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Com objetivo semelhante ao do Modelo de Referência OSI/ ISO, no que diz respeito à divisão da arquitetura em camadas, o TCP/IP consiste na junção dos protocolos TCP e o IP, dois dos mais utilizados. Na troca de informações com os protocolos da camada de aplicação, o TCP utiliza portas conhecidas e padronizadas. Exemplificando, as portas empregadas para o DNS, o SSH e o HTTPS são, respectivamente:
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Tendo por foco a arquitetura TCP/IP, dois protocolos atuam na camada de transporte, sendo o primeiro o de controle da transmissão baseado em conexão, sendo mais confiável, mas transferindo dados de forma mais lenta, enquanto o segundo o de datagramas do usuário sem conexão, sendo menos confiável, mas funcionando mais rapidamente. Esses dois protocolos são conhecidos, respectivamente, pelas siglas:
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Uma sub-rede de computadores com acesso à internet, está configurada por meio da máscara 255.255.255.224, em conformidade com o esquema de tamanho fixo e cujo endereço de broadcast é 217.149.64.223. A representação CIDR para o primeiro endereço IPv4 da faixa atribuída a essa sub-rede é:
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No que se relaciona ao gerenciamento de transações em bancos de dados, um bloqueio pode ocorrer, caracterizado pela existência de um conjunto de processos, no qual se algum deles estiver esperando por um evento que somente um outro processo desse mesmo conjunto poderá fazer acontecer, gerará uma situação de impasse. Para melhor entendimento, pode-se afirmar que essa situação se refere a um termo empregado para traduzir um problema que ocorre quando um grupo de processos competem entre si, que vai depender das características de dois ou mais programas diferentes e dos respectivos processos sendo executados pelos diferentes programas ao mesmo tempo. Nesse contexto, esse termo é conhecido por:
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SQL é a sigla para a linguagem padrão de gerenciamento de dados com bancos de dados baseados no modelo relacional. São grupos de comandos dentro da SQL a “Data Manipulation Language – DML”, a “Data Definition Language – DDL”, a “Data Query Language – DQL”, da “Data Control Language – DCL” e a “Transaction Control Language - TCL”. Nesse contexto, dois comandos que pertencem à DML e à DDL são, respectivamente:
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No que se refere aos bancos de dados, enquanto o Modelo Entidade-Relacionamento (MER) é um modelo conceitual, o Diagrama Entidade Relacionamento (DER) é a representação gráfica e principal ferramenta. Na notação original, proposta por Peter Chen, as entidades, os atributos e os relacionamentos são representados por símbolos padronizados. Nesse contexto, para as entidades e os relacionamentos, são utilizados, respectivamente, os símbolos:
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No contexto dos bancos de dados, uma transação é um programa em execução que forma uma unidade lógica de processamento no BD que deve ser completo e integral, incluindo uma ou mais operações de acesso ao BD, como inserção, exclusão, alterações ou consultas. Quando uma ou mais transações tentam acessar o mesmo recurso para operações de leitura ou gravação, o SGBD precisa ter mecanismos para organizar esses acessos. Um deles garante que uma transação leve o banco de dados de um estado válido para outro estado válido, significando que todas as restrições e as regras de integridade definidas no banco de dados devem ser mantidas após a conclusão de uma transação. Se uma transação violar qualquer regra de integridade, ela será revertida. Esse mecanismo é definido como:
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Entre os conceitos de BD, um modelo de dados é uma representação visual dos valores e suas relações. O primeiro tipo de modelo de dados é definido está relacionado diretamente a representações abstratas e que permitem análises em alto nível, sem entrar em detalhes de implementação e relacionamentos. Um segundo expõe relações mais claras entre os elementos e alguns atributos relevantes dos valores, mas sem definir uma implementação específi ca da estrutura, sendo que neste caso, as operações podem ser organizadas em APIs para posterior programação. Finalmente, o terceiro modelo detalha todas as informações dos objetos e seus relacionamentos para a criação do banco de dados na ferramenta escolhida, sendo que, nesse caso, as especificações ocorrem conforme as instruções do manual do sistema, assim como as restrições e as validações de cada campo. Esses três modelos de dados são denominados, respectivamente:
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No que se refere às estruturas de dados, uma pilha HEMOMINAS suporta três operações básicas, definidas a seguir.
I. PUSH(HEMOMINAS,t) – tem por objetivo inserir um elemento t na pilha HEMOMINAS.
II. POP(HEMOMINAS) – tem por objetivo remover o elemento de topo da pilha HEMOMINAS.
III. TOP(HEMOMINAS) – tem por objetivo acessar, sem remover, o elemento de topo da pilha HEMOMINAS.
Observe a sequência de operações na tabela abaixo.
| (1) | PUSH(HEMOMINAS,A+) |
| (2) | PUSH(HEMOMINAS,A-) |
| (3) | PUSH(HEMOMINAS,O+) |
| (4) | PUSH(HEMOMINAS,B+) |
| (5) | TOP(HEMOMINAS) |
| (6) | PUSH(HEMOMINAS,POP(HEMOMINAS)) |
| (7) | PUSH(HEMOMINAS,B-) |
| (8) | PUSH(HEMOMINAS,TOP(HEMOMINAS)) |
| (9) | POP(HEMOMINAS) |
| (10) | POP(HEMOMINAS) |
| (11) | PUSH(HEMOMINAS,O+) |
Considerando-se a pilha HEMOMINAS inicialmente vazia e a sequência de operações indicada acima, ao final das operações, o elemento que se encontra no topo da pilha é:
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No que se relaciona aos algoritmos, nas estruturas de controle mais utilizadas, a condição de teste pode ser inserida no INÍCIO ou no FINAL da lógica de programação. A permanência e a saída do loop ocorrem quando o teste da condição de controle retorna um valor FALSO ou VERDADEIRO. No caso da estrutura de controle conhecida por REPITA... FAÇA... FIM REPITA, para que ocorra a saída da estrutura, a condição de teste é colocada e retorna o valor booleano, respectivamente:
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