Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta
de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume
de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese
noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico:
SatO2
: 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio
vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra
(% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada:
81%. Não há achados significativos nos exames de
sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro
coletadas em dias separados é positiva para o complexo
Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada
a seguir:Homem de 76 anos com DPOC é atendido em consulta
de rotina. Ele é ex-fumante há quarenta anos e usa terapia inalatória combinada de tiotrópio e olodaterol. Relata piora progressiva da dispneia e aumento do volume
de escarro nos últimos seis meses, além de sudorese
noturna intermitente e mal-estar geral. Ao exame físico:
SatO2: 94% em ar ambiente; pulmonar com murmúrio
vesicular reduzido difusamente. A espirometria mostra
(% do previsto): VEF1: 48%; capacidade vital forçada:
81%. Não há achados significativos nos exames de
sangue de rotina. Uma de três amostras de escarro
coletadas em dias separados é positiva para o complexo
Mycobacterium avium. A tomografia de tórax é mostrada
a seguir:
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o próximo
passo mais apropriado no manejo desse paciente é
Mulher de 70 anos é avaliada devido a exames de
sangue anormais. Os antecedentes são notáveis para
hipertensão arterial, doença cardíaca isquêmica, doença
renal crônica estágio 3 e úlcera péptica prévia. Ela está
tomando ramipril, furosemida, suplementos de carbonato
de cálcio e vitamina D. Ela nega sintoma, exceto dor abdominal ocasional e dispepsia frequente. Ao exame físico, ela
está euvolêmica e a pressão arterial é de 110 x 80 mmHg.
Exames séricos: cálcio ajustado: 12,1 mg/dL (normal:
8,5 a 10,5); fosfato: 2,7 mg/dL (normal: 2,3 a 4,6);
bicarbonato: 37 mEq/L (normal: 22 a 26); proteína total:
6,0 g/dL; hormônio da paratireoide: baixo; 25-hidroxicolecalciferol: 50 ng/mL (normal: 20 a 48). Constitui a explicação mais provável para os achados
laboratoriais descritos:
Homem de 72 anos apresenta sangramento prolongado
no local da punção arterial após cateterismo cardíaco. A
heparina intravenosa é descontinuada. 24 horas depois,
ele apresenta um grande hematoma na virilha, e o local
da punção continua a apresentar sangramento, apesar
da compressão. Ele não tem histórico de sangramento
anormal. O perfil metabólico básico é normal. Outros
resultados laboratoriais mostram: hematócrito: 27% (na
admissão: 38%); plaquetas: 210.000/mm3; razão normalizada internacional: 1,2; tempo de tromboplastina parcial
ativada: 85 segundos. A próxima conduta que deve ajudar a determinar a causa
do sangramento nesse paciente é solicitar
Homem de 68 anos, com diabetes e apneia obstrutiva
do sono, desenvolve síndrome do desconforto respiratório agudo (ARDS) relacionada a quase afogamento. Isso
progride para infecção bacteriana sobreposta e sepse. A
angiotomografia de tórax é negativa para embolia pulmonar. O tratamento é realizado com vancomicina e piperacilina-tazobactam. Não há uso de droga vasopressora
e não houve hipotensão durante a evolução. 48 horas
após, ao exame físico, ele está euvolêmico; pressão
arterial: 112 x 67 mmHg; temperatura: 38 ºC. Os exames
séricos atuais são: creatinina: 2,5 mg/dL (à admissão:
0,9 mg/dL); bicarbonato: 14 mEq/L. Exame de urina: sedimento incolor, sem cilindros ou cristais. O sódio urinário
é 40 mEq/L. Qual é a etiologia mais provável para a injúria renal
aguda (IRA)?
Mulher de 45 anos, com doença de Crohn ileal fibroestenótica, é atendida com quadro de diarreia crônica. Ela
foi submetida a uma ressecção ileal há três anos para
tratamento de obstrução do intestino delgado. Há dois
meses, uma ileocectomia para obstrução recorrente foi
realizada. A revisão de suas anotações cirúrgicas indica
que aproximadamente 120 cm de íleo foram ressecados.
Desde então, ela tem evacuado diariamente, com fezes
múltiplas, soltas e fétidas. Não há hematoquezia ou melena. A paciente refere perda de peso de 3,6 kg nos últimos três meses e nega tabagismo ou consumo de álcool.
Ao exame físico: sinais vitais normais; IMC: 20 kg/m2;
abdome: notam-se cicatrizes cirúrgicas de aspecto normal, sem dor. A causa mais provável da diarreia é
Mulher de 26 anos tem história de tosse crônica com secreção amarelada associada a dispneia ao subir escadas
rapidamente. Ela fuma trinta cigarros por dia, com histórico de 13 anos-maço. Os testes de função pulmonar
revelam (% do previsto): VEF1: 94%; capacidade vital
forçada: 94%; capacidade pulmonar total: 107%; capacidade pulmonar de difusão de monóxido de carbono
(TLCO): 57%. A radiografia e tomografia realizadas são
mostradas a seguir: O exame que mais provavelmente deve confirmar a principal hipótese diagnóstica é
Homem de 82 anos com frequência urinária diurna,
urgência urinária, incontinência ocasional e noctúria é
tratado com um anticolinérgico. A incontinência em seguida piora. O exame de urina é normal. O próximo passo
de escolha é:
Mulher de 58 anos é atendida em consulta de retorno por
osteoporose e fratura recente por compressão vertebral
de L2. O antecedente é positivo para diabetes mellitus
tipo 1 complicado por doença renal crônica em estágio
5. Há dois meses, ela sentiu dor lombar repentina ao se
levantar, o que motivou avaliação em um pronto-socorro
local. A radiografia da coluna lombar demonstrou uma
fratura por compressão vertebral de L2. Isso foi seguido por ressonância magnética da coluna lombar, que
revelou achados consistentes com uma fratura por compressão vertebral aguda. Ela recebeu analgésicos e um
tratamento de curto prazo com calcitonina intranasal. A
densitometria óssea revela osteoporose com um escore
T de –3,7 em L3-L4 e –2,9 no colo do fêmur. A paciente
usa calcitriol oral, 0,5 mcg por dia, para controlar o hiperparatireoidismo secundário. Exames séricos: cálcio:
8,3 mg/dL (normal: 8,2 a 10,2); fosfato: 4,9 mg/dL (normal:
2,3 a 4,7); magnésio: 2,3 mg/dL (normal: 1,5 a 2,3); albumina: 3,5 g/dL (normal: 3,5 a 5,0); creatinina: 5,1 mg/dL
(taxa de filtração glomerular de 13 mL/min/1,73 m2); PTH
intacto: 63 pg/mL (normal: 10 a 65); 25-hidroxivitamina D:
28 ng/mL (normal: 30 a 80). O próximo passo de escolha no manejo dessa paciente é
Homem de 53 anos refere quadro de febre e dispneia
progressiva há uma semana. Ele tem infecção pelo HIV,
mas abandonou o tratamento há cinco anos. Não se sabe
a contagem recente de linfócitos CD4 ou a carga viral do
HIV. A gasometria arterial revela uma PaO2
de 51 mmHg
em ar ambiente. A radiografia de tórax é mostrada a
seguir: O lavado broncoalveolar é positivo para material com
coloração de prata metenamina. Considerando a principal hipótese diagnóstica, constitui o
tratamento antimicrobiano mais adequado:
Homem de 18 anos é atendido com quadro de episódios
febris recorrentes. Ele é portador de leucemia linfoblástica aguda recidivada. Há seis meses, foi tratado de
uma infecção de cateter por Pseudomonas aeruginosa e
Staphylococcus epidermidis com cefepima e vancomicina.
Nessa admissão, ele inicia o tratamento com gentamicina e meropenem. Três dias após, ele apresenta febre de
38,5 °C, e novas culturas são coletadas. Em seguida, a
hemocultura apresenta sinal positivo após oito horas, e a
coloração de Gram mostra bastonetes gram-negativos. Qual é o patógeno mais provável?