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3986432 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP

Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico: SatO2 : 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra (% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada: 81%. Não há achados significativos nos exames de sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro coletadas em dias separados é positiva para o complexo Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada a seguir:Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico: SatO2: 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra (% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada: 81%. Não há achados significativos nos exames de sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro coletadas em dias separados é positiva para o complexo Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada a seguir:

Enunciado 4918958-1

Considerando a principal hipótese diagnóstica, o próximo passo mais apropriado no manejo desse paciente é

 

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3986431 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Mulher de 70 anos é avaliada devido a exames de sangue anormais. Os antecedentes são notáveis para hipertensão arterial, doença cardíaca isquêmica, doença renal crônica estágio 3 e úlcera péptica prévia. Ela está tomando ramipril, furosemida, suplementos de carbonato de cálcio e vitamina D. Ela nega sintoma, exceto dor abdominal ocasional e dispepsia frequente. Ao exame físico, ela está euvolêmica e a pressão arterial é de 110 x 80 mmHg. Exames séricos: cálcio ajustado: 12,1 mg/dL (normal: 8,5 a 10,5); fosfato: 2,7 mg/dL (normal: 2,3 a 4,6); bicarbonato: 37 mEq/L (normal: 22 a 26); proteína total: 6,0 g/dL; hormônio da paratireoide: baixo; 25-hidroxicolecalciferol: 50 ng/mL (normal: 20 a 48).
Constitui a explicação mais provável para os achados laboratoriais descritos:
 

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3986430 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Homem de 72 anos apresenta sangramento prolongado no local da punção arterial após cateterismo cardíaco. A heparina intravenosa é descontinuada. 24 horas depois, ele apresenta um grande hematoma na virilha, e o local da punção continua a apresentar sangramento, apesar da compressão. Ele não tem histórico de sangramento anormal. O perfil metabólico básico é normal. Outros resultados laboratoriais mostram: hematócrito: 27% (na admissão: 38%); plaquetas: 210.000/mm3; razão normalizada internacional: 1,2; tempo de tromboplastina parcial ativada: 85 segundos.
A próxima conduta que deve ajudar a determinar a causa do sangramento nesse paciente é solicitar
 

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3986429 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Homem de 68 anos, com diabetes e apneia obstrutiva do sono, desenvolve síndrome do desconforto respiratório agudo (ARDS) relacionada a quase afogamento. Isso progride para infecção bacteriana sobreposta e sepse. A angiotomografia de tórax é negativa para embolia pulmonar. O tratamento é realizado com vancomicina e piperacilina-tazobactam. Não há uso de droga vasopressora e não houve hipotensão durante a evolução. 48 horas após, ao exame físico, ele está euvolêmico; pressão arterial: 112 x 67 mmHg; temperatura: 38 ºC. Os exames séricos atuais são: creatinina: 2,5 mg/dL (à admissão: 0,9 mg/dL); bicarbonato: 14 mEq/L. Exame de urina: sedimento incolor, sem cilindros ou cristais. O sódio urinário é 40 mEq/L.
Qual é a etiologia mais provável para a injúria renal aguda (IRA)?
 

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3986428 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Mulher de 45 anos, com doença de Crohn ileal fibroestenótica, é atendida com quadro de diarreia crônica. Ela foi submetida a uma ressecção ileal há três anos para tratamento de obstrução do intestino delgado. Há dois meses, uma ileocectomia para obstrução recorrente foi realizada. A revisão de suas anotações cirúrgicas indica que aproximadamente 120 cm de íleo foram ressecados. Desde então, ela tem evacuado diariamente, com fezes múltiplas, soltas e fétidas. Não há hematoquezia ou melena. A paciente refere perda de peso de 3,6 kg nos últimos três meses e nega tabagismo ou consumo de álcool. Ao exame físico: sinais vitais normais; IMC: 20 kg/m2; abdome: notam-se cicatrizes cirúrgicas de aspecto normal, sem dor.
A causa mais provável da diarreia é
 

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3986427 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Mulher de 26 anos tem história de tosse crônica com secreção amarelada associada a dispneia ao subir escadas rapidamente. Ela fuma trinta cigarros por dia, com histórico de 13 anos-maço. Os testes de função pulmonar revelam (% do previsto): VEF1: 94%; capacidade vital forçada: 94%; capacidade pulmonar total: 107%; capacidade pulmonar de difusão de monóxido de carbono (TLCO): 57%. A radiografia e tomografia realizadas são mostradas a seguir:
Enunciado 4918945-1
O exame que mais provavelmente deve confirmar a principal hipótese diagnóstica é
 

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3986426 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Homem de 82 anos com frequência urinária diurna, urgência urinária, incontinência ocasional e noctúria é tratado com um anticolinérgico. A incontinência em seguida piora. O exame de urina é normal. O próximo passo de escolha é:
 

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3986425 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Mulher de 58 anos é atendida em consulta de retorno por osteoporose e fratura recente por compressão vertebral de L2. O antecedente é positivo para diabetes mellitus tipo 1 complicado por doença renal crônica em estágio 5. Há dois meses, ela sentiu dor lombar repentina ao se levantar, o que motivou avaliação em um pronto-socorro local. A radiografia da coluna lombar demonstrou uma fratura por compressão vertebral de L2. Isso foi seguido por ressonância magnética da coluna lombar, que revelou achados consistentes com uma fratura por compressão vertebral aguda. Ela recebeu analgésicos e um tratamento de curto prazo com calcitonina intranasal. A densitometria óssea revela osteoporose com um escore T de –3,7 em L3-L4 e –2,9 no colo do fêmur. A paciente usa calcitriol oral, 0,5 mcg por dia, para controlar o hiperparatireoidismo secundário. Exames séricos: cálcio: 8,3 mg/dL (normal: 8,2 a 10,2); fosfato: 4,9 mg/dL (normal: 2,3 a 4,7); magnésio: 2,3 mg/dL (normal: 1,5 a 2,3); albumina: 3,5 g/dL (normal: 3,5 a 5,0); creatinina: 5,1 mg/dL (taxa de filtração glomerular de 13 mL/min/1,73 m2); PTH intacto: 63 pg/mL (normal: 10 a 65); 25-hidroxivitamina D: 28 ng/mL (normal: 30 a 80).
O próximo passo de escolha no manejo dessa paciente é
 

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3986424 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Homem de 53 anos refere quadro de febre e dispneia progressiva há uma semana. Ele tem infecção pelo HIV, mas abandonou o tratamento há cinco anos. Não se sabe a contagem recente de linfócitos CD4 ou a carga viral do HIV. A gasometria arterial revela uma PaO2 de 51 mmHg em ar ambiente. A radiografia de tórax é mostrada a seguir:
Enunciado 4918941-1
O lavado broncoalveolar é positivo para material com coloração de prata metenamina.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o tratamento antimicrobiano mais adequado:
 

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3986423 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: SES-SP
Homem de 18 anos é atendido com quadro de episódios febris recorrentes. Ele é portador de leucemia linfoblástica aguda recidivada. Há seis meses, foi tratado de uma infecção de cateter por Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus epidermidis com cefepima e vancomicina. Nessa admissão, ele inicia o tratamento com gentamicina e meropenem. Três dias após, ele apresenta febre de 38,5 °C, e novas culturas são coletadas. Em seguida, a hemocultura apresenta sinal positivo após oito horas, e a coloração de Gram mostra bastonetes gram-negativos.
Qual é o patógeno mais provável?
 

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