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Leia o texto para responder à questão.

Poema tirado de uma notícia de jornal
João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no [morro da Babilônia num barracão sem número
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu [afogado.
(Manuel Bandeira. As cidades e as musas. 2008)
De acordo com o Currículo Paulista (2019), fundamentado em Antonio Candido, justifica-se a circulação de textos literários na escola, como o poema de Manuel Bandeira, considerando-se seu potencial
 

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Leia o texto para responder à questão.

Poema tirado de uma notícia de jornal
João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no [morro da Babilônia num barracão sem número
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu [afogado.
(Manuel Bandeira. As cidades e as musas. 2008)
Tendo como referência Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), é correto afirmar que o poema
 

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Em relação ao plano da invenção ficcional e poética do Realismo brasileiro, Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015) explica que os autores desse movimento se esforçam para
 

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De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), a lírica de Gonçalves Dias, no conjunto da poesia romântica brasileira, singulariza-se como a mais literária, pois
 

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De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), caracteriza a literatura de Casimiro de Abreu
 

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Leia os versos de Tomás Antônio Gonzaga para responder à questão.

I Os seus compridos cabelos,
que sobre as costas ondeiam,
são os que de Apolo mais belos,
mas de loura cor não são.
Têm a cor da negra noite;
e com o branco do rosto
fazem, Marília, um composto
da mais formosa união.
II Os teus olhos espelham luz divina,
a quem a luz do sol em vão se atreve;
papoila ou rosa delicada e fina
te cobre as faces, que são cor da neve.
Os teus cabelos são uns fios d'ouro;
teu lindo corpo bálsamos vapora.

(Tomás Antônio Gonzaga. Marília de Dirceu. Em: Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira. 2015)

Ao analisar os aspectos formais dos versos de Tomás Antônio Gonzaga, Alfredo Bosi assinala que eles
 

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Leia os versos de Tomás Antônio Gonzaga para responder à questão.

I Os seus compridos cabelos,
que sobre as costas ondeiam,
são os que de Apolo mais belos,
mas de loura cor não são.
Têm a cor da negra noite;
e com o branco do rosto
fazem, Marília, um composto
da mais formosa união.
II Os teus olhos espelham luz divina,
a quem a luz do sol em vão se atreve;
papoila ou rosa delicada e fina
te cobre as faces, que são cor da neve.
Os teus cabelos são uns fios d'ouro;
teu lindo corpo bálsamos vapora.

(Tomás Antônio Gonzaga. Marília de Dirceu. Em: Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira. 2015)

De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), a natureza na poesia árcade corresponde ao
 

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Enchente

Chama o Alexandre!

Chama!

Olha a chuva que chega!

É a enchente.

Olha o chão que foge com a chuva...

Olha a chuva que encharca a gente.

Põe a chave na fechadura.

Fecha a porta por causa da chuva...

olha a rua como se enche!

Enquanto chove, bota a chaleira

no fogo: olha a chama! olha a chispa!

Olha a chuva nos feixes de lenha!

Vamos tomar chá, pois a chuva

é tanta que nem de galocha

se pode andar na rua cheia!

Chama o Alexandre!

Chama!

(Cecília Meireles. Ou isto ou aquilo.

Em: Angela Kleiman. Oficina de leitura: teoria & prática. 2017)

De acordo com Angela Kleiman, muitas práticas com o texto em sala de aula banalizam-no. Porém, uma atividade significativa para engajar os alunos no trabalho com o poema de Cecília Meireles seria
 

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De acordo com Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), em Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, “a linguagem do mito rompia as amarras espácio-temporais”. Isso se comprova com a passagem:
 

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3746690 Ano: 2025
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Siderópolis-SC
Olhos parados

Manoel de Barros
Olhar, reparar tudo em volta, sem a menor intenção de poesia.
Girar os braços, respirar o ar fresco, lembrar dos parentes.
Lembrar da casa da gente, das irmãs, dos irmãos e dos pais da gente.
Lembrar que estão longe e ter saudades deles…
Lembrar da cidade onde se nasceu, com inocência, e rir sozinho.
Rir de coisas passadas. Ter saudade da pureza.
Lembrar de músicas, de bailes, de namoradas que a gente já teve.
Lembrar de lugares que a gente já andou e de coisas que a gente já viu.
Lembrar de viagens que a gente já fez e de amigos que ficaram longe.
Lembrar dos amigos que estão próximos e das conversas com eles.
Saber que a gente tem amigos de fato!
Tirar uma folha de árvore, ir mastigando, sentir os ventos pelo rosto…
Sentir o sol. Gostar de ver as coisas todas. Gostar de estar ali caminhando.
Gostar de estar assim esquecido. Gostar desse momento. Gostar dessa emoção tão cheia de riquezas íntimas.
Nos versos 3, 4 e 5 e também nos versos 7, 8, 9 e 10 há a repetição da mesma palavra no início de cada verso (lembrar). Este recurso estilístico é chamado de:
 

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