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Muitos acervos universitários se formam [...] a partir de
operações próprias da metodologia de produção do
conhecimento. Espécie de artifício de aproximação, as
coleções reúnem e conferem universalidade ao que está
disperso, ao que é singular no mundo, funcionando como
dispositivos que reduzem ou amplificam realidades,
permitindo, dessa maneira, procedimentos próprios da
pesquisa como a observação, a comparação, a mensuração,
classificação e interpretação. Algumas coleções são
constituídas com propósito exclusivo de ensino, e se prestam
para ilustrar conteúdos; outras transitam dos laboratórios de
pesquisa para as salas de aulas. Como apoio didático, são
portadoras de informações que nutrem o conhecimento
científico e emprestam materialidade a ideias abstratas ou a
processos experimentais no exercício da docência.
JULIÃO, Letícia. O desafio da comunicação nos museus universitários. Museologia & Interdisciplinaridade, v. 9, p. 13-23, 2020.
Há muitos exemplos de museus universitários no Brasil, enquanto tipo de museu que direciona as dinâmicas institucionais às pesquisas realizadas pelos diferentes cursos e estudos desenvolvidos por instituições de ensino superior, aspecto que impacta na forma como as exposições são pensadas nessas instituições. Assim sendo, é correto afirmar que não seria um exemplo de museu universitário:
JULIÃO, Letícia. O desafio da comunicação nos museus universitários. Museologia & Interdisciplinaridade, v. 9, p. 13-23, 2020.
Há muitos exemplos de museus universitários no Brasil, enquanto tipo de museu que direciona as dinâmicas institucionais às pesquisas realizadas pelos diferentes cursos e estudos desenvolvidos por instituições de ensino superior, aspecto que impacta na forma como as exposições são pensadas nessas instituições. Assim sendo, é correto afirmar que não seria um exemplo de museu universitário:
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O Público dos museus, conforme a definição do dicionário
(Holanda, 1975, p.1165), é um “conjunto de pessoas que
leem, veem, escutam as obras”. Desse modo, o público dos
museus não é constituído por:
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Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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- Conservação e PreservaçãoArquitetura de Museus
- Conservação e PreservaçãoMuseografia
- Educação e EnsinoAções Educativas
Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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Texto para a questão
A conservação das peças do acervo de um museu pressupõe
sua guarda, transporte e exposição em condições
adequadas.
Só assim estará garantida a integridade desses objetos. Para
tanto, é necessário considerar: qualidade da atmosfera,
presença de insetos, microrganismos, umidade relativa,
temperatura do ambiente e iluminação.
O ar contém impurezas em quantidades variáveis, de acordo
com o local (cidade ou campo) e estação do ano. Acham-se
em suspensão na atmosfera, poeira, areia, fuligem, gases e
outros elementos, que se depositam sobre os objetos,
atacando-os.
A poeira representa três ordens de perigos:
- acúmulo de impurezas;
- ativação da deterioração mecânica;
- ação de agentes bacteriológicos.
Para evitar os danos causados às peças expostas, é
necessário:
- limpeza constante, evitando assim o depósito de poeira,
fuligem e outras impurezas;
- manter os vidros das janelas fechados. Em período de calor
muito intenso, quando for necessário abri-las, é aconselhável
colocar uma tela protetora de arame para evitar a entrada de
insetos, ou tela em tecido cru, que, além de funcionar na
filtragem do ar, evitará também a incidência direta de raios
solares sobre os objetos.
- as vitrinas devem ser bem vedadas, salvo quando abrigarem
objetos de madeira, objetos orgânicos ou inorgânicos
porosos, como cerâmicas (madeira, tecido, papel).
Costa, Evanise Páscoa Princípios básicos da museologia / Evanise
Páscoa Costa. - Curitiba, PR : Coordenação do Sistema Estadual de
Museus : Secretaria de Estado da Cultura, 2006. 104 p.
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Texto para a questão
um cego visita o museu
passo a passo,
de sala em sala
supõe a voz sábia de um guia
a orientação de aluguel
o leva a palácios, a alas
de especiarias, tesouros
eis que o cego pensa a pintura:
nuances, matizes, detalhes
o leque da luz, todo o espectro
a leitura táctil nenhuma
lhe esconde o relevo da tela
seu desejo solto, sem réplica
um cego visita as estéticas
fantasia tais diferenças
(os traços, rabiscos, desenhos)
se vê frente a frente com épocas
reunidas na galeria
com a mesma inércia do tempo
no museu igualam-se as datas
a hora da obra ocorre
durante a leitura dos quadros
mas o cego quer tudo às claras
o obscuro sentido que à vista
de todos é causa de impacto
Marcus Vinicius, “Um cego visita o museu”.
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Texto para a questão
um cego visita o museu
passo a passo,
de sala em sala
supõe a voz sábia de um guia
a orientação de aluguel
o leva a palácios, a alas
de especiarias, tesouros
eis que o cego pensa a pintura:
nuances, matizes, detalhes
o leque da luz, todo o espectro
a leitura táctil nenhuma
lhe esconde o relevo da tela
seu desejo solto, sem réplica
um cego visita as estéticas
fantasia tais diferenças
(os traços, rabiscos, desenhos)
se vê frente a frente com épocas
reunidas na galeria
com a mesma inércia do tempo
no museu igualam-se as datas
a hora da obra ocorre
durante a leitura dos quadros
mas o cego quer tudo às claras
o obscuro sentido que à vista
de todos é causa de impacto
Marcus Vinicius, “Um cego visita o museu”.
SARRAF, Viviane Panelli. A comunicação dos sentidos nos espaços culturais brasileiros: estratégias de mediações e acessibilidade para as pessoas com suas diferenças. 2013. P.45. Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) PUC-SP, São Paulo, 2013.
Em 1992, no campo dos museus, em um Encontro Regional do ICOM da América Latina, no âmbito do Seminário "A Missão dos Museus na América Latina Hoje: Novos Desafios", a comunicação foi considerada um elemento chave para o desenvolvimento de estratégias de acessibilidade para os diferentes públicos dos museus e espaços culturais, buscando mudança no discurso da museologia tradicional, com o objetivo de promover maior participação. O referido encontro gerou a seguinte declaração:
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