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Foram encontradas 4.894 questões.

3642713 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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No sertão mineiro do século XIX, fazendeiro bruto tranca a sete chaves sua bela filha, prometida em casamento para um brutamontes. Mas ela se apaixona por médico itinerante e tenta fugir. Walter Lima Júnior, em um de seus melhores filmes, homenageia duas importantes figuras do cinema nacional, Humberto Mauro e Lima Barreto, ao adaptar o romance clássico do Visconde de Taunay, já filmado em 1915 e 1949. O resultado é um filme romântico, bonito e eficiente. Por exigência dos produtores para conter custos, foi rodado na floresta da Tijuca — e não, no sertão mineiro, como na primeira adaptação —, mas não se perdeu o clima.

Com relação ao texto acima, aos temas nele abordados e ao romance Inocência, no qual se baseia o referido filme, de mesmo título, julgue o item a seguir.

O romance Inocência, de Visconde de Taunay, inaugura uma tendência na narrativa do século XIX no Brasil: a do narrador onisciente.

 

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3642712 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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No sertão mineiro do século XIX, fazendeiro bruto tranca a sete chaves sua bela filha, prometida em casamento para um brutamontes. Mas ela se apaixona por médico itinerante e tenta fugir. Walter Lima Júnior, em um de seus melhores filmes, homenageia duas importantes figuras do cinema nacional, Humberto Mauro e Lima Barreto, ao adaptar o romance clássico do Visconde de Taunay, já filmado em 1915 e 1949. O resultado é um filme romântico, bonito e eficiente. Por exigência dos produtores para conter custos, foi rodado na floresta da Tijuca — e não, no sertão mineiro, como na primeira adaptação —, mas não se perdeu o clima.

Com relação ao texto acima, aos temas nele abordados e ao romance Inocência, no qual se baseia o referido filme, de mesmo título, julgue o item a seguir.

A obra Inocência, de Visconde de Taunay, é considerada uma das obras-primas do romance regionalista brasileiro.

 

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3642709 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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No sertão mineiro do século XIX, fazendeiro bruto tranca a sete chaves sua bela filha, prometida em casamento para um brutamontes. Mas ela se apaixona por médico itinerante e tenta fugir. Walter Lima Júnior, em um de seus melhores filmes, homenageia duas importantes figuras do cinema nacional, Humberto Mauro e Lima Barreto, ao adaptar o romance clássico do Visconde de Taunay, já filmado em 1915 e 1949. O resultado é um filme romântico, bonito e eficiente. Por exigência dos produtores para conter custos, foi rodado na floresta da Tijuca — e não, no sertão mineiro, como na primeira adaptação —, mas não se perdeu o clima.

Com relação ao texto acima, aos temas nele abordados e ao romance Inocência, no qual se baseia o referido filme, de mesmo título, julgue o item a seguir.

Em Inocência, de Visconde de Taunay, o leitor deparase com uma mescla de romantismo e realismo.

 

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3642697 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O livro é melhor que o filme. Quem já não ouviu esse clichê sobre as adaptações literárias para o cinema? A frase feita conota o cinema como arte menor, subordinada à literatura, esta, sim, o modo nobre de expressão por seu prestígio e antiguidade. No entanto, há quem sustente que foi Orson Welles quem melhor entendeu a estrutura narrativa de Dom Quixote. Jack Gold enxergou em Robson Crusoe a misoginia colonialista que Daniel Defoe não pôde ver. E, durante a ditadura militar, Joaquim Pedro de Andrade tirou de Macunaíma uma leitura política com a qual Mário de Andrade não havia sonhado. Assim, muitas vezes, é o cinema que ilumina uma obra, ao dialogar com ela sob a forma de adaptação.

Luiz Zanin Oricchio. In: O Estado de S.Paulo.
Caderno 2, 5/4/2009 (com adaptações).

A partir das ideias apresentadas nesse texto, julgue o item que se segue.

O romance Macunaíma, de Mário de Andrade, retrata o Brasil na sua realidade social e linguística.

 

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3642693 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O livro é melhor que o filme. Quem já não ouviu esse clichê sobre as adaptações literárias para o cinema? A frase feita conota o cinema como arte menor, subordinada à literatura, esta, sim, o modo nobre de expressão por seu prestígio e antiguidade. No entanto, há quem sustente que foi Orson Welles quem melhor entendeu a estrutura narrativa de Dom Quixote. Jack Gold enxergou em Robson Crusoe a misoginia colonialista que Daniel Defoe não pôde ver. E, durante a ditadura militar, Joaquim Pedro de Andrade tirou de Macunaíma uma leitura política com a qual Mário de Andrade não havia sonhado. Assim, muitas vezes, é o cinema que ilumina uma obra, ao dialogar com ela sob a forma de adaptação.

Luiz Zanin Oricchio. In: O Estado de S.Paulo.
Caderno 2, 5/4/2009 (com adaptações).

A partir das ideias apresentadas nesse texto, julgue o item que se segue.

Mário de Andrade foi não só um poeta, mas também um teórico do movimento modernista brasileiro.

 

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3642681 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I

Talvez a única afirmação suficientemente justa a respeito da função da música no cinema é a de que, de uma maneira ou de outra, a música existe para “tocar” as pessoas. Ela pode emocionar, arrancar lágrimas, causar tensão, desconforto, incomodar, narrar um acontecimento, uma morte, uma perseguição, uma piada, um diálogo, um alívio, uma festa, descrever um movimento, criar um clima, acelerar uma situação, acalmá-la, enfim, de um jeito ou de outro, a boa composição não existe em vão. Ela está lá por algum motivo, e, ainda que não a ouçamos, podemos senti-la. O drama e a música são expressões culturais que obviamente têm valores e efeitos distintos e independentes (...). Parece haver um consenso entre a maioria dos compositores no sentido de que a música deve servir ao filme. Ela deve auxiliar a narrativa, seus personagens, seu ritmo, suas texturas, sua linguagem, seus requisitos dramáticos.

Tony Berchmans. A música do filme: tudo o que você gostaria de saber sobre a
música de cinema. São Paulo: Escrituras, 2006, p. 20 (com adaptações).

Texto II

A trilha do filme Guerra nas Estrelas, composta por John Williams, ganhou vários prêmios, inclusive o Oscar de melhor trilha musical original. Acerca dessa trilha sonora, Tony Berchmans comenta:

“Quando aparece pela primeira vez o personagem Luke Skywalker, o tema principal soa em um arranjo leve e específico. Há vários motivos ao longo do filme, inclusive uma marcha militar que faz referência às forças militares do Império. O que Williams adora fazer é rearranjar de diversas maneiras a frase inicial do tema principal, formada pelas famosas sete notas (...).

Por fim, a música é dramaticamente descritiva e vai-se intensificando precisamente de acordo com a complicação da situação dos rebeldes. Até que, enfim, Luke Skywalker consegue atingir o objetivo, e a música dá um alívio à sua tensão.”

Idem, ibidem, p. 86.

Tendo esses textos como referência, julgue o item que se segue.

A partir das informações dos textos I e II, é correto afirmar que elementos musicais como dinâmica, andamento e instrumentação são recursos que podem ser utilizadas para intensificar a emoção das cenas de um filme.

 

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3642680 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I

Talvez a única afirmação suficientemente justa a respeito da função da música no cinema é a de que, de uma maneira ou de outra, a música existe para “tocar” as pessoas. Ela pode emocionar, arrancar lágrimas, causar tensão, desconforto, incomodar, narrar um acontecimento, uma morte, uma perseguição, uma piada, um diálogo, um alívio, uma festa, descrever um movimento, criar um clima, acelerar uma situação, acalmá-la, enfim, de um jeito ou de outro, a boa composição não existe em vão. Ela está lá por algum motivo, e, ainda que não a ouçamos, podemos senti-la. O drama e a música são expressões culturais que obviamente têm valores e efeitos distintos e independentes (...). Parece haver um consenso entre a maioria dos compositores no sentido de que a música deve servir ao filme. Ela deve auxiliar a narrativa, seus personagens, seu ritmo, suas texturas, sua linguagem, seus requisitos dramáticos.

Tony Berchmans. A música do filme: tudo o que você gostaria de saber sobre a
música de cinema. São Paulo: Escrituras, 2006, p. 20 (com adaptações).

Texto II

A trilha do filme Guerra nas Estrelas, composta por John Williams, ganhou vários prêmios, inclusive o Oscar de melhor trilha musical original. Acerca dessa trilha sonora, Tony Berchmans comenta:

“Quando aparece pela primeira vez o personagem Luke Skywalker, o tema principal soa em um arranjo leve e específico. Há vários motivos ao longo do filme, inclusive uma marcha militar que faz referência às forças militares do Império. O que Williams adora fazer é rearranjar de diversas maneiras a frase inicial do tema principal, formada pelas famosas sete notas (...).

Por fim, a música é dramaticamente descritiva e vai-se intensificando precisamente de acordo com a complicação da situação dos rebeldes. Até que, enfim, Luke Skywalker consegue atingir o objetivo, e a música dá um alívio à sua tensão.”

Idem, ibidem, p. 86.

Tendo esses textos como referência, julgue o item que se segue.

É correto concluir da descrição apresentada no texto II que o desenvolvimento da trilha sonora de Guerra nas Estrelas narra a sequência de ações que se estabelece no filme: a instalação do conflito, o seu ápice e a sua resolução.

 

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3642679 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Fechado o Cinema Odeon, na Rua da Bahia.
Fechado para sempre.
Não é possível, minha mocidade
fecha com ele um pouco.
Não amadureci ainda bastante
para aceitar a morte das coisas.
(...) Não aceito, por enquanto, o Cinema Glória,
maior, mais americano, mais isso-e-aquilo.
Quero é o derrotado Cinema Odeon,
o miúdo, fora de moda Cinema Odeon.
(...) Exijo em nome da lei ou fora da lei que se reabram as
portas e volte o passado.

Carlos Drummond de Andrade. O fim das coisas.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1988, p. 701.

A primeira sala de exibição de cinema de Belo Horizonte foi o Teatro Paris. Inaugurada em 1906, passou a chamar-se, a partir de 1912, Cinema Odeon. Um dos melhores lugares de diversão da cidade e muito frequentado pela população, o Cinema Odeon foi fechado em 1928, e, por causa desse fechamento, Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema O fim das coisas, reproduzido acima.

A partir dessas informações e da leitura desse poema de Drummond, julgue o item seguinte.

O registro da experiência urbana de uma geração é um dos elementos de que está composto o poema apresentado.

 

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3642677 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Fechado o Cinema Odeon, na Rua da Bahia.
Fechado para sempre.
Não é possível, minha mocidade
fecha com ele um pouco.
Não amadureci ainda bastante
para aceitar a morte das coisas.
(...) Não aceito, por enquanto, o Cinema Glória,
maior, mais americano, mais isso-e-aquilo.
Quero é o derrotado Cinema Odeon,
o miúdo, fora de moda Cinema Odeon.
(...) Exijo em nome da lei ou fora da lei que se reabram as
portas e volte o passado.

Carlos Drummond de Andrade. O fim das coisas.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1988, p. 701.

A primeira sala de exibição de cinema de Belo Horizonte foi o Teatro Paris. Inaugurada em 1906, passou a chamar-se, a partir de 1912, Cinema Odeon. Um dos melhores lugares de diversão da cidade e muito frequentado pela população, o Cinema Odeon foi fechado em 1928, e, por causa desse fechamento, Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema O fim das coisas, reproduzido acima.

A partir dessas informações e da leitura desse poema de Drummond, julgue o item seguinte.

Considerando-se as ideias defendidas pelos modernistas, como, por exemplo, Mário e Oswald de Andrade, em textos como Paulicéia Desvairada e Memórias Sentimentais de João Miramar, é correto concluir que o poema O fim das coisas foi escrito antes dessa época.

 

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3642676 Ano: 2009
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Fechado o Cinema Odeon, na Rua da Bahia.
Fechado para sempre.
Não é possível, minha mocidade
fecha com ele um pouco.
Não amadureci ainda bastante
para aceitar a morte das coisas.
(...) Não aceito, por enquanto, o Cinema Glória,
maior, mais americano, mais isso-e-aquilo.
Quero é o derrotado Cinema Odeon,
o miúdo, fora de moda Cinema Odeon.
(...) Exijo em nome da lei ou fora da lei que se reabram as
portas e volte o passado.

Carlos Drummond de Andrade. O fim das coisas.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1988, p. 701.

A primeira sala de exibição de cinema de Belo Horizonte foi o Teatro Paris. Inaugurada em 1906, passou a chamar-se, a partir de 1912, Cinema Odeon. Um dos melhores lugares de diversão da cidade e muito frequentado pela população, o Cinema Odeon foi fechado em 1928, e, por causa desse fechamento, Carlos Drummond de Andrade escreveu o poema O fim das coisas, reproduzido acima.

A partir dessas informações e da leitura desse poema de Drummond, julgue o item seguinte.

A importância atribuída aos marcos urbanos, representados, nesse poema memorialístico, pelo Cinema Odeon, evidencia a relação entre a estética vanguardista e o movimento de progresso e urbanização.

 

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