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Leia este trecho de P. Leroy-Beaulieu, professor
do College de France, diretor do Économiste Français, publicado em 1891, sobre a política colonial
europeia no século XIX:
"Não é natural, nem justo, que os países civilizados ocidentais se amontoem indefinidamente e se asfixiem nos espaços restritos que foram suas primeiras moradas, que neles acumulem as maravilhas das ciências, das artes, da civilização, que eles vejam, por falta de aplicações remuneradoras, a taxa do juro dos capitais cair em seus países cada dia mais e que deixem talvez a metade do mundo a pequenos grupos de homens ignorantes, impotentes, verdadeiras crianças débeis, dispersos em superfícies incomensuráveis, ou então a populações decrépitas, sem energia, sem direção, verdadeiros velhinhos incapazes de qualquer esforço, de qualquer ação ordenada e previdente" (P.Leroy-Beaulie. In: Beaud, 1987, p. 231-232).
Nesse sentido, é correto afirmar que a política colonial europeia do século XIX teve por desdobramento
"Não é natural, nem justo, que os países civilizados ocidentais se amontoem indefinidamente e se asfixiem nos espaços restritos que foram suas primeiras moradas, que neles acumulem as maravilhas das ciências, das artes, da civilização, que eles vejam, por falta de aplicações remuneradoras, a taxa do juro dos capitais cair em seus países cada dia mais e que deixem talvez a metade do mundo a pequenos grupos de homens ignorantes, impotentes, verdadeiras crianças débeis, dispersos em superfícies incomensuráveis, ou então a populações decrépitas, sem energia, sem direção, verdadeiros velhinhos incapazes de qualquer esforço, de qualquer ação ordenada e previdente" (P.Leroy-Beaulie. In: Beaud, 1987, p. 231-232).
Nesse sentido, é correto afirmar que a política colonial europeia do século XIX teve por desdobramento
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"Nos países totalitários, a propaganda e o terror parecem ser duas faces da mesma moeda. Isso, porém,
só é verdadeiro em parte. Quando o totalitarismo detém o controle absoluto, substitui a propaganda pela
doutrinação e emprega a violência não mais para assustar o povo (o que só é feito nos estágios iniciais,
quando ainda existe a oposição política), mas para
dar realidade às suas doutrinas ideológicas e às suas
mentiras utilitárias" (Arendt, 2012, p. 390).
O que torna específico o totalitarismo na perspectiva arendtiana?
O que torna específico o totalitarismo na perspectiva arendtiana?
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"[Nos anos 1960] os valores democráticos não estruturavam a sociedade brasileira. As tradições e a
cultura política não haviam sido gestadas segundo
referências democráticas. [...] Portanto, as esquerdas
revolucionárias dos anos 1960 e 1970, como de resto
a sociedade, inseridas nestas referências e tradições,
não tinham a democracia como um valor supremo. A
democracia era burguesa, liberal, parte de um sistema que se queria derrubar. Após a revolução, o socialismo seria o caminho para se chegar à verdadeira democracia, da maioria, do proletariado" (Rollemberg,
In: Delgado; Ferreira, 2003, p. 47-49 ).
De acordo com essa historiadora, a ditadura enfrentou os grupos esquerdistas de luta armada, tendo como meta o projeto de
De acordo com essa historiadora, a ditadura enfrentou os grupos esquerdistas de luta armada, tendo como meta o projeto de
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"Deixando de lado as condições específicas em que foi
produzido esse discurso do exercício do poder, o que
de mais significativo existe nele é o fato de periodizar
a história do Brasil em duas etapas, sendo o divisor de
águas uma revolução, a Revolução de 30. (...) Há um
lugar a partir do qual deve-se ler a história – este é o
passado memorizado como o domínio das oligarquias
– e a partir daí, a revelação da história se dá através
da ideia-chave de revolução de 30. (...) Esse discurso
como exercício efetivo do poder político, além de periodizar a história, define o lugar onde ela deve ser
lida – o passado memorizado como domínio das oligarquias e o presente como uma revolução sem prazo
para acabar. (...) Como o discurso do exercício do poder, a Revolução de 30 oculta o percurso das classes
sociais em conflito não apenas anulando a existência
de determinados agentes, mas, principalmente, definindo enfaticamente o lugar da história para todos os
agentes sociais" (De Decca, 1992, p. 75-107 ).
Na releitura da “Revolução de 1930”, é correto afirmar que o historiador Edgar De Decca defende a tese de que a interpretação oficial (dos vencedores) apresentou o movimento como resultado
Na releitura da “Revolução de 1930”, é correto afirmar que o historiador Edgar De Decca defende a tese de que a interpretação oficial (dos vencedores) apresentou o movimento como resultado
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O trecho a seguir é da obra Direito público brasileiro
e análise da Constituição do Império, publicada em
1857, de autoria de José Antônio Pimenta Bueno,
que recebeu o título de marquês de São Vicente.
“[…] Assim fundou-se o Império do Brasil, ou por outra frase, a nação brasileira, que é a associação de todos os brasileiros; que é a sociedade civil e política de um povo americano livre e independente. […] é evidente que a sociedade civil não poderia existir sem qualificar, sem fixar previamente os caracteres segundo os quais pudesse reconhecer os membros de que se compõe e os que lhe são estranhos. A qualidade de nacional ou brasileiro adquire-se, pois, segundo a lei civil” (Bueno, In: Mattos, 1991, p. 14).
De acordo com a Constituição do Império (1824), a sequência que apresenta corretamente os excluídos do status de “cidadão brasileiro” está indicada em
“[…] Assim fundou-se o Império do Brasil, ou por outra frase, a nação brasileira, que é a associação de todos os brasileiros; que é a sociedade civil e política de um povo americano livre e independente. […] é evidente que a sociedade civil não poderia existir sem qualificar, sem fixar previamente os caracteres segundo os quais pudesse reconhecer os membros de que se compõe e os que lhe são estranhos. A qualidade de nacional ou brasileiro adquire-se, pois, segundo a lei civil” (Bueno, In: Mattos, 1991, p. 14).
De acordo com a Constituição do Império (1824), a sequência que apresenta corretamente os excluídos do status de “cidadão brasileiro” está indicada em
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As monarquias centralizadas da França, Inglaterra e
Espanha representavam uma ruptura decisiva com a
soberania piramidal e parcelada de formações sociais
medievais, com seus sistemas de propriedade e de
vassalagem. A controvérsia sobre a natureza histórica
destas monarquias tem persistido desde que Engels,
em uma famosa máxima, declarou-as produto de um
equilíbrio de classe entre a antiga nobreza feudal e
a nova burguesia urbana: “excepcionalmente, contudo, há períodos em que as classes em luta se equilibram, de tal modo, que o poder de Estado, pretenso mediador, adquire momentaneamente um certo
grau de autonomia em relação a elas...” (Anderson,
2004, p. 15).
É correto afirmar que a conceituação de Anderson (2004) sobre o Estado Absolutista é um
É correto afirmar que a conceituação de Anderson (2004) sobre o Estado Absolutista é um
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"Os termos feudalidade, feudalismo, Idade Média
têm inúmeras conotações e mesmo entre os medievalistas seu emprego suscita graves discordâncias. Podemos utilizá-los como sinônimos, ou eles designam
realidades distintas? Podemos separar, para cada um
deles, um sentido restrito e um sentido amplo, que
seria errado confundir? Pressentimos problemas por
detrás destas divergências, mas quais?" (Le Goff; Schmidt, 2006, p. 437).
É correto afirmar que Le Goff e Schmidt (2006)
É correto afirmar que Le Goff e Schmidt (2006)
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É correto afirmar que Funari (2023), ao comparar a
organização político-social grega e romana na Antiguidade clássica, defende a tese de que o conceito
de cidadania
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Este é um fragmento de trecho do historiador romano, Lúcio Floro, que resumiu os objetivos e resultados das lutas da plebe em busca de direitos. No
trecho reportado, apresenta uma visão positiva do
povo, em pleno Império, sob Trajano ou Adriano, o
que demonstra a força da importância da população
para os romanos, mesmo em época de autocracia e
poder pessoal do imperador. "Em meio a sedições,
esse povo valoroso merece admiração. Lutou por
sua liberdade, por sua honestidade, por sua dignidade de nascimento e também pelos cargos e honras,
mas, acima de tudo, bateu-se de forma mais valente
pela salvaguarda da liberdade. O povo não se deixou
corromper pela propina, ainda que, em uma grande
comunidade a cada dia maior, cidadãos perniciosos
apareçam de vez em quando" (Floro. In: Funari, 2023,
p. 92).
A sequência que apresenta corretamente as conquistas dos plebeus no processo de lutas sociais do segundo período da história política de Roma na Antiguidade (509 a.C – 27 a.C), de acordo com Funari (2023), é:
A sequência que apresenta corretamente as conquistas dos plebeus no processo de lutas sociais do segundo período da história política de Roma na Antiguidade (509 a.C – 27 a.C), de acordo com Funari (2023), é:
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Este é um fragmento da fala de Rafael Printz Viana,
morador da comunidade quilombola do Abui, no alto
Trombetas/Pará: “a floresta é, como nós a chamamo
essa música – nossa mãe cachoeira – assim nós chamamo também nossa mãe floresta, nossa mãe porque dela tiramos pode se dizer de um tudo, desde
a saúde […] Então quer dizer, nossa mãe floresta é
vida” (Funes, In: Reis; Gomes, 1996, p.550).
Sobre a relação quilombola/meio ambiente na Amazônia, interpretada por Funes (1996), está correto afirmar, EXCETO que
Sobre a relação quilombola/meio ambiente na Amazônia, interpretada por Funes (1996), está correto afirmar, EXCETO que
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