Magna Concursos

Foram encontradas 3.554 questões.

3685573 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Muitos acervos universitários se formam [...] a partir de operações próprias da metodologia de produção do conhecimento. Espécie de artifício de aproximação, as coleções reúnem e conferem universalidade ao que está disperso, ao que é singular no mundo, funcionando como dispositivos que reduzem ou amplificam realidades, permitindo, dessa maneira, procedimentos próprios da pesquisa como a observação, a comparação, a mensuração, classificação e interpretação. Algumas coleções são constituídas com propósito exclusivo de ensino, e se prestam para ilustrar conteúdos; outras transitam dos laboratórios de pesquisa para as salas de aulas. Como apoio didático, são portadoras de informações que nutrem o conhecimento científico e emprestam materialidade a ideias abstratas ou a processos experimentais no exercício da docência.
JULIÃO, Letícia. O desafio da comunicação nos museus universitários. Museologia & Interdisciplinaridade, v. 9, p. 13-23, 2020.

Há muitos exemplos de museus universitários no Brasil, enquanto tipo de museu que direciona as dinâmicas institucionais às pesquisas realizadas pelos diferentes cursos e estudos desenvolvidos por instituições de ensino superior, aspecto que impacta na forma como as exposições são pensadas nessas instituições. Assim sendo, é correto afirmar que não seria um exemplo de museu universitário:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685569 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
O Público dos museus, conforme a definição do dicionário (Holanda, 1975, p.1165), é um “conjunto de pessoas que leem, veem, escutam as obras”. Desse modo, o público dos museus não é constituído por:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685568 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Quanto ao transporte de objetos musealizados, algumas precauções devem ser adotadas, sendo correto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685567 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
No que se refere aos espaços especializados para a realização de atividades técnicas no museu, não é correto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685565 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Segundo o roteiro Museums, Libraries and Archives Council, em relação à conservação, no espaço museal, é correto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685564 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Segundo o roteiro de conservação 'Museums, Libraries and Archives Council', no que diz respeito às indumentárias ou vestimentas musealizadas, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685563 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Para a proteção dos objetos, nas salas de exposição, deve-se realizar procedimentos que limitem a incidência de luz nos itens expostos em paredes e vitrines, podendo ser uma importante forma de proteção o uso de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685561 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe sua guarda, transporte e exposição em condições adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera, presença de insetos, microrganismos, umidade relativa, temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e outros elementos, que se depositam sobre os objetos, atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira, fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
Os princípios de conservação no espaço expositivo museal apontam para a necessidade de evitar o excesso de umidade no espaço expositivo, situação que pode ser controlada com produtos para desumidificação em vitrines, como:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685558 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Texto para a questão
um cego visita o museu
passo a passo,
de sala em sala
supõe a voz sábia de um guia
a orientação de aluguel
o leva a palácios, a alas
de especiarias, tesouros
eis que o cego pensa a pintura:
nuances, matizes, detalhes
o leque da luz, todo o espectro
a leitura táctil nenhuma
lhe esconde o relevo da tela
seu desejo solto, sem réplica
um cego visita as estéticas
fantasia tais diferenças
(os traços, rabiscos, desenhos)
se vê frente a frente com épocas
reunidas na galeria
com a mesma inércia do tempo
no museu igualam-se as datas
a hora da obra ocorre
durante a leitura dos quadros
mas o cego quer tudo às claras
o obscuro sentido que à vista
de todos é causa de impacto
Marcus Vinicius, “Um cego visita o museu”.
Segundo a Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009, conhecida como Estatuto de Museus, um dos princípios fundamentais dos museus é “a universalidade do acesso, o respeito e a valorização à diversidade cultural” (inciso V do artigo 2º). Assim sendo, é correto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3685557 Ano: 2025
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
Texto para a questão
um cego visita o museu
passo a passo,
de sala em sala
supõe a voz sábia de um guia
a orientação de aluguel
o leva a palácios, a alas
de especiarias, tesouros
eis que o cego pensa a pintura:
nuances, matizes, detalhes
o leque da luz, todo o espectro
a leitura táctil nenhuma
lhe esconde o relevo da tela
seu desejo solto, sem réplica
um cego visita as estéticas
fantasia tais diferenças
(os traços, rabiscos, desenhos)
se vê frente a frente com épocas
reunidas na galeria
com a mesma inércia do tempo
no museu igualam-se as datas
a hora da obra ocorre
durante a leitura dos quadros
mas o cego quer tudo às claras
o obscuro sentido que à vista
de todos é causa de impacto
Marcus Vinicius, “Um cego visita o museu”.
“[Um exemplo, dentre os] documentos que embasaram o embrião de mudança das estratégias de atração de público para os museus e espaços de cultura nas ações promovidas pelo ICOM [...], no Seminário da Unesco sobre a Função Educativa dos Museus de 1958, pontuou-se a necessidade de promoção de mudanças nas formas tradicionais de exposição, citando casos de exposição ecológica que levava em consideração o contexto de coleta do objeto e exposição polivalente que adequava a mensagem para um nível médio de visitantes com recursos audiovisuais e didáticos. Esse apontamento pode ser considerado como preâmbulo do desenvolvimento de propostas sensoriais nos museus. [...] Nos modelos de museus propostos pela nova museologia entre os anos 1960 e 1980 (ecomuseus, museus comunitários e museus de território), a comunicação sensorial em sentido amplo era proporcionada pela natureza dos espaços de cultura abertos e integrados ao território, com seus temas ligados aos hábitos, cultura e manifestações populares de comunidades apartadas dos grandes centros urbanos e sociais.”

SARRAF, Viviane Panelli. A comunicação dos sentidos nos espaços culturais brasileiros: estratégias de mediações e acessibilidade para as pessoas com suas diferenças. 2013. P.45. Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) PUC-SP, São Paulo, 2013.

Em 1992, no campo dos museus, em um Encontro Regional do ICOM da América Latina, no âmbito do Seminário "A Missão dos Museus na América Latina Hoje: Novos Desafios", a comunicação foi considerada um elemento chave para o desenvolvimento de estratégias de acessibilidade para os diferentes públicos dos museus e espaços culturais, buscando mudança no discurso da museologia tradicional, com o objetivo de promover maior participação. O referido encontro gerou a seguinte declaração:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas