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(Carlos Guilherme Mota, “Introdução”. In: Carlos Guilherme Mota (0rg.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). Formação: Histórias, 2000)
O excerto faz uma espécie de balanço dos quinhentos anos da história do Brasil, referindo-se à
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(“Entrevista com Peter Burke”, In: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador alude, na entrevista,
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(“Entrevista de Carlo Ginsburg”. In: Maria Lúcia Garcia Pallares – Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador refere-se
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- Teoria em HistóriaFundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- Teoria em HistóriaRevolução Industrial
- História Geral
A manufatura, diz Marx, “estropia o trabalhador e faz dele uma espécie de monstro, favorecendo, como numa estufa, o desenvolvimento de habilidades parciais, suprimindo todo um mundo de instintos e capacidades”. [...] Em Tempos Modernos são excelentes as cenas em que o corpo alcança uma condição automatizada, com movimentos precisos e ritmo regular. Procurando mostrá-lo como mais uma peça da engrenagem, o personagem de Chaplin perde o controle, tornando-se puro movimento automático das mãos. [...] Carlitos, enlouquecido, puro movimento automático, [persegue] uma mulher pela rua, ao confundir botões de seu vestido com os parafusos que deve apertar.
(Carlos Alberto Vesentini, “História e ensino: o tema do sistema de fábrica visto através de filmes”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.) O saber histórico na sala de aula, 1998)
A comparação, veiculada pelo excerto,
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(Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos, “Por que visitar museus”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.), O saber histórico na sala de aula, 1998)
A análise da organização do acervo do Museu Paulista demonstra a possibilidade de
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Em seu ofício, o historiador não pode desprezar, como fontes relevantes, os espaços tradicionais que são representativos da memória coletiva. No entanto, além desses espaços tradicionais, despontam outros espaços tão importantes para a elucidação, recomposição dos processos históricos e reconstituição das redes de relações sociais, em parte definidoras e definidas por essa memória coletiva.
Essa descrição refere-se
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Leia o excerto a seguir.
“É fácil avaliar a terrível força da engrenagem que se compõe de agências de notícias, agências de publicidade e cadeias de jornais e revistas, sua influência política, sua capacidade de modificar a opinião, de criar e manter mitos ou de destruir esperanças e combater aspirações. [...] Sem considerar esses dados, que a fria realidade apresenta, é impossível, entretanto, discutir problemas como o da liberdade de imprensa, aspecto parcial do problema da liberdade de pensamento.”
(SODRÉ, Nelson Werneck. História da imprensa brasileira. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 1966. Col. Retratos do Brasil. Vl. 51. P. 6)
Sobre o sistema de comunicação no Brasil, é correto afirmar que
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Analisando as relações que constituíram, no Brasil, a estrutura de sustentação do poder político durante a República Oligárquica, Faoro (2001, p. 691-692) adverte:
“Sobranceiros os chefes ao eleitorado, passivo e inconsciente na soberania das atas falsas e das eleições a bico-de-pena, libertos de compromissos com os partidos, as decisões políticas obedecem a combinações e arranjos elitários, maquiavélicos. O problema do político era o poder, só o poder, para os chefes e para os Estados, sem programas para atrapalhar ou ideologias desorientadoras.”
(FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato brasileiro. Rio de Janeiro. Editora Globo. 2001. p. 691-692)
A partir da advertência feita por Faoro, é correto afirmar:
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Analise os documentos a seguir.
Documento 1
“Contra o inimigo em fuga não usam mais os agudos dardos, mas valem-se de pesados espadões de madeira preta; correm com velocidade incrível, saltam inteiramente nus por entre espinhos e cardos, lançando horrendos brados e acometem os opositores em tal alvoroço, derrubando-os entre cantares e danças, correndo novamente, como acima mencionado, com grandes berros para o meio dos seus, invocando incontinenti o demônio a quem, sem demora, tudo anunciam em relação à batalha travada. (WAGENER, Zacharias. “Thierbuch”. Brasil Holandês. Volume II. Rio de Janeiro: Editora Index, 1997, p.168)
Documento 2
“Não é bem que passemos já do rio da Paraíba, onde se acaba o limite por onde reside o gentio potiguar, que tanto mal tem feito aos moradores das capitanias de Pernambuco e Itamaracá [...] pela banda do Rio Grande são fronteiriços dos tapuias, que é gente mais doméstica, com quem estão às vezes de guerra e às vezes de paz, e se ajudam uns aos outros contra os tabajaras, que vizinham com eles pela parte do sertão.”
(SOUZA, Gabriel Soares de. Tratado descritivo do Brasil em 1587 (1851), p. 337.) Disponível em: <htttp.dominiopublico.gov.br/dowload/texto/me0003015.>. Acesso em 10/04/2025.
Ao analisar os documentos que descrevem as perspectivas dos dois observadores acerca dos grupos indígenas da capitania do Rio Grande no período da colonização, conclui-se que tais pontos de vista
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