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De acordo com o REGULAMENTO DOS INTÉRPRETES DA FENEIS-RS (2000), há três tipos de intérpretes:
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(Disponível em: https://inclusaoja.com.br/2011/06/02/a-surdez-ainclusao- escolar/. Adaptado.)
Recentemente, a comunidade surda celebrou vitória após a oficialização da Lei nº 14.191/2021, que tange à educação bilíngue, a saber:
“Entende-se por educação bilíngue de surdos, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida em Língua Brasileira de Sinais (Libras), como primeira língua, e em português escrito, como segunda língua, em escolas bilíngues de surdos, classes bilíngues de surdos, escolas comuns ou em polos de educação bilíngue de surdos, para educandos surdos, surdo-cegos, com deficiência auditiva sinalizante, surdos com altas habilidades, ou superdotação, ou com outras deficiências associadas, optantes pela modalidade de educação bilíngue de surdos.”
(Disponível em: https://inclusaoja.com.br/2011/06/02/a-surdez-ainclusao- escolar/.)
NÃO se aplica a essa modalidade educacional:
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Aubert (1998) realizou uma revisão do modelo denominado “Procedimentos Técnicos da Tradução”, proposto por Vinay e Darbelnet (1960). Por entender que não mais se tratava de procedimentos técnicos, mas de produtos, Aubert substituiu a expressão “Procedimentos Técnicos da Tradução” por “Modalidades de Tradução”, propondo uma classificação de treze modalidades. Uma delas é a transposição, que é caracterizada por:
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Quadros (2004), ao considerar que o intérprete educacional atua na área mais requisitada no Brasil, afirma que esse especialista deve ter um perfil para intermediar as relações entre os alunos e os professores. Sobre essa questão, Carneiro (2018) considera estranho perceber que a situação e a especificidade dos intérpretes educacionais não são mencionadas nos cinco códigos de ética e conduta profissionais de intérpretes de línguas de sinais por ela analisados. Tendo em vista que Quadros (2004) afirma haver vários problemas de ordem ética que surgem em função do tipo de intermediação em sala de aula, é correto afirmar que os códigos de ética deveriam contemplar atuações específicas como:
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Carneiro (2018) observou que há um núcleo comum, de cunho mais deontológico, ao analisar sete códigos de ética e conduta profissionais de importantes associações, ou seja, duas de intérpretes de conferências de línguas orais e cinco de intérpretes de línguas de sinais. Nesse contexto, assinale a alternativa que revela um cunho mais finalístico.
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O ato de interpretar é uma tarefa muito mais complexa do que se presume e exige dos envolvidos não somente a prática de interpretação, mas também profundo conhecimento teórico sobre a área desenvolvida em sala de aula. De acordo com Quadros (2004), nesse contexto, é INCORRETO afirmar que:
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O processo de tradução-interpretação de uma língua para outra, em que o tradutor-intérprete precisa ouvir/ver a enunciação em uma língua (língua fonte), processá-la e passá-la para a outra língua (língua alvo) no tempo da enunciação, denomina-se:
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Segundo Brito (1995), um novo sinal pode surgir em decorrência de um “empréstimo” de uma língua para outra. Este fenômeno também ocorre na LIBRAS. Quando o novo sinal tem como origem um empréstimo de uma língua oral, denominamos de “soletração lexicalizada”. Nestes casos, ocorrem algumas mudanças significativas na soletração. A respeito disso, é INCORRETO afirmar que há:
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Segundo Vasconcelos (2010), a inserção estratégica do tradutor e do intérprete de línguas de sinais em um campo disciplinar já estabelecido, longe de diminuir a importância de sua questão identitária, pode contribuir para o fortalecimento desses profissionais. Nesse caso, Vasconcelos refere-se ao campo disciplinar dos estudos:
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Tendo como pressuposto que as línguas de sinais são patrimônios da humanidade e expressam as culturas das comunidades surdas, segundo Stumpf (2008), a educação bilíngue é vista, para os alunos surdos, como:
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