Europa, mas sim na situação específica da França. Sua peculiaridade é talvez melhor ilustrada em termos internacionais. Durante todo o século XVIII, a França foi o maior rival econômico da Grã-Bretanha. Seu comércio externo, que se multiplicou quatro vezes entre 1720 e 1780, causava ansiedade; seu sistema colonial foi em certas áreas (como nas Índias Ocidentais) mais dinâmico que o britânico. Mesmo assim a França não era uma potência como a Grã-Bretanha, cuja política externa já era substancialmente determinada pelos interesses da expansão capitalista.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. Adaptado)
A razão pela qual a França não era uma potência como a Grã-Bretanha relaciona-se ao fato de que aquela
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No âmbito da elaboração de projetos de Conservação
e Restauração de Bens Culturais Móveis, o Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), entre
outras orientações, recomenda a observação da seguinte
premissa básica:
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Art. 1º
Constitui o patrimônio histórico e artístico nacional
o conjunto dos bens móveis e imóveis existentes no país
e cuja conservação seja de interesse público, quer por
sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil,
quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico.
(Decreto-Lei nº 25, de 30.11.1937. Disponível em:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del0025.htm)
Comparativamente ao excerto, está correto afirmar que a Constituição Federal de 1988
Comparativamente ao excerto, está correto afirmar que a Constituição Federal de 1988
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Documentos de 1979 sob a guarda do Arquivo do Senado, em Brasília, mostram que os senadores e deputados
da Arena ficaram satisfeitos com a anistia aprovada.
Os mesmos papéis históricos do Arquivo do Senado
indicam, contudo, que a Lei da Anistia não foi tão benevolente quanto os congressistas da Arena quiseram fazer
crer. Na avaliação dos perseguidos políticos, de organizações civis e religiosas e dos parlamentares do MDB, o
projeto aprovado tinha dois problemas graves.
(Ricardo Westin. “Há 40 anos, Lei da Anistia preparou caminho para
fim da ditadura”. Em: Agência Senado. Arquivo S, 05.08.2019.
Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/
arquivo-s/ha-40-anos-lei-de-anistia-preparou-caminho-para-
-fim-da-ditadura. Adaptado)
Um dos problemas apontado pelos grupos de oposição reside no fato de que
Um dos problemas apontado pelos grupos de oposição reside no fato de que
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As diferenças ideológicas e de método de ação entre o
movimento operário do Rio de Janeiro e de São Paulo
se devem a um conjunto de fatores. Eles dizem respeito
às características das duas cidades e à composição da
classe trabalhadora. Em fins do século 19, a capital da
República tinha uma estrutura social muito mais complexa do que a existente em São Paulo. (Boris Fausto. História do Brasil, 2009. Adaptado)
Considerando o contexto histórico descrito pelo fragmento, uma dessas diferenças consistia no fato de que, em São Paulo,
Considerando o contexto histórico descrito pelo fragmento, uma dessas diferenças consistia no fato de que, em São Paulo,
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Os revoltosos passaram a destruir e saquear fazendas,
assim como tomaram a cidade de Caxias, em 1839.
Organizou-se, então, um governo provisório, e foram
adotadas algumas medidas emergenciais: decretou-se o
fim da Guarda Nacional e a expulsão dos portugueses
residentes na cidade. Mas o movimento rapidamente se
radicalizou. Foi nessa época que se destacaram novos
líderes, como o negro Cosme Bento, chefe de um quilombo local, que chegou a reunir mais de três mil africanos.
A insurreição foi contida em 1841, deixando um saldo
de 12 mil sertanejos e escravos mortos nos combates.
(Lilia Moritz Schwarz; Heloisa Murgel Starling. Brasil: uma biografia. Adaptado)
O excerto descreve
(Lilia Moritz Schwarz; Heloisa Murgel Starling. Brasil: uma biografia. Adaptado)
O excerto descreve
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