Em sua tese de doutorado, intitulada “Museus de Ciências e Tecnologia no Brasil: uma história da museologia
entre as décadas de 1950–1970”, Maria Esther Alvarez
Valente apresenta uma importante contribuição para a
história da museologia brasileira, com foco nos museus
de ciências e tecnologia. Segundo a tese defendida pela
autora, é correto afirmar que a concepção de Museus de
Ciências e Tecnologia adotada é
Em seus textos, o professor Ulpiano Bezerra de Meneses
frequentemente trata de temas cruciais, mas por vezes
marginalizados nas discussões museológicas. Em suas
análises, ele não ignora as tarefas educacionais (que
podem se tornar mera doutrinação), a função estética,
o lúdico, o afetivo, o devaneio, o sonho, a mística da comunicação e da comunhão, a curiosidade, a necessidade
de mera informação nos Museus. Muito menos ignora as
responsabilidades sociais – e políticas – dos museus, especialmente os históricos. Reconhecer essa gama multiforme de possibilidades é recusar o modelo único de
museu, chave da sua natureza e camisa de força. O que
o autor aborda não é a trilha que todo museu histórico
deverá seguir, mas as direções em que ele pode trazer
uma contribuição específica e, portanto, insubstituível.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente ao
tema central dessas discussões.
Camilo de Mello Vasconcellos, professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, ressalta em artigo o desenvolvimento do campo museal nos últimos anos e, como possível consequência disso, passamos a presenciar a disputa entre dois reinos no interior das instituições museológicas contemporâneas. Essa disputa, segundo ele, é o resultado de uma visão elitista e hierárquica que ainda persiste nessas instituições. Em seu artigo, o professor se refere ao reino dos
Assinale a alternativa que corresponde corretamente à seguinte afirmação: “... pode ser definida como um conjunto de valores, de conceitos, de saberes e de práticas que têm como fim o desenvolvimento do visitante”.
O engajamento da sociedade é uma pauta muito significativa para os programas educativos dos Museus de Ciências, principalmente para os que atuam dentro de uma perspectiva da “Cultura Científica”. Nesse contexto, o que diferencia a comunicação científica da divulgação científica?
Partindo do princípio de que a exposição museológica é
uma convenção visual para a produção de sentidos, uma
representação cultural que ocorre dentro do processo de
musealização e por meio uma estrutura expográfica, é
correto afirmar que os seus três elementos essenciais
são:
Em seu artigo intitulado “O espaço nas exposições museológicas: atualizando percepções e significações”, Helena C. Uzeda diz que “A relação entre zonas iluminadas e sombreadas, principalmente sobre as cores das superfícies, pode conferir dramaticidade, mistério e introspecção, sintonizando o espírito a um tema que deverá enquadrar- se na mesma índole”. Com base nessa citação da autora sobre a iluminação em espaços expositivos, é correto afirmar:
Na publicação “Conceito de Cultura e sua inter-relação com o patrimônio cultural e a preservação”, Waldisa Rússio Camargo Guarnieri afirma que “... musealizamos os testemunhos do homem e do seu meio”, e que a musealização permite ao homem a leitura do mundo. Segundo esse artigo dessa influente personalidade do desenvolvimento do pensamento teórico da museologia brasileira,
Em “Museologia e Identidade”, elaborado em 1986 e
publicado em 1989, Waldisa Rússio Camargo Guarniere
trata, entre alguns temas, da relação da identidade com a
consciência da herança do patrimônio cultural. Ao abordar
o problema da ação museológica, a notável museóloga
afirma que “... os homens são seres históricos e é na experiência vivida e partilhada que se conhecem uns aos
outros e se conhecem a si mesmos.” Qual é o aspecto
constitutivo da Memória e, portanto, da Identidade, ressaltado pela pensadora paulista no contexto dessa reflexão?