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3562956 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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Qual das seguintes ações foi uma consequência direta do reinado de Napoleão Bonaparte e teve um impacto duradouro na Europa e além?

 

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3562955 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FURB
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
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Sobre o Império de Gana, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:

 

( ) A sociedade era hierárquica e governada por um rei poderoso, conhecido como o Gana, que administrava a justiça, liderava o exército e era o chefe religioso do reino. O rei era apoiado por uma corte de nobres e funcionários que administravam as diversas províncias do Império.

 

( ) O Império de Gana começou como um pequeno estado dentro do Império do Mali, mas ganhou independência e começou a expandir sob a liderança de reis poderosos como Sunni Ali Ber (1464-1492).

 

( ) A fundação do Reino de Gana data de volta ao século VII, embora suas origens precisas sejam envoltas em mistério e sejam conhecidas principalmente por meio de relatos de viajantes árabes e de tradições orais. O reino se expandiu ao controlar as rotas comerciais transaarianas, que eram cruciais para o comércio de sal e ouro.

 

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

 

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3560904 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Nesses tempos multi-informacionais, que colocam a necessidade da discussão sobre a regulação das mídias sociais para coibir a disseminação das chamadas fake News, Freitas Giovanette, no seu artigo para a Revista Hydra, abordou o negacionismo e os combates em relação à memória do tema da ditadura civil militar: um conjunto de narrativas “politicamente incorretas” , pautadas em negacionismos da história que pretendem “desqualificar o papel do professor e de pesquisas históricas que não atendam as demandas políticas e os interesses desses novos produtores”. O discurso desses “novos atores” está frequentemente pautado na defesa de que possuem a verdade sobre o passado e que serão os responsáveis por narrar o que os professores de História intencionalmente esconderam dos alunos.

(de Freitas Giovanette, M. (2023).

O ENSINO DE HISTÓRIA DA DITADURA MILITAR BRASILEIRA EM DISPUTA: DO NEGACIONISMO AS
SAÍDAS POSSÍVEIS. Revista Hydra: Revista Discente De História Da UNIFESP, 6(12). https://doi.org/10.34024/hydra.2023.v6.14471. P. 70. Adaptado)

Sobre esse negacionismo apontado pelo autor, só é CORRETO afirmar:

 

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3560901 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Sobre História e Ensino de História da América, analise os fragmentos a seguir;

I - é a conquista da América que anuncia e funda nossa identidade presente [moderna]. Apesar de toda a data que permite separar duas épocas ser arbitrária, nenhuma é mais indicada para marcar o início da era moderna do que o ano de 1492, ano em que Colombo atravessa o Oceano Atlântico[...] A partir desta data, o mundo está fechado [...] Os homens descobriram a totalidade de que fazem parte. Até então, formavam parte sem todo.

(TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América:

a questão do Outro. São Paulo: Martins Fontes, 1993. p. 6, Texto adaptado)

II - a experiência não só do descobrimento, mas especialmente da conquista será essencial na construção do “ego” moderno[...] é que a América Latina, desde 1492 é um momento constitutivo da Modernidade[...], a Alteridade essencial da Modernidade.

(DUSSEL, Enrique. 1492 O Encobrimento do Outro: a origem do mito da modernidade. Petrópolis: Vozes, 1993. p. 6, Texto adaptado.)

Todorov e Dussel destacam a data de 1492 e a Modernidade nas suas reflexões.

Sobre os trechos e as tendências da História da América, é CORRETO afirmar:

 

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3560900 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Observe o quadro “Proclamação da República”, de Benedito Calixto, 1893.

Enunciado 4138369-1

(Proclamação da República, Benedito Calixto, 1893, óleo sobre tela/altura: 123,5 cm; largura: 200 cm, Coleção Pinacoteca Municipal de São Paulo.)

(Disponível em: https: //upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/b/b

7/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_by_Bene dito_Calixto_1893.jpg. 07.11. 2023.)

Foi a primeira grande cena retratada por este artista sob encomenda de reproduzir, por meio de fotografias e representações, o acontecimento da Proclamação da República. Analise as assertivas sobre o quadro e seu contexto:

I – Na cena o elemento civil é excluído e o que a pintura destaca são os canhões, as cavalarias e os militares, dando um aspecto de desfile militar sem participação da sociedade.

II – O elemento central do quadro, adornado com as vestes condecoradas, é o Marechal Deodoro da Fonseca, líder e primeiro presidente da República da Espada.

III – Representa, ao contrário do que pareceu ao senso comum, um retrocesso com a imposição de uma República (da Espada), militar, centralizadora e antidemocrática.

IV – Pode ser associada a um golpe conservador, liderado pelos cafeicultores, com apoio militar para derrubar a Monarquia e evitar as reformas liberais que se anunciavam.

São CORRETAS:

 

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3560899 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Os conflitos de terra e a sua concentração são questões que geram tensão durante toda a História brasileira e que esbarram na dificuldade de legislar sobre a terra no país. Durante o império brasileiro, lançou-se como tentativa de regulamentar a questão da terra (principalmente das chamadas terras devolutas) com a Lei de Terras de 1850. Sobre a Lei de Terras de 1850 e seu contexto, analise as assertivas.

I - A Lei de Terras foi o dispositivo legal que, pela primeira vez, buscou regulamentar a questão fundiária no Império do Brasil, determinando que a única forma de acesso às terras devolutas da nação fosse através da compra ao Estado em hasta pública, garantindo, entretanto, a revalidação das antigas sesmarias, que era até então a forma de doação da terra por parte do Estado à iniciativa particular.

II – A garantia, já no primeiro artigo da Lei de Terras, de colocar ordem no campo com a não tolerância da invasão de terras públicas e a punição com cadeia para quem a desobedecesse, levou a uma adesão muito positiva e majoritária dos latifundiários à lei indicada pela corrida ao registro das terras.

III - A Lei de Terras acabou por institucionalizar a concentração fundiária com a reafirmação da escolha do Estado pelo latifúndio e pela permissividade de ações ao governo e tribunais dos latifundiários para ampliação de suas propriedades, ao mesmo tempo em que não amparou os pequenos sitiantes, que, sem dispor de informação, dinheiro ou influência, perderam suas terras.

IV – A Lei também teve a finalidade de fomentar a imigração, já que, o que se verificou após 1850, foi a intensificação do tráfico interprovincial, com a venda de escravos por parte das províncias do nordeste, que apresentavam um declínio em suas culturas de cana-de-açúcar e algodão, para as províncias do eixo econômico do Sudeste e suas lavouras cafeeiras em franca ascensão.

Estão CORRETAS:

 

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3560898 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Polêmica entre setores da sociedade civil, do Congresso Nacional, do Poder Executivo e do STF, a tese do Marco Temporal (segundo a qual os povos indígenas têm direito de ocupar apenas as terras que ocupavam ou já disputavam em 5 de outubro de 1988) evidencia como a discussão territorial sobre as terras indígenas constitui um problema de longa duração. Leia o trecho do Decreto 426, de 1845, ainda no Império Brasílico: Propunha a criação de escolas para crianças nas aldeias, o incentivo ao desenvolvimento dos ofícios e artes mecânicas, o estímulo à produção de alimentos nas terras das aldeias [...] a prática da propriedade coletiva (terras, ferramentas, roças). Entretanto, a política de criação de benefícios se dirigia somente aos índios aldeados, ou seja, aqueles índios que colaboravam com as diretrizes impostas pelas determinações dos aldeamentos, que implicavam manter-se em paz com os preceitos governamentais.

(Adaptado de MELO, Vinicius Holanda. LIMA, Martonio Mont'Alverne Barreto. Políticas indigenistas no Brasil colonial, imperial e republicano: a evolução do ordenamento jurídico brasileiro. Revista do Programa de Pós-Graduação em Direito. Salvador. (v.32/2022). (p.1-27), Data de publicação.08/01/2023. (Disponível em:https://periodicos.ufba.br/index.php/rppgd/article/download/43473/28391/206983. 27.09.2023. Acesso em:23 mar.2024)

Analisando a regulamentação das terras indígenas no contexto imperial e hoje, pode-se afirmar que:

 

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3560897 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Para Michelle Perrot (2001), as mulheres não têm poder, têm poderes, já que poder, no singular, tem conotação política e designa basicamente a figura central, cardeal do Estado, que comumente se supõe masculina. No plural representa-se na sua multiplicidade de forma fragmentada, equivalente a influências difusas e periféricas, onde as mulheres têm sua representatividade. (PERROT, 2001, p. 167). Os estudos pós-coloniais e decoloniais surgem no meio acadêmico como um movimento epistemológico e político contra as situações de dominação e opressões diversas que se instauram na relação antagônica e hierárquica entre colonizador e colonizado e nos processos forjados sujeitos distintos e a hegemonia de um modelo de sujeito tomado como universal. Para o sociólogo peruano Aníbal Quijano (2005), a colonialidade é um sistema hierárquico de classificação dos saberes, locais e pessoas, que vai além dos processos históricos de colonização, pois perpetua uma lógica de “opressão e inferiorização do outro que não seja o homem heterossexual/branco/patriarcal/militar/capitalista/europeu” e repercute, na organização da sociedade, bem como em suas instituições, estruturas e subjetividades.

Tratar da questão de gênero, a partir da decolonialidade no ensino de História, significa:

 

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3560896 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

Analise o trecho a seguir.

Parte das mulheres que foram narradas são aquelas relacionadas aos grandes feitos históricos, rainhas ou proprietárias de terras. As mulheres de classes sociais populares não costumam ser abordadas. Permitindo que concluamos que gênero ainda não é uma categoria que perpassa as análises históricas, mantendo as mulheres à parte da História.

(Extraído de Mazarão, K. (2023). HISTÓRIA DAS MULHERES

E RELAÇÕES DE GÊNERO NO S LIVROS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA: UMA ANÁLISE SOBRE AS MULHERES NA TEMÁTICA BRASIL COLONIAL. Revista Hydra: Revista Discente De História Da UNIFESP, 6(12). https://doi.org/10.34024/hydra.2023.v6.14454 . p.p.100-101)

Karine Mazarão analisou a apresentação da figura feminina na temática do Brasil Colonial, em cinco livros didáticos mais escolhidos pelos professores em 2019 pelo PNLD (para os anos 2020- 2022). Para além da pouca representação (ela encontrou somente 24 menções textuais, p. 100- 101), ela identificou que a História das Mulheres e das relações de gênero estão presentes, mas aparecem inseridas ou complementares ao contexto e ao conteúdo.

Sobre as mulheres e as relações de gênero no Brasil Colonial, de acordo com as pesquisas e a produção histórica produzida para além do livro didático, é CORRETO afirmar:

 

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3560895 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: FUNEC-MG
Orgão: FUNEC-MG

O recente filme Napoleão (Napoleon, 2023), dirigido por Ridley Scott, pretendeu oferecer um olhar mais personalista e original sobre as origens e a ascensão de Napoleão Bonaparte, sob a atuação de Joaquin Phoenix. Lançado aos holofotes e colocando a História em discussão, longe de ser moda, Napoleão Bonaparte foi um ator importante e controverso na História mundial, que, da trajetória militar, ascendeu após a fase do governo mais conservador, se tornou o primeiro Consul e o detentor do poder executivo, sustentado pela Constituição, com ênfase no estabelecimento da sociedade liberal, e, em 1804, se sagrou imperador, com poder vitalício.

Sobre Napoleão e seu governo, é CORRETO afirmar:

 

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