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3643523 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Pobre Alimária

O cavalo e a carroça
Estavam atravancados no trilho
E como o motorneiro se impacientasse
Porque levava os advogados para os escritórios
Desatravancaram o veículo
E o animal disparou
Mas o lesto carroceiro
Trepou na boleia
E castigou o fugitivo atrelado
Com um grandioso chicote.

Oswald de Andrade. Pau Brasil. Rio de Janeiro: Globo, 1996.

Considerando o texto acima e suas relações com o movimento modernista brasileiro, julgue o item a seguir.

Na cena relatada de forma crítica no poema, são contrastados modernidade e atraso, ambos presentes no cotidiano da sociedade brasileira urbana, que defendia a primazia da tecnologia, símbolo de progresso. Em outra direção, filósofos como Adorno e Horkheimer afirmam que a evolução dos recursos técnicos, particularmente no que se refere à informação de massa, não representou um avanço humanístico, mas, sim, um processo de desumanização, associado à ausência de consciência revolucionária.

 

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3643522 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Pobre Alimária

O cavalo e a carroça
Estavam atravancados no trilho
E como o motorneiro se impacientasse
Porque levava os advogados para os escritórios
Desatravancaram o veículo
E o animal disparou
Mas o lesto carroceiro
Trepou na boleia
E castigou o fugitivo atrelado
Com um grandioso chicote.

Oswald de Andrade. Pau Brasil. Rio de Janeiro: Globo, 1996.

Considerando o texto acima e suas relações com o movimento modernista brasileiro, julgue o item a seguir.

A partir da Semana de Arte Moderna, poetas como Manuel Bandeira e Mário de Andrade empreenderam esforços para desestabilizar os conceitos tradicionais de poesia, de forma a torná-la mais próxima da fala e menos solene.

 

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3643521 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Pobre Alimária

O cavalo e a carroça
Estavam atravancados no trilho
E como o motorneiro se impacientasse
Porque levava os advogados para os escritórios
Desatravancaram o veículo
E o animal disparou
Mas o lesto carroceiro
Trepou na boleia
E castigou o fugitivo atrelado
Com um grandioso chicote.

Oswald de Andrade. Pau Brasil. Rio de Janeiro: Globo, 1996.

Considerando o texto acima e suas relações com o movimento modernista brasileiro, julgue o item a seguir.

No poema apresentado acima, o envolvimento explícito do eu-lírico com os fatos que ele relata evidencia o acentuado subjetivismo, que caracterizou o movimento Pau-Brasil.

 

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3643520 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Pobre Alimária

O cavalo e a carroça
Estavam atravancados no trilho
E como o motorneiro se impacientasse
Porque levava os advogados para os escritórios
Desatravancaram o veículo
E o animal disparou
Mas o lesto carroceiro
Trepou na boleia
E castigou o fugitivo atrelado
Com um grandioso chicote.

Oswald de Andrade. Pau Brasil. Rio de Janeiro: Globo, 1996.

Considerando o texto acima e suas relações com o movimento modernista brasileiro, julgue o item a seguir.

O coloquialismo e o verso livre, presentes no poema Pobre Alimária, marcaram a produção poética da primeira fase do Modernismo brasileiro e foram retomados, posteriormente, pelos poetas da chamada Geração de 45.

 

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3643519 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Pobre Alimária

O cavalo e a carroça
Estavam atravancados no trilho
E como o motorneiro se impacientasse
Porque levava os advogados para os escritórios
Desatravancaram o veículo
E o animal disparou
Mas o lesto carroceiro
Trepou na boleia
E castigou o fugitivo atrelado
Com um grandioso chicote.

Oswald de Andrade. Pau Brasil. Rio de Janeiro: Globo, 1996.

Considerando o texto acima e suas relações com o movimento modernista brasileiro, julgue o item a seguir.

Em seu trabalho poético, Oswald de Andrade explora os elementos cotidianos, procurando extrair deles poesia e, com humor, direcionar-lhes olhar crítico.

 

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3643518 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Pobre Alimária

O cavalo e a carroça
Estavam atravancados no trilho
E como o motorneiro se impacientasse
Porque levava os advogados para os escritórios
Desatravancaram o veículo
E o animal disparou
Mas o lesto carroceiro
Trepou na boleia
E castigou o fugitivo atrelado
Com um grandioso chicote.

Oswald de Andrade. Pau Brasil. Rio de Janeiro: Globo, 1996.

Considerando o texto acima e suas relações com o movimento modernista brasileiro, julgue o item a seguir.

O animal que, de acordo com o poema, atravancava o progresso representa resquício das velhas formas de transporte, que sobreviveram ainda por muito tempo no mundo subdesenvolvido, mas que já haviam sido totalmente substituídas na Europa e nos Estados Unidos, no início do século XX.

 

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3643517 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navio negreiro

Castro Alves

‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...

Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.

Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia.

..........................................................

Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa!

[...]

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

[...]

E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...

No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
“Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!...”

Internet: <www.dominiopublico.org.br>.

Considerando o poema Navio negreiro, o trecho desse poema transcrito ao lado e as diversas fases e características do movimento romântico no Brasil, julgue o item a seguir.

O trecho “ó rudes marinheiros,/ Tostados pelo sol dos quatro mundos” revela conhecimento sobre as condições de vida da mão de obra utilizada nos navios da Idade Moderna e Contemporânea.

 

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3643516 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navio negreiro

Castro Alves

‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...

Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.

Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia.

..........................................................

Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa!

[...]

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

[...]

E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...

No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
“Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!...”

Internet: <www.dominiopublico.org.br>.

Considerando o poema Navio negreiro, o trecho desse poema transcrito ao lado e as diversas fases e características do movimento romântico no Brasil, julgue o item a seguir.

No trecho do poema apresentado, o poeta denomina “orquestra” o conjunto formado por navio, mar e ventos, em clara alusão aos diferentes timbres e às variações de dinâmica produzidas pelo intenso movimento desses elementos na situação descrita.

 

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3643515 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navio negreiro

Castro Alves

‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...

Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.

Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia.

..........................................................

Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa!

[...]

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

[...]

E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...

No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
“Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!...”

Internet: <www.dominiopublico.org.br>.

Considerando o poema Navio negreiro, o trecho desse poema transcrito ao lado e as diversas fases e características do movimento romântico no Brasil, julgue o item a seguir.

A preocupação central da geração condoreira, no Romantismo brasileiro, era a revelação da intimidade dos poetas e de seus dilemas psicológicos.

 

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3643514 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Navio negreiro

Castro Alves

‘Stamos em pleno mar... Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas...

Donde vem? onde vai? Das naus errantes
Quem sabe o rumo se é tão grande o espaço?
Neste saara os corcéis o pó levantam,
Galopam, voam, mas não deixam traço.

Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia.

..........................................................

Por que foges assim, barco ligeiro?
Por que foges do pávido poeta?
Oh! quem me dera acompanhar-te a esteira
Que semelha no mar — doudo cometa!

[...]

Era um sonho dantesco... o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros... estalar de açoite...
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar...

[...]

E ri-se a orquestra irônica, estridente...
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais ...
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos... o chicote estala.
E voam mais e mais...

No entanto o capitão manda a manobra,
E após fitando o céu que se desdobra,
Tão puro sobre o mar,
Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
“Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
Fazei-os mais dançar!...”

Internet: <www.dominiopublico.org.br>.

Considerando o poema Navio negreiro, o trecho desse poema transcrito ao lado e as diversas fases e características do movimento romântico no Brasil, julgue o item a seguir.

O negro, no Romantismo brasileiro, era símbolo de unidade nacional: era o ser que representava as características mais essenciais da nação, o que justificava a denúncia feita por Castro Alves no poema Navio negreiro.

 

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