Magna Concursos

Foram encontradas 4.884 questões.

Indique qual é a alternativa que apresenta uma característica do Trovadorismo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Assinale a alternativa que contém os principais autores do Modernismo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3764121 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
Provas:

No contexto do ensino de Língua Portuguesa, a presença de diferentes gêneros literários tem sido considerada essencial para o desenvolvimento das competências leitora e escritora dos estudantes. Considerando as diretrizes curriculares atuais e os pressupostos teóricos do letramento literário, analise as afirmativas a seguir relacionadas acerca da utilização dos gêneros literários no processo de ensino-aprendizagem:

I. A diversidade de gêneros literários — como contos, poemas, crônicas, romances e peças teatrais — amplia o repertório linguístico dos alunos, favorecendo a compreensão de distintos modos de organização textual e discursiva.

Il O trabalho com gêneros literários deve restringir-se a textos clássicos consagrados pela tradição escolar, pois são esses que garantem a formação estética e cultural do estudante.

III. A literatura deve ser tratada como um componente autônomo, desvinculado das demais esferas do ensino da língua, como a gramática normativa e os estudos de coesão e coerência.

IV. A leitura e análise de textos literários, quando integradas a práticas de escrita e reescrita, colaboram significativamente para o desenvolvimento da competência textual, promovendo reflexões sobre a linguagem em uso.

Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3761224 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: AFA

TEXTO II

FRANKENSTEIN

Capítulo 1 – Narrativa de Victor Frankenstein, estudante de química, biologia, filosofia natural e anatomia

Como pode o verme ser o herdeiro das maravilhas de um

olho ou de um cérebro?

“Os cientistas antigos procuraram o elixir da vida eterna,

a pedra filosofal e outras tolices. Os mestres de nosso tempo

5 prometem pouco, mas podem fazer muito".

As palavras de Herr Waldman me deixaram

profundamente impressionado. Não consegui fechar os olhos

aquela noite. Eu iria descobrir algo que faria a humanidade

dar passos de gigante. Mas o quê?

10 Enquanto não tinha a resposta, resolvi que o melhor seria

dedicar-me fervorosamente a certos estudos para os quais

me julgava predestinado: química, biologia, anatomia,

filosofia natural.

Pelos dois anos seguintes, atirei-me aos livros e às

15 pesquisas com um fanático entusiasmo. Um fenômeno que

me fascinava em meus estudos era o da estrutura do ser

humano e de qualquer animal vivo. Eu me perguntava: de

onde vem o princípio da vida?

Concluí que, para descobrir as causas da vida, temos de

20 recorrer à morte.

Decidido a examinar as causas e a evolução da

degeneração do corpo, forcei-me a passar dias e noites no

necrotério da universidade, praticando autópsias.

Dediquei-me a observar como a vida se transformava em

25 morte e a morte em vida — até que, no meio daquelas trevas,

uma luz subitamente se impôs aos meus olhos.

Minha descoberta pode ter sido um milagre, mas os

estágios em que ela se deu foram absolutamente distintos,

em dias e noites de trabalho e fadiga quase intoleráveis, e

30 podem ser descritos passo a passo.

Descobri como e por que a vida é gerada.

Mais impressionante ainda: tornei-me capaz de dar vida

à matéria inanimada — de transformar a morte em vida.

Embora eu possuísse a capacidade de dar vida à matéria

35 morta, o trabalho de preparar uma estrutura para recebê-la,

com seu intrincado complexo de fibras, músculos e veias,

parecia de uma magnitude e dificuldade inconcebíveis.

Mas estava excitado demais para me permitir dar vida a

um animal menos complexo e maravilhoso do que o homem.

40 Como a extrema minúcia das partes do organismo

pudesse ser um obstáculo à ansiedade de contemplar a

minha criação, decidi construir um ser de estatura gigante —

de 2,5 metros de altura, com todos os órgãos

proporcionalmente grandes.

45 Transformei um quarto em laboratório, separado dos

outros aposentos por corredores e por uma longa galeria.

Ninguém será capaz de imaginar as sensações que me

impulsionaram em minha tarefa.

Foram esses pensamentos que me estimularam

50 enquanto eu me atirava ao trabalho e me esquecia do resto.

Muitas vezes, quando me julgava na iminência de

resolver um problema complicado, como dar vida a um feixe

de nervos ou devolver a luz a um olho, eu fracassava. Então

me agarrava à esperança de que, no dia seguinte, triunfaria

55 — o que inevitavelmente acontecia.

Mas quem poderá conceber os horrores dessa obra

secreta, cuja grandeza só era igualada pelos atos da mais

baixa e fria desumanidade que, em nome da ciência, eu era

obrigado a cometer?

60 A sala de dissecação da universidade e o próprio

matadouro local foram por mim invadidos à procura de ossos

e vísceras, e apenas a Lua era testemunha de minhas voltas

furtivas para casa, sobraçando aqueles horrores. Muitas

vezes torturei animais vivos, tentando — e conseguindo —

65 roubar-lhes a chama que eu iria emprestar ao barro ainda

informe à minha frente.

(Adaptado de - SHELLEY, Mary. Frankenstein – uma história de Mary Shelley.Trad. Ruy Castro. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. p. 11-19).

O romance de Mary Shelley, como Literatura Gótica ou de Horror, inaugura a ficção científica, gênero que, mais tarde, inspirou obras literárias cinematográficas. Acerca desse diálogo do texto com obras mais atuais, a partir dos enunciados que explicam tais obras, analise os tópicos abaixo.

I. O homem Bicentenário - um robô se torna humano, ao longo de dois séculos, e o faz questionando o significado da humanidade e da vida.

II. O médico e o monstro - Dr. Jeky faz pesquisas para entender os impulsos e os sentimentos mais profundos. Ele acaba por criar uma droga que libera os seus impulsos mais primitivos.

III. Pobres Criaturas - a civilização que pesa entre nós - Bella Baxter é trazida de volta à vida pelo cientista e guardião Dr. Godwin. Bela está ansiosa para aprender sobre o mundo ao seu redor, embora sob a proteção de Godwin.

IV. Entrevista com Vampiro - Um vampiro chamado Louit de Point du Lac, atormentado pela morte de seu irmão, busca a morte de todas as formas possíveis. Louit é transformado em vampiro por Lestat. Louit sobrevive de animais mortos pois acha repugnante matar humanos para sobreviver.

Assinale a alternativa correta em que os textos estabelecem relação temática com o texto de Frankenstein.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3761113 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Analise os fragmentos de Fernando Pessoa e assinale a alternativa correta: O poeta é um fingidor/ Finge tão completamente/ Que chega a fingir que é dor/ A dor que deveras sente (...)

Depreende-se do poema que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3761087 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Tomando por base a afirmação a seguir, de Afrânio Coutinho, a respeito da não existência de conflito entre a Literatura e a vida, assinale a alternativa que parece opor-se ao pensamento do autor.

“Através das obras literárias tomamos contato com a vida, nas suas verdades eternas, comuns a todos os homens e lugares, porque são as verdades da mesma condição humana."

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3761083 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Leia o Texto “A Literatura”, de Afrânio Coutinho e responda ao que se pede.

A literatura, como toda arte, é uma transfiguração do real, é a realidade recriada através do espírito do artista e retransmitida através da língua para as formas, que são os gêneros, e com os quais ele toma corpo e nova realidade. Passa, então a viver outra vida, autônoma, independentemente do autor e da experiência de realidade de onde proveio. Os fatos que lhe deram às vezes origem perderam a realidade primitiva e adquiriram outra, graças à imaginação do artista. São agora fatos de outra natureza, diferente dos fatos naturais objetivados pela ciência ou pela história ou pelo social.

O artista literário cria ou recria um mundo de verdades que não são mensuráveis pelos mesmos padrões das verdades factuais. Os fatos que manipulam não têm comparação com os da realidade concreta. São as verdades humanas gerais, que traduzem antes um sentimento da experiência, uma compreensão e um julgamento das coisas humanas, um sentido da vida, e que fornecem um retrato vivo e insinuante da vida, o qual sugere antes que esgota o quadro (...).

Assinale a alternativa que sintetiza o que expressa o texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o poema a seguir, de Gregório de Matos, antes de responder à questão

Aos afetos, e lágrimas derramadas na ausência da dama a quem queria bem

Ardor em firme Coração nascido;

pranto por belos olhos derramado;

incêndio em mares de água disfarçado;

rio de neve em fogo convertido:

Tu, que em um peito abrasas escondido;

tu, que em um rosto corres desatado;

quando fogo, em cristais aprisionado;

quando cristal, em chamas derretido:

Se és fogo, como passas brandamente?

Se és neve, como queimas com porfia?

Mas ai, que andou Amor em ti prudente!

Pois, para temperar a tirania,

como quis que aqui fosse a neve ardente,

permitiu parecesse a chama fria.

Acerca do poema, é CORRETO afirmar que:

I. A poesia de Gregório de Matos se divide em lírico-amorosa, sacra, satírica e erótica. O poema em questão é erótico.

II. O poema apresenta dois elementos da natureza, o fogo e a água. O primeiro refere-se ao ardor e o segundo pode se referir tanto ao pranto quanto à contenção da paixão do eu-lírico.

III. As palavras que se referem, nas primeiras e segundas estrofes, ao fogo são “ardor”, “incêndio”, “abrasas”, “chamas” e a própria palavra “fogo”.

Assinale a alternativa CORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o poema a seguir:

O destro Cupido um dia

Extraiu mimosas cores

De frescos lírios, e rosas,

De jasmins, e de outras flores.

Com as mais delgadas penas

Usa de uma, e de outra tinta,

E nos ângulos do cobre

A quatro belezas pinta.

Por fazer pensar a todos

No seu liso centro escreve

Um letreiro, que pergunta:

"Este espaço a quem se deve?"

Vênus, que viu a pintura,

E leu a letra engenhosa,

Pôs por baixo "Eu dele cedo;

Dê-se a Marília formosa."

Gonzaga, Tomás Antônio. Marília de Dirceu, Lira XXVI, parte I.

Sobre o poema, é CORRETO afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o fragmento a seguir de Quarto de despejo, diário de uma favela, de Carolina Maria de Jesus, antes de responder à questão

“Os meninos tomaram café e foram a aula. Eles estão alegres porque hoje teve café. Só quem passa fome é que dá valor a comida.

Eu e a Vera fomos catar papel. Passei no Frigorífico para pegar linguiça. Contei 9 mulheres na fila. Eu tenho a mania de observar tudo, contar tudo, marcar os fatos.

Encontrei muito papel nas ruas. Ganhei 20 cruzeiros. Fui no bar tomar uma média. Uma para mim e outra para a Vera. Gastei 11 cruzeiros. Fiquei catando papel até as 11 e meia. Ganhei 50 cruzeiros.

[...]

... Nós somos pobres, viemos para as margens do rio.

As margens do rio são os lugares do lixo e dos marginais. Gente da favela é considerado marginais. Não mais se vê os corvos voando as margens do rio, perto dos lixos. Os homens desempregados substituíram os corvos.

Quando eu fui catar papel encontrei um preto. Estava rasgado e sujo que dava pena. Nos seus trajes rotos ele podia representar-se como diretor do sindicato dos miseráveis. O seu olhar era um olhar angustiado como se olhasse o mundo com desprezo. Indigno para um ser humano. Estava comendo uns doces que a fábrica havia jogado na lama. Ele limpava o barro e comia os doces. Não estava embriagado, mas vacilava no andar. Cambaleava. Estava tonto de fome!”

Fonte: Jesus, 2020, p. 55-56.

Analise as informações a seguir sobre a obra Quarto de despejo: diário de uma favelada, de Carolina Maria de Jesus, preenchendo a coluna da esquerda com V, se a afirmativa for VERDADEIRA, e F, se for FALSA:

( ) A favela, a partir da visão apresentada no livro e da sua escritora, é o “quarto de despejo” de uma cidade.

( ) O livro é um diário, cujo narrador é autor e personagem; a narrativa não tem cunho autobiográfico.

( ) Em muitas partes do livro, há o rompimento com a formalidade da língua portuguesa, a norma padrão.

( ) O livro é um diário, pois quem escreve é a mesma pessoa que viveu as histórias contadas. Ele é narrado em primeira pessoa, portanto o ponto de vista apresentado é a do narrador.

( ) Quarto de despejo não pode ser considerado um livro que trata das desigualdades racial, de gênero e de classe.

Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA de V e F, de cima para baixo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas